Esse cara é uma potencia. QI 154! Super cérebro… Um HOMEM contra todo o sistema se impondo como um verdadeiro Império Romano!
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
A momentos que são mais confiável e barato seu pior inimigo que seu melhor amigo!
Ele é uma potencia e altamente inteligente, coloca o Lula no bolso muitas vezes. Lula tem espaço ele não? Restrito em plano cartesiano e jogando com o regulamento consegue esmagar tudo e todos! Obs. Ele pertence a maior bancada do Congresso com no mínimo 1/3 “EVANGÉLICOS” Deus é dono de todo ouro e prata no planeta, o evangélico é tesoureiro do senhor nosso DEUS! Quem tem dignidade e moral por mais correto que seja para chamar o Evangélico de Ladrão?
Nunca se esqueçam de que religião não tem e nunca terá JUSTIÇA! Pois isso fere o propósito de fé…
Eduardo Cosentino da Cunha (Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1958) é um economista, radialista e político brasileiro. Evangélico, é membro da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra. Atualmente é deputado federal pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro pelo Rio de Janeiro e desde 1º de fevereiro de 2015 preside a Câmara dos Deputados.
Filiado ao Partido da Reconstrução Nacional, foi presidente das Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro durante o Governo Collor. Enquanto filiado ao Partido Progressista Brasileiro, comandou a Companhia Estadual de Habitação no mandato do governador Anthony Garotinho. Candidatou-se pela primeira vez a um cargo eletivo em 1998, tendo ficado como suplente de deputado estadual e assumido uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado em 2001. Elegeu-se deputado federal pela primeira vez em 2002, ainda no PPB, sendo reeleito pelo PMDB nas eleições de 2006, 2010 e 2014.
Eduardo Cunha, afastado da Câmara, deu depoimento hoje no Conselho de Ética e ficou bastante irritado quando perguntado sobre os cargos que seus aliados têm na Casa. Seu vice, Waldyr Maranhão, ficou como presidente em seu lugar. E André Moura, que sempre foi seu braço direito, é agora o líder do governo Temer. Em sua defesa enérgica, Cunha disse que “não indicou um alfinete para a Câmara”.
Mas sua afirmação foi rapidamente derrubada. Assim que a sessão na Comissão de Ética terminou, o alfinete convocou uma coletiva de imprensa – e virou o jogo. “Sou sim, pau mandado de Eduardo Cunha. Ele me indicou para vários cargos na Câmara. Estou lá. Só não me veem porque sou muito pequeno e fino. Aliás, foi justamente por essas minhas características que ele me colocou lá. Posso ver e ouvir tudo sem ser notado”, afirmou.
O alfinete resolveu denunciar o aliado por ter se sentido preterido em seu depoimento. Vai se licenciar e fazer tratamento psicológico para enfrentar sua baixa autoestima. “Espero que Cunha pague pelo que fez”, diz.
AFP – Uma guitarra dada ao astro Elvis Presley pelo pai, em 1969, foi leiloada neste sábado por US$ 334 mil em um leilão em Nova York, enquanto uma simbólica jaqueta de Michael Jackson foi vendida por US$ 256 mil.
A guitarra Gibson Dove foi comprada por Vernon Presley, que personalizou o instrumento antes de dá-lo de presente ao filho. O preço da venda hoje foi superior ao da estimativa inicial da casa de leilões Julien’s – entre US$ 200 mil e US$ 300 mil.
Elvis Presley deu a guitarra a um espectador, em um show na Carolina do Norte, em 1975. O fã guardou o presente até hoje.
Outro objeto de destaque do leilão, a jaqueta de couro vermelho usada por Michael Jackson em sua turnê “HIStory” (1996-1997) e inspirada no vídeo “Beat it”, superou em quatro vezes seu valor inicial. Foi vendida por US$ 256 mil.
O preço mais elevado da noite foi para o manuscrito com os versos da canção dos Beatles “Being for the Benefit of Mr. Kite!”, escritos por John Lennon. Saiu por US$ 354,4 mil.
De um modo geral, o leilão não surpreendeu. O primeiro piano de Lady Gaga, por exemplo, avaliado em algo entre US$ 100 mil e US$ 200 mil, não atraiu compradores, o mesmo acontecendo com a guitarra elétrica Fender Broadcaster de Stevie Ray Vaughan, estimada entre US$ 400 mil e US$ 600 mil.
Fernando Henrique Cardoso vai receber o título de Doutor Honoris Causa em Harvard. Aproveitará a viagem aos Estados Unidos para dar entrevistas e rebater a mentira de que o impeachment é golpe. Em seguida, fará o mesmo na Europa.
O incrível é que FHC ainda seja o único brasileiro com dimensão internacional para fazer esse trabalho. As informações são do O Antagonista.
Protagonismo do PMDB em pautas anti-indígenas no Congresso preocupa os índios
CIRO BARROSÍndios guarani-kaiowá protestam em frente ao Palácio do Planalto contra retrocessos nas políticas de demarcação de terras no dia 17 de maio. Fabio Rodrigues PozzebomAgência Brasil
Na semana do afastamento da presidente Dilma Rousseff, ao menos 20 lideranças indígenas consultadas pela reportagem da Pública em Brasília fizeram um diagnóstico comum durante o 13º Acampamento Terra Livre (ATL), mobilização que ocorre anualmente na capital federal: se com Dilma Rousseff a situação dos índios estava difícil, com Michel Temer será pior.
Ainda que o governo afastado tenha sido o que menos homologou e declarou terras indígenas desde a redemocratização do país, a preocupação dos indígenas é que o governo interino reveja as decisões tomadas recentemente.
O receio não é sem motivo. Na sexta-feira, 13, um grupo de lideranças indígenas se reuniu com o novo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Ao ser questionado a respeito da possível revisão das demarcações, a resposta foi evasiva: “Qualquer coisa que for se fazer daqui para a frente, nós vamos conversar. Não houve nenhuma palavra minha, assim como não houve nenhuma palavra do presidente Michel Temer sobre revogação”.
No início desta semana, em entrevista à Folha de S.Paulo, Moraes voltou ao tema. Ele afirmou que irá rever “demarcações de terras indígenas que foram feitas, se não na correria, no apagar das luzes”. Ponderou, no entanto, que “qualquer revisão será feita em total diálogo” com as populações afetadas.
Tal indefinição coloca em debate a possível inconstitucionalidade na revisão dessas demarcações. As terras que mais preocupam os entrevistados pela Pública são as que foram delimitadas, declaradas ou homologadas nos meses finais da gestão petista. A mais recente delas, a do povo que mais sofre com assassinatos em todo o Brasil: os Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, área situada no epicentro dos conflitos armados que deixaram 390 indígenas mortos entre 2003 e 2014, segundo dados do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
O advogado do Instituto Socioambiental (ISA), Maurício Guetta, protocolou um ofícionesta semana no Ministério da Justiça, na Casa Civil e na Presidência da República em que argumenta que “os atos que reconhecem direitos territoriais indígenas não podem ser simplesmente revogados pelo Poder Executivo”. Ele cita a jurisprudência do STF, que já assentou que a demarcação de terras indígenas é um ato declaratório, que se limita a reconhecer direitos imemoriais que vieram a ser chancelados pela própria Constituição. “Quando o processo administrativo reconhece um território protegido pelo direito territorial indígena, o poder público é obrigado a publicar esse ato. Então, se o poder público já reconheceu a existência dos direitos territoriais indígenas nessas áreas, com base em processos regulares que contaram com laudos científicos e o cumprimento de todas as etapas do processo de demarcação, como o contraditório, não pode uma outra gestão do poder público simplesmente dizer que aquele reconhecimento não é válido. Isso é inconstitucional”, argumenta o advogado.
A sinalização de Temer aos ruralistas
No final de abril, Temer se reuniu com os membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Os deputados da FPA entregaram ao então vice-presidente o documento “Pauta Positiva – biênio 2016/2017”, no qual solicitam a “revisão das recentes demarcações de áreas indígenas/quilombolas”, além de pleitearem outras diversas questões de interesse do agronegócio.
Segundo o jornal O Globo, Temer teria declarado de forma extraoficial que reveria as medidas de desapropriação de terras para a reforma agrária e demarcação de terras indígenas tomadas no crepúsculo do governo petista. O jornal informou também que após a posse Temer teria pedido à Casa Civil que revisse os atos do antigo governo a partir do primeiro dia de abril deste ano.
Do início do mês passado ao momento do afastamento de Dilma, o Executivo acelerou o processo de demarcação de terras indígenas: foram nove áreas delimitadas pela Funai, doze terras declaradas pelo Ministério da Justiça e quatro terras homologadas pela Presidência da República.
O presidente da Funai, João Pedro Gonçalves da Costa, confirmou em entrevista exclusiva à Pública que a proximidade do impeachment ajudou a desengavetar delimitações e homologações de terras indígenas. “Com a iminência do final do governo, nós demos uma acelerada nesses atos”, reconheceu.
No dia seguinte à entrevista de Moraes à Folha, Costa publicou uma nota no site da Funai afirmando que “qualquer ato que vise desestruturar os direitos indígenas e os direitos aos seus territórios de ocupação tradicional ou que vise revisar os atos administrativos realizados é frontalmente inconstitucional”. Para ele, “qualquer revisão nos procedimentos realizados durante esta gestão e as anteriores só pode ser realizada diante da comprovação de algum tipo de vício de legalidade”.
O governo petista não foi poupado de críticas durante o Acampamento Terra Livre. “Nós, povos indígenas, conversamos assim. Se já com a Dilma, está desse jeito, avalie sem a Dilma. Todo esse tempo na briga com as violações dos nossos direitos crescendo, vai ser uma calamidade. Essa situação não vai ser fácil”, afirmou Antonio Pereira, do povo Munduruku Cara Preta, do Pará.
Durante a mobilização, entre os dias 10 e 13 deste mês, muito se falou sobre as intenções do PMDB, partido que encabeça no Congresso Nacional pautas anti-indígenas. Além da PEC 215, que transfere a competência da União na demarcação das terras indígenas para o Congresso Nacional, e da CPI da Funai e do Incra, tramitam outras pautas anti-indígenas nas duas casas.
Exemplo é a proposta do atual ministro da Planejamento, Romero Jucá, que propôsprojeto de lei que regulamenta a mineração em terras indígenas. “A pauta indígena sempre foi uma pauta difícil no Brasil porque ela fere muitos interesses econômicos. Não acho que no governo Dilma tivemos uma plenitude de garantia dos direitos indígenas, mas a situação agora é muito pior porque aqueles que estão ocupando o Executivo são aqueles que já vinham pautando retrocessos na questão indígena e outras, como a questão quilombola e ambiental”, critica Márcio Meira, o mais longevo presidente da Funai (2007-2012).
Para Gustavo Vieira, membro do Movimento de Apoio aos Povos Indígenas (Mapi), o PMDB de Temer está “todo dentro” da CPI da Funai e protagonizando a PEC 215. “A gente está agora num processo de demarcação de áreas que têm muitos conflitos, áreas antropizadas há muito tempo. O governo Lula e Dilma, no final das contas, deu uma possibilidade de enfrentamento desse tipo de apropriação das pautas indígenas”, afirmou.
Para a coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Sonia Guajajara, “o programa de governo do PMDB traz uma carga de anúncios de retrocessos”. A preocupação vai além das lideranças da Apib. “Recentemente ouvimos muito estas duas palavras: golpe e democracia. Será que o governo está sofrendo golpe? Eu não sei. O que eu sei é que os índios sofrem um golpe constante sobre seus direitos. PEC 215 é golpe!”, afirmou a liderança Sarapó Pankararu, de Pernambuco.
Ao fim do acampamento, já com o impeachment consolidado, um manifesto indígena subiu o tom ao dizer que o novo governo é “ilegítimo” e que “em nome da ordem e do progresso, pretende aprovar medidas administrativas, jurídicas e legislativas para invadir mais uma vez os territórios com grandes empreendimentos: mineração, agronegócio, hidrelétricas, fracking, portos, rodovias e ferrovias, entre outros”.
Até a publicação, a assessoria do Ministério da Justiça não retornou os pedidos de esclarecimento sobre as possíveis revogações em terras indígenas. Também o presidente da CPI Funai e Incra, Alceu Moreira (PMDB-RS), não respondeu ao contato da Pública.
Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira
Respeito. Palavra que para algumas pessoas nem existe no
dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser
ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa
ter! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A
ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta
frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que
ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico
de desonesto! Independente das diferenças o respeito é fundamental para se
tiver respeito.
"Respeitar o Próximo é a sabedoria da Evolução" É
admirável o ato de respeitar o próximo vamos nos comprometer com o respeito,
não tem como sermos felizes não respeitando o próximo, para conservarmos os
valores, mantermos os amigos, precisamos aprender a respeitar a dor dos outros
o mundo esta precisando de pessoas mais humanas! Vamos lembrar que o mundo gira
em torno de todos nós, mais para algumas pessoas parece girar em torno do
próprio umbigo achando este que pode tudo Pessoas assim só vão aprender no
sofrimento... Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação,
seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.
Só o amor verdadeiramente constrói!
O ÚLTIMO ATO DA FUNAI NO GOVERNO DILMA
O último despacho da Funai na gestão petista delimitou a terra indígena Dourados-Amambaí Peguá. Ciro BarrosAgência Pública
C. B.
Com cara de sono, meio amassado e abatido, o presidente da Funai, João Pedro Gonçalves da Costa, se preparava na manhã seguinte ao afastamento da presidenta Dilma para seu último ato relevante à frente do órgão indigenista: a delimitação da terra indígena Dourados-Amambaí Peguá I, no sul do Mato Grosso do Sul. A terra está fincada em uma das regiões que mais concentram casos de assassinato de índios em todo o Brasil.
Na hora de assinar o relatório de identificação da área, Costa convocou as poucas lentes e gravadores que estavam na sede da Funai, um prédio espelhado no Setor Bancário Sul de Brasília, para presenciar o momento histórico. Naquela mesma manhã, Dilma Rousseff fazia seu primeiro discurso no Palácio do Planalto como presidente afastada após a abertura do processo de impeachment pelo Senado.
“Estamos assinando o relatório e publicando essa terra no dia de hoje. Será a última da minha gestão. Esse ato representa o compromisso da Funai e uma resposta à pressão anti-indígena daqueles que são contra o reconhecimento da tradicionalidade das terras do povo Guarani Kaiowá. Minha assinatura é a da Funai”, discursou o presidente.
Apesar das comemorações, ele pediu cautela aos indígenas, alertou-os para que se preparassem para o contraditório e demonstrou preocupação com a ascensão do governo Temer em um contexto de “ruptura e violência contra a democracia”. “Em nome do meu povo Guarani Kaiowá, eu queria dizer que enquanto a gente viver a gente vai lutar. Hoje é uma parte da nossa vitória, mas a gente continua lutando, e nossa luta não vai parar por aqui. A gente vai enfrentar quem quer destruir a vida dos povos indígenas nesse país. O povo Guarani Kaiowá vive e vai continuar resistindo”, comemorou Elson Guarani Kaiowá, uma das lideranças presentes.
‘Saio da presidência, mas não saio da causa’
Após a solenidade de assinatura, com direito a uma dancinha desajeitada do presidente da Funai com os Guarani Kaiowá, Costa rumou para o elevador. Do 13º andar, foi direto ao térreo, acompanhado dos índios, onde servidores da Funai o aguardavam para seu último pronunciamento. “Quero dizer que não devo ficar um ano aqui na casa e, com isso, vamos deixar de concluir muitos trabalhos, muitas conversas. Eu venho do serviço público e eu sei que, principalmente nos cargos de confiança, você entra para passar um tempo. Quando eu cheguei aqui em junho de 2015, sabia que viria para passar um tempo. Mas não este tempo, que foi cortado por decisões políticas com várias consequências e desdobramentos grandes”, discursou o presidente. “Vamos resistir, porque o que vem por aí não é uma agenda fácil. Se o governo da presidenta Dilma não fez o que estava na expectativa dos povos indígenas por conta das injunções políticas… mas esse governo tem DNA, tem identidade, compromisso com os povos indígenas, quilombolas, sem-terra e sem-teto. Deixamos de fazer muito, mas fizemos. Mas o que vem aí vem da Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo], vem do seu Paulo Skaf, o governo que vem aí vem da avenida Paulista, vem do Congresso que impôs e votou a PEC 215 e articulou a CPI”, exclamou.
Os servidores do órgão que falaram com a Pública após o pronunciamento de Costa não quiseram ser identificados. Suas alegações vão na mesma linha dos índios mobilizados: se com o governo Dilma Rousseff seria mais viável disputar internamente o órgão em favor das pautas indígenas, com Temer, o cenário é mais complicado.
Fã Rodrigo Augusto, morto em Belo Horizonte, usava perfil no Instagram para declarar amor à apresentadora Ana Hickmann (Foto: Reprodução/Instagram)
O delegado de Homicídios Flávio Grossi disse, na noite deste sábado (22), que a família de Rodrigo Augusto de Pádua, morto em um hotel na Região Centro-Sul de Belo Horizonte após ameaçar a apresentadora Ana Hickmann, disse que sabia do fascínio do jovem pela modelo. O cunhado e sócio de Ana Hickmann, Gustavo Correa, é suspeito de atirar no fã da apresentadora durante uma luta. A Polícia Civil vai investigar o caso como legítima defesa.
Pádua, que estava hospedado no mesmo hotel que a apresentadora, rendeu Gustavo e o obrigou a ir até o quarto de Ana, onde também estava Giovana Oliveira, assessora para moda e mulher de Gustavo. Giovana foi baleada e está internada no Centro de Terapia Intensiva do Biocor. O hospital informou que o estado de saúde é estável. Gustavo e Ana Hickmann prestaram depoimento na noite deste sábado, na delegadia de Homicídios de Belo Horizonte.
O delegado contou a mesma versão contada no boletim de ocorrência da Polícia Militar. Após render Gustavo, Rodrigo obrigou o empresário, Ana e Giovana a ficarem de costas. Gustavo resistiu. O fã, então, disparou a arma, atingido dois tiros em Giovana, um no ombro e outro na barriga.Segundo o delegado, Rodrigo foi morto com três tiros, dois na nuca e um no braço. A arma, um revólver calibre 38, estava com a numeração raspada. Em perfis em redes sociais, o jovem declarava "amor" à apresentadora. A família descobriu estes perfis há poucos dias. O irmão, Helisson de Pádua, disse que Rodrigo andava recolhido no quarto. O jovem morava em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais.
Ana Hickmann, em 2011 (Foto: Raul Zito/G1)
Após os tiros, Gustavo começou a lutar com Rodrigo e mandou a apresentadora e Giovana deixarem o quarto. As duas foram ajudadas pelo cabeleireiro e maquiador Júlio Figueiredo, da equipe da modelo. Rodrigo foi desarmado e baleado durante a briga.
O capitão Flávio Santiago, chefe da sala de imprensa da Polícia Militar, disse em entrevista coletiva que o próprio cunhado da apresentadora entregou a arma na recepção do hotel e pediu para que chamassem a polícia. "Ele [Gustavo] atesta que, nesta luta corporal, há os três disparos, ele vê que o cidadão cai ao solo. Ele pega a arma, desce de imediato e entrega esta arma para a portaria do hotel e avisa ‘Olha, tem um cidadão lá, que atentou contra a nossa vida, chama a polícia”, disse capitão Santiago.
Por telefone, a assessora de imprensa de Ana Hickamnn disse que a apresentadora está bem. "A Ana está muito abalada, mas está bem", disse Fabiana. A assessora informou que uma nota será divulgada posteriormente.
O hotel Caesar Business divulgou uma nota sobre o ocorrido. Segundo o hotel, a apresentadora seria a vítima do fã. "A rede Caesar Business confirma que a apresentadora Ana Hickmann foi vítima de um suposto fã na tarde desse sábado, 21 de maio, na unidade Belvedere, em Belo Horizonte. A apresentadora passa bem. O hotel lamenta ter sido local do ocorrido e afirma que está contribuindo para as investigações junto ás autoridades", disse o comunidado.
Em nota, a Rede Record informou que a apresentadora foi vítima de um atentado em um hotel deBelo Horizonte. Leia abaixo a íntegra do comunicado.
"Neste sábado, dia 21/05, a apresentadora do programa Hoje em Dia, Ana Hickmann, foi vítima de um atentado em um hotel de Belo Horizonte. Um homem armado conseguiu entrar no quarto em que ela estava hospedada e efetuou disparos. Ana não foi atingida. Os tiros atingiram a cunhada de Ana, Giovana Oliveira, que foi socorrida e levada para um hospital da capital mineira.
Ana Hickmann e seu cunhado, Gustavo Corrêa, estão bem.
Neste momento, a Record deseja a mais rápida recuperação de Giovana e informa que Ana, apesar de tudo o que aconteceu, está se recuperando desta absurda situação.
Com uma semana de governo, o presidente interino Michel Temer já acumula algumas gafes em seu mandato. Do discurso de posse até a escolha do novo logo, Temer dificultou o trabalho do Sensacionalista nos últimos sete dias.
Veja algumas das gafes da primeira semana do governo Temer:
Em seu primeiro discurso, Temer engasgou e precisou de uma pastilha
Já no seu primeiro dia como presidente interino, Temer engasgou durante seu discurso de posse e precisou de duas pastilhasTic Tac. Seria esse um presságio do que aconteceria nos próximos dias?
Michel usou bandeira da época da ditadura em logo do novo governo
A escolha do novo logo do governo trouxe o globo da bandeira do Brasil de 1961, usada durante toda ditadura militar. Na imagem, as estrelas que simbolizam os estados Acre, Tocantins, Amapá, Roraima e Rondônia ficaram de fora. O publicitário Elsinho Mouco, responsável pelo logo, afirmou que a marca ainda não estava finalizada e já foi substituída.
Falando em logo…
Um fato curioso sobre a escolha da nova identidade visual é que ela foi escolhida por Michelzinho, de 7 anos, filho de Michel e Marcela Temer. Talvez uma criança de 7 anos ainda não saiba contar exatamente quantos estados temos no nosso país, logo, a falta das cinco estrelas se justifique.
Demissão do garçom do Planalto
O garçom José Catalão, que servia café no Palácio do Planalto havia mais de oito anos, foi demitido nesta semana sob a acusação de ser “petista”. Catalão não tem vínculo partidário e se orgulhava de ter servido Temer em várias ocasiões. Enquanto nos EUA o “Mordomo da Casa Branca” ganha filme, o mordomo do Planalto perde o emprego.
Temer “turbina” currículo da esposa para justificar cargo no governo
Michel Temer exagerou um pouquinho ao falar de sua mulher, Marcela Temer, ao afirmar que ela era advogada, ustificando sua qualificação para ter um cargo na área social do governo. Na verdade Marcela nunca passou na prova da OAB, requisito básico para ser um advogado. Até aí a gente entende, né? Quem nunca colocou no currículo que possui excel avançado ou espanhol fluente?
Ausência de mulheres e negros chefiando ministérios
Talvez a mais dura crítica ao novo governo seja a falta de diversidade entre os ministros. Os ministérios de Temer são chefiados até mesmo por investigados em operações da polícia federal, mas sem mulheres e negros. O argumento para sustentar a falta de pluralidade veio com base na falta de capacitação entre os grupos citados.
Pelo menos 5 mulheres disseram não ao governo Temer
Falando em falta de mulheres, Daniela Mercury, Bruna Lombardi, Marília Gabriela, Cláudia Leitão e Eliane Costa são cinco nomes confirmados que recusaram chefiar a Secretaria da Cultura. De acordo com as assessorias, elas não quiseram fazer parte, por não acreditarem nesse governo, além de, claramente, serem escolhidas apenas para tapar o buraco da falta de diversidade.
Líder do governo Temer é investigado por tentativa de homicídio
Além de alvo na Lava Jato, ser réu em três ações penais no STF e participação no esquema de corrupção da Petrobras, o deputado federal André Moura (PSC-SE) também é investigado por tentativa de homicídio. O deputado escolhido por Temer também já foi condenado em Sergipe por improbidade administrativa. Se tudo isso não for suficiente para colocarmos Moura nessa lista, ele é uma espécie de braço-direito do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha.
Dono da frase que inspirou o slogan “Não fale em crise, trabalhe” do governo Temer está preso por tentativa de homicídio
Em seu discurso de posse, Temer citou uma frase que o inspirou, ao passar por um posto na Rodovia Castelo Branco: ”Não fale em crise, trabalhe”. A frase, no entanto, foi escrita por João Mauro de Toledo Piza, conhecido como Jaca, que está preso, condenado a oito anos e dois meses em regime fechado por tentativa de homicídio. Agora entendemos o motivo de Temer não ter dado créditos ao dono da frase, que provavelmente poderá cobrar do presidente interino os direitos autorais em 2020, quando sair da cadeia.