quarta-feira, 18 de maio de 2016

Temer já demitiu mais de cem servidores do governo por dia útil

Nem mesmo o fotógrafo oficial da presidente afastada se safou e foi exonerado na sexta-feira (13)
POLÍTICA LIMPEZAHÁ 5 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O presidente em exercício Michel Temer vem demitindo mais de cem funcionários por dia útil. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, foram exonerados 324 servidores desde a sexta-feira (13). 
A sexta-feira 13 deve ter sido mesmo das "bruxas" para muitos funcionários, já que este foi o pior dia de demissões, quando 170 pessoas foram exoneradas, boa parte delas de cargos de confiança, como os de assessor especial, diretor de departamento, secretário, secretário-executivo e chefe de gabinete. Na segunda-feira (16) mais 84 funcionários tiveram de limpar suas gavetas. Na terça (17), 70 servidores foram demitidos. 
A retirada do jornalista Ricardo Melo do cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que controla a TV estatal, foi a exoneração mais polêmica até o momento. Melo tinha mandato de quatro anos na posição e acionou a Justiça para contestar a medida de Temer. 
Outro corte foi a de Francisco Bosco, presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e as dos secretários-executivos Luiz Cláudio Costa, do Ministério da Educação, Marivaldo Pereira, da Justiça, Maria Fernanda Coelho, do Desenvolvimento Agrário, Carlos Klink, do Meio Ambiente, e Francisco Gaetani, do Planejamento. 
O fotógrafo oficial de Dilma Rousseff, Roberto Stuckert Filho, também foi exonerado na própria sexta (13), além das Secretárias da presidente, que também foram dispensadas. 
O ex-ministro Advocacia-Geral da União (AGU) José Eduardo Cardozo, foi integrado à equipe de Dilma Rousseff, mas não tem mais direito a residência e a carro oficial. Cardozo agora está se locomovendo pela capital de bicicleta.

Capes bloqueia mais de sete mil bolsas de pós-graduação no país Órgão nega cortes e diz que vagas estavam ociosas; associação de estudantes contesta


BRASÍLIA — A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), agência do Ministério da Educação (MEC) para fomento da ciência, bloqueou o acesso de estudantes a mais de 7 mil bolsas de pós-graduação no país inteiro — cerca de 9% do total disponibilizado hoje. Em circular ao qual O GLOBO teve acesso, universidades foram comunicadas sobre “a suspensão temporária de cadastramento de novos bolsistas” por até dois meses.
O argumento da Capes, segundo o informe, é que essas bolsas estavam “ociosas após fechamento do mês de março de 2016” e que serão objeto de análise para sua “recomposição gradual”. O presidente do órgão, Carlos Nobre, garantiu que a medida visa melhorar a eficiência no preenchimento das bolsas por parte das universidades e não significa cortes dos incentivos.


— Não tem a ver com cortes ou economia de recursos. As bolsas vão voltar. Pode ser que não voltem no nível anterior. Vamos fazer um estudo, com os pró-reitores, para diminuir o índice de ociosidade, de 8% a 9% na média, que constatamos — afirmou Nobre. — Se as universidades melhorarem seus índices, teremos mais alunos com bolsa da Capes neste ano. É isso que queremos.
A presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos, Tamara Naiz, critica o fato de as bolsas “aparentemente” ociosas, agora bloqueadas para novos alunos, terem como referência o fechamento do mês de março.
— É em março que muitos graduandos costumam se titular, quando se desvinculam da bolsa. Pode demorar um pouco para outro estudante acessar, com um novo CPF. Não significa que está ociosa — diz Tamara. — Não sei se, com essa suspensão, o governo quer fazer uma economia de dois meses ou se vai postergar isso, para depois dizer que há mesmo bolsas sem utilização até cortá-las de vez.
Tamara não contesta a existência de bolsas ociosas pelas universidades do país, mas diz que o problema é bastante pontual. Na maior parte das vezes, segundo a pós-graduanda, há disputa e espera pela oportunidade nas universidades. De acordo com ela, não é justificável que uma medida do governo para supostamente melhorar a gestão do programa atrase ainda mais os planos de quem aguarda pelo incentivo para estudar.
— Qual o incentivo para as pessoas fazerem pós-graduação? Hoje temos uma bolsa de R$ 1,5 mil para mestrado e R$ 2,2 mil para doutorado, sem direito trabalhista ou previdenciário nenhum. Agora, ao que parece, ainda vão restringir as oportunidades? — questiona Tamara.




O argumento da Capes, segundo o informe, é que essas bolsas estavam “ociosas após fechamento do mês de março de 2016” e que serão objeto de análise para sua “recomposição gradual”. O presidente do órgão, Carlos Nobre, garantiu que a medida visa melhorar a eficiência no preenchimento das bolsas por parte das universidades e não significa cortes dos incentivos.


O número exato de bolsas impactadas pela medida do governo é 7.408, que representa cerca de 9% dos 80.906 incentivos pagos atualmente a alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. A maior parte das bolsas suspensas para novos estudantes é do chamado Programa de Demanda Social (PDS), focado na formação de mestres e doutores em cursos avaliados pela Capes com nota de 3 a 5, numa escala que vai de 3 a 7. Até porque esse é programa da agência com mais demanda, respondendo por cerca de 52 mil bolsistas, ou 64,2% do total.

De acordo Mercedes Bustamante, diretora de Programas e Bolsas no País da Capes, pró-reitores das universidades já começarão a se reunir na próxima semana para analisar os dados relacionados às bolsas ociosas e traçar mecanismos de melhoria da gestão. A diretora ressalta que a suspensão do acesso a novos estudantes poderá ser revogada, inclusive, antes do período de dois meses colocado nos informativos distribuídos às instituições de ensino superior. Ela reforça que não há intenção de cortar incentivos, embora reconheça que o aperto nas contas incentiva medidas do tipo:
— Há problemas no orçamento. É óbvio que quando você está nessa situação começa a olhar com mais atenção para a gestão, mas isso não significa que haverá redução de bolsas ou cortes.

Exonerar Gilberto Carvalho











O melhor jornal do Brasil, o Diário Oficial da União, oficializou hoje a demissão de Gilberto Carvalho.
Deleite-se:


Justiça condena PT por esquema durante mandato de Celso Daniel

PT deve devolver R$ 3,5 milhões e pagar multa de R$ 11 milhões. 

Rui Falcão disse que condenação é injusta e que partido vai recorrer.


O juiz Genilson Rodrigues Carreiro, da primeira Vara da Fazenda Pública de Santo André, condenou o Partido dos Trabalhadores por improbidade administrativa durante o mandato do prefeito Celso Daniel, que foi assassinado em 2002.
O juiz afirmou que a cobrança de propina do setor de transporte não foi uma iniciativa isolada. e que o Diretório Nacional do PT tinha conhecimento do esquema criminoso e se beneficiou dele.
O PT deve devolver R$ 3,5 milhões aos cofres públicos, pagar multa de quase R$ 11 milhões e fica proibido de receber incentivos fiscais por dez anos.
Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do ex-presidente Lula e ministro da secretaria-geral da Presidência no primeiro mandato de Dilma Rousseff, também foi condenado e teve os direitos políticos suspensos por cinco anos.
O presidente do PT, Rui Falcão, disse que a condenação é injusta, que o partido vai recorrer e que se trata de mais uma perseguição ao PT.
Gilberto Carvalho também vai recorrer e negou qualquer envolvimento. Ele afirmou que a condenação não teve prova material e é uma caça às bruxas ao PT.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Barroso diz que colocar grampo em gabinete no STF é fato 'gravíssimo'

Escuta ambiental foi encontrada por seguranças no último dia 11 de abril.

Aparelho estava desativado e não há informações sobre quem instalou.

 O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou considerar "gravíssimo" o fato de alguém ter instalado em seu gabinete uma escuta ambiental, dispositivo que grava áudio em determinado local. A existência do grampo, encontrado no último dia 11 de abril, foi confirmada nesta terça (17) pela assessoria do STF.
"Do ponto de vista institucional, é gravíssimo alguém ter a ousadia de colocar um grampo num gabinete do ministro do Supremo. É uma desfaçatez absoluta. Do ponto de vista pessoal, estou totalmente tranquilo e confortável. Aqui recebo em audiência e converso com meus assessores sobre os processos", afirmou.
Servidores do gabinete não têm ideia de quando o aparelho foi colocado no local. Barroso passou a despachar no gabinete em junho de 2013, quando tomou posse na Corte. Na época, fez uma reforma grande no local."A gravidade é alguém saber por antecipação o que eventualmente estou pensando em fazer num processo. Mas fora isso, aqui é um espaço totalmente republicano, de modo que não há risco de ter aparecido qualquer coisa errada", completou em seguida.

O aparelho foi encontrado numa varredura de rotina por seguranças do STF e estava desativada. Não há informações sobre quem instalou o aparelho ou quando, nem se conversas do ministro ou de sua equipe foram interceptadas.

No início da tarde, a assessoria do STF informou que o caso não seria investigado. No início da noite, porém, afirmou que já está em curso uma “investigação preliminar”, sem participação de outros órgãos, como a Polícia Federal.

O gravador é menor que uma caixa de fósforo e estava acoplado numa caixa de telefone posicionada abaixo da mesa do ministro. Em conversa com jornalistas, Barroso disse não ver maiores riscos de ter ocorrido vazamento de informações em processos sigilosos ou delicados que tramitam na Corte, pois costuma preparar os votos em casa.

Antes de Barroso, quem ocupava o gabinete era o ministro aposentado Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão. Ele deixou o local de trabalho em novembro de 2012, quando assumiu a presidência do STF, cujo gabinete se situa no prédio principal do STF.

Recentemente, entre os casos mais importantes da Corte, o ministro relatou ação que definiu o rito do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.
Outro caso
Esta não é a primeira vez que surgem indícios de espionagem no STF. Em 2008, uma reportagem da revista “Veja” revelou uma conversa telefônica entre o então presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, e o ex-senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
A suspeita era de que o grampo teria sido repassado por um servidor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), subordinada ao governo. Na época, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou o afastamento provisório de toda a cúpula da Abin. Lula disse, na ocasião, que o afastamento ocorreu para que houvesse transparência nas investigações sobre grampos ilegais.
Em depoimento à PF, Mendes afirmou que teve acesso apenas ao texto do diálogo, confirmando que a conversa com o senador de fato ocorreu. A gravação em áudio, porém, nunca apareceu. O ministro também disse suspeitar que teve uma conversa gravada com o então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, durante a Operação Navalha, que investigou corrupção envolvendo a empreiteira Gautama.

Debate da reforma da Previdência reflete crise política e não terá CUT

Governo interino de Temer cria grupo para discutir mudanças a serem propostas ao Congresso
BrasíliaTemer em encontro com sindicalistas.Temer em encontro com sindicalistas.  AFP
A polarização política que toma conta do país deverá interferir inclusive na reforma da Previdência que o Governo interino de Michel Temer (PMDB) quer apresentar ao Congresso Nacional nos próximos meses.  A Central Única dos Trabalhadores (CUT), Confederação dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e a Central Sindical e Popular (Conlutas) se negam a fazer parte do grupo de trabalho criado por Temer para debater o assunto e que deve iniciar as discussões no próximo dia 25 de maio. Deste modo, quase metade dos 100 milhões de trabalhadores brasileiros que essas centrais representam ficarão sem lugar na mesa. Essas entidades são historicamente ligadas a partidos como o PT, PCdoB, PSOL e PSTU, que são contrários ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), afastada do poder desde o dia 12 de maio.
Nesta segunda-feira, o presidente em exercício chamou todas as centrais sindicais brasileiras para uma reunião em que seriam discutidas alterações na previdência pública. Participaram do encontro quatro delas. Duas que apoiaram o impeachment (a Força Sindical e a Central dos Sindicatos Brasileiros), uma que não se posicionou (União Geral dos Trabalhadores) e outra que era contrária à destituição de Rousseff (Nova Central). Somadas, essas instituições representam 37% dos trabalhadores nacionais. Os outros 13% dos servidores estão em sindicatos ou entidades menores.
“Estamos tentando convencer a CUT e as demais centrais de que se ausentar do debate é jogar contra o trabalhador. Por mais que eles não reconheçam o Governo é esse que nós temos no momento”, ponderou o presidente da UGT, Ricardo Patah.
Em uma nota publicada em seu site, a CUT chamou Temer de golpista. “A CUT vai continuar defendendo os interesses da classe trabalhadora, principal vítima do golpe, exigindo a volta do Estado do Direito e do mandato da presidenta Dilma, legitimamente eleita com mais de 54 milhões de votos. Acreditamos que a luta contra os retrocessos pretendidos e anunciados será travada pelo conjunto dos movimentos sociais nas ruas, nos locais de trabalho, na luta constante para impedir que o Brasil recue, do ponto de vista democrático, institucional e civilizatório, a décadas passadas”, diz o documento assinado pelo presidente da entidade, Vagner Freitas.
A reunião só ocorreu depois que o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, concedeu entrevistas no fim de semana dizendo que o Governo poderia propor uma idade mínima para a aposentadoria, o que desagradou os representantes dos trabalhadores. Nas regras atuais, o trabalhador que se aposenta na modalidade por idade precisa ter pelo menos 60 anos, se for mulher, ou 65, se for homem. A gestão Dilma criou a fórmula 85/95 que soma idade e tempo de contribuição. A reforma pensada por Meirelles, inicialmente, proporia criar uma idade mínima para todas modalidades de aposentadoria.
Ao fim do encontro desta segunda-feira, o presidente da CSB, Antônio Neto, disse que a reforma previdenciária não é necessária. “Achamos que não precisa, posso dizer com toda tranquilidade. Quando foi feita a 85/95 progressivo, já foi feita a ‘maldade’. Em 2026, ninguém mais no Brasil se aposentará com 65 anos, (no caso de homem) e com 60 anos (mulher). É repetir o erro de novo. Aliás, todas mexidas da Previdência mexeram sempre com o todo dos trabalhadores”.
Entre as propostas que serão apresentadas pelos trabalhadores estão a revisão de isenções dadas ao agronegócio e às entidades filantrópicas. A ideia é passar a cobrar impostos nessas áreas para diminuir o rombo na previdência, que deve chegar aos 120 bilhões de reais neste ano. Um projeto deverá ser elaborado em até 30 dias e, na sequência, proposições legais serão enviadas ao Legislativo para iniciar as mudanças nas atuais regras. Segundo os sindicalistas, o Governo se comprometeu a apresentar uma nova lei que seja acordada com todas as partes, trabalhadores, empresários e gestão pública.

MARCONI EM NOVA YORK: CRESCIMENTO ECONÔMICO TORNOU GOIÁS RECONHECIDO NO BRASIL E NO EXTERIOR.


Marconi em Nova York
No primeiro dia da missão comercial nos Estados Unidos, governador afirma que estímulo da administração estadual à economia inseriu Goiás na agenda internacional

Nova York, 16 de maio de 2016 – O governador Marconi Perillo afirmou nesta segunda-feira (16/5), após participar de reuniões e do encerramento do pregão da Bolsa de Valores de Nova York, que o aumento da participação de Goiás em eventos internacionais é resultado do reconhecimento do avanço administrativo e econômico do Estado nos últimos anos. Marconi esteve na Bolsa de Valores de York ao lado do ex-presidente do Banco Central do Brasil, Armínio Fraga, principal palestrante do 5.º World Economy and Brazil.
“Goiás tem hoje um prestígio muito grande fora do Brasil graças ao trabalho que estamos fazendo para organizar as finanças, impulsionar o desenvolvimento do Estado, e principalmente graças ao fato de Goiás ter crescido, nos últimos 16 anos, 10 vezes”, afirmou Marconi, em referência ao crescimento do Produto Interno Bruto do Estado entre 1999 e o ano passado – de R$ 17,4 bilhões para R$ 160 bilhões. “Por tudo que Goiás representa hoje em termos de avanços tecnológicos e da gestão, nosso Estado é reconhecido e convidado para um evento tão emblemático como esse aqui”, afirmou o governador, em referência à agenda da Missão Comercial do Governo de Goiás nos Estados Unidos.
Entre as áreas em que o Governo de Goiás vem apostando para impulsionar o crescimento da economia, o governador citou a política de incentivos fiscais, a modernização da gestão, a inovação e a competitividade. “São políticas de governo formuladas em sintonia com o setor produtivo, trabalhadores e empresários, com foco na geração de emprego e renda”, disse o governador. Os compromissos da Missão Comercial começaram nesta segunda-feira e se estendem até a próxima quarta-feira, dia 18 de maio.
Nesta terlça-feira (17 de maio), Marconi participa de conferência promovida pelo Banco BTG. Na quarta-feira, o governador apresenta as potencialidades econômicas de Goiás no Lide Business e participa da Conferência do Açúcar e do Etanol, evento anual que discute os investimentos e as políticas públicas voltadas para o setor. Nesta segunda-feira, mais cedo, o governador esteve no 5º World Economy and Brazil, onde afirmou que o Brasil precisa fazer as reformas estruturantes necessárias à retomada do crescimento.
As reformas também foram o ponto central das apresentações de todos os palestrantes. “Perdemos 14 anos no Brasil sem reformas. É preciso reconquistar esse espaço perdido focando para valer, priorizando para valer e buscando consenso em relação a essas reformas”, afirmou Marconi após o evento, em entrevista à imprensa. As reformas estruturantes são sempre muito difíceis, polêmicas, mas absolutamente necessárias. Sem passar por elas o Brasil não vai conseguir chegar a esse patamar de prosperidade que nós desejamos”, disse o governador.
O debate foi feito entre o fundador da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central do Brasil, Arminio Fraga; o Diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas e ex-presidente do Banco Central do Brasil, Carlos Geraldo Langoni, e o diretor e economista do Banco Bradesco, Octavio de Barros.
O governador lembrou ainda que os palestrantes reconheceram a importância do agronegócio para a economia brasileira, e que é preciso fortalecê-lo. “Todos são unânimes em dizer que se desperdiça muito dinheiro no Brasil por falta de planejamento, por falta de bons projetos e por conta da falta de foco na gestão”, frisou. Ele informou que está, junto à sua comitiva, conversando com investidores fortíssimos, tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos, que são potenciais industriais do futuro em Goiás.

Marconi na Bolsa de Valores
Marconi em Nova York 1