sábado, 13 de fevereiro de 2016

Rússia enfrenta fortes críticas, mas nega bombardeio a civis na Síria sábado, 13 de fevereiro de 2016 09:48

Por Paul Carrel e Shadia Nasralla
MUNIQUE (Reuters) - A França liderou as críticas internacionais à Rússia neste sábado por bombardear civis na Síria, uma acusação que o premiê russo Dmitry Medvedev rejeitou, enquanto grandes potências discutiam abertamente apenas um dia depois de concordarem com uma pausa nos combates na Síria.
As diferenças entre as partes interessadas no acordo sobre a Síria destacaram suas divisões persistentes apesar do acordo de "interrupção das hostilidades" de sexta-feira, que não foi assinado por nenhuma das partes em conflito - as forças do governo e da oposição - e só entra em vigor dentro de uma semana.
O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, em um debate com Medvedev em uma conferência de segurança em Munique, pressionou a Rússia a parar de bombardear civis na Síria, dizendo que isso era crucial para alcançar a paz no país.
"A França respeita a Rússia e os seus interesses... Mas sabemos que para encontrar o caminho para a paz de novo, o bombardeio russo de civis tem de parar", Valls disse na conferência.
As grandes potências conquistaram o acordo por uma pausa nos combates em conversas tarde da noite de sexta-feira, em Munique, num momento em que o governo do presidente sírio, Bashar Assad, está pronto para marcar a sua maior vitória sobre rebeldes - em Aleppo, a maior cidade da Síria antes da guerra - com o apoio do poder aéreo russo.
Se implementado, o acordo de trégua permitirá que a ajuda humanitária chegue a cidades sitiadas. Mas vários países ocidentais disseram que não há nenhuma esperança para o progresso sem o fim do bombardeio russo, que decisivamente virou o equilíbrio de poder em favor de Assad, após quase cinco anos de conflito.
Medvedev rejeitou as acusações como "simplesmente não verdadeiras".
"Não há nenhuma evidência de bombardeios nossos a civis, embora todo mundo esteja nos acusando disso", disse Medvedev na conferência de Munique após Valls, sentado ao lado dele, falar que o bombardeio russo a civis deve parar.
"A Rússia não está tentando alcançar alguns objetivos secretos na Síria. Estamos simplesmente tentando proteger nossos interesses nacionais", disse Medvedev, acrescentando que Moscou quer impedir que militantes extremistas cheguem à Rússia.

GDF desembolsa mais de R$ 865 mi em gastos sem licitação O balanço de 2015 se refere a contratos da gestão anterior

 postado em 13/02/2016 08:05
 Helena Mader
 
 
Os gastos com dispensa de licitação cresceram 56,8% no ano passado e as despesas de caráter emergencial, também realizadas sem concorrência pública, aumentaram 80,9%. Em 2015, o GDF desembolsou R$ 270,7 milhões para pagar serviços e produtos sem disputa e R$ 109,5 milhões em custos emergenciais. O Executivo local também destinou R$ 486,9 milhões com serviços que não exigem licitação — seja porque não há possibilidade de competição, seja porque só existe um fornecedor que atenda às necessidades da administração. Os dados são do Portal Siga Brasília, abastecido com informações oficiais do governo.

Na lista de despesas realizadas com dispensa de licitação, os contratos de manutenção do metrô lideram o ranking. Em 2015, o GDF repassou R$ 113,8 milhões à empresa Serveng Civilsan e R$ 19,3 milhões à MGE Equipamentos e Serviços Ferroviários. Ambas integram o consórcio Metroman, que, até dezembro, era responsável pela manutenção do sistema e foi alvo de denúncias de formação de cartel no Distrito Federal e em São Paulo.

O presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, explica que a atual gestão lançou concorrência para os serviços de manutenção. A expectativa é de que a disputa pública seja concluída até abril. “Enquanto isso, em dezembro, conseguimos reduzir de R$ 8,9 milhões para R$ 4,3 milhões o valor mensal do contrato de manutenção”, conta Dourado. “Também reduzimos em R$ 700 mil os gastos com o contrato de vigilância armada. Para segurança desarmada, esperamos poder convocar servidores concursados em breve”, acrescentou.

Na relação de gastos sem licitação também estão contratos de aluguel de prédios de órgãos públicos. O Hotel Phenícia recebeu R$ 4,8 milhões no ano passado pela cessão do edifício-sede do Instituto Brasília Ambiental. A empresa Lúcia Bittar e Filhos levou R$ 3,1 milhões pelo aluguel do prédio onde funciona a Agência de Fiscalização (Agefis). Em negociações desse tipo não há concorrência pública.

Entre os débitos de caráter emergencial realizados em 2015 estão os repasses à Valor Ambiental, responsável pela limpeza urbana. No total, foram R$ 64,9 milhões. A Aval Empresa de Serviços Especializados recebeu R$ 11,5 milhões sem licitação, pela manutenção de serviços administrativos no DFTrans, Também faz parte da lista o pagamento de R$ 9,3 milhões à empresa O Universitário, que levou emergencialmente recursos para manutenção de restaurantes comunitários e acolhimento institucional de crianças e adolescentes. O governo pagou, ainda, em caráter emergencial, R$ 8,3 milhões à EPS Engenharia e Projetos, que tem convênio para oferecer transporte escolar a alunos do ensino fundamental.

Centralizado
A Lei de Licitações prevê situações em que a concorrência pública pode ser dispensada. A inexigibilidade é permitida quando houver inviabilidade de competição. São permitidas compras diretas de produtos que só possam ser fornecidos por uma única empresa ou por representante comercial exclusivo, além de contratações de serviços de empresas ou profissionais com “notória especialização”. Na lista desses pagamentos, estão repasses realizados aos Correios, principalmente para o envio de multas do Departamento de Trânsito (Detran) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). A estatal recebeu R$ 50,2 milhões do GDF no ano passado. Também aparecem pagamentos a entidades sociais, como a Associação Casa de Santo André, que ganhou R$ 27,2 milhões pelo acolhimento institucional e pela abordagem social a famílias em situação de risco.

Em nota, a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão informou que o governo centralizou as compras de bens e serviços na pasta e implementou o sistema de registro de preços. “Dessa maneira, os custos com dispensa de licitação devem regredir gradativamente à medida que as atas vão sendo centralizadas”. O órgão acrescentou que as atas de registro de preços trarão um ganho de escala. “Neste método de compra, a entidade vencedora da licitação fica obrigada a manter o preço registrado pelo prazo acordado com o governo, e as retiradas são realizadas de acordo com a necessidade dos órgãos da administração”. A nota informa, ainda, que, no ano passado, o governo não efetuou nenhum novo contrato emergencial, ou seja, os pagamentos feitos nessa modalidade se referem a contratos da gestão anterior.

Mais de 5.5 milhões de pessoas morrem por ano devido à poluição do ar Estudo divulgado prevê o continuado aumento de mortes prematuras se nada for feito para parar a poluição. Atualmente, a maior parte das mortes ocorre na China e na Índia.

Foto de Mingjia Zhou/Flickr.
Na conferência anual da Associação Norte Americana para o Avanço da Ciência, a decorrer em Washington D.C., uma equipa de investigadores divulgou hoje que a poluição atmosférica é a razão pela qual morrem 5.5 milhões de pessoas por ano no mundo. Segundo o estudo, este número vai continuar a aumentar se nada for feito para reduzir a poluição.
55% das mortes ocorrem na China e na Índia, demonstraram os investigadores, cujo estudo foi noticiado pela Lusa. Respetivamente, na China morreram cerca de 1.6 milhões de pessoas em 2013 e a queima do carvão é o principal causador da má qualidade do ar. No mesmo ano morreram na Índia 1.4 milhões de pessoas e a principal origem da poluição atmosférica é a queima de madeira, estrume e biomassa para a alimentação e aquecimento das pessoas.
Os principais fatores de risco de morte à escala mundial são a pressão arterial elevada, as consequências de uma má alimentação, o tabagismo e a poluição atmosférica surge em quarto lugar, segundo um estudo do Instituto de Métrica de Saúde citado pela Lusa.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define que a poluição deve ser limitada a um máximo diário de 25 microgramas por metro cúbico. Segundo a Lusa, mais de 85% da população mundial vive em áreas onde as orientações da OMS não são respeitadas.

Dilma promete a Lula defesa moderada

Ricardo Stuckert/Instituto Lula




A ideia é mostrar que o governo não está parado e cuida dos “reais” problemas do país, como o combate ao zika vírus


A presidente Dilma Rousseff acertou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva um roteiro para tentar afastar a crise do Palácio do Planalto, com o aprofundamento das investigações da Operação Lava Jato. A ideia é mostrar que o governo não está parado e cuida dos “reais” problemas do País, como o combate ao zika vírus, enquanto há uma “luta política” em curso e “ilações” que se transformam em denúncias.
A estratégia para enfrentar o agravamento da crise foi discutida ontem em reunião entre Dilma e Lula, num hotel de São Paulo. Dilma vai defender o ex-presidente das suspeitas contra ele, mas de forma moderada, sem entrar no mérito da Lava Jato. Ficou combinado que as reações mais enfáticas ficarão a cargo do PT.
A intenção da presidente é bater na tecla de que julgamentos precipitados embutem riscos e que há vazamentos “seletivos” das investigações, com o objetivo de prejudicar o governo. Provocada, Dilma responderá às perguntas sobre Lula, destacando não haver provas contra ele.
Um gesto neste sentido pode ser feito neste sábado, 13, depois que a presidente participar do mutirão do governo contra o mosquito Aedes aegypti, no Rio. Além disso, no ato político pela passagem dos 36 anos do PT, marcado para os dias 26 e 27 – também no Rio -, Dilma voltará a se solidarizar com o padrinho político.
Lula disse à sucessora que ela precisa mostrar, o quanto antes, que está governando porque, com a agenda dominada pela Lava Jato, desemprego e inflação alta, a percepção da sociedade acaba sendo a de que só há corrupção no País. O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, presente à reunião, concordou com esse diagnóstico.
O ex-presidente é alvo da Operação Zelotes, que investiga esquema suspeito de “compra” de medidas provisórias em seu governo. O Ministério Público de São Paulo, por sua vez, apura a suspeita de ocultação de patrimônio relacionada à compra de um tríplex no edifício Solaris, no Guarujá.
Apesar de admitir ter visitado o condomínio com o então presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, condenado à prisão, Lula nega ser proprietário do apartamento. A Lava Jato vasculha benfeitorias executadas por empresas envolvidas no escândalo da Petrobrás em um sítio frequentado por Lula e sua família, em Atibaia, no interior paulista. Ele afirma que usa o sítio para descansar, mas garante não ser dono da propriedade.
Silêncio
Antes de se encontrar com Dilma, o ex-presidente comandou uma reunião com o Conselho do Instituto Lula e não quis falar sobre as suspeitas. Uma das participantes chegou a tocar no assunto para fazer a defesa de Lula e criticar a Lava Jato, mas foi interrompida por ele.
Lula argumentou que comentários sobre as investigações deveriam ficar para a reunião do Conselho Político do PT, marcada para segunda-feira. “Disse que as questões relativas a ele, ele mesmo enfrenta”, relatou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.
Segundo Celso Marcondes, diretor do Instituto Lula, o ex-presidente e seus advogados estão levantando documentos para apresentar uma “resposta cabal” sobre o sítio de Atibaia, nos moldes da defesa feita sobre o apartamento no Guarujá. Na escritura, o sítio de 173 mil metros quadrados está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios de um dos filhos de Lula.

Grávida filma escondido e constata que ninguém lhe cede o lugar no metrô Miri Michaeli Schwartz confessa que ficou desiludida com passageiros do metrô de Londres MUNDO DIREITO HÁ 4 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Durante nove meses, a jornalista israelense Miri Michaeli Schwartz aproveitou o fato de estar grávida para tentar ver até que ponto os passageiros do metrô de Londres tinham o cuidado de dar o lugar a uma mulher grávida. Acabou desiludida com o que descobriu.
Com uma câmera escondida, Miri viajou com um adesivo escrito ‘Baby on board’ (bebê a bordo), que faz parte de uma campanha do Metrô de Londres para alertar a esta questão.
Entre passageiros sentados em lugares que deviam ser prioritários para pessoas grávidas, idosos ou doentes, passando por passageiros que simplesmente a ignoravam, a barriga foi crescendo. Mas mesmo quando a barriga já era grande e difícil de ignorar, a atenção com Miri não mudou.
A experiência terminou na última semana, com Miri já prestes a ser mãe. O vídeo acima é uma compilação elaborada pela jornalista.
“De vez em quando há algumas pessoas corretas no metropolitano, como podem ver no final do vídeo. Infelizmente, não são a maioria”, desabafou no Facebook.

Mais de 350 cidades fazem ação contra o Aedes aegypti Três milhões de residências devem ser inspecionadas por agentes. Objetivo é alertar a população sobre a importância de combater o mosquito.

A mobilização nacional contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, chikungunya e do vírus da zika, acontece neste sábado (13) em 353 municípios. A presidente Dilma Rousseff e ministros vão participar da ação, que tem o objetivo de alertar a população sobre a importância do combate ao mosquito. Mais de 3 milhões de residências serão inspecionadas por agentes de combate a endemias e de saúde.
Espírito Santo
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, esteve em Vitória. "No Brasil, nós temos esse fato novo, que é o Zika, que apareceu em abril de 2015. Não se sabe como chegou até a gente, mas se adaptou bem ao Aedes aegypti brasileiro. Conseguiu, em um período curto de tempo, atingir diversos estados brasileiros”, disse o ministro, em Vitória.
Minas Gerais
ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, participou neste sábado (13), em Belo Horizonte, do Dia Nacional de Mobilização Zika Zero. Barbosa visitou casas e repassou informações de como combater o mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, chikungunya e o vírus da zika. "Esse é um desafio para toda a população brasileira, para o governo. Essa é uma questão de interesse nacional que une todos os governos, que une todas as esferas de atuação do estado brasileiro", disse.
Ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em ação contra Aedes em BH. (Foto: Pedro Ângelo/G1)Ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em ação contra Aedes em Belo Horizonte. (Foto: Pedro Ângelo/G1)
Goiás
Em Goiânia, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, falou sobre a importância da participação popular no combate ao mosquito transmissor da febre chikungunya e dos vírus da dengue e zika. “A mobilização deve ser cotidiana, este dia de hoje representa um reforço de ações do poder público, mas cada um deve continuar fazendo a sua parte, juntos a gente consegue vencer o mosquito”, afirmou.
Pernambuco
No Recife, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, participou de uma cerimônia no 7º Comando Militar, de onde saíram aproximadamente 1.300 militares. No estado, cerca de 7 mil homens do Exército, Aeronáutica e Marinha percorreram 31 municípios pernambucanos para conscientizar a população.
“O Exército não está indo para a rua para acabar sozinho com o mosquito, está indo para conscientizar a população. Estamos indo às ruas para convencer à população de que cada um precisa fazer a sua parte", afirmou.
Rio Grande do Norte
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, participa da ação em Natal. No total, 4.500 militares do Exército, Marinha e Aeronáutica vão às ruas orientar a população sobre o combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti. Serão distribuídos panfletos informativos e passadas orientações sobre os cuidados para combater o mosquito. Nas casas que estiverem vazias, o material informativo será deixado nas caixas de correspondência.
Eduardo Braga durante o lançamento da campanha (Foto: Roberta Salinet/RBS TV)Eduardo Braga durante o lançamento da campanha em Porto Alegre (Foto: Roberta Salinet/RBS TV)
Rio Grande do Sul
O Dia Nacional de Mobilização Zika Zero em Porto Alegre contou com a participação do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga. Acompanhado do prefeito da capital gaúcha, José Fortunati, e do governador do estado, José Ivo Sartori, o representante governo federal reforçou a importância do combate ao mosquito Aedes aegypti. “Não podemos deixar que esse mosquito nasça, um mosquito que transmite doenças”, afirmou Braga.
Zika
O vírus da zika é transmitido especialmente por mosquitos infectados, principalmente o mosquito da dengue, o Aedes aegypti. A maioria das pessoas não tem sintomas mas, quando surgem, são principalmente erupções na pele, olhos vermelhos e dores no corpo. Eles desaparecem em até uma semana, em geral.

Delação de executivo da Andrade surge como fantasma para Planalto Sábado, 13/02/2016, às 07:00, por Gerson Camarotti

Um fantasma da Operação Lava Jato voltou a assustar auxiliares mais próximos da presidente Dilma Rousseff: a delação premiada do ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo.

O temor de petistas é que o depoimento dele possa ser utilizado pelo PSDB na ação que pede a impugnação da candidatura de Dilma no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por suposto abuso de poder político e econômico na eleição de 2014.

O Planalto já trabalha com o cenário de Azevedo relatar uma suposta pressão da campanha petista para fazer uma doação eleitoral.

Como o Blog revelou, o governo já ensaia um discurso preventivo de que havia um clima de hostilidade entre a Andrade Gutierrez e o PT. Mas há o reconhecimento de que isso pode não funcionar.

Um sinal de preocupação do governo, foi a blindagem feita nesta sexta-feira pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Numa defesa enfática, ele afirmou ter "absoluta convicção" de que não houve caixa dois na campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014. 

A declaração de Cardozo foi uma resposta ao questionamento sobre a investigação de pagamentos atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas de Dilma em 2010 e 2014. Mas, no núcleo palaciano, o que tem preocupado mesmo é o desdobramento da delação de Otávio Azevedo. 

A Justiça Federal do Rio de Janeiro concedeu prisão domiciliar a Otávio Marques de Azevedo nesta quinta-feira (11). Ele havia sido preso na quarta (10), mesmo depois de ter fechado um acordo de delação premiada, o que tinha levado o juiz federal Sérgio Moro, do Paraná, a mandar soltá-lo na sexta-feira anterior.

A segunda prisão ocorreu porque havia um mandado pendente decretado por outro juiz federal, Marcelo da Costa Bretas, do Rio de Janeiro, por causa das suspeitas de pagamento de propina na construção da usina nuclear Angra 3.