segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Burkina Faso Al Qaeda reféns África mulher australiana libertado pelo grupo ligado à Al Qaeda no Burkina Faso


Última actualização: 2016/02/07

Uma australiana idosos sequestrada com o marido em Burkina Faso por um grupo afiliado à al Qaeda foi libertado, vizinha Presidente do Níger, Mahamadou Issoufou disse no sábado.

Issoufou apresentou a mulher, Jocelyn Elliott, em uma entrevista coletiva em Dosso, sudoeste do Níger, e disse que as autoridades estavam intensificando os esforços para garantir a libertação de seu marido.
Os dois foram apreendidos em 15 de janeiro
Al Qaeda no Magrebe Islâmico , disse nesta sexta-feira ter sequestrado o casal e iria libertar a mulher incondicionalmente devido à pressão da opinião pública e orientação de líderes da Al Qaeda não envolver as mulheres na guerra.
As circunstâncias de sua libertação e como ela chegou no Níger não estavam imediatamente clara.
Por mais de 40 anos, o Dr. Ken Elliott e sua esposa, que estão na faixa dos 80 anos, têm operado uma clínica de 120 leitos na cidade de Djibo perto da fronteira de Burkina Faso com o Mali.
Seus filhos na Austrália disseram que estavam "profundamente gratos pela libertação segura de nossa mãe Jocelyn".
"Estamos confiantes de que os princípios morais e orientadores daqueles que lançaram a nossa mãe também será aplicada ao nosso pai idoso que tem servido a comunidade de Djibo eo Sahel por mais da metade de sua vida", disseram num comunicado.
Primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull agradeceu aos governos do Níger e Burkina Faso para a sua assistência e confirmou que seu governo tinha falado com Jocelyn Elliott após sua libertação.
Os Elliotts foram sequestrados da cidade no mesmo dia combatentes da Al Qaeda invadiram um restaurante e hotel na capital de Burkina Faso, Ouagadougou, e matou 30 pessoas, muitos dos quais eram estrangeiros.
(Reuters)

Denúncias sobre sítio e triplex ajudam a desconstruir mito Lula

O ex-presidente em imagem de arquivo.© R. Stuckert/Instituto Lula O ex-presidente em imagem de arquivo.
Mas agora, ao ter seu nome envolvido no que as autoridades acreditam ser um possível episódio de troca benesses – que incluiriam um elevador privativo no tríplex – por contratos com o Governo, a reputação do líder petista sentiu o abalo. Vale lembrar que todos os ex-presidentes, de José Sarney a Lula, passando pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, e políticos de modo geral, são frequentemente cortejados com presentes, favores e agrados por parte do empresariado, em relações que muitas vezes se encontram na fronteira entre o imoral e o ilegal. "Não basta parecer sério, é preciso ser sério", diz o provérbio atribuído ao imperador romano Júlio César, referindo-se à sua ex-esposa Pompeia.
Se no passado outros políticos brasileiros tiveram 'agrados' questionados, agora é Lula quem está no centro das atenções, justamente quando sua sucessora está no poder, e quando seu partido tem declarado interesse nas eleições de 2018. Por isso, cabe a ele justificar que o que parece ser não é exatamente. Nos últimos dias a seriedade do ex-presidente foi posta à prova com a divulgação de um ofício do delegado da Polícia Federal Marlon Cajado, responsável pela Zelotes, no qual ele confirma a existência de um inquérito para apurar se o ex-presidente e outras pessoas participaram do esquema investigado ou se foram vítimas do mesmo. Assim, Lula entrou de vez nas duas operações da Polícia Federal: seu nome começou a ser atrelado à Lava Jato e já é investigado na Zelotes.
O reflexo da crise na imagem do petista se traduz em números. Pesquisa do instituto Ipsos divulgada nesta semana apontou que apenas 25% dos entrevistados consideram que o petista é honesto. Durante o escândalo do mensalão eram, 49% acreditavam na idoneidade do líder. E não é só: 68% das pessoas acham que Lula não tem moral para falar de ética, (ante 57% em 2005), e 67% disseram que a Lava Jato mostra que o ex-presidente é tão corrupto quanto outros políticos (no mensalão 49% tinham essa percepção). Soma-se a isso a péssima avaliação do Governo de Dilma Rousseff, o naufrágio ainda sem socorro da economia brasileira e a expectativa de mais um ano de martírio na relação do PT com o Congresso – sem contar o surto de doenças com o zika vírus –, e têm-se os ingredientes que podem jogar vinagre nas aspirações do ex-sindicalista de subir, pela terceira vez, a rampa do Palácio do Planalto.
Os números são influenciados fortemente pelo bombardeio sofrido pelo ex-presidente na imprensa, que colocou sob escrutínio seu patrimônio – e de seus amigos. Alguns veículos fizeram até mesmo o levantamento de quantas vezes Lula esteve no sítio de Atibaia (111 vezes), filmagens aéreas da região, e o cálculo do tamanho da propriedade: 173.000 metros quadrados ou 24 campos de futebol, como repetem diariamente os noticiários. É aí que mora o perigo, segundo alguns analistas. O brasileiro simples pode se perder dentro das notícias que falam sobre desvios de 100.000 reais ou 100 milhões. Mas ele entende perfeitamente a figura de linguagem que chegou agora para falar sobre as posses do ex-líder sindical. Ou sobre uma cozinha planejada adquirida para o triplex no Guarujá, pago por uma construtora.
“Quando você fala que o mensalão desviou milhões, bilhões, de reais, ou menciona compra de apoio parlamentar, isso não quer dizer nada para o ‘brasileiro médio”, diz Ricardo Caldas, da Universidade de Brasília. “Agora quando você fala em elevador privativo e reformas no sítio pagas por empreiteiras, isso choca demais a população, que passa a ver o Lula como uma farsa. As pessoas tendem a se questionar: ‘esse era o presidente pai dos pobres?”. Segundo ele, nesse cenário o valor envolvido na reforma, por exemplo, não é o fundamental para provocar o desgaste da imagem do petista, mas sim a questão dos valores e da ética.
A vantagem que Lula sempre teve em relação a seus rivais desde que foi eleito em 2003, que é justamente o imaginário popular sobre o homem que saiu da pobreza para olhar pelos menos favorecidos, entra em curto-circuito neste momento em que o juiz Sergio Moro foi elevado a categoria de herói nacional. Vale lembrar, de qualquer forma, que o Guarujá é hoje uma praia de classe média mas está longe dos circuitos dos milionários, assim como a cidade de Atibaia, a uma hora da capital paulista.
A polícia investiga se o sítio seria efetivamente de Lula, embora esteja em nome de amigos, o que caracterizaria ocultação de propriedade. Para aliados do ex-presidente, que saiu do poder com 80% de aprovação, essa leitura é absurda. Em entrevista ao jornal O Globo,o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, diz que qualquer pessoa poderia comprar um sítio ou casa na praia e emprestar a alguém. “Vamos imaginar que eu tenho uma casa na praia e disponibilize para você usar todo final de semana, alguém tem alguma coisa ver com isso? É o caso do sítio”, afirmou. “O problema é que não estão atrás da verdade. Estão atrás de encontrar um jeito de mostrar que o Lula está envolvido na Lava-Jato”, completou Marinho.
Se real ou apenas perseguição política, o fato é que já há quem duvide que o ex-presidente chegue com fôlego de concorrer à eleição em 2018. A empresa de consultoria política e de risco Eurasia Group, que costuma ser ponderada em suas avaliações políticas sobre o Brasil – nunca encampou a tese do impeachment de Dilma, por exemplo – chegou a cravar em um relatório que “Lula está fora da corrida presidencial de 2018”. Para justificar a análise, cita um estudo segundo o qual as chances de um presidente emplacar sucessor quando sua popularidade é menor do que 40% gira em torno de 6%. “A aprovação de Dilma gira em torno de 10% a 15%”, diz o relatório. Soma-se a isso “a profundidade com que o escândalo da Lava Jato já rebaixou Lula aos olhos de 70% da população”.
Caldas, da Universidade de Brasília, hesita em tirar Lula do páreo em 2018, em todo caso. “Prova disso é o mensalão. Todos davam ele como acabado em 2004, e no entanto em 2006 ele se reergueu e foi reeleito”, afirma o professor, que, no entanto, vê diferenças no tipo de escândalo que resvala no ex-presidente agora. O único cenário no qual o cientista político vê o fim das pretensões presidenciais do petista é caso ele seja condenado na Justiça.
O analista político Thiago de Aragão, da Arko Advice, concorda com a avaliação de Caldas. “É complicado colocá-lo como carta fora do baralho faltando dois anos para as eleições, principalmente no Brasil, onde a população tem uma enorme capacidade de perdão e esquecimento”, afirma. No entanto, ele faz uma ressalva com relação à diferença nos momentos econômicos vividos no país à época do mensalão e agora: “Quanto mais a economia cresce, mais a sociedade é tolerante com a política, e o contrário também é verdade. Os anos do mensalão foram de esperança, foi um momento positivo para a economia nacional”. Hoje, com a atual crise econômica e o aumento do desemprego, Aragão diz existir uma parcela da população que relaciona o “o petrolão com a crise”. “Um indivíduo que acabou de perder o emprego e está em casa assistindo TV vê uma reportagem com os números dos desvios na Petrobras, e faz essa associação. E no final, tudo isso é canalizado para o Lula e o PT”.
Até o momento o ex-presidente prestou depoimento no âmbito da operação Zelotes, que investiga a compra de Medidas Provisórias durante seu Governo e a venda de sentenças no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. No entanto até o final do mês ele e sua mulher, Marisa Letícia, devem depor na condição de investigados. Para o Instituto Lula, "fracassaram todas as tentativas de envolver o nome do ex-presidente no processo da Lava Jato, apesar das expectativas criadas pela imprensa, pela oposição e por alguns agentes públicos partidarizados, ao longo dos últimos dois anos".
De acordo com a nota, tentativas do mesmo gênero feitas no âmbito da Zelotes também devem fracassar. Não há nenhum elemento que justifique a mudança do tratamento. Sobre o inquérito que irá apurar eventuais responsabilidades de Lula no caso de vendas de MPs, o advogado do ex-presidente, Cristiano Zanin Martins, afirmou que o petista "foi ouvido no dia 6 de janeiro na condição de informante, sem a possibilidade de fazer uso das garantias constitucionais próprias dos investigados", e que "não há nenhum elemento que justifique a mudança do tratamento [de tratá-lo como investigado]".

Adele é a artista que mais vendeu discos no mundo em 2015 Cantora alcança título poucos meses depois do lançamento de '25'. Segundo artista que mais vendeu em 2015 foi o outro britânico, Ed Sheeran.

A cantora britânica Adele, que bateu recordes com seus mais novo álbum, "25", em particular com sua canção "Hello", é a artista que mais vendeu discos em 2015 no mundo, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
Adele no clipe do single 'Hello' (Foto: Divulgação)Adele no clipe do single 'Hello' (Foto: Divulgação)
Adele alcança este título poucos meses depois do lançamento de "25", em 20 de novembro. O álbum ainda não se encontra disponível nos sites de música em streaming.
Para a elaboração de seu ranking anual, a IFPI leva em conta as vendas no comércio físico, online e os downloads, mas o grupo não oferece cifras precisas.
O segundo artista que mais vendeu em 2015 foi o outro britânico, Ed Sheeran, cuja carreira deslanchou nos últimos anos graças a sua canção "Thinking Out Loud."
A americana Taylor Swift, que ficou em primeiro lugar em 2014, ficou em terceiro nesta classificação simbólica.
Em quarto, ficou o canadense Justin Bieber e, em quinto, a banda britânica One Direction.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Muito obrigado a todos conseguimos ultrapassar no dia de hoje a marca de 300.000 acessos ao meu blogger.

Muito obrigado a todos conseguimos ultrapassar no dia de hoje a marca de 300.000 acessos ao meu blogger.

 Blogs de Aguia Semrumo
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Semrumo
Gráfico de page views 300116 visualizações de página - 9097 postagens, última publicação em 07/02/2016 

Semrumo Sinopse leve, com boa informação, variada, interferindo o minimo possível.

Esquerdum Erectus: Prisão de Dirceu e cerco a Lula causam embaraços à Justiça brasileira

Esquerdum Erectus: Prisão de Dirceu e cerco a Lula causam embaraços à Justiça brasileira

ESQUERDUM ERECTUS: PRISÃO DE DIRCEU E CERCO A LULA CAUSAM EMBARAÇOS À JUSTIÇA BRASILEIRA


O mandato de prisão de Dirceu, segundo balanço do Ministério Público Federal até 18 de dezembro do ano passado, foi apenas mais um entre os 119 expedidos, dos quais 62 foram de prisões preventivas, e 57, de temporárias

Por Por CdB em fevereiro 6, 2016


Assistido por juízes, advogados e jornalistas, nos EUA e em alguns países da Europa, o vídeo com o depoimento do ex-ministro José Dirceu ao titular da Vara Federal do Paraná, juiz Sérgio Moro, teve um efeito didático sobre o funcionamento do Judiciário, no Brasil; além dos efeitos causados à aplicação da lei pela interferência política da ultradireita brasileira nas principais Cortes de Justiça do país. Até no STF.


Advogado por profissão e capaz de exercê-la, a ponto de se estabelecer na elegante Avenida República do Líbano, nos Jardins da capital paulista, em uma casa de dois andares, espaçosa, com sua empresa de consultoria, o líder petista, frente a frente com seu inquisidor, afirma ao juiz Moro que não entendia o motivo porque foi preso. E está preso há seis meses. Nem Dirceu, nem o experiente barrister londrino, Sir Jeffrey Jowell e seus associados Timothy Otty e Naina Patel, da banca Blackstone, uma das mais bem remuneradas da City. Nem centro mundial do capitalismo, ao qual serve o juiz paranaense, a prisão de Dirceu — inimigo jurado do stablishment desde que concluiu o curso de guerrilha em Cuba, no século passado — foi comemorada como uma vitória dos conservadores sobre a esquerda brasileira. Mas encarada como um sinal preocupante quanto à saúde do sistema jurídico nacional.


Como afirmou o jornalista Paulo Nogueira, editor do site Diário do Centro do Mundo, desde Londres, afirmou em artigo, logo após a divulgação do vídeo com o depoimento de Dirceu, que aquele era “um retrato perturbador da Lava Jato e do próprio Moro”.


“Você vê um entrevistador, ou interrogador, hesitante, despreparado e munido de acusações de extrema fragilidade. Na contrapartida, o entrevistado, ou interrogado, responde a todas as questões com a clareza que faltou por completo a Moro. Dirceu está cansado, claramente, abatido – mas mantém o raciocínio límpido e rápido. A não ser que você seja um antipetista fanático, ao fim do vídeo você vai se perguntar: ‘Mas o que este cara tá fazendo preso há tantos meses?”, ressalta Nogueira.

CB Renato - Um adeus emocionante: “Não foi só um policial”