terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Aplicativo WhatsApp deixará de cobrar anuidade de US$ 1 dos usuários O app chegou a 990 milhões de usuários no mundo, disse o presidente-executivo

 AFP PHOTO / YASUYOSHI CHIBA


Um dos criadores e presidente-executivo do WhatsApp, Jan Koum, disse em uma conferência de tecnologia e design, em Munique, Alemanha, que a empresa deixará de cobrar a anuidade de US$ 1 dos usuários. "Estamos felizes de anunciar que não haverá mais essa taxa", afirmou.

Para ser baixado nas lojas de aplicativos, o WhatsApp é gratuito. No entanto, após um ano de uso, era cobrada uma taxa de US$ 1, o que gerava lucro para empresa do grupo do Facebook. "Boa parte dos usuário do app não tem cartão de crédito ou débito e estávamos preocupados em perdê-los após o primeiro ano de uso", explicou. "Esse método não funcionou bem", acrescentou. Segundo o executivo, as cobranças serão imediatamente cortadas. 

Na mesma palestra, Koun aproveitou para anunciar que o aplicativo chegou a 990 milhões de usuários no mundo. O app foi vendido ao Facebook, em 2014, por US$ 22 bilhões.
PUBLICIDADE

Estados usam R$ 17 bilhões de depósitos judiciais para fechar as contas Esse montante representa 13% do estoque total de recursos que os tribunais estaduais tinham sob custódia até o fim de 2014

Na tentativa de reduzir rombos fiscais em 2015, pelo menos 11 dos 27 governadores sacaram um total de R$ 16,9 bilhões de depósitos judiciais e usaram os recursos para pagar parcelas da dívida com a União, precatórios e até aposentadorias de servidores, conforme levantamento em Tribunais de Justiça e governos. Esse montante representa 13% do estoque total de recursos que os tribunais estaduais tinham sob custódia até o fim de 2014, da ordem de R$ 127 bilhões, conforme dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O uso de parte desse fundo pelos governos é uma solução emergencial e temporária: em algum momento, esse dinheiro terá de ser devolvido para as contas administradas pela Justiça. Os depósitos judiciais são formados por recursos de governos, empresas ou pessoas físicas envolvidos em litígios que envolvem pagamentos, multas ou indenizações. Os recursos ficam sob administração da Justiça até que haja uma decisão final sobre a legalidade do pagamento ou seu volume.

A utilização desses recursos foi a saída encontrada por diversos governadores para compensar as perdas de arrecadação decorrentes da crise econômica. Nos primeiros oito meses de 2015, todos os Estados, sem exceção, tiveram redução real de receita em comparação com o mesmo período de 2014 - os dados até dezembro ainda não foram publicados. A existência de R$ 127 bilhões em depósitos judiciais nos Estados é uma decorrência da morosidade da Justiça - quanto mais demora a conclusão dos processos, maior o bolo fica.

O acesso às verbas foi feito, em alguns casos, com a aprovação de leis estaduais nas Assembleias Legislativas - a legalidade das mesmas sofreu contestação no Supremo Tribunal Federal. Em agosto do ano passado, porém, houve aval federal para algumas das operações, com a aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei Complementar 151. O autor da proposta legislativa que deu origem à lei foi o senador José Serra (PSDB-SP).

Essa nova legislação permite que os chefes dos Executivos estaduais e municipais utilizem até 70% dos depósitos judiciais e administrativos dos quais seus governos são parte da ação. Mas foi dada prioridade ao pagamento de precatórios - dívidas resultantes de decisões judiciais.

As discrepâncias entre as regras federais e estaduais levaram o Conselho Nacional de Justiça a determinar, em novembro passado, que só precatórios sejam pagos com os depósitos judiciais até que não haja pendências nesse quesito. Só então o dinheiro poderá ser usado para outras finalidades (previdência, dívida com a União etc).

Leis
Somente o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), usou em 2015 R$ 6,9 bilhões dos depósitos mantidos pelo Tribunal de Justiça fluminense. Duas leis estaduais autorizaram a apropriação dos recursos - a primeira, de 2013, citava apenas a quitação de precatórios como destino possível, mas a segunda, de 2015, ampliou o leque. O resultado é que mais de 96% dos recursos sacados no ano passado acabaram indo para o Rioprevidência, responsável pelo pagamento de aposentados e pensionistas.

Em Minas Gerais, o governador Fernando Pimentel (PT) sacou quase R$ 4,9 bilhões dos recursos sob custódia da Justiça para pagar previdência e dívida com a União. Na prática, foi o que garantiu, até aquele momento, o pagamento dos servidores em dia. 

Na justificativa do projeto de lei enviado à Assembleia para dar respaldo legal ao saques do dinheiro, o governo argumentou que, se a medida não fosse aprovada, havia risco de "contingenciamento sobre o pagamento das remunerações dos servidores públicos estaduais, proventos dos inativos e repasses".

Leia mais notícias em Política

Os salários dos servidores mineiros começaram a atrasar. Nos próximos três meses, pelo menos, haverá parcelamento do pagamento aos que ganham acima de R$ 3 mil. Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sacou no ano passado quase R$ 1,4 bilhão dos recursos administrados pelo Tribunal de Justiça. O dinheiro foi utilizado para quitar precatórios - na fila das pendências ainda há dívidas que deveriam ter sido pagas 17 anos atrás.

Direito de propriedade
A Procuradoria-Geral da República considera que o repasse de recursos de depósitos judiciais para governos estaduais é uma ameaça ao direito de propriedade, já que o dinheiro sob custódia da Justiça pertence, de fato, aos cidadãos ou empresas envolvidos em disputas legais.

O entendimento da Procuradoria foi expresso em ação direta de inconstitucionalidade que questionou a validade da transferência de recursos de depósitos judiciais para o governo de Minas Gerais. Esse repasse foi baseado em lei aprovada pela Assembleia Legislativa, o que, segundo a Procuradoria, também seria inconstitucional, já que a União é quem tem competência para legislar sobre o tema. O governo de Fernando Pimentel (PT) sacou em 2015 quase R$ 4 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estado Islâmico tem cerca de 3.500 escravos no Iraque, diz ONU Presos são principalmente mulheres e crianças yazidis. Grupo jihadista tem cometido abusos de forma disseminada.

Reuters
19/01/2016 08h43 - Atualizado em 19/01/2016 08h43
Cerca de 3.500 pessoas, principalmente mulheres e crianças, são supostamente mantidas como escravas no Iraque por militantes do Estado Islâmico que impõem um regime rigoroso marcado por cruéis execuções públicas, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira (19).
O grupo militante, que também controla grandes partes da vizinha Síria, tem cometido abusos de forma disseminada que podem "em alguns casos representar crimes de guerra, crimes contra a humanidade e possivelmente genocídio", segundo o levantamento da ONU.
A Missão de Assistência da ONU para o Iraque e o escritório de direitos humanos da ONU estimam que 3.500 pessoas são "atualmente mantidas sob escravidão" por membros do Estado Islâmico.
"Aqueles que estão detidos são predominantemente mulheres e crianças, e vêm principalmente da comunidade Yazidi, mas alguns são também de outras comunidades étnicas e religiosas minoritárias", disse o relatório conjunto divulgado em Genebra.

Clinton continua a caminho do sonho, mas ameaça de Sanders é cada vez mais real ALEXANDRE MARTINS Último debate antes das primárias entre os candidatos do Partido Democrata mostrou uma Hillary Clinton mais agressiva, numa tentativa de conter o fenómeno Bernie Sanders.

O senador do Vermont continua a subir nas sondagens RANDALL HILL/REUTERS
Durante a campanha para a escolha dos candidatos que vão representar o Partido Democrata e o Partido Republicano na corrida à Casa Branca, uma boa forma de perceber se os favoritos começam a sentir-se inseguros é prestar atenção aos ataques lançados durante os debates televisivos.
No caso do último debate entre os candidatos do Partido Democrata, que decorreu no domingo à noite, no estado da Carolina do Sul, Hillary Clinton apontou baterias a Bernie Sanders, e saiu do palco com dois resultados – se, por um lado, conseguiu encostar o senador do Vermont às cordas em algumas ocasiões, por outro lado essa estratégia reforçou a ideia de que a sua nomeação está hoje um pouco mais em risco do que há apenas três meses.
Ao contrário da colorida corrida no Partido Republicano, em que 11 candidatos tentam desesperadamente enfraquecer o fenómeno Donald Trump, a campanha no Partido Democrata tem sido quase sempre a preto e branco – Hillary Clinton é a favorita a nível nacional, Bernie Sanders é o único obstáculo à "coroação" da antiga secretária de Estado, e o governador Martin O'Malley luta apenas contra as sondagens, para conseguir um lugar nos debates televisivos.
Depois de Clinton ter sido apontada durante dois anos e meio como a inevitável candidata dos Democratas à Casa Branca, as últimas semanas revelaram ao país que o Partido Democrata tem o seu próprio fenómeno – muito diferente do magnata Donald Trump, mas ainda assim um fenómeno.
No frente-a-frente com Hillary Clinton para a nomeação final, Bernie Sanders começou com apenas 3% das intenções de voto, contra uns esmagadores 64,4% da antiga secretária de Estado, em Outubro de 2014. A diferença foi encurtando a partir do Verão do ano passado – e no domingo, a média das sondagens a nível nacional dava 51% a Clinton e 38,3% a Sanders.
Mas o grande problema de Clinton está nas duas eleições primárias, nos estados do Iowa e do New Hampshire, marcadas para a primeira metade de Fevereiro. Apesar de não serem decisivas, duas vitórias de Sanders nesses estados podem trazer de volta o fantasma da derrota de Clinton nas primárias de 2008 contra Barack Obama. No Iowa, onde o fosso entre os dois chegou a ser superior a 50 pontos, a diferença é agora de apenas quatro, com vantagem para Clinton; e no New Hampshire Bernie Sanders conseguiu mesmo dar a volta, estando agora seis pontos à frente de Hillary Clinton quando há seis meses a diferença era de 40 pontos a favor da antiga secretária de Estado.
Nasceu uma ameaça
Bernie Sanders, o senador do Vermont de 74 anos, tem disputado a nomeação com o trunfo de ser reconhecido como um político coerente, à esquerda de Hillary Clinton e até de Barack Obama – num país em que os Republicanos mais radicais e os libertários vêem o Presidente como um socialista apostado em tirar direitos aos cidadãos, Bernie Sanders é uma espécie de perigoso comunista decidido a acabar com a própria ideia de Estados Unidos da América.
Mas os valores progressistas de Sanders estão a ser bem recebidos por uma camada mais jovem dos eleitores do Partido Democrata, tipicamente alunos universitários das grandes cidades. E a sua ascensão meteórica nas sondagens levou a equipa de Hillary Clinton a olhar para ele com mais atenção.
Tal como na campanha do Partido Republicano, onde o magnata Donald Trump foi escolhendo os seus alvos principais à medida que eles subiam nas sondagens (o seu actual arqui-rival é o senador Ted Cruz), também os candidatos do Partido Democrata vão distribuindo os seus ataques de acordo com as percentagens. A diferença é que, no caso dos Democratas, Hillary Clinton só tem um adversário real; e o mais relevante é que esse adversário ganhou estatuto de ameaça.
Foi por isso que Hillary Clinton surgiu no debate de domingo à noite mais focada em Bernie Sanders do que aconteceu nos três debates anteriores, deixando o senador na defensiva em relação às leis sobre uso e porte de armas e ao seu ambicioso plano de reforma do serviço de saúde norte-americano.
"Com base nos registos das votações do senador Sanders, ele votou várias vezes ao lado da NRA [National Rifle Association], do lobby pró-armas", acusou Clinton, dando alguns exemplos que podem ser confirmados no sitedo Senado: em Abril de 2009, Bernie Sanders votou a favor de que os "cidadãos cumpridores da lei" possam transportar armas nos comboios da Amtrak, em malas previamente inspeccionadas; um mês depois, em Maio de 2009, votou a favor de que os "cidadãos cumpridores da lei" possam entrar com armas legalizadas em parques nacionais e reservas naturais; e há 20 anos, em 1996, votou contra uma emenda que concedia mais 2,6 milhões de dólares ao Centro de Controlo e Prevenção de Doenças para reforçar a investigação sobre assuntos relacionados com armas de fogo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

GDF pagará Horas-Extras de servidores da Saúde somente em fevereiro

GDF pagará Horas-Extras de servidores da Saúde somente em fevereiro

PORTAL DILMA - OFICIAL

💣🆘 LEIAM ▶️ ÉPOCA -Há 3 anos, o grupo Engevix com empresas de óleo e gás, petroquímica, siderurgia, mineração e infraestrutura, começou a falir. Para sobreviver, o empresário José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, bateu em diversas portas, sem sucesso. Partiu pro desespero. Constatou que, para destravar as barreiras, restava "falar com a própria presidente" Dilma Rousseff. Dilma é avessa a contatos fora do esquadro republicano. Mas Antunes tinha um plano que chamava-se "Carlos Franklin Paixão de Araújo"🆘Carlos Araújo, advogado trabalhista gaúcho, é ex-marido da presidente, com quem manteve relação de 30 anos,de 1969 à 2000. Tem uma filha, Paula Rousseff e 2 netos. Casaram-se no Rio e iniciaram um romance com seus "codinomes" de quando chefiavam organizações guerrilheiras contra o regime militar – "Max e Estela". Juntos até ela se mudar para Porto Alegre para cursar economia, depois de sair da cadeia e abandonar as fileiras do cruel grupo guerrilheiro "VAR-Palmares"🆘Mesmo após divórcio,ele e Dilma continuaram amigos. Ele é, hoje,um dos poucos conselheiros de Dilma. É a ele que ela recorre em tempos de tormenta.Jamais deixa de visitá-lo quando vai a Porto Alegre e hospeda em seu apartamento. “Sou mais um ouvido atento que um consultor”, afirmou Araújo sobre a relação com Dilma🆘Época iniciou séria investigação e, o plano do executivo da Engevix, deu certo. Sim! Houve reunião secreta entre executivos da Engevix e Araújo🆘O vice da Engevix, que intermediou encontro entre Antunes e o ex de Dilma, gravou depoimento bombástico.Emergem evidências de que Carlos Araújo ajudou a Engevix junto à Dilma.No mesmo período a empreiteira pagara R$200mi, por meio de um intermediário à um casal amigo de Dilma. Engevix é uma das empreiteiras do petrolão, na mira da Lava Jato com executivos presos.O ex de Dilma virou alvo da Força-Tarefa e amedronta o Palácio do Planalto🆘 #FORADILMA #FORAPT #JOAOPESSOA #CAMPOGRANDE #RIODEJANEIRO #UBERLANDIA #BELOHORIZONTE #ARACAJU #ERREJOTA #MANAUS #SALVADOR #FLORIPA #FORTALEZA #CAMPINAGRANDE #PELOTAS #MACEIO #CUIABA #SAOJOSEDOSCAMPOS #CURITIBA #TERESINA #BRASILIA #RIBEIROPRETO #RECIFE #POA #SANTOS #GOIANIA #BSB #PETROPOLIS #CAMPINAS #VITORIA

PP desviou R$ 358 milhões dos cofres da Petrobras, diz procurador-geral Segundo a acusação formal do Ministério Público, doações oficiais à legenda ocultaram propina

PP desviou R$ 358 milhões da Petrobrás, afirma Janot  ( AFP PHOTO/EVARISTO SA )
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o esquema de corrupção sustentado pelo PP na Petrobras, que tinha como principais operadores o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, desviou R$ 357,9 milhões dos cofres da estatal, entre 2006 e 2014 - 161 atos de corrupção em 34 contratos, 123 aditivos contratuais e quatro transações extrajudiciais. O balanço está descrito na denúncia contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR) oferecida ao Supremo Tribunal Federal. Segundo a acusação formal do Ministério Público, doações oficiais à legenda ocultaram propina

O PP é o primeiro partido a ter seu esquema de corrupção devassado pela força-tarefa da Lava Jato. A investigação em Curitiba concentra seus trabalhos também na atuação do PT e do PMDB no esquema. As três legendas, conforme o Ministério Público Federal, agiam como controladoras de áreas estratégicas da Petrobras, por meio do controle de diretorias, e beneficiárias diretas de desvios.

"Os valores ilícitos destinavam-se não apenas aos diretores da Petrobras, mas também aos partidos políticos e aos parlamentares responsáveis pela indicação e manutenção daqueles nos cargos", disse Janot na denúncia contra Meurer que ainda será analisada pelo Supremo.

A propina era repassada aos políticos "de maneira periódica e ordinária, e também de forma episódica e extraordinária, sobretudo em épocas de eleições ou de escolhas das lideranças." "Em épocas de campanhas eleitorais eram realizadas doações ‘oficiais’, devidamente declaradas, pelas construtoras ou empresas coligadas, diretamente para os políticos ou para o diretório nacional ou estadual do partido respectivo", afirmou Janot. "Em verdade, (as doações) consistiam em propinas pagas e disfarçadas do seu real propósito."

A linha acusatória da Procuradoria é a mesma da força-tarefa da Lava Jato, que vai, neste ano, acionar na Justiça, via ação cível pública, os partidos por desvios na Petrobras. Até agora, só pessoas físicas foram imputadas.

Além das doações oficiais como forma de ocultar propina, a Procuradoria diz que ao menos outras três formas eram usadas: entregas em dinheiro em espécie levadas por "mulas" que escondiam as notas no corpo, transferências eletrônicas ou pagamentos de propriedades e remessas para contas no exterior.

Peça-chave. O doleiro Alberto Youssef foi a peça-chave nessa sistemática de desvios e corrupção do PP na Petrobras, disse Janot. Ao menos R$ 62 milhões desse montante pago pelas empreiteiras ficaram ocultos em contas de empresas de fachada e de firmas que forneciam notas frias para a "lavanderia de dinheiro" do doleiro, responsável por administrar um verdadeiro "caixa de propinas do PP".