quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Menos de 2% dos professores da UnB se declaram negros

Foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press

Menos de 2% dos professores da UnB se declaram negros   Lorena Pacheco


Após 13 anos da criação do sistema de cotas para inclusão de negros por meio do vestibular, a Universidade de Brasília lançou agora seu primeiro concurso público para professor com a reserva de vagas. Das três oportunidades abertas para docentes de direito público e privado para a cidadania, uma é destinada às cotas. O aprovado vai integrar uma estatística ainda pequena na universidade, pioneira pela implantação do sistema de cotas raciais no país, onde apenas 1,75% dos professores se declaram negros.

De acordo com a decana de Gestão de Pessoas da universidade, Maria Ângela Feitosa, a reserva é um ganho para a inclusão social e democratização do acesso à UnB. “A novidade resulta de uma adaptação à lei. O que fizemos foi atualizar as condições gerais do edital”. Ela destaca ainda que concursos com mais de uma vaga para professores é algo pouco comum. “O caso do Direito foge do habitual”.

A instituição hoje conta com 3.698 professores, sendo que 1.915 se autodeclaram brancos, 460 pardos, 71 amarelos, 65 negros e oito indígenas (demais 1.179 docentes não declararam raça).

A Lei 12.990, de 2014, estabelece que 20% das vagas dos concursos públicos federais devem ser reservadas a candidatos que se autodeclarem pretos ou pardos, conforme quesito cor ou raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o edital de abertura, na hipótese de constatação de declaração falsa, o candidato será eliminado do concurso e, se tiver sido nomeado, ficará sujeito à anulação da sua admissão ao cargo público.

O cargo oferecido é o de professor adjunto, com regime de dedicação exclusiva e remuneração de R$ 8.639,50. Podem concorrer candidatos com doutorado até o dia 19 de fevereiro, pelo site da UnB. A taxa custa R$ 208,61. A seleção conta com provas discursiva, oral, didática e de títulos.

*Com informações da Secom/UnB

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Vamos ajudar meu povo!

Danni Souza compartilhou a publicação de Animais Ab.
Foto de Animais Ab.
AMIGOS DO FACEBOOK, ESTOU DESESPERADA ACABA DE ACONTECER UMA TRAGEDIA NO SITIO MUITOS DOS NOSSOS ANJOS ESTÃO SEM TER ONDE DORMIR, O TEMPORAL QUE CAIU NO SITIO AGORA,DERRUBOU ALGUNS CANIIS, PRECISAMOS QUEBRAR ALGUMAS PAREDES PARA SALVAR NOSSOS ANJOS, SE NÃO IRIAM MORRER AFOGADO, DOIS ESTÃO DESAPARECIDO O CAZU E A ZUZA ELES DEVEM TER SE ASSUSTADO E FUJIRAO, A ENXURRADA FOI MUITO FORTE POR SORTE EU ESTAVA LÁ SE FOSSE A NOITE TALVEZ MUITOS TERIAM MORRIDO, PRECISAMOS DE AJUDA MATERIAL DE CONSTRUCAO, AREIA GROSSA, AREIA FINA, CIMENTO ETC.... COBERTORES, CASINHA, JORNAL FONE 997150992 ZÉLIA

Seções EL PAÍS POLÍTICA Físico condenado por terrorismo na França defende sua nova vida no Brasil Adlène Hicheur foi considerado culpado em 2009 por suas ligações com fóruns jihadistas

Rio de Janeiro 
Adlène Hicheur, de 39 anos, tem um currículo brilhante no estudo da aceleração de partículas na Europa e uma enorme mancha em seu histórico que o persegue até hoje, no Brasil. Hicheur foi preso em 2009 e condenado em maio de 2012 a cinco anos de prisão por “associação criminosa com intenção de planejar atentados terroristas”. Sua sentença foi baseada em 35 e-mails codificados que trocou com um suposto membro do braço argelino da Al Qaeda em fóruns na Internet favoráveis à causa jihadista. Neles mostrava sua disponibilidade para participar de uma célula na França e “trabalhar dentro da casa do inimigo central e esvaziar o sangue de suas forças”. O prematuro e suposto plano incluía transferências de dinheiro, ataques a autoridades e a uma base militar e o boicote a grandes empresas europeias como Total, British Petroleum, Suez, em plena recessão econômica.
Adlène Hicheur, na foto da sua ficha académica no Brasil. reprodução
O físico cumpriu dois anos e meio de pena desde que foi preso até sair em liberdade condicional. Uma vez na rua, ele quis voltar a fazer parte da equipe do prestigioso Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN, na sigla em francês), com sede em Genebra, onde trabalhou, mas não conseguiu. A polícia suíça, em uma decisão administrativa e não judicial, proibiu-o de entrar no país até 2018. Foi então que, em 2013, ele se mudou para o Rio de Janeiro com uma bolsa de pesquisa concedida pelo Governo federal para se tornar professor visitante no Departamento de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro com um salário mensal de aproximadamente 11.000 reais.
Seis anos depois de sua prisão e posterior condenação, seu passado foi revelado no sábado em uma reportagem da revista Época que afirma que a Polícia Federal, que em outubro revistou sua casa e seu laboratório, o tem sob vigilância. A história do físico causou um grande alvoroço e desperta a ameaça jihadista em um país que ainda não tem leis para julgar o terrorismo e que enfrenta o desafio da segurança em escala planetária nos Jogos Olímpicos do Rio, que acontecerão em agosto. O ministro da Educação e braço direito da presidente Dilma Rousseff durante muito tempo, Aloizio Mercadante, se manifestou sobre o caso afirmando que o cientista não deveria ter entrado no Brasil. “É lógico pensar que [Hicheur] não deveria ter podido cruzar a fronteira. Uma pessoa condenada por prática de terrorismo não nos interessa como professor no Brasil. Não temos nenhum interesse nesse tipo de pessoa”, disse o ministro.
Hicheur, de nacionalidade franco-argelina, entrou legalmente Brasil; seu visto de trabalho, solicitado pela universidade, está em ordem e é válido até julho. O Brasil, como muitos países, exige um certificado de antecedentes criminais para a concessão de vistos, razão pela qual sua passagem pela prisão francesa não era um segredo. Por seu lado, o pesquisador, indignado com a reportagem, escreveu uma carta divulgada nesta semana pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas na qual argumenta que está sendo incriminado injustamente. Hicheur afirma que “o caso foi fabricado” e que a acusação não conseguiu apresentar “nenhuma prova material para sustentar seus argumentos”, nem tampouco provas que demonstrassem a identidade do seu interlocutor, escondido sob o pseudônimo de “Phenix Shadow”. Na carta, no entanto, ele não explica o porquê de sua participação nesse tipo de fóruns e nem condena o terrorismo. Seus colegas brasileiros, que assinaram uma carta em sua defesa afirmando que “não havia provas para garantir sua associação com o grupo terrorista”, disseram ao jornal O Globo que Hicheur deixará em breve o país para se reunir com sua família em Lyon e assim evitar complicações que “manchariam ainda mais o seu histórico”.
Depois de ser preso na França, Hicheur também contou com o apoio de membros da comunidade científica, entre os quais figuravam muitos dos colegas com os quais trabalhou no CERN. O pesquisador ressalta em sua carta que os físicos Jean-Pierre Lees, Monica Pepe-Altarelli e Jean-Pierre Melo criaram um comitê de apoio internacional que contou “com a adesão de centenas de pessoas”, inclusive o Nobel de Física Jack Steinberger. Em dezembro de 2010, mais de uma centena de cientistas assinou uma carta dirigida ao então presidente francês, Nicolas Sarkozy, na qual ponderam que a detenção do colega [que ainda não havia sido julgado] era injustificada. “Pessoalmente, não acredito que ele tenha feito alguma coisa errada”, afirmou Lees em 2011 no The New York Times. “Ele participou de um bate-papo em um fórum. A polícia tentou construir uma imagem de terrorista em potencial, mas conversar não faz de você um terrorista”, disse. A acusação, de fato, não foi capaz de provar no tribunal sua verdadeira participação em uma célula terrorista. “A ambiguidade envolve todo o processo: julgou-se a tentação de se tornar um jihadista, uma simpatia ideológica evidente, mas sem fatos. Uma ambiguidade com a qual joga a acusação”, afirmou em 2012 num artigo sobre o caso o jornal francês Le Monde”, que prosseguia: “Adlène Hicheur lembra que nunca disse sim [às propostas de seu interlocutor]. O promotor censura-lhe por não ter dito não”.

DESASTRE DE MARIANA PF indicia Samarco e Vale por tragédia em Mariana Entre os indiciados nesta quarta está o diretor-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi

Localidade Bento Rodrigues devastada pelo rompimento da barragem de Fundão.  TV Senado

Mais de dois meses após a tragédia de Mariana, a mineradora Samarco - dona da barragem do Fundão, que se rompeu em novembro do ano passado - foi indiciada, juntamente com seu presidente, Ricardo Vesvoci, no processo que apura crimes ambientais relacionados ao desastre. A informação foi divulgada pela Polícia Federal na tarde desta quarta-feira. Uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale, acionista da Samarco, e a empresa Vogbr, consultoria responsável pela declaração de estabilidade da barragem, também foram indiciadas.



A decisão, segundo a PF, se baseia em condutas previstas na Lei de Crimes Ambientais: "Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora".
Junto com Vescovi, foram indiciados também outras seis pessoas: o coordenador de monitoramento das barragens, a gerente de geotécnica, o gerente geral de projetos e responsável técnico pela barragem Fundão, o gerente geral de operações, o diretor de operações e o engenheiro responsável pela declaração de estabilidade da barragem Fundão em 2015, que atestou a estabilidade das estruturas.
Os indiciados como responsáveis pela maior tragédia ambiental do país,  que deixou pelo menos 17 mortos e gerou uma tsunami de lama que atingiu o Rio Doce e chegou ao litoral do Espírito Santo, podem responder por crimes que têm penas previstas de um a cinco anos de prisão.
A polícia informou que novos indiciamentos poderão surgir com o decorrer das investigações. A atuação da PF no caso se deve ao fato de os rejeitos terem atingido o leito do rio Doce, que é um bem da União (já que banha mais de um Estado). Já a investigação sobre as mortes na tragédia é feita pela Polícia Civil de Minas Gerais.
Procurada pela reportagem, a Samarco informou, por meio de nota, que “não concorda com o indiciamento de seus profissionais porque até o presente momento não há uma conclusão pericial técnica das causas do acidente”.
A Vale também afirmou, por meio de nota, que o indiciamento reflete um entendimento pessoal do delegado e ocorre em um momento em que as reais causas do acidente ainda não foram tecnicamente atestadas e são, portanto, desconhecidas. “Além disso, as suposições da Polícia Federal sobre uma teórica responsabilidade da Vale baseiam-se em premissas que não têm efetivo nexo de causalidade com o acidente, conforme será oportuna e tecnicamente demonstrado pela Vale", afirma o comunicado. Já a VogBR afirmou que não foi comunicada “oficialmente do indiciamento”.

Samarco entrega plano com atraso

A Samarco afirmou que entregou na terça-feira, com um dia de atraso, o plano hipotético em caso de ruptura das barragens de rejeitos de minério Germano e Santarém, em Mariana, na Região Central. As duas estruturas foram danificadas pelo rompimento da barragem de Fundão. A mineradora que alegou ter contratado uma consultoria especializada e só ter recebido o novo plano, chamado de "dam brak", na noite de segunda. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou a apresentação do documento.
Desde o rompimento da barragem, em 5 de novembro, o IBAMA já emitiu 37 notificações contra a Samarco e a multou em 250 milhões de reais. O Governo federal ainda coordena um grupo de trabalho para discutir ações locais no sentido de mitigar os efeitos da lama e a União, ao lado dos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, cobra 20 bilhões de reais em ação civil pública a título de compensação.

Motorola: Lenovo decide abandonar marca e focar nas linhas Moto e Vibe Ao CNET, executivo diz que nome será 'aposentado' lentamente. Logo do 'M' em forma de asa de morcego continuará sendo usado, diz site. Do G1, em São Paulo. 08/01/2016 11h00 - Atualizado em 08/01/2016 18h20

Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas em 2014, na época da venda da marca para a companhia chinesa (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)
A marca de celular Motorola deve deixar de ser usada ainda em 2016 para dar lugar às linhas Moto, para produtos de ponta e mais caros, e Vibe, para produtos de baixo custo, afirmou nesta quinta-feira (7) o diretor de operações da empresa, Rick Osterloh, em entrevista ao site CNET.
Em nota, a Motorola afirma que "há muito tempo, 'Moto' tem sido sinônimo de Motorola e, recentemente, passamos a enfatizar o 'Moto' como uma marca de produto,  que representa e leva adiante a herança da Motorola como uma marca moderna e envolvente"."Nós vamos lentamente abandonar a Motorola", disse Osterloh ao CNET durante a Consumer Electronic Show (CES 2016), que acontece até este sábado (9) em Las Vegas, nos Estados Unidos.
A reportagem lembra que a Motorola já representou o ponto alto da telefonia móvel, inclusive por ter sido a marca do primeiro aparelho. Em 2011, a companhia foi comprada pelo Google por US$ 12,5 bilhões. Em 2014, no entanto, o Google revendeu para a chinesa Lenovo por US$ 3 bilhões.
Na época da aquisição, o CEO da Lenovo, Yang Yuanqing afirmou: "É o nosso tesouro. Nós planejamos não apenas proteger a marca Motorola, mas torná-la mais forte". O plano da Lenovo agora é manter o nome "Motorola" como uma subdivisão da companhia.

Além disso, aparelhos como o Moto X deverão trazer destacar o logotipo azulda Lenovo. "Mas o icônico 'M' em forma de asa de morcego da Motorolada ainda será usado", informa o CNET.
Leia a íntegra da nota:
"A Motorola Mobility continua a existir como parte do grupo Lenovo, liderando as áreas de engenharia e design de todos os produtos móveis. Como estratégia de marketing, a empresa segue globalmente com duas marcas em smartphones e wearables: Moto e Vibe. Há muito tempo, 'Moto' tem sido sinônimo de Motorola e, recentemente, passamos a enfatizar o 'Moto' como uma marca de produto,  que representa e leva adiante a herança da Motorola como uma marca moderna e envolvente."

Al Jazeera encerra operações nos EUA até final de abril Canal citou 'desafios econômicos no mercado de mídia' local. Por outro lado, emissora expandirá serviços digitais no país. Da Reuters

Logo da Al Jazeera em seus escritórios em Nova York (Foto: SPENCER PLATT / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)Logo da Al Jazeera em seus escritórios em Nova York (Foto: SPENCER PLATT / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
O canal a cabo Al Jazeera anunciou nesta quarta-feira (13) que encerrará suas operações nos Estados Unidos até o final de abril, e citou os desafios econômicos no mercado de mídia norte-americano.

A Al Jazeera Media Network, sediada no Catar, disse por outro lado que expandirá os atuais serviços digitais que já opera nos Estados Unidos, em um momento em que os consumidores deixam a mídia tradicional e migram para aparelhos móveis para acessarem notícias.
Segundo a Efe, a companhia garantiu que o fechamento será realizado de forma respeitosa com os funcionários do canal, a quem a emissora agradeceu pela "alta qualidade" do trabalho.
Nesse sentido, a "Al Jazeera América" lembrou que várias de suas coberturas foram reconhecidas dentro dos mais prestigiados prêmios dos EUA. "Respeito enormemente o compromisso sem igual e o excelente trabalho de nossa equipe, que criou um grande jornalismo", disse o executivo-chefe da "Al Jazeera America", Al Anstey.
Após comprar o "Current TV" por US$ 500 milhões, a "Al Jazeera America" começou suas transmissões em agosto de 2013, com a proposta de oferecer notícias com um maior rigor jornalístico.
Mais detalhes sobre a expansão dos serviços digitais nos EUA serão divulgados nos próximos meses, disse a emissora. A empresa lançou sua emissora nos Estados Unidos em 2013.

13/01/2016 17h12 - Atualizado em 13/01/2016 18h09 Volume em janeiro nos reservatórios de hidrelétricas sobe 91% no SE e CO Principais reservatórios duas regiões tinham 32,29% na terça, diz ONS. Redução de bandeira vermelha em maio depende de chuvas no Norte. Karina Trevizan Do G1, em São Paulo

Os principais reservatórios de hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste atingiram nesta terça-feira (12) 32,29% de armazenamento, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O número representa um aumento de 91,7% em relação a janeiro de 2015, quando o armazenamento era de 16,84%.
Situação dos reservatórios
Energia armazenada em % nas regiões SE e CO
76,2337,4640,2816,8432,29201220142016020406080100
Fonte: ONS
Em janeiro, os consumidores irão receber a conta de luz ainda com a bandeira vermelha, ou seja, com tarifa mais cara. A previsão do governo é que a bandeira poderá ser reduzida para verde a partir de maio, mas dependendo do regime de chuvas na Região Norte.

Nesta terça-feira, a situação dos reservatórios da Região Norte era de 15,64% de armanezamento. O número significa uma redução de 58% em relação a janeiro de 2015, quando o volume de energia armazenada era de 34,7%. No mesmo mês de 2014, o volume era de 60,75%.

Outras regiões
No Sudeste e Centro-Oeste, em relação a janeiro de 2014, houve queda de 19,83% no armazenamento. Há dois anos, o volume  para o mesmo mês era de 40,28%. No mês, o volume armazenado nos reservatórios aumentou 12%. Em dezembro de 2015, o percentual de energia armazenada era de 28,82%.

Na Região Sul, a situação atual é de 95,83%, alta de 60% em relação ao volume de janeiro de 2015, que era de 59,58%.

No Nordeste, a situação atual é de 15,64%, uma diminuição de 4,6% em relação ao primeiro mês do ano passando, quando o volume era de 16,41%.

Expectativas de chuva e consumo
Em relatório divulgado na última sexta-feira (8), o ONS elevou a previsão de chuvas na área das hidrelétricas do Sudeste para 104% da média histórica em janeiro, ante expectativa de 96% na semana anterior.

O consumo de energia no país, medido pela carga de energia gerada no sistema, caiu 1,8% em 2015, segundo relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico, com a crise econômica e alta das tarifas provocando alterações nos hábitos de consumo e na produção industrial.

Bandeira vermelha
O país entrou em 2016 com a manutenção da bandeira tarifária em vermelho para o mês de janeiro. Na prática, os consumidores vão continuar pagando mais caro pela energia consumida, já que a bandeira vermelha mostra que o custo para gerar energia no país está elevado, resultando em cobrança extra.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, tem afirmado que o governo continua trabalhando com a previsão de que a bandeira vermelha na conta de luz poderá ser reduzida para verde a partir de maio, quando termina o período chuvoso. Mas que isso irá depender, sobretudo, do regime de chuvas na Região Norte.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) colocou em audiência pública uma proposta demudanças nas regras e valores das bandeiras tarifárias, sugerindo que a bandeira vermelha passe a ter dois patamares.