quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Preço do petróleo cai para menos de 31 dólares, menor nível em 12 anos Presidente da OPEP planeja reunião extraordinária do cartel em março


Madri / Moscou
Seis sessões, seis quedas. Essa é a conta do mercado de matérias-primas para odesempenho do petróleo nos primeiros negócios do recém-estreado 2016. Depois de um início de sessão com tendência de baixa, nesta terça-feira o barril tipo Brent subia cerca de 1% por volta das 14h em Londres. A cotação de referência na Europa pagava 31,6 dólares por barril, sete dólares abaixo do nível de fechamento em 2015. Desde 31 de dezembro, o preço já caiu mais de 15% e agora está no mesmo nível do início do 2004, uma forte queda que força a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) a tomar providências: nesta terça-feira, o presidente do cartel deu a entender que o grupo fará uma reunião de urgência no início de março para definir sua estratégia a médio prazo.
A evolução dos preços nos últimos dias está em linha com as previsões de vários bancos de investimento, incluindo Goldman Sachs, Bank of America e, mais recentemente, do Morgan Stanley, cujas estimativas apontam que o petróleo pode cair para até 20 dólares o barril, caso o dólar se mantenha valorizado frente a outras moedas internacionais. Segundo cálculos do Morgan Stanley, um ganho de 5% do dólar contra uma cesta de principais moedas mundiais corresponderia a uma desvalorização entre 10% a 25% para o barril tipo Brent.
Se a proposta sinalizada pelo presidente da OPEP — o nigeriano Emmanuel Ibe Kachikwu — for confirmada, os membros do cartel devem convocar uma reunião de emergência no início de março, três meses antes do previsto em seu calendário de reuniões. "Dissemos que se o preço chegasse a 35 dólares [por barril], começaríamos a pensar em uma reunião extraordinária", disse Kachikwu. Considerando o que aconteceu nos últimos encontros dos Estados que fazem parte da OPEP, não está claro se a reunião poderia influenciar o mercado: no último encontro, há pouco mais de um mês, ficou em evidência uma divisão entre os países que defendem um corte da produção —Nigéria, Angola e Venezuela, cujos custos de produção por barril são mais caros — e aqueles que, com a liderança da Arábia Saudita, argumentam a necessidade de continuar a bombear com força para enfrentar a competição com os produtores de petróleo obtido via fraturamento hidráulico (fracking).
"Um grupo [de países] considera que seria preciso intervir no mercado. Outro argumenta que, mesmo com uma intervenção, representam apenas 30% a 35% da produção mundial", disse o presidente em um fórum de energia realizado em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos). É mais uma prova de que o fracking, a tecnologia que tornou os Estados Unidos o maior produtor de petróleo do mundo, mudou o mapa petrolífero: dois terços da produção diária vêm de países fora da OPEP, algo inimaginável há alguns anos.
Desde meados de 2014, quando as cotações de petróleo começaram a despencar, a desvalorização chega a 70%. Gestores de ativos ao redor do mundo reduziram suas posições de longo prazo em petróleo — aquelas que apostam na alta de um ativo —para o nível mais baixo em cinco anos, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
O terceiro maior produtor de petróleo do mundo, a Rússia, prepara uma onda de cortes de gastos após o colapso dos preços. De acordo com um relatório publicado na segunda-feira pelo jornal financeiro Vedomosti, o Governo de Vladimir Putin deu ordens para que seus ministros apresentem, até sexta-feira, um plano para cortar 10% dos gastos públicos. O orçamento da Rússia para 2016 está estimado levando em conta o preço do barril tipo Brent a 50 dólares, em comparação com pouco mais de 30 dólares hoje. Isso obriga Moscou a repensar suas decisões de investimento.
Metade da receita do país euroasiático depende das exportações de petróleo. Além da desvalorização da commodity, a economia russa tem sido prejudicada por sanções ocidentais sobre setores-chave devido ao conflito com a Ucrânia. O rublo se desvalorizou mais de 7% em relação ao dólar desde janeiro e está cotado no nível mais baixo dos últimos 13 meses.
Na semana passada, a Arábia Saudita expressou suas intenções de abrir o capital, total ou parcialmente, da empresa de petróleo estatal Aramco, numa tentativa de reequilibrar suas contas públicas. O déficit público da Arábia Saudita subiu para 15% do PIB devido à queda do petróleo.

GDF presta conta dos R$ 12,6 milhões gastos com publicidade no último trimestre de 2015

Daniel Ferreira/Metrópoles
O Governo do Distrito Federal gastou, no último trimestre de 2015, R$ 12,6 milhões com publicidade. As TVs ficaram com a maior fatia do bolo da propaganda oficial (R$ 5,2 milhões), sendo a Globo a emissora que mais faturou no período, com um aporte de R$ 2,6 milhões. Em seguida, aparecem Record (R$ 937 mil) e o SBT (R$ 933 mil). Os dados foram divulgados no Diário Oficial do Distrito Federal em 7 de janeiro.
Um grupo de 58 jornais levou a segunda maior cota de publicidade nos últimos três meses de 2015, um montante de R$ 3,2 milhões. Embora o número de periódicos seja volumoso, o grosso da publicidade impressa foi pago a três grupos de comunicação. O maior faturamento é dos Diários Associados, que reúnem o Correio Braziliense (R$ 1 milhão) e o Aqui DF (R$ 208 mil). Levando em conta as outras empresas da marca (veja gráfico abaixo), os Diários Associados receberam um aporte de R$ 1,4 milhão entre outubro e dezembro do ano passado.
Em seguida, aparece o Jornal de Brasília, que, junto ao Na Hora H — a edição popular do periódico —, somou R$ 973 mil. Depois vem o Metro (R$ 320 mil), que pertence ao grupo Band, e o Alô Brasília (R$ 144 mil). As demais publicações impressas levaram cotas bem mais modestas, entre R$ 1.880 (Classificadão, BSB Condomínios, DF Hoje, Tribuna de Samambaia, Planaltina Hoje) e R$ 9.402 (Daqui, DF Águas Claras, Do Planalto, DF Notícias).
Rádios
A rádio é o terceiro tipo de mídia com mais investimento de publicidade oficial. Em três meses, 25 delas tiveram um aporte de R$ 1,1 milhão. Em quarto lugar vieram sites, blogs e portais. Um conjunto de 39 endereços eletrônicos recebeu R$ 590,9 mil do GDF. Por último, ficaram as 12 mídias alternativas, que somaram R$ 338,6 mil em propaganda oficial no trimestre.
O total de R$ 12,6 milhões inclui R$ 2,1 milhões gastos com a produção das peças publicitárias.
(Colaborou Priscilla Borges)
Confira como foi a divisão do bolo publicitário por veículo:
quadro_publicidade_gdf4


Estudo alerta para emissões de novas hidrelétricas na Amazônia João Fellet Da BBC Brasil em Washington

Image copyrightThinkstock
Image captionEmissões em hidrelétricas geralmente ocorrem quando a matéria orgânica do solo ou na vegetação é inundada, produzindo gás metano
Seis das 18 hidrelétricas que o governo ergueu recentemente, está erguendo ou pretende erguer na Amazônia poderão emitir níveis de gases causadores do efeito estufa equivalentes aos de usinas alimentadas por combustíveis fósseis, segundo um estudo publicado na revista científica americanaEnvironmental Research Letters.
Divulgada em dezembro, a pesquisa empregou um método inédito para calcular as emissões de gás carbônico e metano geradas na formação dos reservatórios e construção das usinas.
A análise apontou uma alta probabilidade de que as hidrelétricas de Cachoeira do Caí (PA), Cachoeira dos Patos (PA), Sinop (MT), Bem Querer (RR), Colíder (MT) e Marabá (PA) gerem emissões comparáveis às de usinas de gás natural, fonte normalmente mais poluente que a hidráulica mas menos poluente que os demais combustíveis fósseis.
Em alguns casos - como os de Sinop e Cachoeira do Caí -, as emissões poderiam até superar as de usinas de carvão, o mais poluente dos combustíveis fósseis.
Image copyrightGreenpeace
Image captionPesquisadores citam estudo que diz que desmatamento pode reduzir a vazão do Xingu, afetando performance de Belo Monte (acima)
As emissões em hidrelétricas geralmente ocorrem quando a matéria orgânica presente no solo ou na vegetação submerge durante a formação de reservatórios, produzindo gás metano. Por isso, usinas cujos reservatórios inundam grandes áreas tendem a gerar mais emissões que hidrelétricas a fio d'água (com reservatórios menores e que aproveitam a velocidade natural do rio para gerar energia).
A legislação brasileira atual exige a retirada da vegetação de áreas a serem alagadas. Ainda assim, segundo o estudo, quantidades significativas de matéria orgânica permanecem no solo.
Segundo o governo, hidrelétricas na Amazônia responderão por 85% da potência hidráulica a ser agregada ao sistema elétrico brasileiro até 2022. A região concentra a maioria dos rios brasileiros com potencial hidrelétrico subexplorado.

Níveis de emissões variam

Coautor da pesquisa e doutorando na Universidade Carnegie Mellon (EUA), o engenheiro brasileiro Felipe Faria disse à BBC Brasil que os resultados do estudo ajudam a derrubar a crença de que hidrelétricas necessariamente geram energia limpa, mostrando que os níveis de emissões variam bastante conforme o projeto.
Ele defende que, diante das mudanças climáticas, o governo passe a considerar o cálculo de emissões antes de decidir construir uma hidrelétrica.
Image copyrightThinkstock
Na véspera da última conferência climática da ONU, o Brasil se comprometeu a reduzir em 43% as emissões de gases causadores do efeito estufa até 2030, com base nos padrões de 2005.
Faria diz que o governo também deveria levar em conta no planejamento do setor mudanças nos padrões climáticos e de uso do solo na Amazônia. Ele cita um estudo de 2013 conduzido por pesquisadores brasileiros e americanos, segundo o qual o desmatamento pode reduzir bastante as vazões da bacia do Xingu, afetando a usina de Belo Monte (PA).
Para Faria, hidrelétricas são atrativas no Brasil por, entre outros motivos, terem baixo custo em relação a outras fontes e porque o país tem experiência em construí-las. Por outro lado, diz ele, "boa parte dos tomadores de decisão do setor elétrico foram formados dentro da indústria hidrelétrica, e há por isso um apelo e um lobby muito forte por essa fonte".
Segundo Faria, o governo poderia ser mais agressivo em criar políticas que favoreçam o avanço das fontes eólica e solar (menos poluentes) e, assim, reduzir a necessidade de grandes hidrelétricas.
Também assinam a pesquisa Paulina Jaramillo, Henrique Sawakuchi, Jeffrey Richey e Nathan Barros.

Fórmula inédita

Hoje as estimativas de emissões de hidrelétricas não são consideradas pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que questiona a precisão das medições disponíveis.
Estimar emissões de hidrelétricas antes de elas serem construídas é um desafio porque cada usina e rio tem características singulares, e os modelos já desenvolvidos produziram resultados insatisfatórios.
Para aumentar a confiabilidade das medições, os autores do estudo empregaram uma nova fórmula, que combina dois modelos. Em um deles, que tende a superestimar os resultados, eles usaram dados de emissões de usinas já construídas e os aplicaram aos 18 projetos, levando em conta suas especificidades.
O outro modelo, que subestima os resultados, simulou as emissões com base em fórmulas de degradação de matéria orgânica submersa, cuja quantia foi medida em cada usina a partir de imagens de satélite.
Image copyrightThinkstock
Mesmo ao se levar em conta o modelo que subestima as medições, apenas uma das 18 hidrelétricas - Ferreira Gomes (AP) - apresentou níveis de emissões praticamente nulos, comparáveis aos de usinas eólicas e solares.
Outras dez hidrelétricas - entre as quais Belo Monte (PA), Jirau (RO) e Santo Antonio (RO) - apresentaram padrões de emissões superiores aos de eólicas e solares, mas abaixo dos de usinas de combustíveis fósseis.

'Desmistificação'

Em nota à BBC Brasil, o Ministério de Minas e Energia diz que estudos iniciados em 2011 a pedido do órgão "desmistificaram que usinas hidrelétricas em regiões tropicais são usualmente fontes relevantes de emissão de gases causadores do efeito estufa".
Segundo o ministério, as análises de hidrelétricas brasileiras revelaram emissões entre dez e 500 vezes menores que usinas térmicas a carvão, exceto no caso de Balbina (AM). "A energia hidrelétrica existente no Brasil é energia limpa e renovável", diz o órgão.
O MME afirma ainda que as tecnologias solar e eólica estão em expansão no Brasil, mas são incapazes de substituir "usinas com armazenamento", como as hidrelétricas. Segundo o órgão, a maioria das novas hidrelétricas na Amazônia opera a fio d'água, gerando menos impactos ambientais que usinas das décadas anteriores.

Fifa demite Valcke, acusado de venda ilegal de ingressos no Mundial de 2014 Com efeito imediato, medida desliga de vez o francês do cargo de secretário-geral e encerra qualquer vínculo empregatício entre o dirigente e a entidade máxima do futebol

Jerome Valcke sorteio das eliminatórias da Copa de 2018 (Foto: Reuters)Valcke está oficialmente fora da Fifa (Foto: Reuters)
É definitivo: o Comitê de Emergência da Fifa decidiu demitir o francês Jérôme Valcke. Além de tirá-lo do cargo de secretário-geral, a medida acaba com qualquer vínculo empregatício entre o dirigente e a entidade.Acusado de participação em um esquema ilegal de venda de ingressos no Mundial de 2014, ele já estava afastado da função desde setembro do ano passado.
A decisão tem efeito imediato e foi anunciada nesta quarta-feira através de comunicado oficial. Além disso, a Fifa informou que o alemão Markus Kattner continuará como interino no cargo de secretário-geral da entidade.
Valcke, que ainda havia sido suspenso ao lado de Joseph Blatter e Michel Platini, estava fora do dia a dia da federação há quatro meses, quando o Comitê de Ética da Fifa abriu um processo de investigação contra o dirigente. A entidade não deu maiores explicações sobre o motivo que a levou a demiti-lo, apenas citou as investigações que estão em curso.
Segundo as denúncias feitas pelo empresário americano-israelense Benny Alon e publicadas pelo "Estado de S. Paulo" em setembro, Valcke teria montado um esquema para ficar com 50%¨dos lucros da comercialização de 11 mil bilhetes da edição do Mundial de 2014 (os demais veículos falam em 8.750 bilhetes). Os tíquetes seriam negociados por um preço até quatro vezes maior em relação ao valor de face. O dirigente teria arrecadado € 2 milhões (R$ 8,83 milhões, na cotação desta quinta-feira) com a operação, acusou Alon.
Jérôme Valcke (Foto: Maxim Zmeyev/Reuters)Após suspensão e afastamento, Jérôme Valcke está oficialmente fora da Fifa (Foto: Maxim Zmeyev/Reuters)
Na semana passada, a câmara decisória do Comitê de Ética da Fifa optou por estender a suspensão ao francês por mais 45 dias, depois do gancho anterior - de 90 dias - expirar há oito dias. Assim como ex-presidente da Uefa Michel Platini e o ex-mandatário da Fifa Joseph Blatter, Valcke havia sido punido 8 de outubro por causa de investigações sobre envolvimento em esquemas de corrupção. 
O dirigente
Valcke iniciou a carreira como jornalista, passando por algumas das principais emissoras da França, e chegou à Fifa em 2003 para assumir o cargo de diretor de Marketing e TV. Três anos depois ele foi afastado do cargo, acusado de ter mentido na negociação de patrocínio com duas grandes empresas de cartões de crédito. O escândalo custou US$ 60 milhões à Fifa.
Mesmo com a polêmica, Joseph Blatter o nomeou secretário geral da Fifa em 2007. Lá, o francês ganhou um papel de protagonista, esteve à frente das organizações dos Mundiais de 2010, na África do Sul, e 2014, no Brasil, e foi até mesmo cotado para a vaga do suíço quando deixasse a presidência da federação. No entanto, ele já havia anunciado que deixaria a Fifa em fevereiro de 2016.

OAB certifica 139 cursos de direito com selo de qualidade; veja lista Seleção considerou alunos aprovados em exames da OAB e notas do MEC. Das cursos recomendados, 78 são de faculdades públicas e 61 de privadas. Renan Ramalho Do G1, em Brasília

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entregará na manhã desta quarta-feira (13) um "selo de qualidade" a 139 cursos de direito de todo o país que a entidade destaca pelo nível de ensino oferecido (veja abaixo a lista completa por estado ao final desta reportagem).
Em sua quinta edição, o "Recomenda OAB" selecionou as faculdades com base no índice de aprovação de seus alunos nos exames da Ordem que possibilitam ao bacharel exercer a profissão de advogado e também no conceito obtido pelas escolas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), do Ministério da Educação, que avalia o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos ensinados nos cursos.

Atualmente, existem no país 1.266 cursos de direito registrados no Ministério da Educação. Desses, 1.071 foram avaliados pela OAB, que exige a participação de uma média mínima de 20 alunos presentes nos quatro exames anteriores.

Das 139 faculdades selecionadas, 78 são públicas e 61 privadas. Desde 2001, quando o selo foi entregue pela primeira vez, cresceu o número de instituições recomendadas pela Ordem. Naquele ano, somente 52 receberam a certificação. Na edição anterior, de 2011, foram 89.

A OAB não divulga um ranking das faculdades, mas uma lista "horizontal", com a premiação das instituições "exemplares que consideram a qualidade como parâmetro maior".
Segundo o presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, "o significado da premiação não consiste em estabelecer preferências, mas sim uma concepção de regularidade de desempenho".
"Por meio de ações como o selo de qualidade, a OAB Nacional busca incentivar melhorias nos projetos pedagógicos e na estrutura dos cursos jurídicos existentes, a fim de proporcionar a formação de profissionais comprometidos com uma efetiva atuação jurídica na promoção e defesa dos direitos e garantias constitucionais", escreveu Coêlho em artigo sobre o prêmio.

O selo de qualidade será entregue na manhã desta quarta a reitores e representantes das faculdades em cerimônia com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

As 139 faculdades
Veja abaixo a lista completa, por estado, das faculdades certificadas:
Acre
Universidade Federal do Acre - Ufac

Alagoas
Universidade Federal de Alagoas - Ufal

Amapá
Universidade Federal do Amapá - Unifap

Amazonas
Universidade do Estado do Amazonas - Uea
Universidade Federal do Amazonas - Ufam

Bahia
Universidade do Estado da Bahia - Uneb
Faculdade Nobre de Feira de Santana - Fan
Universidade Estadual de Feira de Santana - Uefs
Universidade Estadual de Santa Cruz - Uesc
Universidade do Estado da Bahia - Uneb (em Juazeiro)
Faculdade Baiana de Direito e Gestão
Universidade do Estado da Bahia - Uneb
Universidade Federal da Bahia - Ufba
Universidade Salvador - Unifacs - Campus Iguatemi
Universidade do Estado da Bahia - Uneb (em Salvador)
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - Uesb

Ceará
Universidade Regional do Cariri - Urca
Centro Universitário Christus
Faculdade Farias Brito - Ffb
Faculdade Sete de Setembro - Fa7
Universidade Federal do Ceará - Ufc
Universidade Estadual do Vale do Acaraú - Uva

Distrito Federal
Centro Universitário de Brasília - Uniceub
Centro Universitário do Distrito Federal - Udf
Faculdade Processus - Pfd - Campus I
Universidade de Brasília - UnB

Espírito Santo
Universidade Vila Velha - Uvv
Faculdades Integradas de Vitória - Fdv
Faculdades Integradas Espírito Santenses - Faesa I
Universidade Federal do Espírito Santo - Ufes

Goiás
Universidade Federal de Goiás - Ufg (Praça Universitária, em Goiânia)
Universidade Federal de Goiás - Ufg (Avenida Bom Pastor, Goiás)
Maranhão
Universidade Federal do Maranhão - Ufma (em Imperatriz)
Unidade de Ensino Superior Dom Bosco - Undb
Universidade Federal do Maranhão - Ufma (em São Luís)

Mato Grosso
Universidade do Estado de Mato Grosso - Unemat (em Cáceres)
Universidade Federal de Mato Grosso - Ufmt (em Cuiabá)

Mato Grosso do Sul
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Ufms
Fundação Universidade Federal Da Grande Dourados - Ufgd - Fadir
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Uems (em Dourados)
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Uems (em Naviraí)

Minas Gerais
Centro Universitário Newton Paiva
Escola Superior Dom Helder Câmara
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas, unidade Praça Da Liberdade)
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas, Campus Coração Eucarístico)
Universidade Federal de Minas Gerais Ufmg
Universidade Fumec - Fumec
Universidade do Estado de Minas Gerais - Uemg
Faculdade Metodista Granbery - Fmg
Faculdades Integradas Vianna Júnior - Fivj
Universidade Federal de Juiz De Fora - Ufjf
Centro Universitário de Lavras - Unilavras
Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes
Faculdade de Direito Milton Campos - Fdmc
Universidade Federal de Ouro Preto - Ufop
Centro Universitário de Patos de Minas - Unipam
Faculdade de Direito de Pedro Leopoldo - Fadipel
Faculdade Dinâmica do Vale do Piranga - Fadip
Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação de Uberlândia - Esamc
Universidade de Uberaba - Uniube - Campus Direito/Administração
Universidade Federal de Uberlândia - Ufu
Fundação Universidade Federal de Viçosa - Ufv

Pará
Centro Universitário do Estado Do Pará - Cesupa
Universidade Federal do Pará - Ufpa (em Belém)
Universidade Federal Do Pará - Ufpa (em Marabá)
Universidade Federal Do Oeste Do Pará – Ufopa
Paraíba
Universidade Estadual da Paraíba - Uepb
Universidade Federal da Paraíba - Ufpb
Universidade Federal da Paraíba - Ufpb - Campus I - João Pessoa
Universidade Federal de Campina Grande - Ufcg

Paraná
Universidade Norte do Paraná - Unopar
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel - Univel
Centro Universitário Curitiba - Unicuritiba
Centro Universitário Franciscano do Paraná - Fae
Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Pucpr
Universidade Federal do Paraná - Ufpr
Universidade Positivo - Up
Universidade Estadual do Norte do Paraná - Uenp
Universidade Estadual de Londrina - Uel
Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste
Universidade Estadual de Maringá - Uem
Universidade Estadual de Ponta Grossa - Uepg

Pernambuco
Faculdade Damas da Instrução Cristã - Fadic
Universidade Católica de Pernambuco - Unicap
Universidade Federal de Pernambuco - Ufpe
Piauí
Universidade Estadual do Piauí - Uespi
Universidade Estadual do Piauí – Uespi – Campus Clóvis Moura
Universidade Estadual do Piauí – Uespi – Campus Poeta Torquato  Neto
Universidade Federal do Piauí - Ufpi
Instituto de Ciências Jurídicas e Sociais Professor Camillo Filho
Rio de Janeiro
Universidade Federal Fluminense - Uff (em Macaé)
Universidade Federal Fluminense - Uff (em Niterói)
Escola de Direito do Rio De Janeiro - Fgv
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec - Ibmec - Rio De Janeiro
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Puc-Rio
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Uerj
Universidade Federal do Estado do Rio De Janeiro - Unirio
Universidade Federal do Rio de Janeiro - Ufrj
Rio Grande do Norte
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Ufrn (em Caicó)
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - Uern
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Ufrn (em Natal)
Rio Grande do Sul
Universidade da Região da Campanha - Urcamp
Universidade de Passo Fundo - Upf
Universidade Federal de Pelotas - Ufpel
Escola Superior do Ministério Público - Esmp/Fmp
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Ufrgs
Universidade Federal do Rio Grande - Furg
Faculdade Dom Alberto - Fda
Universidade Federal de Santa Maria - Ufsm
Rondônia
Fundação Universidade Federal de Rondônia - Unir (em Cacoal)
Fundação Universidade Federal de Rondônia - Unir (em Porto Velho)
Santa Catarina
Universidade Regional de Blumenau - Furb
Complexo de Ensino Superior do Estado de Santa Catarina - Cesusc
Universidade Federal de Santa Catarina - Ufsc
Universidade da Região de Joinville - Univille
Centro Universitário Barriga Verde - Unibave
Universidade do Sul de Santa Catarina - Unisul
Universidade do Oeste de Santa Catarina - Unoesc
São Paulo
Faculdade de Ciências Econômicas - Facamp
Pontifícia Universidade Católica de Campinas - Puc-Campinas
Universidade Presbiteriana Mackenzie - Mackenzie
Faculdade de Direito de Franca - Fdf
Universidade Estadual Paulista Júlio De Mesquita Filho - Unesp
Centro Universitário Antônio Eufrásio de Toledo de Presidente Prudente - Fiaetpp
Centro Universitário Uniseb
Universidade de Ribeirão Preto - Unaerp
Universidade de São Paulo - Usp (em Ribeirão Preto)
Escola Superior de Administração, Marketing E Comunicação De Santos - Esamc S
Universidade Católica de Santos - Unisantos
Faculdade De Direito De São Bernardo do Campo - Fdsbc
Escola de Direito de São Paulo - Direito Gv
Faculdade de Direito Professor Damásio de Jesus - Fddj
Pontifícia Universidade Católica - Puc
Universidade de São Paulo - Usp (Largo de São Francisco, em São Paulo)
Universidade Presbiteriana Mackenzie - Mackenzie
Universidade São Judas Tadeu – Usjt – Unidade Butantã
Universidade São Judas Tadeu – Usjt – Unidade Mooca

Sergipe
Universidade Federal de Sergipe – Ufs
Tocantins
Fundação Universidade Federal do Tocantins - Uft

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Justiça do Rio condena Zelada a 4 anos de prisão por fraude em licitação Ex-diretor de Internacional da Petrobras terá que pagar R$ 66,75 milhões. Valor da licitação, ganha pela Odebrecht, foi de US$ 825,6 milhões.12/01/2016 18h59 - Atualizado em 12/01/2016 21h00

O ex diretor da área Internacional da Petrobras, Jorge Luiz Zelada, preso na 15ª fase da Operação Lava Jato, chega ao IML de Curitiba para exame de corpo delito. Zelada é suspeito de ser beneficiário da corrupção na Petrobras (Foto: Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)Zelada foi preso na 15ª fase da Lava Jato (Foto:
Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
A 27ª Vara Criminal do Rio condenou o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Jorge Zelada e o ex-empregado da empresa João Augusto Rezende Henriques a quatro anos de prisão em regime semi-aberto por fraude em uma licitação em que a vencedora foi a Odebrecht, causando um prejuízo de milhões de dólares à estatal, como informou aGloboNews. Zelada e Henriques estão presos em Curitiba, por outros crimes da Operação Lava Jato.
A sentença foi publicada na segunda-feira (11), de acordo com a assessoria de imprensa da Justiça do Rio. Segundo a decisão, Zelada também terá que pagar multa de US$ 16,5 milhões de dólares (cerca de R$ 66,75 milhões), 2% do valor do contrato entre a Petrobras e a Odebrecht, de US$ 825,6 milhões (R$ 3,34 bilhões), para a execução do Plano de Ação de Certificação em Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Área Internacional da Petrobras.
De acordo com a investigação do Ministério Público do Rio, em 2009 a área técnica da Petrobras sugeriu a contratação de duas consultorias para avaliar passivos ambientais da empresa no exterior, com o valor sugerido de US$ 6 milhões (R$ 24,2 milhões). Zelada, no entanto, teria decidido contratar uma única empresa. Para isso, criou uma comissão de licitação viciada, segundo a denúncia.Segundo a Justiça do Rio, também foram condenados no processo os engenheiros da Petrobras Aluísio Teles Ferreira Filho, Alexandre Penna Rodrigues e Sócrates José Fernandes Marques da Silva; o advogado da companhia, Venâncio Pessoa Igrejas Lopes Filho; o técnico de inspeção de equipamentos, transferido da Transpetro para a Petrobras exclusivamente para tomar parte na licitação, Ulisses Sobral Calile; e Rodrigo Zambrotti Pinaud.
O advogado de Jorge Zelada, Renato de Moraes, disse que a defesa está "inconformada" com a decisão e pretende recorrer da sentença para fins de absolvição. O recurso só poderá ser interposto quando o a Justiça do Rio retomar as atividades, em 21 de janeiro.
Em nota, a Odebrecht informou que "todos os esclarecimentos devidos já foram prestados em juízo". "A ação não acusa nenhum tipo de 'superfaturamento' no contrato, fixando-se em supostas desconformidades que teriam sido cometidas por ex-dirigentes da Petrobras e membros da comissão interna de licitação" diz o texto enviado pela assessoria de imprensa.
A Odebrecht diz ainda que o valor do contrato foi reduzido de US$ 825,6 milhões para US$ 481 milhões, em consequência "da diminuição do escopo do contrato,  decorrência do plano de desinvestimentos da Petrobras no exterior, no qual a prestação de serviços, originalmente prevista para nove países, foi reduzida para quatro".
Uma cópia da denúncia MP foi anexada aos autos da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras.
Outra denúncia
Jorge Luiz Zelada ainda responde por outros crimes na investigação da Lava Jato. Em agosto, o juiz federal Sergio Moro aceitou denúncia contra Zelada e mais cinco acusados. O ex-diretor da Petrobras responde por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas.
Zelada e o lobista Eduardo Vaz da Costa Musa, com intermédio do lobista Hamylton Pinheiro Padilha Junior e do operador João Augusto Rezende Henriques, são acusados de receber US$ 31 milhões a título de propina a partir de irregularidades em contrato de afretamento de navio-sonda.
Segundo Moro, descobriu-se ao longo das investigações duas contas secretas de titularidade de Zelada, mantidas no Principado de Mônaco, "uma delas com saldo sequestrado de 10.294.460,10 euros".
Ainda conforme o juiz, há provas de "materialidade e autoria dos crimes", não sendo a denúncia embasada apenas nas delações. Uma delas é a documentação das transações consideradas ilícitas e transferências bancárias do pagamento de propina. O advogado Renato de Moraes, que representa Zelada, disse que seu cliente irá mostrar a “inconsistência das acusações”.

Dilma está falindo Brasil, depois do Walmart, Ponto Frio e Casas Bahia anunciam o fechamento de lojas

A Via Varejo, empresa do Grupo Pão de Açúcar que reúne as redes Casas Bahia e Ponto Frio, iniciará janeiro de 2016 com o fechamento de mais de 30 lojas conforme relatório divulgado.


O relatório não informa a localização das unidades fechadas, mas diz que elas eram “deficitárias”. Do total de 31lojas, 28 eram do Ponto Frio e três eram das Casas Bahia. A assessoria de imprensa da empresa não se pronunciou sobre o relatório.
O fechamento das lojas faz parte de um plano de reestruturação que a Via Varejo colocou em prática no terceiro trimestre. Esse plano inclui, ainda, o corte de despesas com marketing, aluguéis, pessoal e logística.
De acordo com o relatório, o objetivo da empresa, para 2016, é continuar adotando medidas para atingir uma estrutura mais enxuta, recuperar as vendas e aumentar a participação de mercado.

A receita líquida da empresa entre julho e setembro foi de R$ 4,1 bilhões, o que representou uma queda de 22,7% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.
Considerando-se apenas as lojas abertas há mais de um ano, a queda nas vendas foi de 24,6% no mesmo período.