Olhe bem para um gato. A vida dele certamente parece mais tranquila que a sua. A não ser que ele seja vítima de alguma armadilha perigosa, como no exemplo abaixo:
Nos outros casos, os gatos geralmente transmitem uma tranquilidade difícil de encontrar no dia a dia. E, principalmente, no ambiente de trabalho. Pensando nisso, a empresa japonesa Ferray Corporation adotou 9 gatos abandonados, que passaram a viver dentro do escritório.
Os novos colegas de trabalho melhoraram o ambiente de quem realmente coloca a mão na massa, estimulando a interação e deixando o clima mais leve. Mantendo a nova linha de pensamento, a empresa também oferece uma bonificação aos funcionários que adotarem um animal, além de permitir que eles levem seus gatos para o trabalho.
E aí, acha que daria certo trabalhar ao lado de um gatinho desses?
Zezé Motta e Antônio Pompêu trabalharam juntos diversas vezes na TV (Reprodução/ Facebook)
Amiga de Antônio Pompêu, Zezé Motta usou o Facebook para prestar uma homenagem ao ator encontrado morto aos 62 anos em seu apartamento no Rio de Janeiro, na tarde de terça-feira (5). A atriz, que atuou ao lado do amigo em diversos trabalhos na TV, fez um desabafo na rede social.
“Pompêo foi um grande ator mal aproveitado. Não teve o grande reconhecimento que merecia e acho que morreu de tristeza. Tínhamos uma relação que não tinha nome. Eu era namorada, mãe, madrinha, tudo ao mesmo tempo. Pompêo foi um grande amigo, companheiro, irmão… Meu amigo estava recluso, deprimido com a falta de oportunidades de trabalho… Essa é a realidade”, escreveu a atriz
Zezé Motta também lamentou muito a morte de Antônio Pompêu e declarou estar muito abalada. “Em choque, e com muito pesar que comunico a perda do meu amigo e grande ator Antônio Pompêo. Juntos, trabalhos em 'Xica da Silva’, 'Quilombo’, entre tantos outros projetos no cinema, na televisão foram mais de cinco novelas onde tivemos a oportunidade em estarmos juntos… Pompêo também presidiu o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro, fundado por mim em 1984. A dor é grande! Descanse em paz meu amigo”, escreveu ela.
Barricada na área de fronteira entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, perto do complexo industrial norte-coreano de Kaesong
A Coreia do Norte divulgou neste sábado um vídeo, sem data, sobre um suposto teste de um míssil balístico lançado a partir de um submarino (SLBM), três dias depois do anúncio de Pyongyang sobre um teste bem sucedido com uma bomba de hidrogênio.
O vídeo exibido pela televisão estatal norte-coreana mostra o dirigente Kim Jong-Un a bordo de um navio militar enquanto observa um míssil que surge do mar e começa a ganhar altura depois do acionamento do motor propulsor.
A imprensa sul-coreana suspeita que o vídeo é uma montagem de imagens do terceiro teste de SLBM da Coreia do Norte, realizado em dezembro de 2015 no Mar do Japão, e de um teste de míssil Scud realizado em 2014.
Em maio de 2015, a Coreia do Norte anunciou pela primeira vez um teste com sucesso de um míssil a partir de um submarino.
Na ocasião, a imprensa estatal divulgou uma foto de Kim apontando para o míssil no momento em que surgia do fundo do mar.
Um segundo disparo de teste de SLBM aconteceu em novembro do ano passado na área do porto de Wonsan, sudeste do país, mas ao que parece não teve sucesso.
Fontes militares sul-coreanas afirmam que a Coreia do Norte prossegue com o desenvolvimento de um programa de mísseis lançados a partir de submarinos, uma técnica que, caso seja dominada, aumentaria a ameaça nuclear norte-coreana.
Várias resoluções da ONU proíbem a Coreia do Norte de desenvolver mísseis balísticos e atividades nucleares com fins militares.
O governo norte-americano quer contra-atacar na Web EMMANUEL DUNAND/AFP
Representantes de empresas como a Apple, a Google e o Facebook vão ser mais uma vez instados a facilitar o acesso à informação dos seus utilizadores.
Os líderes das maiores empresas de tecnologia do mundo, como o Facebook, a Google e a Apple, foram convocados para uma reunião, esta sexta-feira, com altos representantes da Casa Branca e dos serviços secretos norte-americanos. Oficialmente o objectivo do encontro é pedir a colaboração de Silicon Valley na luta contra a radicalização e recrutamento de potenciais jihadistas através das redes sociais, mas o prato principal está a ser preparado há muito tempo: pressionar as empresas para que facilitem cada vez mais o acesso das autoridades à informação partilhada e guardada pelos seus utilizadores.
Depois das revelações feitas por Edward Snowden a partir de Junho de 2013 sobre os programas de espionagem da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA, na sigla original), as grandes empresas de tecnologia e as operadoras de telecomunicações começaram a ser pressionadas pelos utilizadores e clientes a reforçarem os sistemas de segurança, para protegerem a privacidade – em causa estavam programas de espionagem que permitiam aos serviços secretos dos EUA terem acesso à informação partilhada por qualquer cidadão, norte-americano ou estrangeiro, mesmo sem indícios de envolvimento em planos terroristas ou em outras actividades criminosas.
Se, por um lado, empresas como o Twitter e o Facebook reforçaram a sua política de apagar contas e vídeos que promovem a ideologia extremista de grupos como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, por outro lado, os iPhones e os telemóveis com o sistema operativo Android transformaram-se em aparelhos mais protegidos contra quem tenta aceder ao conteúdo guardado pelos seus proprietários – sejam eles ladrões ou agentes do FBI a investigar um crime.
A colaboração entre os serviços secretos norte-americanos e as grandes operadoras de telecomunicações já é conhecida há décadas, e o aparecimento de redes sociais como o Facebook e o Twitter, em meados da década passada, fez com que as autoridades alargassem os seus poderes de vigilância – sempre, segundo se pensava antes das revelações de Edward Snowden, mediante uma ordem de um tribunal, ainda que secreto, e com fundadas suspeitas de que a pessoa vigiada estava envolvida em alguma actividade criminosa.
As empresas eram obrigadas a entregar as informações pedidas pelos serviços secretos (NSA e CIA) ou pela polícia federal (FBI), mas o que foi revelado em 2013 é que essas agências conseguiam aceder aos servidores directamente, sem nenhum pedido.
Ainda que esses acessos possam ser feitos com o conhecimento de algumas das empresas, a resposta de Silicon Valley foi pôr-se do lado dos seus utilizadores e clientes na exigência de mais privacidade, argumentando que as autoridades já tinham instrumentos suficientes para vigiar e perseguir quem era realmente suspeito de estar envolvido num crime ou numa organização terrorista.
Foi por causa desta resposta das maiores empresas de tecnologia – sincera ou a reboque das sondagens, receando prejuízos para as suas actividades – que a Casa Branca, o Congresso e os serviços secretos abriram uma espécie de guerra surda com Silicon Valley: para as autoridades norte-americanas, chegou a hora de as empresas optarem claramente pela segurança dos cidadãos em detrimento da privacidade, um argumento que figuras como o patrão da Apple, Tim Cook, consideram ser demagógico.
Na reunião desta sexta-feira deveriam estar presentes representantes de empresas como Facebook, Twitter, LinkedIn, Apple, Microsoft e Google, mas também da Dropbox (de armazenamento de ficheiros na chamada "nuvem", e não fisicamente em aparelhos como telemóveis), numa indicação de que os serviços secretos não estão apenas interessados no combate à propaganda através das redes sociais.
Do lado do governo dos EUA vão estar presentes figuras como a procuradora-geral, Loretta Lynch; o director do FBI, James Comey; e o responsável por todas as agências de segurança dos EUA, James Clapper.
"Como podemos dificultar o trabalho dos terroristas para usarem a Internet como meio de recrutamento, radicalização e mobilização de seguidores para a violência?", perguntam os responsáveis do governo norte-americano que convocaram a reunião. Um outro ponto em discussão é a melhor forma de "criar, publicar e amplificar conteúdo alternativo que possa frustrar o ISIL [um dos acrónimos mais usados na língua inglesa para fazer referência ao autoproclamado Estado Islâmico]".
Mauricio Macri começou seu mandato na Argentina com boas notícias, reduções de impostos e certa tranquilidade social, mas os números, com 7% de déficit público, indicam que em algum momento a tempestade chegará. O macrismo começou os cortes pela parte com menor custo político: demissões em massa de funcionários públicos contratados em 2015 pelo kirchnerismo e muito próximos da militância. É um processo que pode acabar com até 60.000 pessoas excluídas da administração e começou com 2.035 demissões no Senado e 600 no emblemático Centro Cultural Kirchner.
Trabalhadores despedidos do Centro Cultural Kirchner protestam na quinta-feira na porta do estabelecimento. Ricardo Ceppi
> Nos acompanhe peloTwittere peloFacebookNa Argentina os funcionários públicos fantasmas são chamados de nhoques; são colocados pelos partidos e só comparecem um dia por mês para receber. São chamados assim porque o nhoque, prato típico italiano, é habitualmente servido no dia 29 de cada mês nos restaurantes portenhos, o dia em que os salários são pagos. O macrismo começou seu ajuste garantindo que todos os demitidos são nhoques, pessoas contratadas por nepotismo. Mas nem todos estão de acordo, principalmente os afetados e alguns sindicatos, que temem que este seja o início de uma onda de cortes muito mais profundos.
“Isto não é um ajuste ideológico neoliberal, não tem nada a ver com o debate estado grande-estado pequeno. Só estamos colocando ordem. Houve abusos em todos os lugares. Eles entraram sem processo de seleção, em muitos casos não fizeram sequer entrevistas, fomos procurá-los e não estavam”, disse ao EL PAÍS Hernán Lombardi, Ministro de Meios Públicos e responsável pela decisão de não renovar o contrato de 85% do pessoal do Centro Cultural Kirchner, que por enquanto está fechado. Lombardi espera poder reabri-lo em fevereiro para visitas e em março com programação e novos funcionários.
A inauguração desse centro, em maio — uma joia que custou 3 bilhões de pesos (cerca de 865 milhões de reais) e que segundo com Lombardi “está chamado a ser o maior centro cultural no hemisfério sul” — foi um marco do kirchnerismo, com uma sala dedicada a Néstor, que morreu em 2010, e outra a Evita Perón. Mas de acordo com Lombardi foi inaugurado com as obras ainda inacabadas e estava cheio de funcionários próximos da militância kirchnerista e da Cámpora, a organização dirigida por Máximo, o primeiro filho do casal Kirchner. Agora estão na rua e protestam, mas têm poucas possibilidades de voltar. Lombardi diz que o centro não morrerá e por enquanto não se cogita uma mudança de nome, mas o governo fará mudanças profundas e terminará as obras.
Outro sinal de que a coisa é séria chegou ao Senado, onde Macri não tem maioria, mas tem a presidência que, pela Constituição, corresponde a Gabriela Michetti, a vice-presidente do país e grande referência do macrismo. Michetti demitiu 2.035 pessoas contratadas pelo kirchnerismo com tanta rapidez que agora terá de readmitir um grupo de 43 pessoas com deficiência dentro de um programa de integração que entraram como penetras entre os supostos nhoques.
A questão preocupa os sindicatos. Pablo Micheli, secretário-geral da Confederação de Trabalhadores da Argentina (CTA), distante do kirchnerismo, adverte: “Estamos de acordo com as demissões dos nhoques, mas cuidado com medidas não acordadas com os sindicatos, estão fazendo tábula rasa e cometendo erros como no Senado com os deficientes. Se por trás de tudo isso há um plano para reduzir tamanho do estado argentino, que já é pequeno em comparação com outros países da região, certamente haverá conflito”.
“O Estado não é uma bolsa de trabalho, não tem que pagar uma quantidade enorme de militantes de algum partido político”, disse Michetti para defender sua decisão. De acordo com seus dados, com seu antecessor, o kirchnerista Amado Boudou, a folha de pagamento do Senado cresceu 80% e o número de funcionários dessa instituição aumentou 146%.
Michetti foi a primeira de uma série. Agora virão os ministérios mais importantes e as empresas públicas. A operação está sendo coordenada pelo ministério da Modernização, dirigido por Andrés Ibarra. Dentro de três meses terão um relatório detalhado, mas os dados de que dispõem já apontam que entre 2012 e 2015 entraram 60.000 pessoas na administração com contratos temporários e 25.000 delas chegaram em 2015, na última etapa. E isso sem mencionar as empresas públicas, apenas na administração. “Nos últimos três anos, as contratações aumentaram entre 40% e 50% em relação aos triênios anteriores. Regularizar os nhoques é uma falta de respeito com os funcionários que trabalham”, afirma Ibarra.
Donos de casas de veraneio de Praia Grande, no litoral de São Paulo, estão encontrando surpresas ao visitar suas residências na praia: algumas delas foram invadidas.
Uma das vítimas desse crime foi a empresária Rosângela Pinheiro da Silva. Ela percebeu que sua casa foi ocupada por conta das altas contas de água e luz. Em novembro, não houve consumo e, no mês seguinte, a conta estava com débito de mais de R$ 250.
"O valor era muito além do que eu costumo pagar. Foi então que decidi ver o que estava acontecendo. Ao chegar na casa, notei que tinha gente morando lá", conta a empresária.
"Quando fui fazer um boletim de ocorrência, haviam outras pessoas na delegacia com o mesmo problema. Um policial militar chegou a constatar qual era meu problema antes mesmo de eu chegar a comentar, mostrando que era algo recorrente. Isso é um absurdo", desabafaApós a constatação, a vítima entrou em contato com a empresa responsável e pediu para que a energia elétrica fosse cortada. Em seguida, houve uma nova surpresa: a residência havia sido alugada por terceiros, que chegaram a firmar um contrato em cartório.
O delegado Flávio Máximo explica que nesse tipo de crime, a ação da polícia não é imediata e alerta os donos de residências de veraneio. "A policia não pode tomar providência de imediato. É necessário que a vítima procure a Justiça e peça a reintegração de posse. Só assim para tirar os invasores do local. Aconselhamos também que as pessoas redobrem a segurança nessas casas para que se evite isso", explica.
Casas estão sendo invadidas e alugadas por terceiros em Praia Grande (Foto: G1)
Proprietária de casa percebeu um aumento muito grande na conta de casa desocupada (Foto: G1)