quarta-feira, 20 de maio de 2015

Produção de petróleo e gás da Petrobras atingiu 2 milhões 785 mil barris

Plataforma Petrobras
A produção de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, atingiu em abril deste ano, 2 milhões 785 mil barris de óleo equivalente por diaAgência Petrobras
A produção de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, atingiu em abril deste ano, 2 milhões 785 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). O resultado, segundo a Petrobrás, representa alta de 0,8% em relação ao mês anterior, quando alcançou 2 milhões 764 mil boed. Na comparação com o mesmo mês de 2014, a elevação é 8,8%, com 2 milhões 560 mil boed.
A maior parte do volume registrado foi produzida no Brasil (2 milhões 596 mil boed) e também representou elevação de 0,8% em relação ao mês de março (2 milhões 574 mil boed). Se a parcela produzida para as empresas parceiras for levada em consideração, a produção total de óleo e gás natural operada pela Petrobras no Brasil chegou a 2 milhões e 886 mil boed, o que significa alta de 1,8% em relação a março (2 milhões 834 mil boed).
Somente em petróleo, a produção da Petrobras no Brasil no mês passado atingiu 2 milhões 134 mil barris por dia (bpd), sendo 1,2% a mais que a produção de março. A companhia explicou que o crescimento ocorreu, principalmente, porque houve alta nas  unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (em inglês Floating Production Storage and Offloading, FPSO) Cidade de Mangaratiba, localizado no campo de Sapinhoá Norte, e Cidade de Ilhabela, em Iracema Sul, na região do pré-sal da Bacia de Santos.  Outro fator que contribuiu foi a menor quantidade de paradas programadas de plataformas para manutenção.
Quanto à produção própria de gás natural no Brasil, em abril, sem contar com o volume liquefeito, ficou em 73 milhões de metros cúbicos por dia. O resultado manteve o patamar do mês anterior.

Irã não permitirá ida de inspetores nucleares a instalações militares Acordo com potências excluirá entrada e entrevistas com cientistas. Decisão é do guia supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, segundo agência.

O guia supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou nesta quarta-feira que um acordo sobre o programa nuclear iraniano com as grandes potências excluirá a inspeção das instalações militares e as entrevistas com cientistas, informou a agência oficial Irna.
"Também dizem que devemos permitir entrevistas com cientistas nucleares. Isto é interrogatório. Não permitirei que estrangeiros venham falar com cientistas que avançaram com a ciência a este nível", declarou Khamenei."Já afirmamos que não permitiremos nenhuma inspeção das instalações militares por parte dos especialistas estrangeiros", disse.
Estados Unidos, Grã-Bretanha, China, França, Rússia e Alemanha negociam com Teerã um acordo que deve ser concluído até 30 de junho para evitar que o Irã possa desenvolver armamento nuclear, em troca de uma suspensão das sanções internacionais.
Caso o acordo seja implementado, o Irã reduziria dramaticamente suas atividades nucleares.
Teerã sempre afirmou que seu programa atômico tem fins pacíficos.

Petrobras cai forte e puxa a baixa da Bovespa nesta terça O principal índice da bolsa, o Ibovespa, recuou 1,26%, a 55.498 pontos. Ações da estatal perderam mais de 6%.

A Bovespa fechou em queda nesta terça-feira (19), ficando abaixo dos 56 mil pontos pela primeira vez no mês. A queda foi puxada principalmente pela pressão negativa daPetrobras, em meio a incertezas sobre a estatal.
O principal índice da bolsa paulista, o Ibovespa, recuou 1,26%, a 55.498 pontos. Veja a cotação. No mês, há queda acumulada de 1,3% e no ano, alta de 10,98%.

A Petrobras caiu mais de 6%, com agentes financeiros ajustando posições após a divulgação do balanço do primeiro trimestre, cautelosos com o horizonte da companhia e a defasagem de preços domésticos de combustíveis com o exterior. Dados de produção da estatal de abril divulgados na véspera pouco animaram, enquanto fatores técnicos corroboraram a queda. No ano, a ação preferencial da Petrobras ainda acumula alta de quase 30% e a ordinária sobe mais de 40%, segundo a Reuters.
Bovespa nos últimos dias
Veja a pontuação de fechamento por data.
58.05157.10356.92157.14957.19756.79256.37256.65657.24856.20455.498pontuação05/0506/0507/0508/0511/0512/0513/0514/0515/0518/0519/0555.00055.50056.00056.50057.00057.50058.00058.500
Gráfico elaborado em 19/05/2015
Itaú Unibanco e Bradesco também pesaram, com quedas respectivas de 1,41% e 1,46%, enquanto o mercado segue na expectativa de elevação da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos dentro do universo de medidas visando esforço fiscal do governo. Banco do Brasil perdeu quase 3%, a despeito do anúncio de nova recompra de ações.
A Vale reduziu perdas em meio a anúncios de acordos com a China, em sessão de nova queda do minério de ferro no mercado chinês. O BTG Pactual disse em nota a clientes ver a correção no minério como justa e esperar queda adicional no preço, pois avalia que os fundamentos não sustentam preços mais altos. "Mercado segue sobreofertado e, apesar da volatilidade recente, seguimos cautelosos com Vale", disse o BTG, segundo a Reuters.

O gerente do renda variável da Fator Corretora, Frederico Ferreira Lukaisus, classificou o movimento na bolsa paulista como uma correção. "O Ibovespa começou o ano fraco, foi se recuperando e agora está corrigindo para baixo de novo", disse à Reuters, avaliando que anúncios de acordos com a China limitaram perdas.
Brasil e China assinaram nesta terça-feira acordos que superam os US$ 53 bilhões para investimentos e contratos de cooperação financeira, assegurando um fluxo de capital importante para a economia brasileira no momento em que busca se recuperar.
Dólar
O dólar fechou em alta pelo terceiro dia nesta terça-feira (19), após operar com instabilidade. Investidores aguardaram a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, e monitoraram o noticiário fiscal brasileiro. A moeda norte-americana subiu 0,75%, a R$ 3,0412 na venda, após ter subido 0,68% na véspera. Este é o valor mais alto das últimas cinco sessões.

Seis meses e uma derrota eleitoral depois, PSDB dá o troco no PT na TV

Frame da propaganda de TV do PSDB. / REPRODUÇÃO (PSDB)
Seis meses e uma derrota eleitoral depois, o PSDB enfim conseguiu dar seu troco à campanha que reelegeu a presidenta Dilma Rousseff em outubro. E ao melhor estilo João Santana, o marqueteiro a quem a permanência do PT no Palácio do Planalto foi atribuída. Enquanto na propaganda de Santana a comida sumia da mesa das famílias brasileiras como consequência direta da autonomia do Banco Central, em crítica ao programa de Marina Silva, o programa tucano mostra um casal com filhos exposto ao temporal depois que o guarda-chuva que os protege é retirado, enquanto o locutor diz que o "Governo corta direitos e benefícios".
"Contra um Governo que é a favor de um partido, uma oposição que é a favor do país", diz o slogan do PSDB, cuja propaganda começa com imagens alusivas ao panelaços de que o Governo Dilma tem sido alvo e mostra a imagem da presidenta para apresentar as contradições entre a campanha petista e as primeiras ações de seu segundo mandato. "É extremamente injusto que as famílias brasileiras hoje tenham de pagar pelos erros gravíssimos que esse Governo cometeu durante os últimos anos", critica o senador Aécio Neves, derrotado nas urnas por Dilma.Após dar um passo em falso na direção dos grupos que defendem oimpeachment e titubear no posicionamento sobre a lei da terceirização, o PSDB mostra que segue em busca de encaixar um discurso para desgastar o Governo. Em meio às históricas divergências internas, o partido aposta mais uma vez na imagem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e aproveita seu programa nacional para expor a presidenta Dilma, que o próprio PT escondeu em sua propaganda, veiculada semanas atrás.
Segundo Aécio, "o Governo preferiu ir pelo caminho errado e escondeu a situação do país apenas para vencer as eleições". "Oajuste da presidente Dilma tira muito dos brasileiros e quase nada do Governo. A presidente chama isso de ajuste, e eu chamo isso de injusto", compara o tucano, que cobra a redução do número de ministérios, o corte de "milhares de cargos apadrinhados" e o fim do "câncer da corrupção". "A palavra empenhada em uma campanha eleitoral é para ser honrada", finaliza. A bancada do PSDB na Câmara tem protestado contra as medidas de ajuste proposta pelo Governo, sob o argumento de que elas apenas prejudicam assalariados "sem cortar na carne". No afã de impor derrotas ao Governo, os tucanos ajudaram até a derrubar fator previdenciário, criado no Governo FHC para tentar contar os gastos com pensões a aposentadorias.   
Na propaganda tucana, que vai ao ar nesta terça-feira, tambémsobra para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A raiz da crise atual foi plantada bem antes da eleição da atual presidente. Os enganos e os desvios começaram já no Governo Lula", diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "O que a realidade está mostrando é que nunca antes neste país se errou tanto, nem se roubou tanto em nome de uma causa", completa FHC, acrescentando que o país foi "iludido com sonhos de grandeza enquanto a robalheira corria solta".
O programa do PSDB expõe imagens da presidenta em inserções de televisão da época em que o Governo anunciou redução na conta de luz e também durante a campanha do ano passado, quando Dilma disse, em referência aos opositores, que não queria ser eleita em 2014 para "arrochar salário, desempregar e tirar direito do trabalhador". Os tucanos ainda contrapõem as declarações da presidenta à projeção de que a inflação deve ultrapassar 8% no ano — longe do teto de 6,5% — e ao aumento de impostos, juros, gasolina e da luz. Também não faltam críticas à situação da Petrobras.

Coreia do Norte diz ter conseguido miniaturizar armas nucleares Avanço técnico permite colocar material dentro de um míssil. Segundo o país, etapa garante precisão em mísseis de longo alcance.

O governo da Coreia do Norte anunciou nesta quarta-feira (20) que conseguiu miniaturizar armas nucleares, um avanço técnico que permitiria ao país colocar o material dentro de um míssil.
"Também chegamos à etapa que garante o índice de precisão mais alto, não apenas para mísseis de curto e médio alcance, mas também para mísseis de longo alcance", completa o comunicado."Há muito tempo começamos a miniaturizar e diversificar nossos meios para um ataque nuclear", afirmou a Comissão Nacional de Defesa (CND), citada pela agência oficial de notícias KCNA.
"Não escondemos este fato", afirma a nota da comissão.
A CND, principal organismo militar do país liderado por Kim Jong-Un, criticou os Estados Unidos e seus aliados por terem condenado o teste de um míssil balístico lançado a partir de um submarino em 8 de maio.
Washington afirmou que o teste do míssil violava pelo menos quatro resoluções da ONU que proíbem Pyongyang de utilizar tecnologia de mísseis balísticos.

Coreia do Norte modificou fotos de lançamento de míssil, diz almirante dos EUA

Por James Pearson
SEUL (Reuters) - Fotografias que mostravam um míssil norte-coreano lançado de um submarino foram manipuladas por propagandistas do governo e o país pode estar a anos de conseguir desenvolver tal tecnologia, disseram analistas e uma autoridade militar dos Estados Unidos na terça-feira.
A Coreia do Norte, sob sanção dos Estados Unidos e da ONU por seus testes nucleares e com mísseis, disse em 9 de maio que conduziu com sucesso um teste de lançamento de um míssil balístico de um submarino que, se for verdade, iria indicar progresso em sua busca por submarinos equipados com armas.
Na quarta-feira, a Coreia do Norte alertou os Estados Unidos para não desafiarem seu direito soberano de impulsionar a dissuasão militar e se vangloriou de sua habilidade de reduzir o tamanho de ogivas nucleares, reivindicação feita anteriormente e amplamente questionada e nunca verificada por especialistas.
Mas a Coreia do Norte ainda está "a muitos anos" de desenvolver um submarino com lançamentos balísticos, disse na terça-feira o almirante dos EUA James Winnefeld em audiência no Centro para Estratégias e Estudos Internacionais, em Washington.
"Eles não chegaram tão longe quanto seus inteligentes editores de imagem e manipuladores queriam que acreditássemos", disse Winnefeld, que é vice-chefe da Maior das Forças Armadas.
Análises vistas pela Reuters dos engenheiros aeroespaciais alemães Markus Schiller e Robert Schmucker, da Schmcker Technologie, parecem apoiar a afirmação de Winnefeld. A dupla com sede em Munique disse que as fotos do lançamento foram "fortemente modificadas", incluindo reflexos da chama do míssil na água que não se alinhava com o projétil em si.
 

Forças iraquianas dizem ter derrotado ataque do Estado Islâmico perto de Ramadi

BAGDÁ (Reuters) - Forças iraquianas disseram ter enfrentado um ataque durante a noite de militantes do Estado Islâmico próximo à cidade de Ramadi, a qual os insurgentes tomaram no fim de semana, na derrota mais significante para o governo do Iraque em um ano.
O Estado Islâmico busca consolidar seus ganhos na vasta província de Anbar, da qual Ramadi é a capital, onde somente pontos isolados de território continuam sob controle do governo. O avanço do Estado Islâmico expôs as falhas do Exército iraquiano e as limitações dos ataques aéreos norte-americanos.
Forças do governo apoiadas por milícias xiitas vêm construindo uma base próxima a Ramadi para a preparação de um contra-ataque para retomar a cidade, onde o Estado Islâmico possui tanques e artilharia abandonados por forças iraquianas que fugiram.Durante a noite, militantes do Estado Islâmico atacaram forças governamentais na cidade de Husaiba al-Sharqiya, cerca de metade do caminho entre Ramadi e a base militar de Habbaniya, onde milicianos estão reunidos, disseram a polícia e forças pró-governo.
"O Daesh (Estado Islâmico) nos atacou por volta de meia-noite após uma onda de disparos de morteiros em nossas posições", disse à Reuters Amir al-Fahdawi, líder de uma força tribal sunita pró-governo na área.
À medida que cresce a pressão por uma ação para a retomada de Ramadi, uma autoridade do governo local pediu aos cidadãos para se juntarem à polícia e ao Exército e participarem do que os milicianos xiitas disseram que será a "Batalha de Anbar".
(Reportagem da Redação de Badgá)