quarta-feira, 11 de março de 2015

Governo edita MP com novo reajuste da tabela do Imposto de Renda Deverão ficar isentos os contribuintes que ganham até R$ 1.903,98. Medida irá afetar o IR declarado pelos contribuintes em 2016.

O governo publicou no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira (11) a Medida Provisória que prevê um reajuste escalonado da tabela do Imposto de Renda.
Com o novo formato da tabela do Imposto de Renda, deverão ficar isentos os contribuintes que ganham até R$ 1.903,98 - o equivalente a 11,49 milhões de pessoas. Se a tabela fosse corrigida em 4,5%, que era a proposta inicial do governo, os contribuintes que ganhassem até R$ 1.868,22 neste ano não teriam de prestar contas.
A medida vale para o ano-calendário de 2015, ou seja, irá afetar o Imposto de Renda declarado pelos contribuintes em 2016.
A Medida Provisória precisa ser aprovada posteriormente pelo Legislativo. A decisão também pode abrir caminho para a votação do orçamento federal deste ano. Isso porque os parlamentares se reunirão nesta quarta-feira (11) para analisar a peça orçamentária.

"E eu considero um avanço na relação institucional o governo editar uma MP produto da negociação com o Congresso, resolvendo definitivamente essa questão do Imposto de Renda. O papel da oposição nós compreendemos. Foi muito importante a presença da oposição na reunião. A oposição pediu para que o ajuste fosse tratado de uma forma geral, e não fatiado, discutindo temas como o Imposto de Renda."
"Amanhã [quarta-feira] vamos apreciar os vetos. O propósito nosso, destrancando a pauta, é votar em seguida o orçamento", disse na terça-feira (10) o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Na véspera, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, informou que o governo havia cedido e concordado com um reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) deste ano para as faixas de renda menores, ou seja, para quem ganha menos.
A decisão foi informada pelo ministro após segunda reunião, encerrada na noite desta terça. Levy já havia ido ao Congresso pela manhã para debater o assunto, e informou que a equipe econômica tentaria promover um reajuste maior, de 6,5%, para quem salários menores. À noite, ele retornou ao Parlamento para retomar as negociações.
O Senado havia aprovado no dia 17 de dezembro de 2014 a Medida Provisória 656, com a inclusão de uma emenda que previa reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda.  A aprovação ocorreu horas após o texto ser chancelado pela Câmara.
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Base de cálculo (em R$)
Alíquota (em %)
Até 1.903,98
-
De 1.903,99 até 2.826,65
7,5
De 2.826,66 até 3.751,05
15
De 3.751,06 até 4.664,68
22,5
Acima de 4.664,68
27,5
Fonte: Diário Oficial da União
A matéria seguiu para sanção da Presidência da República. No dia 20 de janeiro, a presidente Dilma Rousseff vetou o trecho na MP que corrigia a tabela do IR de pessoas físicas. Na justificativa, a presidente escreveu que a medida traria renúncia fiscal, ou seja, menos pessoas pagariam o imposto, sem indicação de meios para compensação.
Depois da reunião desta terça, Levy declarou a jornalistas: "o importante é que houve uma construção com o Congresso, dentro da capacidade fiscal do país. No momento de ajuste fiscal. Mas acho que concluímos com um valor que é suportável. O impacto excede R$ 6 bilhões. A gente está fazendo a última conta. Aproximadamente 16 milhões [de contribuintes] vão ser beneficiados pela correção e 6,5%."
Essa correção de 6,5% valerá para as duas primeiras faixas de renda (limite de isenção e a segunda faixa). Na terceira faixa de renda, o reajuste proposto será de 5,5%. Na quarta e na quinta faixas de renda - para quem recebe salários maiores - a tabela do IR será reajustada, respectivamente, em 5% e 4,5%, pelo novo modelo.
A ideia inicial do governo era de propor um reajuste menor para a tabela do Imposto de Renda em 2015, de 4,5%, a exemplo do que foi feito nos últimos anos, mas isso não foi encampado pelo Legislativo. O Congresso Nacional aprovou, no ano passado, um reajuste de 6,5% para todas as faixas de renda - mas a presidente Dilma Rousseff vetou esse formato no início de 2015. A proposta de uma correção maior da tabela para as pessoas com renda menor foi feita por parlamentares.
"A reunião não contou com o apoio da oposição, que não aceita o aumento de impostos. As pessoas vão pagar mais impostos", declarou o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB). "O compromisso do PSDB é com o reajuste da tabela pela inflação. E a inflação hoje é maior do que os 6,5%. Já está chegando quase a 8%. O que houve foi apenas um arremedo de proposta que na prática representa aumento de carga tributária. O governo não tem a humildade de reconhecer os seus erros e apontar os caminhos que levarão o Brasil ao desenvolvimento", completou.
Considero um avanço na relação institucional o governo editar uma MP produto da negociação com o Congresso, resolvendo definitivamente essa questão do Imposto de Renda."
Renan Calheiros, presidente do Senado
Renúncia fiscal
Um reajuste maior na tabela do IRPF implica em uma renúncia fiscal maior para o governo, ou seja, menos recursos nos cofres públicos. O Executivo busca neste ano atingir uma meta de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública) de 1,2% do PIB, ou R$ 66,3 bilhões, para todo o setor público.
A correção da tabela do IR em 4,5% neste ano, proposta original do governo, resultaria em uma renúncia fiscal de R$ 5 bilhões, segundo informações da Fazenda. O reajuste para toda a tabela de 6,5% implicaria em perdas de R$ 7 bilhões em 2015. Segundo Levy, o novo formato de reajuste da tabela do IR implica em uma renúncia fiscal pouco acima de R$ 6 bilhões.
Nos últimos meses, para reequilibrar as contas públicas, que tiveram o pior resultado da história em 2014, com déficit primário inédito, o governo subiu tributos sobre combustíveis, automóveis, cosméticos, empréstimos e sobre a folha de pagamentos.
Além disso, informou que não fará mais repasses à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) – o que impactará a conta de luz, que, segundo analistas, pode ter aumento acima de 40% neste ano –, limitou benefícios sociais, como seguro-desemprego e abono salarial, e reduziu gastos de custeio e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo o ministro Joaquim Levy, o governo vai "encontrar recursos ao longo do ano, sem deixar de cumprir a meta fiscal". "Certamente vamos encontrar meios na nossa programação financeira. Sem deixar de cumprir nossa meta, vamos fazer o esforço necessário para permitir esse movimento", declarou ele.

Ministro Dias Toffoli poderá presidir julgamento da Lava Jato no Supremo Ele pediu transferência para Segunda Turma, na qual políticos serão julgados. Turma tem um ministro a menos porque Dilma não indicou nome para vaga.

O ministro José Dias Toffoli enviou ofício nesta terça-feira (10) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, pedindo para migrar da Primeira Turma para a Segunda Turma da Corte, que julgará as futuras ações penais decorrentes da Operação Lava Jato contra deputados e senadores.
Lewandowski agora decidirá se autoriza a transferência do magistrado de um colegiado para o outro. Se autorizar – o que deve acontecer porque a transferência é prevista no regimento do Supremo e por isso a autorização é uma formalidade –, Toffoli se tornará, a partir de maio, o presidente da turma e conduzirá o julgamento de políticos na ação penal da Operação Lava Jato.
Isso porque o mandato do atual presidente da Segunda Turma, Teori Zavascki, termina em maio. Pela tradição, ocupa o cargo o ministro com menos tempo de atuação no tribunal que ainda não tenha exercido a função – no caso, Toffoli.
Dias Toffoli é um dos três ministros indicados para o Supremo pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (os outros dois são Carmen Lúcia e Ricardo Lewandowski). Dilma Rousseff indicou Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso. Gilmar Mendes foi indicado por Fernando Henrique Cardoso; Marco Aurélio Mello por Fernando Collor; e Celso de Mello, por José Sarney.
A Segunda Turma do STF tem atualmente quatro ministros, já que a presidente Dilma Rousseff ainda não indicou um nome para a vaga deixada pelo ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, que se aposentou no ano passado.
A ausência de um magistrado pode gerar empates nos julgamentos e, nessa hipótese, a decisão em processos penais deve sempre favorecer os réus.
Em sessão na tarde desta terça, os ministros Gilmar Mendes e Teori Zavascki, relator no Supremo dos inquéritos sobre corrupção na Petrobras, sugeriram que um dos ministros da Primeira Turma migrasse para a Segunda Turma.
Se Lewandowski autorizar a transferência de Toffoli, o ministro que será indicado por Dilma para a vaga de Barbosa não julgará os processos contra políticos relativos à Operação Lava Jato. 
A autorização é somente uma formalidade, já que, pelas regras do Supremo, qualquer ministro tem o direito de pedir a transferência. Se mais de um se interessar, a preferência é do mais antigo.
Na Primeira Turma, o ministro que há mais tempo integra a Corte é Marco Aurélio Mello. Ele afirmou, porém que vai se aposentar em meados do ano que vem e não tem interesse em mudar de turma.
“Eu, Marco Aurélio Mello, terminarei meus dias aqui em 2 de julho de 2016 na Primeira Turma. Eu não saio da Primeira Turma, estou muito satisfeito principalmente pelos colegas da bancada”, afirmou à TV Globo.
Desde o ano passado, o STF decidiu que investigações, denúncias e processos criminais contra parlamentares e ministros passariam a ser julgados numa das duas turmas – compostas, cada uma, por cinco ministros – e não mais no plenário, onde atuam todos os 11 integrantes da Corte.
A Segunda Turma é atualmente composta pelos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Teori Zavascki e Cármen Lúcia. A demora de mais de sete meses de Dilma em indicar um substituto para a vaga de Barbosa deixou a turma incompleta e tem gerado críticas de magistrados do STF.
Ao propor convidar um dos ministros da Primeira Turma para a Segunda, Gilmar Mendes chamou a atenção para as futuras decisões da Lava Jato. De acordo com o ministro, a Segunda Turma não poderia ter uma composição "ad hoc", isto é, com a designação de um novo ministro especialmente para julgar o caso.
"Isso seria um constrangimento para o colega que porventura venha a ser designado para esta colenda Corte. Uma composição 'ad hoc' do colegiado não honra as tradições republicanas desta Casa", afirmou.
O ofício enviado ao presidente do STF pelo ministro Dias Toffoli (Foto: Reprodução)O ofício enviado ao presidente do STF pelo ministro Dias Toffoli (Foto: Reprodução)


Japão faz um minuto de silêncio no 4º aniversário de terremoto e tsunami Desastre natural provocou acidente nuclear em Fukushima. 18 mil morreram ou desapareceram após forte tremor e tsunami.

Uma mulher reza em frente a um altar durante evento, em Tóquio, para lembrar o quarto aniversário do desastre natural de 11 de março de 2011. (Foto: Thomas Peter Reuters)Uma mulher reza em frente a um altar durante evento, em Tóquio, para lembrar o quarto aniversário do desastre natural de 11 de março de 2011. (Foto: Thomas Peter Reuters)
Quatro anos depois da tragédia, o Japão lembrou nesta quarta-feira (11) com um minuto de silêncio o terremoto e o tsunami que em 11 de março de 2011 deixaram mais de 18.000 mortos e desaparecidos e provocaram o acidente nuclear da central atômica de Fukushima.
Nos diversos atos pelo país foi realizado um minuto de silêncio às 14h46 (horário local, 2h46 de Brasília), a hora na qual se registrou há quatro anos o terremoto de magnitude 9 que originou a catástrofe.
O Teatro Nacional de Tóquio recebeu uma cerimônia oficial na qual participam o imperador Akihito, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e familiares das vítimas da tragédia.
Funcionários da Tokyo Electric Power Co. (Tepco), operadora da usina nuclear de Fukushima Daiichi, fazem um minuto de silêncio. (Foto: Yuya Shino / Reuters)Funcionários da Tokyo Electric Power Co. (Tepco), operadora da usina nuclear de Fukushima Daiichi, fazem um minuto de silêncio. (Foto: Yuya Shino / Reuters)
Em algumas das cidades do nordeste do Japão mais duramente golpeadas pelo tsunami, como Miyako e Ishinomaki, o minuto de silêncio foi acompanhado pelo som das sirenes que se ativam em caso de evacuação.
No Teatro Nacional de Tóquio, perante o já tradicional altar decorado com lírios e narcisos brancos, uma grande tabuleta memorial e a bandeira nacional, Abe disse que toda vez que visita as áreas afetadas sente 'que a reconstrução segue em andamento' e que 'está entrando em uma nova fase'.
O primeiro-ministro lembrou, no entanto, 'daqueles que não puderam retornar a suas casas por culpa do acidente na usina nuclear' e reconheceu 'que cerca de 230.000 pessoas ainda vivem em condições difíceis'.
Além disso, mais de 80.000 têm que viver ainda em casas pré-fabricadas temporárias, segundo dados do governo japonês.
Primeiro-ministro Shinzo Abe se curva diante do imperador Akihito e a imperatriz Michiko, durante cerimônia em Tóquio. (Foto: Toru Hanai / Reuters)Primeiro-ministro Shinzo Abe se curva diante do imperador Akihito e a imperatriz Michiko, durante cerimônia em Tóquio. (Foto: Toru Hanai / Reuters)
Por causa do acidente, o Japão mantém paralisados seus 48 reatores nucleares, embora o governo tenha impulsionado a reativação daqueles que cumprem os novos requisitos de segurança da Autoridade de Regulação Nuclear (NRA) e espera-se que duas plantas retomem sua atividade ainda neste ano.
Durante a cerimônia realizada em Tóquio, o imperador do Japão disse estar especialmente preocupado com aqueles evacuados de idade avançada e assegurou que lhe 'dói o coração' quando pensa na quantidade de gente 'que ainda não sabe quando poderá retornar a seu lar'.
Akihito destacou que a reconstrução na zona devastada avançou, mas reconheceu que as condições na região 'ainda são duras', motivo pelo qual que é importante 'que o coração de todos continue estando com os afetados'.
Coincidindo com o aniversário, na capital do país aconteceu nesta manhã uma enorme simulação de atuação perante catástrofes que incluiu oficinas de reanimação cardiovascular, desfibrilação externa automática e primeiros socorros.

terça-feira, 10 de março de 2015

Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo do Campo.


"O ato de bater panelas vazias sempre foi uma expressão daqueles a quem faltava alimento. Os abastados abestados se apropriam desse símbolo sem mesmo saber o que significa. Em torno dos edifícios onde os direitos são medidos pelo valor do metro quadrado, a maioria silenciosa não bate panelas", Luciano Martins Costa / Observatório da Imprensa.
"O Brasil está a vivenciar o coxismo paneleiro ou o panelaço dos sem fome. É inacreditável, pois, com efeito, surreal a manipulação midiática sobre tal 'protesto' quando indivíduos das classes média, média alta e ricas resolveram bater em panelas, como se esse ato de conotação demagógica tivesse a autenticidade daqueles que realmente passam fome ou que foram reprimidos pelas ditaduras militares, que vicejaram durante décadas na América do Sul", Davis Sena Filho / blog Palavra Livre.
"Será que essas panelas batem por que não há carros de luxo para pronta entrega nas concessionárias, já que a oferta está muito menor do que a demanda? Será que batem por que as filas de espera em restaurantes de luxo continuam grandes? Ou será que batem por que as viagens a Miami e os gastos de brasileiros no exterior continuam crescendo? Só tenho certeza que elas não batem pelos milhões de brasileiros que nos últimos anos, durante os governos Lula e Dilma, deixaram a linha da pobreza. Ou pelos outros milhões que chegaram à classe média", Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo do Campo.

TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF Dia 15 está chegando... Só seja consciente!

NOTA DE REPÚDIO À FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELÉM/PA

COMPARTILHEM, POR FAVOR! MINHAS PALAVRAS E MINHA DOR:
MINHA NOTA DE REPÚDIO À FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELÉM/PA!!!!!
POR FAVOR LEIAM!!!
A MÃE (84 anos) DE MINHA FUNCIONÁRIA ESTÁ EVOLUINDO COM CARCINOMA (CÂNCER) NA PELE DE ANTE- BRAÇO, GRAVE, COM AUMENTO DA LESÃO NA PELE. ELES SÃO DESPROVIDOS FINANCEIRAMENTE E ME PEDIRAM AJUDA COMO MÉDICA. SENDO EU ESPECIALISTA EM PSIQUIATRIA, MAS ANTES DE TUDO, MÉDICA, AVALIEI A MÃE DE MINHA FUNCIONÁRIA, ME DEU DÓ NO CORAÇÃO, A LESÃO ESTÁ SE EXPANDINDO NA PELE, E ELA SENTE MUITA DOR. PRESCREVI UMA MEDICAÇÃO PARA ALIVIAR SUA DOR E ENCAMINHEI COM GUIA DE REFERÊNCIA, À DERMATOLOGIA DA SANTA CASA DE BELÉM - PA.
A MINHA FUNCIONÁRIA FOI LÁ, COM TODOS OS ENCAMINHAMENTOS CABÍVEIS E ATÉ FOTOS DA LESÃO, PARA VER SE COMOVIA O CORAÇÃO DE QUEM FOSSE RECEBÊ-LA. EIS AQUI O QUE DUAS ASSISTENTES SOCIAIS DISSERAM À ELA: "ESSA MÉDICA(eu) NÃO PODE FAZER ISSO, ELA NÃO É DERMATOLOGISTA E AINDA É PSIQUIATRA." "NÃO É ASSIM QUE AS COISAS FUNCIONAM AQUI".
BEM, AS DUAS ASSISTENTES SOCIAIS, COM ARROGÂNCIA, SEGUNDO MINHA FUNCIONÁRIA, NEM MESMO LERAM COM CALMA O ENCAMINHAMENTO QUE FIZ PARA O SERVIÇO DE DERMATOLOGIA DA SANTA CASA DE BELÉM/PA E A DESPACHARAM, APONTANDO E VERBALIZANDO PARA O HALL DE ESPERA DO DEVIDO HOSPITAL: " OLHE SÓ, ESSAS PESSOAS SÃO DE VÃRIOS INTERIORES E ESTÃO AGUARDANDO FICHA." NO FINAL, DISSERAM PARA A MINHA FUNCIONÁRIA IR NA QUARTA PARA "TENTAR PEGAR FICHA".
ESTOU A FAZER ESSA NOTA, PORQUE SOU CIDADÃ, ME COMPADEÇO COM A DOR DO OUTRO E NUNCA VOU PERDER MINHA SENSIBILIDADE E SOLIDARIEDADE COMO MÉDICA E COMO SER HUMANO. O câncer, per si, já traz consigo imensurável condição de desespero e sofri psico-emocional, e não é uma doença que se possa dizer "venha tirar uma ficha para atendimento ". QUE HOSPITAL É ESSE? QUE PESSOAS SÃO ESSAS QUE COLOCAM PARA LIDAR COM O PÚBLICO, QUE JÁ ESTÁ TÃO CALEJADO COM SEUS SOFRIMENTOS EXISTENCIAIS E FÍSICOS? ONDE ESTÁ A EMPATIA DE TROCAR DE LUGAR COM O OUTRO? FINALMENTE, QUANDO NOS CALAMOS DIANTE DE UMA SITUAÇÃO DESSAS, BANALIZAMOS UMA DE NOSSAS MAIORES RIQUEZAS, QUE É A SAÚDE. ONDE ESTÁ O RESPEITO COM OS IDOSOS? Mirian Oliveira Lopes Costa, Odicelia Santos Santos, Edimax Gomes, João Pedro Maués, Elenilson Santos, Zhé Roberto,Geruza Correa CorreaSimone FariasIolanda BragaGraça Ribeiro,Jurgen De CleenFelipe FariasAdriana SilvaMarcia ChrystianeRoger PeresGeorgia Santana SangaloCinara MauadJuliana OliveiraCarlos Farias FariasRosy VasconcelosOuvidoria SespaMariah CoutoGoreth CabralJosé BotelhoWanderson CastroIgor Normando IIRosaria Leal,Silvana FariasSuzana RochaLeandro GonçalvesJefferson Kennedy Souza AlbuquerqueLucileide RibeiroLeide DayanePriscilla Rodrigues,Carlos JoséConselho Federal de MedicinaMedicina Ufpa,Conselho Regional De Medicina Do Estado Do ParáAssociação Brasileira de Psiquiatria - ABP Faculdade de Medicina da UFPaMinistério Público do Estado do ParáAndre FariasJoão Fonseca Gouveia,Coordenação Estadual Saúde da Mulher ParáRosana CordovilWaldir Araujo CardosoAguiasemrumo SemrumoConselho Saúde Belém Cms BelPatrulha Do Consumidor - Celso RussomannoCelso RussomannoSociedade Brasileira de DermatologiaLu HairTara Alvarez Pereyra,Dermatologia.net, Dermato Brasil, Declaração Universal dos Direitos Humanos, Direitos Humanos Brasil, TV Liberal TV Record Belém, Rede Record, ‪#‎saude‬‪#‎dermatologia‬‪#‎sus‬‪#‎cancerdepele‬ ‪#‎carcinomadepele‬,‪#‎medicina‬‪#‎humanidade‬‪#‎solidariedade‬ ‪#‎direito‬‪#‎compaixão‬‪#‎doença‬,‪#‎dor‬‪#‎patrulhadoconsumidor‬‪#‎psiquiatria‬‪#‎oms‬‪#‎idosos‬‪#‎inversaodevalores‬ ‪#‎direitodosidosos‬ ‪#‎melanomamaligno‬

Apple Watch chega às lojas no dia 24 de abril. Brasil está fora da listaPreços do relógio inteligente variam de 349 a 10.000 dólares. Com ajuda de apps, gadget poderá realizar tarefas tão distintas como pagar contas e pedir um táxi


Tim Cook, CEO da Apple, apresenta o novo iWatch que permite enviar e receber mensagens, chamadas e e-mails
Tim Cook, CEO da Apple, apresenta o Apple Watch que permite enviar e receber mensagens, chamadas e e-mails(Apple/Divulgação)
Checar e-mails, pagar contas, programar exercícios, analisar batimentos cardíacos, pedir um táxi, fazer check-in, controlar a porta da garagem, descobrir qual canção está tocando, sincronizar música e letra de canções e, por fim, conferir que horas são. Essas foram algumas das funcionalidades do Apple Watch, relógio inteligente da empresa americana, demonstradas nesta segunda-feira pelo CEO da companhia, Tim Cook, em apresentação no Yerba Buena Center for the Arts, em San Francisco.
Em exposição de quase uma hora, Cook focou nas múltiplas tarefas que o novo gadget pode realizar por meio de aplicativos adaptados ao relógio. Pelo app do Twitter, por exemplo, o usuário poderá receber alertas e verificar pelo visor os assuntos mais comentados. O chefe da Apple também demonstrou como pedir um carro pelo Uber, exibiu como controlar o portão da garagem de casa pelo Alarm.com e mostrou como o Shazam, de reconhecimento de música, poderá exibir letras enquanto as canções são executadas no gadget de pulso.
Todos os apps serão gerenciados via iPhone pelo aplicativo Apple Watch, já disponível na loja da Apple. O smartphone da Apple serve como uma espécie de central, com a qual o relógio inteligente deve se comunicar via Wi-Fi ou Bluetooth: o novo gadget, contudo, não consegue conectar-se diretamente àquelas redes. Sozinho, ele realiza apenas as atividades off-line, como controle de caminhadas e consumo de calorias.
Por ora, os recursos mais avançados são aplicativos nativos da própria companhia. O Activity, apresentado como um "personal trainer de pulso", é capaz de captar os movimentos do usuário e informar dados como calorias queimadas e quilômetros rodados. Já o Apple Pay permite que o usuário pague suas contas ao encostar o relógio em um terminal de compras - de acordo com a empresa, 700.000 locais estão adaptados à plataforma, incluindo 40.000 máquinas de comida e bebida.
Outro destaque foi a plataforma de conversação do relógio. Além de efetuar e receber ligações pelo Apple Watch, os usuários poderão responder mensagens por voz: a assistente digital Siri, já presente no iOS, sistema operacional do iPhone e iPad, vai converter os comandos em texto. "Esse é o relógio mais avançado já criado", afirmou o CEO da Apple durante a demonstração, repetindo o discurso de exaltação do antecessor, Steve Jobs.
Segundo Cook, os relógios poderão ser encomendados a partir de 10 de abril. O plano é que cheguem no dia 24 de abril às lojas de nove países: Alemanha, Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, França, Hong Kong, Japão e Reino Unido.
Três versões estarão à venda. A mais simples, chamada Apple Watch Sport, de liga de alumínio, custará 349 dólares (o modelo com quadro de 38mm) e 399 dólares (42mm); a mais cara é uma edição limitada, a Apple Watch Edition, um artigo de luxo, com ouro de 18 quilates, que sairá por 10.000 dólares.
A maior aposta da Apple, porém, é a versão intermediária, de aço, que pode ter suas partes customizadas. Os preços variam de acordo com a coleção: começam em 549 dólares e vão até 1.049 dólares, na versão de 38 mm; na de 42mm, os preços variam de 599 a 1.099 dólares.