terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A dança mais quente de sempre chega da Sibéria

DANÇA
17-02-2015 14:18

A dança mais quente de sempre chega da Sibéria

Muita dança, twerk e sensualidade num só video
As FRAULES estão a agitar a Internet
Foto: Vera Salnitskaya/The Siberian Times
As FRAULES estão a agitar a Internet
Por SAPO Desporto sapodesporto@sapo.pt
Conheça as 'FRAULES', um grupo de raparigas que está a agitar a Internet. Elas são de Novosibirsk, a maior cidade da Sibéria, e a dança sensual está recheada de momentos com Twerk. Um estilo de dança com movimentação dos quadris e em agachamentos.
Veja um dos videoclips deste grupo de dança.

Papa apela aos jovens para que não reduzam o amor ao sexo

 
14:44 17.02.2015

Papa apela aos jovens para que não reduzam o amor ao sexo

© Tony Gentile / Reuters

O papa Francisco lançou hoje um apelo aos jovens para que se manifestem contra a "tendência generalizada para banalizar o amor" e reduzi-lo somente "ao aspeto sexual".

O papa pediu aos jovens para serem "revolucionários" e que se mostrem "contra esta cultura", numa mensagem dedicada a marcar a celebração, a 29 de março, da XXX Jornada Mundial da Juventude.

"Convido-vos a descobrir a beleza da vocação humana de amar, peço-vos que se revelem contra essa tendência generalizada de banalizar o amor", refere a mensagem do Papa, divulgada pela assessoria de imprensa do Vaticano e citada pela agência de notícias espanhola EFE.

Francisco disse que quando se limita o amor somente ao aspeto sexual, este é "privado das suas características essenciais de beleza, companheirismo, fidelidade e responsabilidade".

O papa afirmou que muitos pregam que o importante é desfrutar do momento, que não vale a pena um compromisso para toda a vida e fazer escolhas definitivas para sempre, porque não se sabe o dia de amanhã.

"Eu, ao contrário, peço-vos que sejam revolucionários, que vão contra a corrente; sim, estou a pedir-lhes que se revelem contra esta cultura do provisório, que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades e de amar verdadeiramente", frisou Francisco.

Jorge Mário Bergoglio recomendou também aos jovens que leiam todos os dias "uma passagem" do Evangelho.

O papa exortou ainda a juventude a rejeitar a ideia de que o casamento "é uma instituição ultrapassada", acrescentando que "isso é mentira" e que essa vocação "não passou de moda".

Lusa

Prostitutas em julgamento de caso sexual de Strauss-Khan retiram pedido de reparação

Prostitutas em julgamento de caso sexual de Strauss-Khan retiram pedido de reparação

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015 18:46 BRST
 
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LILLE, França (Reuters) - Os advogados de quatro prostitutas que participaram de festas sexuais organizadas para Dominique Strauss-Khan disseram nesta segunda-feira estarem desistindo de seu pedido de reparação por danos, afirmando que seria muito difícil provar a acusação contra o ex-presidente do FMI.
Strauss-Khan, de 65 anos, é acusado de estimular festas que sabia envolverem prostitutas entre os anos de 2008 e 2011 na cidade francesa de Lille, assim como em Bruxelas, Paris e Washington.
O anúncio foi um passo inesperado no primeiro dia da última semana de julgamento e sugere que o argumento da defesa de Strauss-Khan – de que ele não tinha ideia de que as mulheres nas festas eram prostitutas – pode estar funcionando
O caso contra Strauss-Khan e 13 outros réus continua, no entanto, e as mulheres vão se manter com partes civis no processo criminal, disse o advogado Gerald Laport à Reuters.
Strauss-Khan é acusado de lenocínio, pois magistrados de investigação disseram que ele teve papel central no planejamento de tais festas, e que ele sabia que as mulheres presentes eram prostitutas.

Cantora Lesley Gore morre aos 68 anos de câncer de pulmão nos EUA

Cantora Lesley Gore morre aos 68 anos de câncer de pulmão nos EUA

Ela cantou hit 'It´s my party', de 1963, entre outros sucessos.
'Ela era um ser humano maravilhoso', lamenta companheira.

Da AP
Lesley Gore em 1964 (Foto: AP Photo/Marty Lederhandler, File)Lesley Gore em 1964 (Foto: AP Photo/Marty Lederhandler, File)

A cantora Lesley Gore, conhecida pelo sucesso "It´s my party", de 1963, morreu aos 68 anos nos EUA, devido a um câncer de pulmão. Ela estava internada no Langone Medical Center, em Nova York. Lesley Também teve outros hits nos EUA, como "Judy's turn to cry" e "You don't own me".
"Ela era um ser humano maravilhoso - carinhosa, generosa, uma grande feminista, grande mulher, grande humanista", disse à agência AP sua companheira, Lois Sasson.
Nascida no Brooklyn, em Nova York, e criada em New Jersey, Lesley Gore foi descoberta pelo produtor Quincy Jones, ainda adolescente, e assinou com a Mercury Records.
Além da companheira Sasson, Lesley Gore deixa um irmão e a mãe, Ronny.

Delator diz que Rolls-Royce pagou propina por contrato com Petrobras


Delator diz que Rolls-Royce pagou propina por contrato com Petrobras

Pedro Barusco relatou recebimento de US$ 200 mil da empresa britânica. 
Em nota a jornal, Rolls-Royce diz que ‘não tolera condutas impróprias’. 

Do G1, em Brasília
O ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco afirmou, em acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), que a empresa britânica Rolls-Royce pagou propina para assegurar um contrato de US$ 100 milhões com a estatal. A multinacional forneceu turbinas de geração de energia para plataformas de petróleo.
No depoimento, Barusco afirma não se recordar quem foi beneficiado na divisão das propinas, mas diz que ele próprio recebeu US$ 200 mil da Rolls-Royce.
G1 tentou contato com a representação da empresa no Brasil, mas não conseguiu falar com a assessoria até a última atualização desta reportagem.
“[Barusco diz] Que se recorda que a Rolls-Royce fez alguns pagamentos referentes a contrato firmado para fornecimento de módulos de geração de energia para plataformas da Petrobras, cujo valor do contrato era em torno de US$ 100 milhões; que não se recorda exatamente quem foi beneficiado na divisão das propinas, mas lembra que foi beneficiado com pelo menos US$ 200 mil dólares”, diz trecho do depoimento prestado por Barusco à PF.
Em nota ao jornal “Financial Times”, que publicou reportagem sobre o tema neste domingo (15), a companhia disse que “não tolera condutas impróprias de nenhum tipo e que tomará as medidas necessárias para garantir isso”. À agência de notícias Reuters, um porta-voz da Rolls Royce afirmou que a empresa não teve acesso a detalhes das acusações publicadas na imprensa e que não foi procurada pelas autoridades brasileiras.
As declarações de Barusco foram dadas ao MPF e à Polícia Federal em 21 de novembro de 2014 e divulgadas no andamento processual da Operação Lava Jato em 5 de fevereiro.
Conforme o ex-gerente, o dinheiro era pago pela Rolls-Royce por intermédio de Luiz Eduardo Barbosa, ex-funcionário do grupo de engenharia suíço ABB, em uma conta do Banco Safra, na Suíça. De acordo com Barusco, Luiz Eduardo era operador de Rolls-Royce, SBM e Alusa no esquema de corrupção da Petrobras.
Outras denúncias
O suposto pagamento de propina pela Rolls-Royce repercutiu na imprensa internacional. Jornais britânicos relembraram nesta segunda-feira que a empresa já é investigada por autoridades do Reino Unido por suspeitas de pagamento de suborno na China e na Índia.
As publicações destacaram ainda que o novo escândalo ocorre em um momento delicado para a companhia britânica, que, em novembro, anunciou que demitiria 2,6 mil funcionários em 18 meses.
Diante da repercussão negativa do caso, as ações da Rolls-Royce caíram 0,7% nesta segunda na Bolsa de Valores de Londres.
PT
Na mesma delação ao Ministério Público, Pedro Barusco afirmou que o PT recebeu entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões de propina em contratos da estatal. Segundo o ex-gerente, esses valores se referem a suborno em 90 contratos da estatal com grandes empresas fechados entre 2003 e 2013, durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Barusco também citou que havia a participação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, no recebimento das propinas.
"[Pedro Barusco] estima que foi pago o valor aproximado de US$ 150 a 200 milhões ao Partido dos Trabalhadores, com a participação de João Vaccari Neto", diz o documento da Justiça Federal que registra o depoimento do ex-gerente.
O PT nega as acusações e diz que entrará com ação penal e civil contra Barusco. No depoimento, o ex-gerente explicou como funcionava o pagamento e a divisão da propina nos contratos. Segundo o delator, o percentual de propina cobrado variava entre 1% e 2%, dependendo da diretoria pela qual o contrato era firmado.
Em todas as diretorias, conforme Barusco, o PT ficava com metade da propina. Ele disse ainda que esse dinheiro irregular que ia para o partido era distribuído ora para Vaccari, ora para Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, ora para o próprio Barusco, que faziam o repasse para outros agentes do esquema.
VALE ESTE - Arte Lava Jato 7ª fase (Foto: Infográfico elaborado em 15 de novembro de 2014)


Caixabank oferece 1,082 mil milhões pelo BPI

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Caixabank oferece 1,082 mil milhões pelo BPI

O banco catalão Caixabank anunciou esta terça-feira a intenção de adquirir a maioria do capital do BPI, do qual já detém 44,1 por cento, oferendo 1,329 euros por ação, num total de 1,082 mil milhões de euros

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Caixabank oferece 1,082 mil milhões pelo BPI
Sofia Caetano
A operação foi concertada com o BPI, disse à Lusa fonte do banco espanhol, e está condicionada autorização das entidades reguladoras dos dois países e do levantamento de uma restrição sobre os direitos de voto do Caixabank no banco português.
Atualmente, o Caixabank detém 44,1 por cento do capital do BPI mas tem apenas 20 por cento dos direitos de voto, devido a normas internas do banco português.
De acordo com a mesma fonte do banco catalão, a intenção seria aumentar o capital para pelo menos 50,01 por cento, com o respetivo aumento dos direitos de voto.
O Caixabank já tinha anunciado que está interessado na aquisição do Novo Banco - através do BPI. A fonte oficial ouvida pela Lusa reiterou essa possibilidade, mas afirmou que "mesmo sem Novo Banco esta operação seria iniciada".
"Caso se avance para o Novo Banco, o BPI vai precisar de apoio materializado em capital. é normal que o Caixabank queira o controlo numa operação desta tipo", sublinhou.
O jornal espanhol El País noticiou que o CaixaBank apresentará hoje uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre 100% do capital do banco português BPI, citando fontes do mercado.
Segundo o jornal, o banco espanhol já tinha comprado cinco bancos desde 2010 (Caixa Girona, Bankpyme, Banca Cívica, Banco de Valencia e o negócio do Barclays em Espanha) e prepara-se agora para adquirir o sexto, desta vez fora de Espanha.
"A entidade presidida por Isidro Fainé, que pretende pagar em dinheiro, tornar-se-ia assim no quarto maior banco de Portugal, a controlar uma instituição com 42.600 milhões em ativos", refere o jornal espanhol. 


Ler mais: http://visao.sapo.pt/caixabank-oferece-1082-mil-milhoes-pelo-bpi=f810485#ixzz3S0BUtRiq

De olho na farmácia do mundo

De olho na farmácia do mundo

A retirada de genéricos feitos na Índia veio relançar a questão: serão seguros os medicamentos made in Ásia, onde se produzem já 95% dos fármacos que consumimos? 


 
De olho na farmácia do mundo
Manjunath Kiran/AFP/Getty Images
Sempre que é pedida a aprovação para um novo medicamento, as agências reguladoras recebem um conjunto de documentação composta por mais de 600 dossiês. Aí estão incluídos os resultados dos testes em animais, a resposta em humanos ou a tradução dos folhetos informativos, em cada língua, e validada por um perito. É um processo rigoroso e exigente, em constante escrutínio.
Quando se trata de um medicamento genérico, a eficácia e a segurança não precisam de ser atestadas, uma vez que a molécula é a mesma que está presente no medicamento original, com pelo menos uma década de utilização, mas é obrigatório demonstrar a sua bioequivalência - ou seja, que o medicamento tem a mesma ação no organismo.
Boa parte destes estudos são feitos na Índia. A empresa com sede na mega-cidade de Hyderabad, a GVK Biosciences, tem uma boa fatia deste mercado e, numa inspeção iniciada pela agência francesa do medicamento, foram detetadas irregularidades relacionadas com os ensaios clínicos feitos a 700 medicamentos genéricos. Em Portugal, 64 moléculas desta lista tinham recebido  autorização para serem comercializadas, mas só vinte estavam no mercado - protetores gástricos, antidepressivos, analgésicos, ou anti-histamínicos, correspondentes a uma quota de mercado de 0,3 por cento. Foi decidida a suspensão dos produtos, apesar de as autoridades se terem apressado a explicar que a segurança dos doentes não tinha sido comprometida. Para o comprovar está a ausência de reações adversas, em vários anos de consumo. Aliás, em países onde não há substituto para o medicamento, optou-se por manter o produto no mercado.
Um problema de geografia
As irregularidades detetadas pelos inspetores franceses estão relacionadas com a realização de eletrocardiogramas aos participantes no ensaio clínico. Os peritos perceberam que não tinham sido feitos todos os exames exigidos e por isso foi ordenada a suspensão e retirada dos medicamentos. "É um problema importante, mas que não tem implicações imediatas para o consumidor", relativiza  Joaquim Ferreira, médico e investigador do Instituto de Medicina Molecular, com interesse na área da farmacologia. "Tem acontecido nestes países que entraram no mercado do medicamento e que são muito atrativos para a realização de ensaios clínicos. Um problema que afeta quer os genéricos, quer os medicamentos de marca", continua. Para o médico, as falhas estão associadas à região geográfica.
De facto, nos últimos anos, a Ásia tem surgido como o novo el dorado para a produção de fármacos. "Quando toma um medicamento, o mais certo é a substância ativa ou o excipiente ter sido feito em Hyderabad", nota o médico Mário Miguel Rosa, colaborador, como perito, no Sistema Nacional de Farmacovigilância do Infarmed, o instituto do medicamento português. "Juntos, a Índia, a China e o Paquistão produzem cerca de 95% dos genéricos e não genéricos consumidos no mundo. E a maior parte das empresas cumpre as especificações. Esta falha corresponde a uma ínfima parte da produção", sublinha. E não será um problema exclusivo dos genéricos, até porque um mesmo laboratório fornece princípios ativos para medicamentos de marca e  para genéricos, como é o caso da própria GVK Biosciences. Chega a acontecer estar à venda um genérico exatamente igual ao medicamento de marca, mudando apenas a cartonagem e o folheto informativo.
A guerra da qualidade
À conta do crescimento exponencial deste setor, a Índia tem sido chamada 'a farmácia do mundo'. Cinquenta por cento da produção de genéricos é exportada, num negócio que vale 9 mil milhões de euros. A produção está concentrada em duas cidades, as gigantes Bangalore e Hyderabad. Uma das áreas em maior expansão é precisamente a monitorização da segurança dos medicamentos que em Bangalore dá emprego a 15 mil indianos, que trabalham para as principais farmacêuticas mundiais. Prevê-se inclusivamente que o setor venha a duplicar nos próximos cinco anos, ultrapassando mesmo a área das Tecnologias de Informação.
Esta nova realidade tem levado a que as agências reguladoras, como a americana FDA e a europeia EMA, apertem o cerco às empresas indianas, intensificando as inspeções. O próprio Infarmed também participa em missões de controlo de qualidade na Índia. E foi numa destas operações de rotina que os peritos franceses expuseram a falcatrua da GVK. "Isto levanta desconfiança a tudo o que são estudos farmacológicos feitos nestes países e a retirada de medicamentos foi uma forma de penalizar aquela empresa. Mas também funciona como uma chamada de atenção para as outras", nota Joaquim Ferreira.
Já esta semana, a FDA enviou um aviso à Apotex, um grande fabricante de genéricos com sede em Bangalore, por ter detetado falhas na segurança do sistema informático e na prevenção do desenvolvimento de bactérias. E não é o primeiro aviso.
A par desta guerra da qualidade, está a luta entre as farmacêuticas ocidentais e as indianas, sobretudo pelo facto das empresas asiáticas não respeitarem as regras da propriedade intelectual e quebrarem as patentes, antes dos regulamentares dez anos. Na farmácia do mundo, pratica-se atualmente um braço de ferro, em áreas como o tratamento do HIV ou a hepatite C.
Organizações não governamentais, como os Médicos Sem Fronteiras, recolhem assinaturas a favor da venda de substâncias mais baratas nos países em desenvolvimento, no continente africano e na própria Ásia. Mas o Ocidente lembra que esse caminho terá de ser feito cumprindo as mesmas regras de segurança que na Europa ou Estados Unidos. Num estudo feito pelo instituto American Enterprise foram analisadas mais de seis mil amostras de medicamentos consumidos nestas regiões do planeta e percebeu-se que mais de metade dos produtos estavam degradados ou tinham pouco princípio ativo. O barato às vezes sai caro.


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