Zlatan Ibrahimovic supreendeu tudo e todos ao tirar a camisola depois de um golo, num jogo do Paris Saint Germain, este sábado. Quem estava no estádio, e mundo fora, viu que o sueco tem quase todo o tronco tatuado. São 50 nomes de pessoas anónimas que sofrem de fome. E foi assim que o avançado sueco quis dar um passo em frente na luta contra este problema.
Nova versão do Firefox dá mais uma razão para o Flash não existir
A Apple foi a primeira grande empresa a abandonar o suporte para os conteúdos criados em Flash através do iOS. A Google seguiu o mesmo caminho passados uns anos e agora é a vez da Mozilla através de um dos browsers mais usados no mundo.
Os conteúdos Flash na Internet podem muito em breve ser uma coisa do passado. A mais recente "machadada" vem da Mozilla que incluiu uma nova tecnologia no Firefox que dispensa o plug-in da Adobe para conseguir reproduzir conteúdos criados através desta tecnologia.
O sistema que tem o nome de Shumway está para já disponível apenas na versão de testes do navegador de Internet, mas como tem acontecido relativamente a outras funcionalidades, é muito provável que venha a chegar até à versão final.
Na prática a tecnologia permite executar elementos Flash sem ser necessário o plug-in da Adobe - que além de ser vítima de várias explorações por parte dos piratas informáticos, causa vários erros de compatibilidade.
Cada vez menos popular, o Flash ainda é usado como o leitor de excelência para vários conteúdos como montagens multimédia, vídeos, videojogos e anúncios em milhares de sites, como escreve a CNet.
É por isso que a decisão da Mozilla está a ser vista como mais um "prego no caixão" do Flash, após muitos outros que já foram dados. A última grande iniciativa anti-Flash foi dada pela Google que moveu todo o YouTube para o protocolo HTML5 - uma linguagem que dispensa plug-ins externos para reproduzir conteúdos.
Mas antes a gigante dos motores de busca já tinha descontinuado o Flash nas versões mais recentes do Android. Um anúncio que foi bastante importante justamente por nos primeiros tempos, o suporte para o Flash ter sido um dos argumentos usados pela Google para fazer frente ao iOS.
O sistema operativo da Apple foi o primeiro a abalar de forma significativa o mercado do Flash ao nunca ter suportado este formato. Na altura alguns viram isto como um problema no iOS, mas a "teimosia" de Steve Jobs está a mostrar ser a visão mais correta num plano a médio-longo prazo.
Aumentos nos preços dos transportes agravam inflação em Angola em janeiro
LUSA
A inflação em Angola aumentou entre dezembro e janeiro mais de meio ponto percentual, influenciada sobretudo pelo setor dos transportes, com a província de Luanda a liderar as subidas em todo o país.
Os dados constam do mais recente relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola, a que a Lusa teve hoje acesso, e já refletem o efeito da subida dos combustíveis no país, em dezembro, naquele que foi o segundo aumento em quatro meses. De acordo com o documento, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) nacional registou assim um aumento de 0,53 por cento em janeiro.
As províncias de Luanda (0,72%) e do Zaire (0,71%) lideraram, neste período, os aumentos dos preços, segundo o INE angolano.
A nível nacional, a classe "transportes" foi a que registou o "maior aumento de preços", quantificado no relatório em 1,78%. Seguiram-se os aumentos dos preços nas classes "bens e serviços diversos", com 1,04%, "saúde", com 0,78%, e "mobiliário, equipamento doméstico e manutenção", com 0,74%.
Em Luanda, o relatório do INE identifica alguns produtos selecionados para calcular a evolução do IPC, como o pão cacete, que em janeiro estava a ser vendido a 65 kwanzas (54 cêntimos de euro) por unidade, ou o quilo de arroz, a 295 kwanzas (2,45 euros).
O vinho tinto de 75 centilitros foi vendido, em média, a 1.774 kwanzas (14,7 euros) e a garrafa de 310 mililitros de cerveja a 107,7 kwanzas (90 cêntimos).
De acordo com dados do INE e do Banco Nacional de Angola, a inflação no país terá ficado ligeiramente abaixo dos 7,5% em 2014.
Na revisão do Orçamento Geral do Estado para 2015, devido à forte quebra da cotação internacional do barril de petróleo, o Executivo angolano definiu uma previsão de 7 a 9% para a variação da inflação este ano.
Comunidade internacional condena morte de 21 cristãos egípcios
A comunidade internacional condenou a morte dos 21 cristãos egípcios, decapitados pelo Estado Islâmico. Em resposta, o governo do Cairo lançou de imediato um ataque a posições estratégica dos jihadistas. O presidente egípcio apresentou entretanto condolências ao líder religioso dos coptas. Também o Papa Francisco já veio dizer que ficou profundamente triste com a notícia das decapitações.
Estado angolano vendeu mais de 41 ME de dívida ao público na última semana
LUSA
Angola colocou no mercado na última semana, no segmento de venda direta de títulos ao público, mais de 4,9 mil milhões de kwanzas (41 milhões de euros) segundo dados do Banco Nacional de Angola (BNA).
De acordo com o mais recente relatório semanal sobre a evolução dos mercados monetário e cambial, a que a Lusa teve hoje acesso, no período entre 09 e 13 de fevereiro, o banco central colocou dívida no valor de 276,7 milhões de kwanzas (2,3 milhões de euros), em Bilhetes do Tesouro, neste segmento.
Esta dívida envolveu maturidades de 91 dias (taxa média de juro de 6,55 por cento), de 182 dias (7,57%) de 364 dias (8,02%).
Acresce a colocação, também ao público, de Obrigações do Tesouro em Moeda Nacional nas maturidades de dois e quatro anos, com taxas de 7% e 7,5% ao ano, no montante global de 4,7 mil milhões de kwanzas (39 milhões de euros).
A venda de dívida diretamente ao público, pelo banco central, foi introduzida este ano pelo Governo angolano.
O BNA acrescenta que para a gestão corrente do Tesouro Nacional, e enquanto operador do Estado, colocou no mercado primário, também na última semana, Títulos do Tesouro no montante de 36,6 mil milhões de kwanzas (305 milhões de euros), entre Bilhetes do Tesouro e Obrigações do Tesouro, com taxas de juro acima de 7% e maturidades entre os dois e os cinco anos.
Entre vendas ao público e operações regulares, o BNA colocou quase 350 milhões de euros em dívida pública entre 09 e 13 de fevereiro.
A Lusa noticiou a 10 de fevereiro que o Governo angolano prevê um endividamento público para 2015 a rondar os 20 mil milhões de dólares (17,6 mil milhões de euros), a captar também junto de investidores privados pagando juros que chegam aos sete por cento.
A informação foi transmitida em Luanda pela diretora de gestão da Dívida Pública angolana, Angélica Paquete, durante a sessão pública de apresentação do plano anual de endividamento púbico para 2015.
Este endividamento é necessário para garantir o financiamento do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2015, compensando as quebras nas receitas petrolíferas, e distribui-se em partes iguais pelo mercado externo e interno.
"Introduzimos no exercício fiscal de 2015 a possibilidade de os investidores privados ou coletivos poderem aceder ao mercado primário [interno], poderem participar com as suas poupanças", apontou Angélica Paquete, questionada pela Lusa.
O acesso dos investidores privados pode ser feito através de Bilhetes de Tesouro, de prazos mais curtos e com taxas de juro que variam entre os 4,5% (a 91 dias) e os 6% (364 dias), num montante total a colocar pelo Estado equivalente a 402 mil milhões de kwanzas (3,3 mil milhões de euros).
Igualmente acessível a investidores privados através do BNA estão as Obrigações de Tesouro, com maturidades de 2 a 5 anos, e taxas de juro de 7%, descrita pelo Governo angolano como um dos mais altos retornos do mundo neste tipo de produto financeiro.
O Estado angolano espera arrecadar, nesta componente, mais de 480 mil milhões de kwanzas (3,9 mil milhões de euros) este ano, apesar da situação económica e financeira desfavorável no país, face à quebra nas receitas do petróleo.
"A dívida atual é sustentável, não há perigo nenhum. E vamo-nos manter dentro dos limites", disse, na mesma ocasião, o secretário de Estado do Tesouro, Leonel Silva.
Indianos da Tata Steel procuram comprador para mina de carvão em Moçambique
LUSA
O grupo indiano Tata Steel vai parar os seus investimentos na exploração de carvão em Moçambique e procura comprador para a sua participação na mina de Benga, no centro do país, disse hoje um gestor da empresa.
"Não queremos gastar mais dinheiro neste projeto", afirmou T.V. Narendran, diretor do grupo para a Índia e Sudeste Asiático, citado hoje na edição eletrónica do jornal económico indiano Live Mint.
A decisão de vender a participação de 35% na mina de Benga, província de Tete, segundo T.V. Narendran, já foi comunicada ao consórcio estatal indiano ICVL, que em meados de 2014 adquiriu o controlo da operação, anteriormente detido pelo grupo anglo-australiano Rio Tinto.
Em 2014, a Tata Steel foi obrigada a incluir nas suas contas imparidades de mais de 250 milhões de dólares, em resultado do negócio entre a ICVL e a Rio Tinto, que vendeu a sua participação na mina de Tete por cerca de 50 milhões de dólares depois de, em 2011, ter adquirido o capital da Riversdale por mais de três mil milhões.
O setor do carvão tem conhecido dificuldades relacionadas com a falta de infraestruturas para escoar o produto de Moçambique, o que, associado à queda da cotação internacional da matéria-prima, levou vários operadores a reequacionar os seus investimentos no país.
Na semana passada, um quadro da estatal Coal India (CIL) admitiu ao jornal indiano Economic Times que a sua empresa também se preparava para abandonar os seus dois projetos carboníferos em Moçambique.
A instabilidade no setor atingiu ainda a multinacional brasileira Vale, que iniciou, no final de 2014, negociações com a japonesa Mitsui para a cedência de 15% da sua posição nas minas de Moatize, em Tete.
A Vale lidera um consórcio para a construção de uma linha férrea entre Moatize e o porto de Nacala, província de Nampula, para escoar o carvão a preços mais competitivos, mas a obra ainda não se encontra concluída.
O novo ministro dos Transportes e Comunicações moçambicano, Carlos Mesquita, assegurou na semana passada que o Governo está a criar todas as condições para exportar a matéria-prima do interior do país, sustentando que o país "não pode ser culpado por o preço mundial do carvão estar em queda".
HB // VM
Lusa/Fim
LUSA
O grupo indiano Tata Steel vai parar os seus investimentos na exploração de carvão em Moçambique e procura comprador para a sua participação na mina de Benga, no centro do país, disse hoje um gestor da empresa.
"Não queremos gastar mais dinheiro neste projeto", afirmou T.V. Narendran, diretor do grupo para a Índia e Sudeste Asiático, citado hoje na edição eletrónica do jornal económico indiano Live Mint.
A decisão de vender a participação de 35% na mina de Benga, província de Tete, segundo T.V. Narendran, já foi comunicada ao consórcio estatal indiano ICVL, que em meados de 2014 adquiriu o controlo da operação, anteriormente detido pelo grupo anglo-australiano Rio Tinto.
Em 2014, a Tata Steel foi obrigada a incluir nas suas contas imparidades de mais de 250 milhões de dólares, em resultado do negócio entre a ICVL e a Rio Tinto, que vendeu a sua participação na mina de Tete por cerca de 50 milhões de dólares depois de, em 2011, ter adquirido o capital da Riversdale por mais de três mil milhões.
O setor do carvão tem conhecido dificuldades relacionadas com a falta de infraestruturas para escoar o produto de Moçambique, o que, associado à queda da cotação internacional da matéria-prima, levou vários operadores a reequacionar os seus investimentos no país.
Na semana passada, um quadro da estatal Coal India (CIL) admitiu ao jornal indiano Economic Times que a sua empresa também se preparava para abandonar os seus dois projetos carboníferos em Moçambique.
A instabilidade no setor atingiu ainda a multinacional brasileira Vale, que iniciou, no final de 2014, negociações com a japonesa Mitsui para a cedência de 15% da sua posição nas minas de Moatize, em Tete.
A Vale lidera um consórcio para a construção de uma linha férrea entre Moatize e o porto de Nacala, província de Nampula, para escoar o carvão a preços mais competitivos, mas a obra ainda não se encontra concluída.
O novo ministro dos Transportes e Comunicações moçambicano, Carlos Mesquita, assegurou na semana passada que o Governo está a criar todas as condições para exportar a matéria-prima do interior do país, sustentando que o país "não pode ser culpado por o preço mundial do carvão estar em queda".
No próximo dia 20 de Fevereiro a Microsoft vai realizar um evento inteiramente dedicado ao tópico que está na “berra” das tecnologias: a Internet-of-things (IoT).
É o primeiro evento sobre o tópico realizado pela Microsoft em Portugal (com uma importância especial até pelo recente anúncio do suporte do Windows 10 para Raspberry Pi) e, entre outros oradores, vai contar com a presença de Josh Holmes (Architect Evangelist, Microsoft Corp) e ainda de alguns dos melhores exemplos sobre esta área já a ser desenvolvidos em Portugal.
O evento será dividido em 2 partes: da parte da manhã, o IoT Camp que vai decorrer no Auditório e é de registo livre, onde vai existir uma Keynote dada pelo Josh Holmes seguida por várias sessões sobre as plataformas Microsoft que já estão (e estarão) ao dispor dos interessados na área, bem como os exemplos nacionais já referidos; da parte da tarde vai acontecer um IoT Hackfest onde os participantes (limitado a 60 lugares), irão acompanhar alguns laboratórios utilizando os seus portáteis e kits de Arduíno que serão disponibilizados pela organização, sempre com o acompanhamento de experts na área.
O evento é de registo gratuito e todas as informações, bem como o processo de registo, estão disponíveis através do seguinte link