terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sonda da Nasa que hibernava acorda para começar missão rumo a Plutão

09/12/2014 05h00 - Atualizado em 09/12/2014 05h00

Sonda da Nasa que hibernava acorda para começar missão rumo a Plutão

Sonda robótica New Horizons vai estudar Plutão e o Cinturão de Kuiper.
Observação científica do planeta anão começam em 15 de janeiro.

Do G1, em São Paulo
Concepção artísitca da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)Concepção artísitca da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)
Depois de nove anos e uma jornada de 4,8 bilhões de km, a sonda robótica New Horizons, da Nasa, foi acordada da hibernação para dar início à sua missão sem precedentes: o estudo do planeta anão Plutão e seu lar, o Cinturão de Kuiper.
O "despertador" estava preparado para tocar neste sábado (6) e, 90 minutos depois, o veículo já começou a transmitir informações para a Terra sobre suas condições, incluindo o dado de que estava de volta ao modo "ativo".
A observação científica de Plutão, suas muitas luas e outros corpos no quintal congelado do Sistema Solar começam em 15 de janeiro, segundo o gerente do programa.
Plutão fica no Cinturão de Kuiper, uma região de miniplanetas congelados orbitando o Sol além de Netuno. É a última região inexplorada do Sistema Solar.
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Concepção artística da espaçonave New Horizons (Foto: Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute)Concepção artística da espaçonave New Horizons
(Foto:Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied
Physics Laboratory/Southwest Research Institute)
"É difícil subestimar a evolução que está acontecendo em nossa visão da arquitetura e do conteúdo de nosso Sistema Solar como resultado da descoberta do Cinturão de Kuiper", disse o cientista Alan Stern, líder da pesquisa. A sonda deve fazer sua maior aproximação de Plutão em 14 de julho.
Desde sua descoberta, em 1930, Pluão em sido um mistério, parcialmente por causa de seu tamanho relativamente pequeno. Cientistas lutaram para explicar por que um planeta com um raio de 1.190 km poderia existir além dos planetas gigantes de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Em 1992, astrônomos descobriram que Plutão, que fica 40 vezes mais longe do Sol do que a Terra, não estava sozinho em seu tamanho diminuto, o que levou a União Astronômica Internacional a reconsiderar sua definição de "planeta".
Em 2006, com a sonda New Horizons já a caminho, o título de "nono planeta do Sistema Solar" foi tirado de Plutão, que se tornou um planeta anão, categoria que tem mais de mil exemplares no Cinturão de Kuiper.
Com a aproximação do New Horizons, cientistas estão ansiosos pela primeira espiada no domínio inexplorado.

Mudança dará fim à placa preta de carros antigos no Brasil

09/12/2014 06h00 - Atualizado em 09/12/2014 06h00

Mudança dará fim à placa preta de carros antigos no Brasil

A partir de 2016 haverá novo modelo, com fundo branco e letra cinza.
Federação pretende criar placa preta secundária só para carros históricos.

Luciana de OliveiraDo G1, em São Paulo
Futura placa de carro de colecionador tem fundo branco, como todas, e se diferencia pela cor das letras e números, em cinza (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)Futura placa de carro de colecionador tem fundo branco, como todas, e se diferencia pela cor das
letras e números, em cinza (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)
A padronização de placas para veículos dos países do Mercosul deverá dar fim a uma tradição dos carros clássicos no Brasil: a placa preta. A partir de 2016, todas as placas de circulação terão fundo branco. O que vai diferenciá-las, entre outros itens, será a cor das letras e números. No caso dos carros de coleção, eles serão prateados.
Atualmente, veículos que têm mais de 30 anos e atingem, no mínimo, 80 pontos (de um total de 100) em critérios de originalidade e conservação podem obter uma certificação e utilizar placa preta.
É preciso também ser filiado a um dos 120 clubes de carros antigos associados à Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), que, por sua vez, é credenciada pela Fédération Internationale des Véhicules Anciens, a entidade máxima do antigomobilismo mundial.
Segundo o presidente da FBVA, Roberto Suga, atualmente há cerca de 17 mil veículos no Brasil com placa preta. Ela foi criada em 1998 e, até 2001, valia para carros com mais de 20 anos de fabricação; depois o limite de "idade" foi aumentado para 30 anos ou mais.
Na placa preta, muitos carros exibem o ano de fabricação (Foto: G1)Na placa preta, muitos carros exibem
o ano de fabricação (Foto: G1)
Placa preta secundária
A federação, porém, pretende criar uma tradição com uma "nova" placa preta, que não será oficial: a de veículo histórico.
Ela será dada a "veículos de mais alto grau de originalidade e de valor histórico significativo", adianta Suga. Será como um certificado, e não poderá substituir a placa oficial no carro, mas poderá ser colocada próxima da mesma.
Essa placa "premium" também terá números e letras, mas será menor do que a placa oficial dos carros, "provavelmente em formato quadrado", segundo Suga. A implementação deve começar no ano que vem, antes mesmo da mudança de padrão no Mercosul.
A própria FBVA vai expedir a placa. Para recebê-la o carro antigo terá de atender a critérios ainda mais rigorosos do que para a obtenção da placa de colecionador. Eles deverão ser similares aos dos concursos de elegância que existem no exterior.
"Todos os itens do carro devem funcionar. Se o carro tiver um relógio de hora, por exemplo, se estiver funcionando, ele pode receber a placa de veículo histórico; se não, não recebe", explica o presidente da FBVA.
Substituição
O Denatran informa que apenas veículos que serão emplacados a partir de 2016 seguirão o novo modelo com fundo branco, mas a federação acredita que a substituição atingirá, paulatinamente, todos os veículos. "Será como quando a placa cinza substituiu a amarela. Primeiro, foram os carros novos, depois foram trocando todos", diz Suga.
Além de registrar que se trata de um carro antigo, um clássico, a placa de colecionador também permite algumas vantagens. O presidente da FBVA lembra que, em São Paulo, veículos que tinham essa diferenciação não precisaram passar pela inspeção veicular, que visava o controle de emissão de poluentes.
Ferrari Mondial 1982 com placa preta exibida no AutoEsporte ExpoShow (Foto: Luciana de Oliveira/G1)Ferrari Mondial 1982 com placa preta exibida no AutoEsporte ExpoShow (Foto: Luciana de Oliveira/G1)
Tipos de placas se diferenciarão pela cor das letras (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)Tipos de placas se diferenciarão pela cor das letras (Foto: Divulgação/Ministério das Cidades)

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Especialistas divergem de nova investigação sobre avô de Isabella

09/12/2014 07h07 - Atualizado em 09/12/2014 07h40

Especialistas divergem de nova investigação sobre avô de Isabella

Advogados, no entanto, consideram 'frágil' denúncia feita por funcionária.
MP vai ouvir Antônio Nardoni e Anna Jatobá antes de decidir por inquérito.

Do G1 São Paulo
Advogados criminalistados consultados pelo G1 divergiram em relação à abertura de um inquérito criminal para investigar uma eventual participação do advogado Antônio Nardoni, pai de Alexandre Nardoni e sogro de Anna Carolina Jatobá, na morte da neta Isabella, em 29 de março de 2008.
Antônio Nardoni foi citado em novo depoimento sobre o caso da morte da criança. Uma funcionária do presídio onde Anna Carolina Jatobá está presa pelo homicídio afirma que o avô de Isabella teria aconselhado seu filho, Alexandre Nardoni, e a nora a forjarem um acidente no dia da morte da neta. A nova versão, que teria sido contada à funcionária pela própria Jatobá, foi apresentada com exclusividade pelo Fantástico de domingo (7).
Advogado da família Nardoni, Roberto Podval (Foto: Reprodução/TV Globo)Advogado da família Nardoni, Roberto Podval
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Segundo os promotores do caso, a menina foi asfixiada em 29 de março de 2008 pela madrasta e depois jogada pela janela do 6º andar pelo pai, Alexandre Nardoni. O casal vivia em um prédio na Zona Norte de São Paulo. Dois anos depois, Anna Jatobá foi condenada a 26 anos de cadeia e Alexandre, a 31 anos de prisão. Os dois continuam em presídios de Tremembé, no interior de São Paulo.
O advogado de Antônio Nardoni, Roberto Podvall, afirmou que a acusação contra seu cliente é "totalmente sem nexo" e que  “não tem lógica nenhuma”.
Arte caso Isabella Nardoni (Foto: Arte/G1)
“Nós precisamos entender o que que é isso, o que ela falou no depoimento. Vou ter acesso às informações primeiro e só depois vou ver o que fazer em relação a essa pessoa que o acusou”, disse.
Para o criminalista Alberto Zacharias Toron, o depoimento da funcionária do presídio é insuficiente para que tenha início uma investigação contra Antônio Nardoni. No entender do especialista, o fato de Alexandre Nardoni ter ligado para o pai para consultá-lo sobre o ocorrido com Isabella trataria-se apenas de "uma consulta inócua". "Quando muito teríamos a instigação (por parte do avô de Isabella) para a prática de fraude processual (tentar encobrir a realidade do crime). Mas, se este crime (o de fraude processual) existe, já prescreveu", justificou.
Na visão de outro criminalista, o advogado Leonardo Pantaleão, no entanto, a informação nova fornecida pela funcionária, cuja identidade está sendo mantida em sigilo, é motivo, sim, para que um inquérito seja aberto. "Não se trata de reabrir o inquérito anterior, cuja materialidade do crime já foi consolidada. Acredito que vai ser aberto um novo inquérito porque surgiu uma nova informação. O objetivo é o de apurar a participação do avô na prática delitiva, não como coautor, mas como partícipe. Nesta suposição, ele teria colaborado para que o crime ocorresse", explicou.
Apesar disso, Pantaleão considera difícil que de uma eventual investigação decorra uma denúncia formal por parte do Ministério Público contra Antônio Nardoni. "É um depoimento muito tênue, muito frágil. Só palavras acabam sendo indícios muitos fracos. Ganharia robustez com algum tipo de prova. Não mudou absolutamente nada em relação àquela ocasião (da primeira investigação)”, justificou.
A funcionária que trouxe à tona esta nova informação, por outro lado, pode ser alvo de ações criminal, por calúnia, e civil, por danos moral e material, no entender dos especialistas. "Se não comprovar (a denúncia), ela terá praticado um crime de calúnia e pode ter de pagar indenização por dano moral. Pode responder até por dano material, caso o avô da Isabella que tenha perdido clientes por conta desta denúncia. As consequências podem ser desastrosas para a funcionária”, disse Pantaleão.
Toron, por sua vez, concorda com a possibilidade de a funcionária ser processada, mas considera difícil que venha a ser condenada em qualquer ação criminal ou civil. "Quando muito ela pode vir a ser acusada por calúnia, mas daí é palavra (dela) contra palavra (da Anna Carolina Jatobá. Mesmo que ela tivesse gravado a conversa, a Jatobá poderia alegar que conta difrentes versões do fato para se manter na defensiva", afirmou.
Novo depoimento
Uma mulher que trabalha no sistema penitenciário de São Paulo declarou ao Ministério Público que Antônio Nardoni pode ter participação na morte da menina de 5 anos, informou o Fantástico neste domingo. Ela diz ter ouvido a revelação dentro da prisão onde Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella, cumpre pena pelo assassinato. O avô nega qualquer envolvimento no crime: "Nunca faria isso".
A funcionária revelou que Anna Jatobá assumiu, em conversa dentro do presídio em 2008, ter batido na menina e contou que o marido, Alexandre, jogou a própria filha pela janela. “Foram os primeiros dias dela naquela unidade. Ela tinha muito medo do convívio com as outras presas”, contou.
Do lado de fora da cadeia, a madrasta sempre negou participação no assassinato. Em entrevista ao Fantástico no ano do crime, ela jurou inocência. “Somos totalmente inocentes. Eu nunca levantei um dedo. Nunca falei um nada. Nunca nem gritei com ela”, disse na época.
A funcionária contou que Anna Carolina também citou, dentro do presídio, o envolvimento do pai de Alexandre no caso. “Ela falou que o sogro mandou, orientou os dois a simular um acidente. Eu ouvi da boca dela, olho no olho”, disse a mulher, que prefere não se identificar.
E deu outros detalhes do dia do crime, segundo versão da testemunha. “Eles foram no supermercado, fizeram uma compra com as crianças. Não levaram a compra para casa. O cartão não passou, deu algum problema. Aí, estavam nervosos”, disse.
De acordo com a funcionária do sistema carcerário, Anna Jatobá contou que bateu com violência na enteada dentro do carro da família. “Falou que ela bateu na menina porque a menina não parava de encher o saco. Que a menina estava enchendo muito o saco. Que não era para ser tão grave. Pensou que matou, pensou que a menina estivesse morta.” “Ela fala que não estrangulou a menina. Que ele colocou a menina no chão, acreditando que a menina estivesse morta, enquanto ela ligava para o sogro.”
Ainda segundo a funcionária, na conversa com o sogro Antônio Nardoni, a madrasta da menina teria ido direto ao ponto. “Falou para o sogro que matou a menina e ele falou: ‘simula um acidente. Senão, vocês vão ser presos’. Aí, tiveram a ideia de jogar a menina pela janela. Que o Alexandre só jogou a filha porque acreditava que ela estivesse morta e que ele entrou em choque depois que jogou. Desceu, e a menina estava viva.”
Na época do crime, com a quebra do sigilo telefônico do casal, ficou comprovado que, a partir das 23h51 da noite da morte de Isabella, Antônio Nardoni e Anna Jatobá conversaram durante 32 segundos. “A ligação teria sido feita logo depois do corpo ter sido jogado. É isso que a investigação indicou. Mas nós temos que apurar se havia outro telefone, usaram outro celular? Não sei, nós temos que ver agora”, disse Francisco Cembranelli, promotor do caso.
Denúncia
A funcionária disse que Anna Jatobá nunca denunciou o sogro porque é ele que sustenta toda a família. “Com certeza, é pelo silêncio dela. Ela recebe muita coisa de fora. Coisas que outras presas não recebem. Vários tipos de queijos, brincos. O colchão que ela dorme é especial. Foi presente do seu Nardoni para ela. Porque estava dando problema na coluna dela o colchão da penitenciária”, contou.
Na terça-feira passada, a mulher procurou o Ministério Público e prestou um depoimento oficial. “Na verdade, eu queria denunciar a partir do momento que eu ouvi. Essa história me pesava a consciência, saber de um crime e não denunciar. Eu só não sabia um meio legal de denunciar sem me comprometer”, afirmou.
O Ministério Público garantiu o sigilo. “Ninguém saberá o nome ou qualquer identidade dessa testemunha. Se as investigações evoluírem, é claro que é possível que surja um novo júri”, diz o promotor Paulo José de Palma, que ouviu o novo relato.
Cembranelli disse que o avô chegou a ser investigado na época. “Durante a investigação, havia suspeitas, sim. Porque houve um contato do casal com o pai num momento muito próximo ao crime. Suspeitou-se de participação, mas nós não conseguimos na investigação também trazer responsabilidade para outras pessoas. Por isso, somente o casal foi denunciado.”
As revelações feitas pela testemunha podem repercutir imediatamente. O depoimento dela será analisado nesta semana por uma promotora do Fórum de Santana, onde tramita o caso Isabella. Depois, policiais devem ouvir Anna Jatobá, Antônio Nardoni e a testemunha que fez a denúncia.  “O que eu ouvi foi o que eu falei em depoimento e o que eu falo agora. Eu tenho convicção que a Anna Carolina não mentiu para mim. Eu não sei se ela vai repetir isso agora, se ela vai assumir.”
Versão do casal
O casal Nardoni sempre negou o crime e mantém a versão de que um criminoso invadiu o apartamento e matou Isabella. Anna Jatobá não quis gravar entrevista ao Fantástico sobre a nova denúncia. Antônio Nardoni disse que jamais falou para a nora simular um acidente.
“As pessoas, às vezes, agem como se eu fosse o monstro da história. Eu tenho a minha consciência tranquila. Eu nunca faria isso. Quando ela ligou, ela ligou dizendo que a Isabella tinha caído. Mas eu achei que a Isabella tinha caído, caído no apartamento. A gente nunca imagina uma coisa dessa. Não teve nada além disso. A gente só tem a lamentar que uma pessoa dessa faça uma coisa dessa para prejudicar quem não está mexendo com ela”, afirmou o avô da menina.
Sobre a denúncia de que ele compra o silêncio da nora, com regalias na cadeia, Antônio Nardoni negou. “O que eu faço por ela é uma coisa que, primeiro, é permitido. Segundo, é um pedido do Alexandre. Para não deixar faltar nada para ela nem para os filhos. E a gente realmente não deixa faltar. Ela tem um problema de coluna. A diretoria, mediante o relatório médico, autorizou a entrada do colchão. E a gente levou o colchão. Vou defendê-los enquanto eu viver, está certo? É porque eu tenho absoluta convicção de que eles não fizeram nada. E eu também não fiz nada.”
A Secretaria de Administração Penitenciária confirmou que Anna Carolina Jatobá ganhou um colchão com altura maior do que os das outras presas.

Polícia do Canadá mostra no Twitter "a pior condutora do mundo"

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Polícia do Canadá mostra no Twitter "a pior condutora do mundo"

Quatro minutos e meio foi quanto uma condutora canadiana demorou a sair de um estacionamento. Uma câmara de segurança do parque filmou a manobra insólita e a polícia partilhou o vídeo no Twitter. VEJA O VÍDEO

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Milhões de pessoas já assistiram à intrincada manobra do que a polícia de Calgary, Canadá, classifica como candidata "a pior condutora".
Entre avanços e recuos e toques nos carros estacionados no mesmo local, a condutora só consegue sair do parque ao fim de mais de quatro minutos de tentativas.
A saga foi captada inteiramente pelas câmaras de segurança de uma loja, o que permitiu à polícia identificar a condutora e multá-la no valor de cerca de 90 euros.


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Inquérito/BES: Salgado diz que em mais de 20 anos nunca foi questionada a sua idoneidade Ler mais: http://visao.sapo.pt/inqueritobes-salgado-diz-que-em-mais-de-20-anos-nunca-foi-questionada-a-sua-idoneidade=f803969#ixzz3LOt2ZfsR

Lisboa, 09 dez (Lusa) - O antigo presidente executivo do Banco Espírito Santo (BES) Ricardo Salgado disse hoje que em 22 anos, e até ao momento da sua saída do banco, nunca foi questionada a sua idoneidade para liderar a instituição.
"Tendo, certamente acertado e falhado muito na minha vida, sempre em consciência me considerei idóneo para servir na sucessão daqueles que fundaram e prestigiaram o GES", declarou o antigo banqueiro na reta final da sua intervenção inicial - de mais de uma hora - na comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES.
Sublinhando ter a "humildade de reconhecer que cabia a outros na supervisão o permanente julgamento" da sua idoneidade, Salgado realçou que "ao longo de 22 anos ninguém com poder para tal (...) a questionou".


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Dilma veta projeto de lei que reduzia contribuição de domésticos ao INSS

Dilma veta projeto de lei que reduzia contribuição de domésticos ao INSS

Proposta havia sido aprovada em novembro pela Câmara dos Deputados.
Texto sugeria que patrões e empregados passassem a pagar 6% de INSS.

Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff vetou integralmente o projeto de lei que reduzia para 6% a alíquota de contribuição previdenciária de patrões e empregados domésticos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão da chefe do Executivo foi publicada na edição desta terça-feira (9) do "Diário Oficial da União".
A proposta vetada por Dilma, de autoria da ex-senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), havia sido aprovada em novembro pela Câmara dos Deputados. No entanto, esse mesmo tema também está sendo discutido pela comissão mista do Congresso Nacional encarregada de regulamentar a PEC das Domésticas.
O pagamento do INSS é uma obrigação tanto para patrões quanto para empregados, mas a legislação atual diz que cada lado tem que pagar uma alíquota diferente.
O texto vetado nesta segunda-feira (8) sugeria a diminuição de 12% para 6% do atual percentual pago pelos empregadores para a previdência social dos domésticos. A proposta previa ainda que os empregados, que atualmente recolhem entre 8% e 11%, passassem a contribuir para o INSS uma alíquota fixa de 6%. O projeto também criava uma guia exclusiva para o recolhimento da contribuição previdenciária.
Ao justificar sua decisão ao Congresso Nacional, Dilma alegou que os ministérios da Fazenda e da Previdência Social defenderam o veto em razão de o projeto de lei ter sido protocolado antes da PEC das Domésticas, que foi promulgada em abril de 2013 e apresentada em 2010.
O texto de Serys Slhessarenko foi protocolado no Senado em abril de 2009. No ano seguinte, foi aprovado pelo Senado, mas só foi votado pelos deputados no mês passado.
Segundo a presidente, neste momento, os parlamentares estão regulamentando, "de forma integral e mais adequada", as mudanças nas regras trabalhistas dos empregados domésticos propostas pela emenda constitucional.
Além disso, Dilma observou que a eventual sanção do projeto de lei geraria um impacto negativo anual de R$ 600 milhões nas finanças da União. A chefe do Executivo ressaltou na justificativa do veto que tamanha renúncia fiscal não é "condizente com o momento econômico atual"