sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Socorro! Ajuda urgente de qualquer maneira, vamos salvar vidas que ainda tem tempo.

ATIVIDADE RECENTE
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AJUDA URGENTE SANTANA DO PARNAÍBA-SP
A situação é de uma acumuladora de animais com problemas de saúde físicos e psicológicos...são 85 animais em estado lamentável, me meio a fezes e sujeira.
Há espaço no local...mas ela já foi autuada pelo CCZ (que também não tem espaço para receber tantos animais a não ser para eutanásia).
É difícil lidar com a responsável e mais dificil ainda manter o local limpo, devido a grande quantidade de animais num mesmo espaço...tenho centenas de resgatados e mesmo assim estou indo semanalmente com amigos faxinar o local e alimentar os animais.
O que precisamos??? Produtos de limpeza, ração, vermifugos, vacinas e medicamentos em geral.
Mais URGENTE??? Construção de baias decentes para esses animais...em orçamento com os pedreiros que já construíram algumas novas baias no local (com doações)...1300 reais a baia de concreto com portão (e fossa) num espaço bom que abriga tranquilamente até 4 animais porte médio (já com telha inclusa) para retira-los do amontoamento de até 6 animais em uma baia pequena e do confinamento em porões e banheiros.
E contratação de um funcionário que possa higienizar o local ao menos 2 vezes na semana, já que a senhora em questão não dá conta de fazer esse serviço.
VOCÊ PODE AJUDAR??? Me chame inbox ou por tim 9.8445-5314 (whatts também)
Da sua ajuda depende a VIDA ou MORTE desses animais 
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Ministro dos Negócios Estrangeiros russo critica países que tentam responsabilizar a Rússia pela crise ucraniana

 
00:08 06.12.2014

Ministro dos Negócios Estrangeiros russo critica países que tentam responsabilizar a Rússia pela crise ucraniana

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo espera que as tréguas nos combates no leste da Ucrânia, marcadas para 9 de dezembro, ajudem a encontrar uma solução de paz para a região. À margem de uma reunião na OCDE, Sergei Lavrov criticou ainda os países ocidentais que tentam culpar a Rússia pela crise no leste da Ucrânia.

É uma punhalada atrás da outra...


Incêndio deixa Maldivas quase sem água potável

Incêndio deixa Maldivas quase sem água potável

05-12-2014 22:33
Ajuda internacional já começou a chegar, mas o Governo local está preocupado com os próximos oito dias.
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As Maldivas declararam “estado de crise”. Um incêndio na estação de tratamento de água, que transforma a água salgada em água doce, levou a uma ruptura de stocks no país.
Este incidente deixou cerca de 100 mil pessoas em Malé, capital das Maldivas, sem água potável para consumo, anunciou o governo local.
Já foi pedido a todos os comerciantes que distribuam a água que têm sem cobrar.
Esta sexta-feira já chegou à capital um navio - proveniente da Índia - com água engarrafada. A Índia enviou também cinco aviões com água para o terreno e ainda com peças para ajudar na reparação da estação de tratamento de águas. As Maldivas já pediram ajuda também a Sri Lanka, Estados Unidos e China.
O ministro dos Negócios Estrangeiros das Maldivas já disse que os próximos oito dias vão ser muito complicados pelo que o país está a pedir todo o tipo de ajuda. No terreno está também a Cruz Vermelha local.
As Maldivas são um conjunto de ilhas no Indico, na sua maioria são exploradas a nível turístico, com vários “resorts” sobre a água. São visitadas por mais de 750 mil pessoas por ano.

MP entra com ação contra empresas suspeitas de cartel em SP. Isso é PSDB "Tucanos." Não é PT!

05/12/2014 16h13 - Atualizado em 05/12/2014 20h30

MP entra com ação contra empresas suspeitas de cartel em SP

Promotor quer ressarcimento de R$ 418 milhões para estado.
Também foi pedida à Justiça dissolução de 10 empresas envolvidas.

Olívia FlorênciaDo G1 São Paulo
O Ministério Público de São Paulo informou nesta sexta-feira (5) que entrou com uma ação contra supostas irregularidades em contratos de 2001 a 2002 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Referentes a manutenção de trens, eles vigoraram durante cinco anos e existe a suspeita de formação de cartel nas licitações.
O promotor do Ministério Público Marcelo Milani disse na tarde desta sexta (5) que o órgão pede, na Justiça, a anulação dos contratos e uma indenização por dano moral coletivo. No total, o órgão pede o ressarcimento de R$ 418 milhões para o estado. Além disso, o MP quer também a dissolução das 10 empresas envolvidas. Caso isso ocorra, as empresas teriam que fechar e não poderiam mais funcionar no Brasil.
O promotor Otávio Garcia, que também trabalha no caso, explicou o pedido de fechamento. “Se a empresa se constitui para operar fora das leis do mercado, como um cartel, um dos requisitos para ela permanecer constituída, que é o objeto lícito, está ausente. Portanto, a manutenção do registro dessa empresa não é mais possível”, disse.
infográfico cartel dos trens caso alstom (Foto: Editoria de Arte/G1)
As empresas presentes na ação do MP são: Siemens, Alstom, Caf (Brasil), Caf (Espanha), TTrans, Bombardier, MGE, Tejofran, Temoinsa, Mitsui e MPE.
Milani explica que a ação é contra 11 empresas, mas o pedido de dissolução se refere a apenas 10 por uma questão de legislação. "A Caf espanhola está na ação, mas não pode ser adstrita a nossa legislação que disciplina a dissolução de uma sociedade. Ela entra na ação para ressarcir o dinheiro que foi indevidamente ganho", diz o promotor.
A Alstom informou que "não foi notificada e reitera o cumprimento à legislação brasileira". OG1 não localizou as assessorias da CAF, da MGE e da Temoinsa. E aguarda o retorno da MPE.
A Siemens disse, em nota, que "proativamente compartilhou com as autoridades os resultados de sua auditoria interna que deram origem às atuais investigações quanto à possível existência de um cartel no setor metro-ferroviário". "A Siemens sempre desejou e apoiou o total esclarecimento deste episódio por meio das investigações conduzidas pelas autoridades públicas."
A Tejofran informou, também em nota, que "não foi notificada da ação, mas, conforme sua postura, coloca à inteira disposição do Ministério Público todos os dados de sua formação de preços e também dos resultados alcançados nos contratos citados." A Bombardier disse que não irá comentar o assunto.
Marcelo Leonardo, advogado da TTrans e do presidente da empresa, nega as acusações e acredita que a ação será rejeitada pela Justiça. “A TTrans nunca participou e não participa de cartel", afirma o advogado. A Mitsui & Co (Brasil) disse, em nota, que não tem conhecimento sobre a ação e não comentará.
Ação
A ação tem como base três contratos (S 2000, S3000 e S2100) nos quais, segundo o MP, as empresas criaram acordo não competitivo para elevar os preços. Para Milani, essa ação ainda é o começo. "Estamos tomando a primeira medida no sentido de desbaratar esse cartel. Nesta ação não colocamos os agentes públicos que são objetos de apuração de eventual propina", diz o promotor.
Ele explicou que uma equipe de promotores está na Suíça para analisar a documentação que se refere a atos de agentes públicos envolvidos na investigação. "Num segundo momento, nós vamos incluir com a documentação que vier da Suíça e com eventual notícia de propina também para reaver o dinheiro aos  cofres públicos", explica o promotor.
Todas as empresas citadas na ação mantém contratos com o estado, segundo o Ministério Público. "Existe um contrato em vigor hoje de todas as linhas de trem de São Paulo com essas mesmas empresas", disse Milani. O promotor diz que o MP também investiga os contratos atuais.
Para Milani, o governo deveria agir. "O governo do estado pode (mas não fez) declarar a inidoneidade dessas empresas. A nós, elas são inidôneas." O promotor disse que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) garantiu que o esquema continua. "O relatório do Cade é categórico. Esse esquema ainda está em andamento, está em vigor."
G1 procurou a assessoria do governo e aguarda um retorno. A CPTM disse que "está colaborando com todos os níveis de investigação. A Procuradoria Geral do Estado já ingressou com ação na Justiça contra as empresas para exigir ressarcimento."
Reformas de trens
Em fevereiro, Milani pediu que as empresas contratadas para reformar 98 trens do Metrô de São Paulo pagassem R$ 800 milhões de prejuízo que causaram aos cofres públicos por causa de uma suposta formação de cartel e da falta de competição em licitações.
De acordo com o promotor, há evidências de formação de cartel porque apenas uma proposta foi apresentada em cada licitação desses contratos, que foram assinados entre 2008 e 2010. Milani também pediu a entrega de dez composições que ainda estariam em oficinas à espera de reforma. Além de duas ações relacionadas ao suposto cartel, há 43 inquéritos em aberto no MP de São Paulo sobre o tema.
Indiciamento
A Polícia Federal concluiu esta semana o inquérito do caso do cartel dos trens em São Paulo e encaminhou o caso para a Justiça Federal. No total, 33 pessoas foram indiciadas por: corrupção ativa, corrupção passiva, cartel, crime licitatório, evasão de divisas e lavagem de dinheiro - os crimes podem ser diferentes conforme o indiciado.
As empresas envolvidas teriam, entre 1998 e 2008, durante governos do PSDB, feito um acordo para dividir entre elas contratos de reformas no Metrô e na CPTM.
Entre os indiciados estão executivos que, na época, trabalhavam em empresas multinacionais e também nacionais que, de acordo com a investigação, faziam parte de um esquema que, pelos cálculos do Ministério Público de São Paulo, provocou um rombo de R$ 834 milhões. Também há ex-diretores da CPTM e o atual presidente da companhia.
A PF diz que era um jogo de cartas marcadas. As empresas não só superfaturavam em até 30% o preço das obras e dos trens, como combinavam qual delas faria a proposta vencedora de determinada licitação. Pelo acordo, quem vencia a licitação subcontratava as perdedoras. Para o esquema funcionar, as empresas pagavam propina a servidores públicos. Segundo a PF, lobistas intermediavam os pagamentos.
O esquema foi denunciado pela Siemens. A multinacional alemã fez um acordo com o Comitê Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e, em troca de não ser punida, revelou como funcionava o cartel.

Abreu e Lima: Petrobras recebe autorização para operar unidades

Abreu e Lima: Petrobras recebe autorização para operar unidades

Jornal do Brasil
A Petrobras recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operação de todas as unidades do trem 1 de refino da Refinaria Abreu e Lima (RNEST). Com o procedimento, a companhia fica autorizada a produzir diesel na refinaria.
Além das sete unidades autorizadas, a ANP também concedeu à Petrobras permissão para a operação de 36 tanques e quatro esferas do primeiro trem da RNEST. Com capacidade total de armazenamento de aproximadamente 1 milhão de m³, os tanques e esferas irão estocar petróleo, diesel, nafta, resíduos, entre outros.
A autorização consolidada foi publicada na edição desta quinta-feira (4/12) do Diário Oficial da União (DOU). As permissões da ANP contemplam as unidades de destilação atmosférica, coqueamento retardado, tratamento cáustico, hidrotratamento de diesel, hidrotratamento de nafta, geração de hidrogênio e tratamento de águas ácidas.

Presidente da Transpetro continua afastado

Presidente da Transpetro continua afastado

Jornal do Brasil
Conselho de Administração da Transpetro aprovou hoje a prorrogação da licença não remunerada do presidente da empresa, José Sergio de Oliveira Machado, pelos próximos 30 dias. 
O presidente licenciado continuará sendo substituído pelodiretor Cláudio Ribeiro Teixeira Campos.
Em depoimento à Justiça do Paraná, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa citou Machado como responsável pelo pagamento de R$ 500 mil em propina oriunda de contratos da estatal supostamente superfaturados, entre 2009 e 2010. Machado nega.
O afastamento inicial de Sérgio Machado do cargo foi anunciado em 3 de novembro pelo período inicial de 31 dias. Na época, ele informou estar se afastando para que fossem "feitos esclarecimentos".