sábado, 5 de abril de 2014


cessor, ele foi taxado de comunista, o que não era. Agora vamos a ditadura."Exército honroso que tanto honra sua farda e seu povo jamais poderá ser utilizado para oprimir seus nacionais!"
O governo instaurado no Brasil e que teve apoio americano, da imprensa e de parte da direita, foi completamente abusivo, tanto que a maioria dos apoiadores se voltaram contra ele. Essa história de "sobrevivi a ditadura porque não era vagabundo" é a maior falácia que existe, não importava o que você fazia, bastava estar no local errado na hora errada pros militares te pegarem e te torturarem, ninguém pode afirmar que só torturaram bandido, porque não tinha imprensa pra denunciar, assim como ninguém pode afirmar que o governo não foi corrupto e que a criminalidade diminuiu, Com a imprensa na mão do ditador ele divulga a imagem que ele quiser passar do seu governo, A economia foi maquiada até o fim dos 21 anos, visto que quando saiu a ditadura o nosso país afundou na crise. Foi o pior governo da história desse país e eu agradeço a todos aqueles que diferente dessa senhora da foto lutaram para viver e não para sobreviver.

sexta-feira, 4 de abril de 2014


TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF
Para Aguiasemrumo@yahoo.com.br
Hoje em 1:39 AM

TEN POLIGLOTA 2012 - PMDF - CBMDF


Posted: 03 Apr 2014 08:55 PM PDT

A Polícia Militar adquiriu 5 mil kits antitumulto que contêm capacete, escudo, tonfa e um exoesqueleto que protegerá, das mãos aos pés, o corpo dos policiais.

Os primeiros dois mil serão entregues em 45 dias. Até a Copa do Mundo, todos os 5 mil estarão em uso. “Os policiais precisam estar preparados para fazer frente às possíves manifestações durante esse período”. Daí pra frente mais kits serão adquiridos para todo o efetivo.

Nesse primeiro momento, os kits irão para todas as unidades especializadas, como Rotam, Bope e Batalhão de Choque, e as que possuem uma demanda maior de manifestações em sua área, como o 6º batalhão, por exemplo.


Fonte: http://www.pm.df.gov.br/site/index.php/noticias/destaques/2477-exoesqueleto-protejera-policiais-em-manifestacoes
Posted: 03 Apr 2014 09:00 AM PDT
Mais um fantástico texto do colunista JR. Guzzo, um daqueles textos que devem ser lidos aos quatro ventos. Mostra que o brasileiro tem que mudar seu “norte” e quem sabe apontar o dedo aos verdadeiros culpados dessa bagunça generalizada que está tomando conta do nosso país. Quem sabe de repente este texto consegue abrir algumas mentes que nos últimos anos se fecharam devido à nossa DITADURA governamental, uma ditadura cultural e de pensamento que aos poucos está nos transformando em uma Venezuela ou pior, em uma Cuba verde amarela. Bom texto. Um pouco longo mas vale a pena por cada palavra.

Pode ser uma coisa que muita gente acha desagradável ouvir, e por isso é melhor dizer logo, para não gastar o tempo do leitor com prosa sem recheio. E o seguinte: os brasileiros fariam um grande favor a si mesmos se tomassem a  decisão de ficar, com o máximo de clareza e na frente de todo mundo, a favor da polícia. Isso mesmo: a favor da polícia, e da ideia de que cabe exclusivamente a ela. numa democracia que queira continuar viva, o direito de usar a força bruta  para manter a ordem, cumprir a lei e proteger o cidadão. Tem. também, a obrigação legal de fazer tudo isso. Algum  problema? É exatamente assim em todos os regimes democráticos. Eis aí, na verdade, uma afirmação evidente em si  mesma; pode ser entendida sem a menor dificuldade após um minuto de reflexão. Mas estamos no Brasil, e no Brasil o  que parece ser um círculo, por exemplo, é muitas vezes considerado um triângulo, ou um quadrado, ou qualquer outra  coisa que não seja o diabo do círculo.

No momento, justamente, passamos por um desses surtos de tumulto mental. Segundo o entendimento de boa parte daquilo que se considera o “Brasil pensante”, “civilizado” ou “moderno”, nosso grande problema não é o crime,  mas a polícia. Parece bem esquisito pensar uma coisa dessas, num país com mais de 50 000 assassinatos por ano e  índices de criminalidade que estão entre os piores do mundo. Onde esses pensadores estão vendo o problema de que  tanto falam? Vai saber. Os verdadeiros mistérios desse mundo não são as coisas invisíveis, e sim as que se podem ver  muito bem. No caso, o que se pode ver com a clareza do meio-dia é a fé automática de boas almas e mentes num  mandamento que ouvem desde crianças: o criminoso brasileiro é sempre “vítima das desigualdades sociais”, e o policial  está errado, por princípio, quando usa a força contra ele. Seu dever, como agente do Estado, seria tratar os bandidos  como cidadãos que precisam de ajuda, para que tenham oportunidade de entender por que não deveriam matar, roubar,  estuprar e assim por diante. Será que esse jeito de pensar é alguma tara que nos sobrou do regime militar, quando polícia e liberdade eram coisas opostas? De novo: não se sabe.

Praticamente todos os dias há exemplos claros desse curto-circuito geral na capacidade de separar o certo do  errado. O cidadão é assaltado, brutalizado, ferido — e no dia seguinte lê, ouve ou vê mais uma reportagem denunciando  a polícia por algum erro, real ou imaginário. Ainda há pouco, o país teve oportunidade de testemunhar políticos,  intelectuais e “celebridades” em geral, com a colaboração maciça da mídia, colocando a polícia no banco dos réus por  reprimir bandos de marginais que vão para a rua decididos, treinados e equipados para destruir. Segundo essas  excelentes cabeças, a polícia cria um “clima de violência” e de “provocação” que “força os ativistas” a se defenderem  ”previamente”. Para isso, veem-se obrigados a incendiar bancas de jornal, destruir carros, quebrar vitrines de loja e por  aí afora. Esse tipo de julgamento vai se tornando mais e mais aceitável no Brasil de hoje. Deve ser maior do que se  pensa o número de pessoas que não querem ter a tranqüilidade de sua fé perturbada por fatos ou por conhecimentos:  além disso, cabeças em que não há ideias são sempre as mais resistentes a deixar alguma ideia entrar nelas. Quanto à  imprensa, rádio e TV, acreditem: o que mais gostam de fazer é falar as mesmas coisas, pois se sentem mais seguros  quando um repete o outro e todos atiram nos mesmos alvos. Alguém já viu, por exemplo, algum jornalista arrasando o  técnico do Olaria?

Não há sete lados nesse debate. Só há dois. um que está a favor da lei e o outro que está contra — e aí o cidadão  precisa dizer qual dos dois ele realmente apoia. O primeiro é a polícia. O segundo é o que leva o crime para a rua. A única pergunta relevante, num país que tem uma Constituição em vigor, é: de que lado você está? Não vale dizer  ”depende”, ou declarar-se a favor da ordem, desde que a tropa se comporte com altos níveis de civilidade, seja muito  bem-educada, fale inglês e não bata nunca em ninguém, nem cause nenhum incômodo físico a quem esteja jogando  coquetéis molotov na sua cara, ou sacando armas contra ela. A questão real é apoiar hoje a polícia brasileira que existe  hoje — não dá para chamar a polícia da Dinamarca, por exemplo, para substituir a nossa, ou tirar a PM da rua e só  chamá-la de volta daqui a alguns anos, quando estiver suficientemente treinada, preparada e capacitada a ser infalível.  É mais do que sabido que a polícia do Brasil tem todos os vícios registrados no dicionário, de A a Z. Mas, da mesma  maneira como não é possível fechar todos os hospitais públicos que funcionam mal. e só reabri-los quando forem uma  maravilha, temos de conviver com a realidade que está aí. É indispensável transformá-la, mas não dá para exigir, já,  uma corporação armada que precise ter virtudes superiores às nossas.

A polícia, por piores que sejam as condutas individuais dos seus agentes e seus níveis de competência, é uma peça essencial para manter a democracia no Brasil e impedir a tirania daqueles que só admitem as próprias razões. É a  polícia, na verdade, o que a população brasileira tem hoje de mais concreto na garantia de seus direitos. Alguém pode  citar alguma força mais eficaz para impedir que o Congresso, o STF e o próprio Palácio do Planalto sejam invadidos,  metidos a saque e incendiados? A PM está do lado do bem — goste-se ou não disso. No mundo das realidades, é ela a  principal defesa que o cidadão tem para proteger sua vida. sua integridade física, sua propriedade, sua liberdade de ir e  vir, o direito à palavra e tudo o mais que a lei lhe assegura. A autoridade policial já erra o suficiente quando falha ao  cumprir quaisquer dessas tarefas. Não faz nexo criticá-la nas ocasiões em que acerta. 

Não serve a nenhum propósito útil, igualmente, dar conforto ao inimigo — o que nossa elite pensante, como dito  anteriormente, faz o tempo todo. O inimigo não vai deixar de ser seu inimigo; você não ganhará sua admiração, nem  será deixado em paz. É um desafio à lógica, neste sentido, achar que delinqüentes teriam a licença de armar-se para assegurar seu direito de “legítima defesa” contra a repressão policial. A lei brasileira, com todas as letras, diz que só a  polícia tem o direito de portar armas, e de utilizá-las no combate ao crime e na defesa do cidadão — salvo em casos  excepcionais, que exigem licença específica. Dura lex sed lex. claro. Mas não é só uma questão legal. Trata-se de  simples sensatez. No caso dos atos de protesto — qual o propósito de levar para a rua mochilas com bombas  incendiárias, estiletes, barras de ferro e outros artefatos desenhados unicamente para machucar? Por que alguém  precisaria de qualquer dessas coisas para expressar suas opiniões em praça pública?

O Brasil vem se acostumando nos últimos anos à ideia doente de que mostrar simpatia diante da delinquência e hostilidade diante da polícia é uma questão de princípio — uma atitude socialmente avançada e politicamente  progressista. Quem não pensa assim é visto como um homem das cavernas, extremista e inimigo da democracia. Mas é o contrário: opor-se ao crime e apoiar a polícia é ficar a favor da liberdade. Está na moda denunciar, com apoio da caixa  de amplificação da imprensa, delitos como a “pregação do ódio”, “apologia do crime” ou “incentivo ao racismo”. Esse mesmo tribunal, entretanto, aplaude como uma forma superior de cultura popular os rappers que pregam abertamente,  em suas músicas, o assassinato de policiais. Há alguma coisa muito errada nisso aí. Está na hora de deixar claro: é falso acusar çle “histeria” e outros pecados mortais quem não acredita, simplesmente, que no Brasil de hoje existe algum  assaltante que rouba e mata porque está com fome ou tem de sustentar sua família; o que há é gente que quer  satisfazer todos os seus desejos sem ter de trabalhar ou de respeitar o direito alheio. Em Cuba, regime-modelo para  nosso governo, são chamados de sociopatas e enterrados na cadeia mais próxima, sem que a “sociedade” seja  chamada a “debater” coisa nenhuma.

Deus não precisou da ajuda dos brasileiros para criar o Brasil. Mas, como diria Santo Agostinho, só poderá nos  salvar se tiver o nosso consentimento. 

JR. GUZZO
Fonte: Revista Veja/Blog Caserna Papa Mike

terça-feira, 1 de abril de 2014

: Não podemos usar os mesmos métodos que esses monstros usaram contra seus próprios nacionais, considerando mesmo em regime especial que forças armadas não é segurança pública. Por outro lado existe um abismo estre VERDADE E O FATO? o medo de falar a verdade em público faz com que os envolvidos façam um pacto de silêncio? Solução é adotar o que a MÃE AFRICA DO SUL fez com muita inteligencia: Assegurar os direitos, coisa que eles não fizeram com as vitimas, desde que venham em público admitir e contar nos mínimos detalhes o que fizeram, para que não se repita!

segunda-feira, 31 de março de 2014


 
 
 
 
 
 
 
A BOMBA QUE O PT NÃO QUER QUE ESTOURE
Por iniciativa do valoroso e único parlamentar de quem se pode esperar atitudes, o STF se posicionará através de seu ministro presidente sobre o pedido do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) de que sejam revelados todos os meandros dos empréstimos de financiamento de obras no exterior, em especial em Cuba, Venezuela e Angola.
 
Assim o Sen. Álvaro Dias se pronunciou sobre o caso: “Não se pode admitir que o governo faça empréstimos vultosos sem que aqueles que pagam impostos saibam de informações como o valor dos empréstimos, o prazo de carência para o seu resgate, taxas de juros. Não vejo outro assunto que revolte tanto a população como saber que o governo empresta dinheiro dos brasileiros para a construção de um porto em Cuba, para o metrô de Caracas, para a construção de uma hidrelétrica na Venezuela, entre outras tantas obras em países controlados por ditadores”.
 
Eu, até então, desconhecia a extensão dos empréstimos e para que eles serviam nesses países. Sabe-se agora que não foi apenas para se construir o Porto de Mariel, em Cuba, que o nosso suado dinheirinho foi empregado. Enquanto São Paulo e, principalmente, Salvador sofrem com a falta de transporte via metrô, o BNDES financia completamente o metrô de Caracas.
 
Se o ministro Joaquim Barbosa topar a parada – ele teve uma reunião fechada com o Senador tucano, ontem, a esse respeito – a coisa vai feder insuportavelmente para o lado do vigarista de Caetés.
 
Calcula-se que o desvio de dinheiro público por intermédio desses “empréstimos” é tão grande que o Mensalão será completamente esquecido por ter sido apenas um ‘roubozinho’ sem a “menor importância.
 
Lembrem-se de que os empréstimos foram feitos em moeda estrangeira, dólares, bilhões deles!
 
Se o Brasil tiver a sorte de ter como relator da matéria um Luiz Fux ou um Gilmar Mendes, o PT estará com seus dias contados, pois o roubo é tão grande que ninguém é capaz de avaliar o quanto.
 
Vamos torcer para que seja um desses dois ministros o relator, porque se cair nas mãos de Barroso, Toffoli, Lewandowski ou daquele gaúcho…
 
Bom, melhor esperar pra vermos.
 
O pedido de Álvaro Dias é uma ação direta contra a Presidenta Dilma Rousseff, o ministro Mauro Borges (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Álvaro Dias fez seu pedido ao STF com base na Lei nº 12.527, de 2011, (Lei de Acesso à Informação) que, conforme preceitua seu art. 1º, tem a finalidade de “garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal”.
 
Dessa ação judicial dependerá o futuro de Rousseff e seu séquito de ladrões, incluído aí o chefão de todos: Lulalarápio da Silva!
(Lourinaldo Teles Bezerra – O Diário do Poder – Cláudio Humberto)
  
 
 
 

Rayder Bragon
Do UOL, em Belo Horizonte
  • AP/Arquivo Público do Estado de São Paulo
    Foto da então estudante Dilma Rousseff quando foi presa durante a ditadura militar Foto da então estudante Dilma Rousseff quando foi presa durante a ditadura militar
A presidente Dilma Rousseff foi descrita como tendo sido uma militante "disciplinada e dedicada", além de ter demonstrado "grande capacidade de liderança" durante o período em que integrava os quadros da organização Colina (Comando de Libertação Nacional), grupo que lutou contra a ditadura e que tinha aparelhos (esconderijos) em Belo Horizonte.
A descrição do perfil da então estudante Dilma Rousseff foi apresentada por Jorge Nahas, 67, e por Fernando Pimentel, 63, ex-ministro da pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em entrevistas ao UOL. Ambos participaram ao lado de Dilma na luta contra a ditadura como militantes, entre outras organizações, no Colina. Em 1969, Nahas tinha 23 anos e estudava medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já Pimentel, com 17 anos, era aluno do Colégio Estadual Central, localizado na capital mineira e onde a presidente também estudou.
"Ela sempre foi um quadro destacado, uma pessoa com qualidades, dedicada, muito disciplinada no que fazia, muito diligente e entregue à luta. Ela se aplicava muito nas tarefas", afirmou Nahas.
Por sua vez, Pimentel contou que Dilma "sempre teve grande capacidade de liderança". "Era aplicada, estudiosa e determinada. Sempre demonstrou coragem e inteireza moral na militância e na prisão", escreveu Pimentel em e-mail para a reportagem do UOL.
Nahas disse ter integrado uma célula da Colina idealizada para o embate armado contra as forças de repressão. Já Dilma seria de outra vertente da organização. "Nossa intenção era partir para um enfrentamento armado. Nós advogávamos a resistência armada à ditadura através da guerrilha rural e da guerrilha urbana", disse Nahas. "A ditadura não te dava brecha. Ou você radicalizava ou então se submetia ao regime",completou.
Leia mais em: http://zip.net/bkmYhk

domingo, 30 de março de 2014


REPASSANDO PEDIDO:
URGENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE CACHORROS SEM COMIDA!!!! PRECISANDO DE RAÇÃO.... UMA SEMANA OS BICHINHOS COMENDO SOMENTE MINGAU DE FUBAA
INTERIOR DE GOIAS
TEL: 064- 92055232
APELO: Iara Oliveira
Esta senhora esta desesperada,ela tem 7 animais e há 7 dias estão sem comer,quem pode doar raçao,ela nao quer dinheiro,apenas comida para eles,ajudem por favor,eles já estão fracos,nao estão se aguentando a levantar,tenham misericórdia,quem possa ajudar,obrigada!

sábado, 29 de março de 2014


 REPASSANDO, ACHEI MUITO BOM O VERSO/PROSA, DISCORDO PLENAMENTE DE, NO FINAL, TRATAR O BIAL DE ANIMAL, ELES NÃO MERECEM ESTA COMPARAÇÃO E SIM, TODO NOSSO RESPEITO!



Super bem escrito e dito. Vale a pena ler!
 
 Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: cid:1.218661223@web113509.mail.gq1.yahoo.com

Antônio Barreto
Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados. Antônio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia - Brasil.
 Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.
Graduado em Letras Vernáculas e pós-graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.
Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.
Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.
Antônio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.
Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: cid:2.218661224@web113509.mail.gq1.yahoo.com
Autor: Antônio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara -BA, residente em Salvador.
           
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria,
É sinal de que você
O mau gosto aprecia,
Dá valor ao que é banal,
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
           
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro',
Produzido pela Globo,
Visando Ibope e dinheiro
Que, além de alienar,
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
           
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação,
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
           
Em frente à televisão,
Longe da realidade,
Onde a bobagem fervilha,
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
           
Cuidado, Pedro Bial,
Chega de esculhambação.
Respeite o trabalhador
Desta sofrida Nação.
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
           
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval,
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar,
Com esforço especial.
           
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio,
Porque, quando você fala,
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
           
Um país como Brasil,
Carente de educação,
Precisa de gente grande
Para dar boa lição.
Mas você, na rede Globo,
Faz esse papel de bobo,
Enganando a Nação.
           
Respeite, Pedro Bial,
Nosso povo brasileiro,
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro,
Dá muito duro, anda rouco,
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
           
Enquanto a sociedade,
Neste momento atual,
Se preocupa com a crise
Econômica e social,
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério não banal.
           
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar, sem engano,
Que tudo o que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza,
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
           
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas,
Sem critério e sem ética,
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
           
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente,
Sem nenhum objetivo.
           
Talvez haja objetivo,
"Professor" Pedro Bial,
O que vocês tão querendo
É injetar o banal,
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
           
Isso é um desserviço,
Mau
  exemplo à juventude,                                                 
Que precisa de esperança,
Educação e atitude.
Porém a mediocridade,
Unida à banalidade,
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso,
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
           
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer",
Deixando o povo demente,
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção,
(Amantes da educação),
Vai contestar a valer.
           
A você, Pedro Bial,
Um mercador da ilusão,
Junto à poderosa Globo
Que conduz nossa Nação,
Eu lhe peço este favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
           
E vocês, caros irmãos,
Que estão nessa cegueira,
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo,
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
           
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil,
Que em nada contribui
Para o povo varonil,
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
           
E saiba, caro leitor,
Que nós somos os culpados,
Porque saem do nosso bolso
Esses milhões desejados,
Que são ligações diárias,
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
           
A loja do BBB,
Vendendo só porcaria,
Enganando muita gente,
Que logo se contagia
Com tanta futilidade,
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
           
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
           
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores,
Dos alunos, dos políticos,
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
           
Barreto termina assim,
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco,
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração,
Tomando uma decisão,
Ou então: siga, animal.