Aguiaemrumo Romulo Sanches
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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda
SEM SUBJETIVISMO OU NARRATIVAS
Qualquer mobilização social que desafie pautas conservadoras é tachada como subversiva e enganosa.
Sobre a diferença entre gays e gayzistas, repito: Homossexuais podem ser pessoas emocionalmente estáveis, honestas e confiáveis? Podem. Mas a ideologia gayzista infunde neles um orgulho psicótico que os induz a todos os desequilibrios e a todos os desmandos. Patriotas alemães eram pessoas normais até que a ideologia nazista os transformou em criminosos. Toda ideologia que coloca um grupo acima dos princípios tradicionais da moralidade acaba por transformá-lo em bando de delinqüentes.
Reflexão 🪞
Espectro de Solano López ronda Lulopetralha e Brasília
Lula flerta com a bomba atômica e ressuscita a Guerra do Paraguai para justificar o rearmamento do Brasil; nas embaixadas, ninguém leu ali apenas um recado eleitoral: o governo teme que os EUA usem o território paraguaio como porta de entrada para operações militares em solo brasileiro.
AMIGO DE LULES
https://youtu.be/nr8fQcxXjM4?is=pUfbmVUoaSsJLJRO
Lulafaço implodiu na América Latina
https://youtube.com/shorts/Ayqo2WFiIrc?is=3Vgjxgf_btP_SgBa
IMPICHAR IMEDIATAMENTE MORAES
Polícia Federal identificou que o Banco Master pagou cerca de R$ 80 milhões ao escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes, em um contrato de R$ 129 milhões firmado entre 2024 e 2025. O caso gera forte constrangimento político, mas até agora não há provas de corrupção ou favorecimento direto.
Principais pontos do caso
- Contrato milionário: O escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, firmou acordo de R$ 129 milhões com o Banco Master em janeiro de 2024.
- Pagamentos realizados: Foram quitadas 22 parcelas, somando R$ 80,2 milhões até novembro de 2025, quando o banco foi liquidado.
- Serviços prestados: O contrato previa representação junto a órgãos reguladores e produção de pareceres jurídicos. Foram registradas 94 reuniões e 36 pareceres.
- Investigações da PF: Mensagens no celular do banqueiro Daniel Vorcaro sugerem tentativa de aproximação com Moraes. A PF e a PGR rejeitaram delação premiada que buscava blindar o ministro.
- Constrangimento institucional: Apesar de ser atividade lícita, o vínculo entre o escritório e o banco investigado gera questionamentos sobre a credibilidade do STFezes.
Implicações
- Legalidade: O contrato foi formalmente declarado à Receita Federal, sem indícios de caixa dois.
- Política: O caso pressiona o STF, já tendo levado o ministro Dias Toffoli a se declarar impedido no julgamento do Banco Master.
- Imagem pública: A revelação reforça suspeitas de proximidade entre Moraes e o banqueiro, mesmo sem provas de favorecimento direto.
Pagamentos milionário do Banco Master ao escritório da esposa de Alexandre de Moraes expõem um contrato de R$ 129 milhões, já com R$ 80 milhões quitados. A Polícia Federal vê tentativa de aproximação do banqueiro, o que comprova corrupção. O episódio mina a credibilidade do @STFezes e coloca Moraes sob forte pressão política.
Ministros do TSE consideram que Alexandre de Moraes "Xandaquistão", do STFEZES, extrapolou sua competência ao cobrar explicações sobre o uso de um vídeo de Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial em evento eleitoral de Flávio Bolsonaro, gerando forte mal-estar entre as cortes. A avaliação é que o tema deveria ser tratado exclusivamente pela Justiça Eleitoral, e não pelo Supremo, o que expõe uma disputa institucional que pode marcar as eleições de 2026.
Contexto do Caso
- Evento: Convenção do PL em 25 de julho de 2026, que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
- Fato polêmico: Exibição de vídeo criado por inteligência artificial com a imagem de Jair Bolsonaro.
- Decisão de Moraes: O ministro do STFEZES exigiu explicações da defesa de Bolsonaro em 48 horas, alegando possível desrespeito às restrições impostas ao ex-presidente (como proibição de uso de redes sociais).
Posições dos Tribunais
- STF (Moraes):
- Viu possível descumprimento das medidas cautelares contra Bolsonaro.
- Apontou que a conduta poderia levar à revogação da prisão domiciliar e até à inelegibilidade de Flávio Bolsonaro.
TSE:
- Ministros consideram que o caso é estritamente eleitoral e deve ser analisado pela corte eleitoral.
- Divergências internas: alguns defendem medidas leves (multa, remoção do vídeo, advertência), outros rejeitam punições severas.
- Avaliação majoritária: o episódio não teria força para configurar abuso de poder capaz de desequilibrar a eleição.
Bastidores e Mal-Estar Xandaré
- Ministros do TSE veem a cobrança de Moraes como pressão indevida e até “usurpação de competência”.
- Há percepção de que o STF estaria impondo uma “lei do mais forte”, com risco de “tratorar” decisões do TSE.
- O episódio amplia a disputa institucional entre STF e TSE, que já vinha se manifestando em outros casos eleitorais.
Implicações
- O caso expõe conflito de competência entre STF e TSE.
- Pode se tornar um precedente sobre uso de inteligência artificial em campanhas eleitorais, especialmente deepfakes.
- A tensão entre as cortes deve se intensificar e marcar o cenário jurídico das eleições de 2026.
Alexandre de Moraes vê o uso da IA como violação judicial e ameaça de sanções severas, enquanto ministros do TSE consideram que o tema deve ser tratado apenas pela Justiça Eleitoral, com medidas mais brandas. O episódio escancara uma disputa institucional que pode influenciar diretamente o rumo das eleições.
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