sábado, 9 de maio de 2026

Entendam o verdadeiro motivo da proibição de Ype pela Anvisa-Lula


Tá faltando homem nesse país.
Fecha congresso 
STF governa País!


TAMO JUNTO YPÊ!!
Juntos somos fortes!
Primeiro falaram em bactéria.
Depois virou apenas “problema de qualidade”.
Quando perguntam o que pode acontecer com quem utilizar o produto… a resposta é:
“não sabemos.”
Mas mesmo assim o assunto virou manchete nacional imediatamente.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

#Fé #agro #índio #EleNão #surdos #oração #gratidão #notícias #abcnews #bbcnews #nbcnews #caminhoneiros #romulosanches #bolsonaroemcasa #justicacachorroorelha

Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda Anti-corrupção 

Anvisa determinou recentemente o recolhimento de diversos produtos da marca Ypê (detergentes, sabões líquidos e desinfetantes) por risco de contaminação microbiológica em lotes específicos com final “1”. Já o detergente Minuano pertence à empresa Flora Cosméticos e Limpeza, controlada pelo grupo J&F Investimentos (dono da JBS), e não tem relação com o caso atual da Ypê. As delações de US$ 150 milhões envolvendo Lula e Dilma foram atribuídas à JBS/J&F, não à marca Minuano em si. "O GLOBO")  

Recolhimento da Ypê pela Anvisa

- Data: Maio de 2026  
- Motivo: Falhas graves no controle de qualidade e risco de contaminação microbiológica.  
- Produtos afetados: Detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes da marca Ypê, Tixan Ypê, Atol e Bak Ypê.  
- Critério: Apenas lotes com numeração final “1”.  
- Orientação ao consumidor: Suspender uso imediato e contatar o SAC da empresa para recolhimento ou reembolso.  

Quem é dono da marca Minuano?

- Marca Minuano: Pertence à Flora Cosméticos e Limpeza S/A.  
- Controladora: J&F Investimentos, holding que também controla a JBS.  
- Portfólio da Flora: Minuano, Francis, Neutrox, Albany, OX, Assim, Kolene, Karina, entre outras.  
- Histórico: Criada em 1986, a Flora foi estruturada como braço de higiene e limpeza da JBS e depois se tornou independente dentro do grupo J&F. "Wikipédia")  


Delação dos US$ 150 milhões

- Origem: Delação de Joesley Batista (JBS/J&F).  
- Acusação: Contas no exterior atribuídas a Lula e Dilma com saldo de até US$ 150 milhões em 2014.  
- Contexto: Pagamentos ligados a esquemas envolvendo o BNDES e fundos de pensão.  
- Importante: O caso envolve a JBS/J&F, mas não há evidência de ligação direta com a marca Minuano ou com o recolhimento da Ypê.  


 Conclusão

- O recolhimento da Ypê pela Anvisa é um caso sanitário específico de contaminação em lotes.  
- O detergente Minuano pertence ao grupo J&F (mesmo grupo citado em delações), poderá está envolvido no episódio da Anvisa.  
- As delações de US$ 150 milhões referem-se a supostos pagamentos da JBS/J&F a Lula e Dilma, sem relação com o recolhimento da Ypê.

Pergunta ⁉️ show 🌽 

  - o corruptor mor de 150 milhões de dólares (delação) para Lula e Dilma é dono do detergente Minuano. Será porque vimos essa semana passada a informação de que a Anvisa teria recolhido os detergentes Ypê por fazerem mal à saúde?



HERANÇOCRACIA

O conceito de “herançocracia” descreve uma realidade em que o sucesso financeiro das gerações mais jovens depende cada vez mais do patrimônio acumulado pelos pais e avós, em contraste com a ideia de meritocracia baseada no esforço individual.  

Núcleo: 
- Definição: Herançocracia é o oposto da meritocracia; o acesso ao “banco da mamãe e do papai” tornou-se determinante para oportunidades de vida.  
- Origem: Termo popularizado pela historiadora britânica Eliza Filby, autora do livro Inheritocracy.  
- Contexto geracional:  
  - Baby boomers (1946–1964): acumularam patrimônio significativo.   

Geração X e Millennials: dependem desse patrimônio para comprar casa, pagar estudos ou manter estabilidade.  
  - Geração Z e Alfa: tendência de dependência crescente.  
- Impacto social:  
  - Redefinição da segurança financeira e dás escolhas de vida.  
  - Jovens têm mais chance de adquirir imóveis com ajuda dos pais do que com renda própria.  

Relações de trabalho e lealdade mudam: empregados priorizam vínculos familiares sobre vínculos profissionais.  

Pontos-chave
- Meritocracia questionada: O esforço individual já não garante ascensão social.  
- Patrimônio como fator decisivo: O acesso à herança ou apoio financeiro familiar é o que define oportunidades.  
- Consequência estrutural: A desigualdade se aprofunda, pois quem não tem esse suporte enfrenta barreiras maiores.  

Em síntese, o núcleo da questão é a dependência estrutural das novas gerações em relação ao patrimônio herdado, transformando a herança em principal motor de mobilidade social e econômica.



JOHANSSON ESTÁ CERTA

A atriz Scarlett Johansson voltou ao centro das atenções após afirmar que desenhos infantis não devem focar em pautas e para os pais tomarem cuidado com conteúdo que seus filhos assistem.

“ Eles colocam pautas nos desenhos e os pais não percebem, mas elas estão lá. É errado. Isso não pode acontecer”

PT está se desdobrando para relacionar Ciro Nogueira com Bolsonaro…

Será que eles esqueceram que EM TODOS os governos do PT houve ministros de Ciro Nogueira⁉️Veja 👇🏻


O AMOR FAZ TODA DIFERENÇA NA NATUREZA NÃO EXISTE DEVOLUÇÃO 

🚨 ELE MORREU SOZINHO NO GELO… AINDA TENTANDO SALVAR UMA VIDA 💔❄️🐾

Ele carregava mais do que medicamentos.
Carregava esperança.

Segundo histórias que circulam sobre cães utilizados em guerras e missões de resgate, esse animal teria atravessado condições extremas levando suprimentos médicos, mapas e equipamentos para tentar manter soldados vivos em meio ao caos da guerra. 🩹🐶

Mas a montanha… não perdoou.

De acordo com a narrativa compartilhada nas redes, uma mudança repentina no gelo, uma fenda escondida ou simplesmente o esgotamento extremo podem ter levado o animal a não conseguir continuar. ❄️😔

E então… ele teria permanecido ali.

Congelado no silêncio.
Ainda usando o símbolo da cruz vermelha.
Como se continuasse esperando ordens…
ou tentando cumprir sua missão até o último instante. 💔

Nem todos os detalhes dessa história podem ser confirmados exatamente como são contados hoje.

Mas histórias de animais que serviram em guerras realmente existem e muitas delas emocionam justamente pela lealdade impressionante desses companheiros. 🐾

Porque enquanto humanos lutavam…
muitos animais também enfrentavam frio, fome, explosões e medo.

Sem entender a guerra.
Sem escolher estar ali.
Mas permanecendo ao lado das pessoas até o fim. 😢

E talvez seja isso que mais toca nessa história.

A ideia de uma criatura inocente atravessando o impossível…
simplesmente porque confiava no humano que estava ao lado dela. ❤️

Alguns heróis não carregam armas.

Carregam coragem.
Silêncio.
E uma lealdade que às vezes o próprio ser humano não consegue explicar.

(via Universo Vidapet)

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Idosa com câncer terminal busca família para cães resgatados: 'Me ajudem'


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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NA NATUREZA NÃO EXISTE DEVOLUÇÃO TODA AJUDA É BEM VINDA 

Idosa com câncer terminal busca família para cães resgatados: 'Me ajudem'

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/05/08/idosa-com-cancer-terminal-busca-familia-para-cuidar-de-seus-caes-resgatados.ghtm

Cachorro transmite Amor e Responsabilidade para toda Família, ensina que uns devem tomar conta dos outros. Isso são valores dá Família.


Aguiaemrumo Romulo Sanches

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O AMOR FAZ TODA DIFERENÇA NA NATUREZA NÃO EXISTE DEVOLUÇÃO 

Quando fui parar no hospital depois de um AVC, meu marido não foi me visitar nem uma vez. Mas, todos os dias, debaixo das janelas, ficava sentado o nosso velho labrador Barney, que eu um dia tirei de um abrigo...

Quando acordei depois do AVC, a primeira coisa que perguntei à enfermeira não foi sobre mim. Eu perguntei:

«Onde está o meu marido?»

Ela desviou o olhar e respondeu baixinho:

«A senhora não pode se preocupar agora.»

Naquele momento, eu ainda não sabia que, em seis dias, ele não tinha ido me ver nem uma única vez. Não ligou uma vez sequer para o médico. Não perguntou nem uma vez se eu ao menos sobreviveria. Mas todos os dias, debaixo das janelas do hospital, ficava sentado o nosso velho labrador Barney, que eu um dia tirei de um abrigo.

Tenho sessenta e dois anos. Fui casada com meu marido por quase quarenta anos. Sempre achei que tínhamos uma família normal. Não perfeita, claro. Ele nunca foi um homem carinhoso. Não gostava de conversar sobre sentimentos, raramente me abraçava, nunca dizia palavras bonitas. Mas eu me acostumei. Na minha geração, as mulheres suportavam muita coisa em silêncio.

Trabalhei a vida inteira como enfermeira em uma policlínica. Casa, trabalho, filhos, preocupações. Meu marido sempre esteve em primeiro lugar para mim. Quando ele tinha problemas no trabalho, eu o apoiava. Quando a mãe dele adoeceu, cuidei dela por quase três anos. Quando ele sofreu um infarto, passei noites sentada ao lado da cama dele, com medo de pegar no sono.

E então fui eu que passei mal.

Aconteceu de manhã, na cozinha. Eu queria pegar a chaleira e, de repente, percebi que não sentia o braço. Depois, a perna cedeu. Tentei chamar meu marido, mas minha língua parecia ter deixado de me obedecer.

Só me lembro do chão.

E do som da xícara caindo.

Acordei já no hospital.

Os primeiros dias foram como se eu estivesse em meio a uma névoa. Metade do meu rosto não se mexia, e eu mal conseguia falar direito. Foi assustador. Principalmente à noite. Você fica deitada pensando: e se for isso? E se agora eu me tornar dependente? E se passarem a ter pena de mim ou, pior ainda, apenas me tolerarem?

Eu só esperava pelo meu marido.

No começo, eu tentava justificá-lo.

Talvez ele tenha se assustado.
Talvez não consiga me ver assim.
Talvez esteja ocupado.

No terceiro dia, perguntei ao meu filho:

«O papai vem?»

Ele ficou em silêncio. Depois respondeu baixinho:

«Mãe... ele disse que odeia hospitais.»

Virei-me para a parede e chorei pela primeira vez.

Mas o pior aconteceu no sexto dia.

A enfermeira estava ajeitando meu travesseiro e de repente perguntou:

«Aquele cachorro ali é seu?»

Eu não entendi.

Ela me levou até a janela.

E eu vi Barney.

Velho. Com o focinho grisalho. Com as patas doentes. Ele estava sentado perto da cerca do hospital, debaixo da chuva, olhando para as janelas.

Chorei tanto que minha pressão subiu.

Descobri que ele ia lá todos os dias.

Mais tarde, meu filho contou que, depois que me levaram na ambulância, Barney se deitou junto à porta de entrada e começou a uivar. Quase parou de comer. E então, um dia, escapou da guia durante o passeio e correu até o hospital.

E, desde então, voltava lá todos os dias.

E meu marido...

Meu marido, durante todo esse tempo, seguiu vivendo a vida de sempre.

Assistia à televisão.
Reclamava com a vizinha que agora precisava cozinhar sozinho.
E não perguntou nem uma vez aos médicos se eu tinha chances de me recuperar.

Quando tive alta e voltei para casa, Barney chorava. Antes eu não acreditava que cães podiam chorar. Mas ele gania, se apertava contra mim com o corpo inteiro e tremia como uma criança.

E meu marido disse apenas:

«Até que enfim. Espero que você se recupere rápido, porque está difícil para mim sozinho.»

E naquele momento foi como se algo tivesse morrido dentro de mim.

De repente, pela primeira vez em quarenta anos, olhei para o meu próprio marido com olhos de estranha.

E entendi uma coisa terrível.

Passei a vida inteira amando um homem para quem pouco importava se eu estava viva ou não.

E um velho cão, que um dia foi abandonado e traído por outras pessoas, acabou sendo o único que realmente esperava pela minha volta.

Dois meses depois, pedi o divórcio.

Meu marido nem sequer tentou me impedir. Apenas deu um sorriso de desdém:

«Na sua idade, já é tarde demais para mudar qualquer coisa.»

E eu, pela primeira vez em muitos anos, me senti viva.

Agora vivemos só eu e Barney. Ele já está bem velhinho. Às vezes respira com dificuldade à noite, anda mal, mas mesmo assim vai cambaleando atrás de mim pelo apartamento, como se tivesse medo de me perder de novo.

E sabe... depois de tudo o que aconteceu, penso cada vez mais: talvez o amor verdadeiro não sejam palavras grandiosas nem os anos vividos juntos. Talvez o amor verdadeiro seja quem fica ao seu lado quando você já não pode oferecer nada em troca.