quinta-feira, 30 de março de 2017

MPF pede R$ 2,3 bilhões de volta do PP e acusa políticos de corrupção




Esta é a primeira ação de improbidade administrativa contra um partido envolvido no escândalo do petrolão






POLÍTICA LAVA JATOHÁ 2 HORASPOR FOLHAPRESS

A força-tarefa da Operação Lava Jato irá anunciar em entrevista coletiva nesta quinta (30) que vai entrar com uma ação de improbidade administrativa contra o PP, cobrando a devolução de valores desviados na Petrobras pelo partido.


É a primeira ação de improbidade administrativa contra um partido envolvido no escândalo do petrolão.
O Ministério Público Federal pede o pagamento de R$ 2,3 bilhões em multas e ressarcimento aos cofres públicos.
Também é solicitada a perda dos cargos e a suspensão de direitos políticos dos ex-deputados federais Pedro Corrêa (PP-PE), Pedro Henry (PP-MT), João Pizzolatti (PP-SC) e Mário Negromonte (PP-BA), e dos deputados federais Nelson Meurer (PP-PR), Mário Negromonte Júnior (PP-BA), Arthur Lira (PP-AL), José Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Faria (PP-MG) e Roberto Britto (PP-BA), além de João Genu, ex-assessor parlamentar do falecido deputado federal José Janene -além da perda da aposentadoria especial dos congressistas.
Segundo a ação, integrantes da bancada do PP na Câmara receberam propinas mensalmente, de até R$ 30 mil por mês, por sete anos, até março de 2014.
Este seria o caso dos deputados federais Otávio Germano, Luiz Fernando Faria e Roberto Britto.
Os desvios, segundo a Procuradoria, ocorreram em contratos da diretoria de Abastecimento da Petrobras -cuja indicação cabia ao PP.
O ex-diretor Paulo Roberto Costa, atual delator da Lava Jato, que foi indicado ao cargo pelo partido, também teria atuado em favor da Braskem, empresa do grupo Odebrecht, na renegociação de um contrato de fornecimento de nafta. Daí teria vindo a segunda parte dos valores desviados da Petrobras pelo PP.
No total, o partido teria recebido cerca de R$ 460 milhões em vantagens indevidas, entre 2004 e 2014, por meio de mensalinhos, doações eleitorais e contas no exterior.
Além dos deputados que recebiam vantagens individualmente, a cúpula do partido também foi acionada pelo MPF. Com informações da Folhapress.

Bolsonaro tieta Moro em aeroporto e é esnobado pelo juiz; assista




O deputado ainda bateu continência para o juiz federal da Lava Jato


https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/366890/bolsonaro-tieta-moro-em-aeroporto-e-e-esnobado-pelo-juiz-assista?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=366890




© Reprodução / YouTube




POLÍTICA FICOU NO VÁCUOHÁ 9 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

Jair Bolsonaro e Sérgio Moro se encontraram nesta quinta-feira (30) no Aeroporto Internacional de Brasília. Ao perceber a presença do juiz federal no saguão, o deputado do PSC resolveu tietar o magistrado e foi até ele. Empolgado, o polêmico parlamentar se aproximou do juiz da Lava Jato e bateu continência.


Entretanto, Moro, que conversava com outras pessoas perto de uma lanchonete, mostrou-se indiferente a Bolsonaro, praticamente o esnobando e quase deixando-o no “vácuo”. O encontro foi registrado por populares em vídeo e publicado nas redes sociais. (assista acima)
As imagens logo viralizaram e a euforia de Bolsonaro não correspondida virou piada na internet.

Renan diz que governo Temer desmerece PMDB no Senado



Para tentar acalmar senador, Planalto planeja criar Ministério dos Portos, uma reivindicação do líder do partido








POLÍTICA INSATISFAÇÃOHÁ 1 HORAPOR NOTÍCIAS AO MINUTO


O clima entre o senador Renan Calheiros, líder do PMDB, e o governo de Michel Temer continua tenso. O senador não aceita o que chama de desmerecimento da legenda no Senado.


“Coalizão é sempre complexa, precisa de critérios. E se torna inviável quando desmerece um partido que tem 30% da Casa, que é o que acontece com o PMDB do Senado.”
De acordo com informações da coluna Painel, da Folha de São Paulo, para colocar "panos quentes" no impasse, o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o secretário-geral da Presidência da República, Moreira Franco, estiveram no gabinete do senador, na noite dessa quarta-feira (29).
Segundo informações que circulam nos corredores do Planalto, na tentativa de conter a insatisfação de Renan, o Palácio começou a analisar a recriação do Ministério dos Portos, uma reivindicação do líder do PMDB, e já estaria cogitando alguns nomes da sigla para assumi-lá.

Operação da PF contra Picciani e membros do TCE adia votação de resgate a estados em Brasília






CRISE NO RIO

Após a operação "Quinto do ouro" ter prendido preventivamente 5 conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio, além de levar Jorge Picciani (PMDB), presidente da ALERJ, para depor sob condução coercitiva, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, adiou a votação do pacote de resgate aos estados prevista para ocorrer hoje.
@fepardal




Picciani é um dos grandes caciques regionais do maior partido de oligarquias no Brasil, o PMDB. Cumprindo o quinto mandato na Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani tinha como encargo de sua atual presidência na casa conduzir a aprovação de ataques imensos aos direitos dos trabalhadores, da juventude e do povo pobre do Rio para fazer com que os de baixo paguem pela crise criada pelos capitalistas e seus governos.
Atuando com um centro de gravidade político próprio, Picciani chegou a disparar em diversos momentos críticas ao governo de Pezão, seu colega de partido, dizendo que o governo era "frouxo" e incapaz de conduzir até o fim os ataques necessários, chegando mesmo a aludir à possibilidade de impeachment.
Por isso mesmo, a operação "quinto do ouro", que nessa manhã levou o deputado para depor coercitivamente, abalou os planos de votar o pacote de resgate aos estados em Brasília.
O "resgate" acordado pelos governadores dos estados onde a crise atinge mais fortemente - Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais - com Pezão, governador fluminense, cumprindo papel de destaque, na verdade é um agravamento ao ataque aos trabalhadores nos estados. Inclui não apenas ataques já previstos pelo governo de Pezão, como o aumento da contribuição previdenciária dos servidores, mas também novos ataques impostos pelo governo Temer, como a privatização de empresas públicas (entre as quais a primeira a ser aprovada foi a da CEDAE - empresa de saneamento do Rio cuja privatização foi aprovada na ALERJ sob o comando de Picciani).
Essas seriam as contrapartidas dos estados para o "favor" do governo federal de suspender temporariamente o pagamento da dívida pública dos estados. O primeiro projeto, que Temer tentou aprovar sem sucesso no fim do ano passado, previa o prazo de três anos. Agora, o prazo passou para até seis anos.
Essa semana, a bancada mineira do PMDB exigiu novas mudanças, pois quer oferecer estradas e aeroportos para a privatização ao invés da companhia de saneamento e eletricidade. Tudo parecia certo para aprovação após os novos acordos, até a manhã dessa quarta, 29, o dia da votação.
A operação da PF escancara, mais uma vez, a corrupção estrutural que há no estado capitalista: o PMDB está envolvido até o pescoço, mas também membros do judiciário, os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, que deveriam fiscalizar para evitar fraudes nas contas do estado, mas que recebiam propina para fazer vista grossa com irregularidades em diversos setores, como o de transporte.
A revolta popular com os políticos que evidentemente vem à tona em momentos assim fez o cauteloso Rodrigo Maia, presidente da Câmara, segurar o projeto de resgate. Votar novos ataques a servidores públicos no mesmo dia em que vem à tona novos escândalos de corrupção dos privilegiados membros do legislativo e judiciário pareceu um pouco arriscado demais.
Nós, que somos atacados para preservar os lucros e privilégios desses parasitas da laia de Picciani e dos empresários que subornavam os membros do TCE, não devemos esperar nenhuma saída para a corrupção por parte da Polícia Federal ou do Judiciário. São apenas outra face desse sistema político podre e corrupto, que inevitavelmente está a serviço dos capitalistas. Somente a ação política independente dos trabalhadores pode exigir a estatização de todas as empresas envolvidas em corrupção, o confisco de seus bens, e a fiscalização de todas as contas pelos trabalhadores e usuários, que são os verdadeiros interessados em que os serviços públicos atuem em nosso benefício.










PETROBRAS DÁ PREJUÍZO E AINDA EMPREGA 230 MIL


INEFICIÊNCIA

EMPRESA TEM PREJUÍZO DE R$14,8 BILHÕES E RECORDE DE EMPREGADOS
Publicado: 30 de março de 2017 às 00:01 - Atualizado às 00:29


COM 230 MIL EMPREGADOS, EMPRESA TEM PREJUÍZO DE R$ 14,8 BILHÕES


Apesar de prejuízos bilionários por três anos consecutivos, a Petrobras ainda é a petroleira que mais paga salários no mundo. A anacrônica legislação trabalhista obriga a estatal a bancar 230 mil funcionários, quase a soma das três maiores do planeta (British Petroleum, Exxon e Shell), que empregam 253 mil em todo o mundo. As três lucraram R$ 41 bilhões em 2016, enquanto a Petrobras deu prejuízo de R$ 14,8 bilhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Somente os oito diretores Petrobras custaram R$ 25,3 milhões em 2016, incluindo salários, bônus, benefícios e encargos sociais.
O Plano de Demissão Voluntária da Petrobras custará R$ 4 bilhões, mas a adesão foi de apenas 12 mil funcionários.
A Petrobras deve pagar generosas indenizações aos funcionários que aderiram ao plano de demissão. Tem gente que embolsará R$ 706 mil.
Um engenheiro de petróleo chega a ganhar R$49,3 mil na Petrobras. Um coordenador recebe até R$ 30 mil mensais.


Temer altera ataque à Previdência: trabalhe até morrer e receba mesmo que hoje



REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Temer manobrou mais uma vez no seu ataque às aposentadorias. A manobra, no entanto, mantém a essência do ataque: que trabalhemos até morrer. Os governistas apresentaram um novo texto que propõe uma diminuição menor do valor das aposentadorias se comparado ao texto anterior. Trata-se de um reconhecimento da dificuldade em aprovar sua reforma e ao mesmo tempo de uma tentativa de enganar os trabalhadores.

Professor de sociologia da rede pública

quarta-feira 29 de março| Edição do dia


Depois da entrada em cena dos trabalhadores na paralisação nacional do dia 15, uma entrada em cena ainda inicial dados os limites que as centrais sindicais colocaram a esse dia, o governo Temer foi obrigado a reconhecer o que já se sentia em todos locais de trabalho. Sua proposta de reforma da previdência é odiada. Tentando manter esse profundo ataque, Temer manobra e tenta enganar um dia atrás do outro. Primeiro anunciou que pouparia o funcionalismo municipal e estadual, e depois determinou que os estados e municípios serão obrigados a votar leis similares (ou piores) em até 6 meses. Agora a nova manobra é de oferecer o valor miserável da aposentadoria de hoje só que com as regras de Temer: com 65 anos.
Hoje a aposentadoria é calculada a partir de um percentual dos maiores salários que o trabalhador contribuiu ao INSS, podendo chegar dependendo do tempo de contribuição ao valor integral. Inicialmente a proposta do governo era, além de mais tempo de contribuição para poder se aposentar e também para obter o valor integral, que o cálculo não fosse mais feito em cima dos últimos salários, mas sim da média salarial do trabalhador ao longo da sua vida, e que a porcentagem de cálculo não seria mais de 80% sobre as maiores contribuições mas de 51% sobre a média, o que na prática significava radical diminuição do valor da aposentadoria, da miserável de hoje a muito miserável.
Essa proposta é em parte um recuo, que mostra que as paralisações e mobilizações do 15 de março contra a reforma da previdência fizeram o governo balançar e agora procura dar uma cara mais suave a seu ataque aos trabalhadores, ou seja é também uma manobra que precisamos derrotar. É necessário derrotar completamente a reforma da previdência. É por isso que é urgente uma paralisação nacional imediata, onde se paralise tudo, e não daqui a um mês como decidiram as centrais sindicais. Daqui a um mês esse e outros ataques como a terceirização irrestrita já estarão aprovados ou sancionados, a vontade de luta da classe trabalhadora terá sido desperdiçada. As lutas dos professores em greve terá ficado isolada. Precisamos construir comitês contra as reformas que organizem milhares de trabalhadores dos locais de trabalho, elejam delegados para coordenar a luta e conseguir forçar as centrais à ação urgente.

Governo corta R$ 42 bi em gastos e eleva imposto sobre folha de pagamento de empresas




Objetivo da equipe econômica é tentar fechar buraco de R$ 58,2 bilhões no orçamento para atingir meta fiscal, de déficit primário de R$ 139 bilhões, fixada para 201



Governo anuncia novo corte de gastos para diminuir o rombo no orçamento


A equipe econômica do governo Michel Temer anunciou nesta quarta-feira (29) uma série de medidas, de aumento da arrecadação e de corte de gastos, para fechar o buraco de R$ 58,2 bilhões no orçamento e tentar atingir a meta fiscal fixada para 2017, que é de déficit de R$ 139 bilhões.
As medidas anunciadas foram:
  • Bloqueio de R$ 42,1 bilhões em gastos públicos
  • Receita extra com a reoneração da folha de pagamento: R$ 4,8 bilhões
  • Receitas extras com relicitação de 4 hidrelétricas: R$ 10,1 bilhões
  • Receita extra com a equiparação da alíquota de IOF de cooperativas de crédito, com a cobrada de bancos: R$ 1,2 bilhão
As medidas foram divulgadas pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira.
O corte de gastos é maior que o previsto porque o governo decidiu não contar neste momento com uma outra receita extra, que viria da volta, para a União, de precatórios não resgatados.
Precatórios são dívidas do governo com pessoas ou empresas reconhecidas pela Justiça. De acordo com o ministro da Fazenda, há R$ 8,6 bilhões em precatórios depositados, mas não resgatados pelos beneficiários.
Meirelles informou que o governo não desistiu de contar com pelo menos parte desses recursos. Entretanto, vai aguardar por mais garantia jurídica de que os beneficiários realmente perderam o direito ao dinheiro.
Portanto, o bloqueio de gastos, hoje em R$ 42,1 bilhões, pode ficar menor mais para frente.
O buraco de R$ 58,2 bilhões no orçamento foi provocado, principalmente, pela queda na previsão de crescimento da economia brasileira neste ano. A peça orçamentária de 2017 foi elaborada levando em consideração a previsão de alta de 1,6% para o PIB. Na semana passada, porém, o governo a reduziu para 0,5%.
Com o desempenho mais tímido da economia, também cai a previsão de arrecadação do governo com impostos e tributos - assim surgiu o buraco. Entretanto, dos R$ 58,2 bilhões, R$ 3,4 bilhões são resultado de aumento de despesas federais.


Medidas para cobrir o rombo no orçamento (Foto: Arte/G1)

Fim da desoneração

O ministro da Fazenda anunciou que 50 setores serão excluídos da possibilidade de pagar imposto sobre a folha de pagamentos com base em um percentual da receita bruta - que representava uma tributação menor.
Entre os setores que vão perder o benefício estão: confecção, couros e calçados, têxtil, naval, aéreo, de material elétrico, autopeças, hotéis, plásticos, móveis, fármacos e medicamentos, equipamentos médicos e odontológicos, bicicletas, pneus e câmaras de ar, papel e celulose, brinquedos, instrumentos óticos, suporte técnico de informática.
Segundo o ministro da Fazenda, 4 setores vão continuar a optar pela desoneração da folha: transporte rodoviário coletivo de passageiros (ônibus urbano ou interurbano); transporte metroviário e ferroviário de passageiros (metrô e trem); construção civil e obras de infraestrutura; comunicação, radio e televisão, prestação de serviços de informação, edição e edição integrada à impressão.
Ele apontou que o benefício foi mantido a esses setores porque, no caso deles, o governo considera que a desoneração "faz efeito", o que, disse Meirelles, não ocorre com os demais.
A reoneração começa a valer apenas em julho, pois precisa cumprir a chamada "noventena", que conta a partir do anúncio. Por isso, a previsão do governo é que a arrecadação com essa medida será restrita apenas aos meses de agosto a dezembro.
Apesar de ter eliminado a possibilidade de a maior parte dos setores da economia poder contar com tributação menor na folha de pagamentos, o ministro Meirelles não considerou que houve aumento de impostos.
“Essa medida não é considerada de fato um aumento de impostos. É a eliminação de uma opção adotada pelo governo anterior e que não funcionou. Não é um aumento de impostos”, disse a jornalistas.
A desoneração da folha de pagamentos começou em agosto de 2011, em um pacote de bondades lançado pela então presidente Dilma Rousseff. O objetivo era estimular a geração de empregos no país e melhorar a competitividade das empresas brasileiras.
Entre 2012 e 2016, a renúncia fiscal com a desoneração foi de R$ 77,9 bilhões, segundo dados da Receita Federal. Atualmente, cerca de 40 mil empresas de mais de 50 setores da economia se beneficiam do programa.

Corte de gastos

O bloqueio inicial de R$ 42,1 bilhões no orçamento deste ano, anunciado nesta quarta-feira pelo governo, é maior do que o efetuado em 2016 – quando somou R$ 23,2 bilhões em um primeiro momento (depois o valor foi ampliado). Entretanto, ficou abaixo do corte de gastos anunciado em 2015 - de R$ 66,9 bilhões, o maior da história.
O governo informou que o bloqueio total de R$ 42,1 bilhões, será dividido em:
  • Corte de gastos dos Ministérios: R$ 20,1 bilhões
  • Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): R$ 10,5 bilhões
  • Emendas parlamentares obrigatórias: R$ 5,4 bilhões
  • Emendas não obrigatórias: R$ 6,1 bilhões
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, não detalhou como o corte de R$ 20,1 bilhões será distribuído entre os ministérios. Informou apenas que o governo vai respeitar a "aplicação mínima" de recursos para alguns setores, como saúde e educação.
Dyogo Oliveira informou ainda que não haverá corte em programas sociais, como o Bolsa Família.

Hidrelétricas

Ao contrário do que ocorreu em anos anteriores, o governo optou por não divulgar as medidas para cobrir o rombo no orçamento no dia 22 de março. Um dos motivos, segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é que o governo preferiu esperar por decisões judiciais que liberariam a relicitação de algumas hidrelétricas.
Segundo o ministro, as decisões vieram nesta semana. E elas vão permitir ao governo retomar o controle de quatro usinas hidrelétricas: São Simão, Jaguara, Volta Grande e Miranda.
O governo pretende relicitá-las ainda nesta ano. A previsão é arrecadar um total de R$ 10,1 milhões com o leilão delas.