domingo, 12 de junho de 2016

Funcionários vão lutar pela existência da empresa, diz EBC

Por fim, Cuaio disse que os empregados não aceitam que "a empresa seja usada para fins políticos" e avisou: "Lutaremos por sua existência"
POLÍTICA EDVALDO CUAIO
HÁ 1 HORA
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O representante dos empregados no Conselho de Administração da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Edvaldo Cuaio, rechaçou a intenção de ministros do governo interino Michel Temer de acabar com a empresa, que se transformou em um explícito instrumento de disputa entre a gestão Temer e a equipe da presidente afastada Dilma Rousseff.
Cuaio reconhece que a EBC, no último ano, foi usada "fora da sua finalidade", e funcionou como "cabide de empregos". Mas, disse que os empregados não aceitam que a empresa seja usada como "massa de manobra" do governo de momento.
Depois de defender a "importância da comunicação pública para o cidadão", disse que "é injusto que 2 mil funcionários sejam ignorados neste momento em que a empresa se tornou centro de embate político" e lembrou que existem mecanismos para retomar o controle da empresa.
O representante dos empregados defendeu ainda o projeto de comunicação pública "que precisa ser fortalecido" e que para isso "é preciso autonomia e também entendimento do verdadeiro papel da EBC". Por fim, Cuaio disse que os empregados não aceitam que "a empresa seja usada para fins políticos" e avisou: "Lutaremos por sua existência".

Trump critica Obama por não dizer "Islã radical" e pede renúncia

"Porque os nossos líderes são fracos, eu disse que isso ia acontecer - e isso só vai piorar", disse Trump em comunicado
MUNDO EUAHÁ 4 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O candidato presidencial republicano Donald Trump disse que Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, deveria renunciar ao cargo, depois do ataque a uma boate gay em Orlando.
Segundo informações do Extra, Trump criticou Obama por não ter dito as palavras "Islã radical" em uma declaração em resposta ao massacre, onde 50 pessoas foram mortas.
"Porque os nossos líderes são fracos, eu disse que isso ia acontecer - e isso só vai piorar", disse Trump em comunicado. "Estou tentando salvar vidas e evitar o próximo ataque terrorista. Não podemos nos dar ao luxo de ser mais politicamente corretos", criticou o republicano.
De acordo com a publicação, Trump deverá tratar do ataque em um discurso que já tinha programado fazer na segunda-feira.

Foto divulgada pela polícia mostra Omar dentro da boate

Mateen foi responsável pela morte de 50 pessoas



MUNDO ATAQUE NOS EUAHÁ 10 MINS
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Uma imagem divulgada pelo Departamento de Polícia de Orlando, na Flórida, divulgou uma foto de Omar Mateen, responsável pelo assassinato de 50 pessoas em uma boate gay da cidade, mostra o suspeito dentro da casa noturna, segundo informações da Associated Press. 

Mateen, durante o ataque, deixou ainda 53 pessoas feridas. Ele morreu no local.

FBI começa a identificar vítimas do ataque em Orlando

Eles estão entre as 50 pessoas que morreram após Omar Mateen entrar no local e começar a atirar contra os presentes





MUNDO ATAQUE NOS EUAHÁ 34 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO

A polícia americana divulgou os nomes de quatro vítimas do massacre da boate gay Pulse, em Orlando, na Flórida. Eles estão entre as 50 pessoas que morreram após Omar Mateen, americano de origem afegã, de 29 anos, entrar no local e começar a atirar contra os presentes.

Até o momento, as vítimas identificadas são, segundo o New York Times:
Edward Sotomayor Jr
Stanley Almodovar III
Luis Omar Ocasio-Capo
Juan Ramon Guerrero.

Pai de atirador apoiou Talibã, grupo terrorista, em vídeo

Seddique foi responsável pleo "Durand Jirga Show", transmitido por um canal falado em língua Dari
MUNDO ATAQUE NOS EUAHÁ 10 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O pai de Omar Mateen, confirmado pela polícia como o homem responsável pela morte de 50 pessoas na boate Pulse, em Orlando, nos Estados Unidos, é um afegão com grande envolvimento em política. Segundo o jornal Washington Post, Seddique Mateen já apoiou o Talibã afegão, movimento fundamentalista islâmico, oficialmente considerado como organização terrorista pela Rússia, União Europeia e Estados Unidos.
Seddique foi responsável pleo "Durand Jirga Show", transmitido por um canal falado em língua Dari. Nele, fala-se na língua própria sobre uma variedade de assuntos políticos. Dezenas de vídeos são postados em um canal sob o nome de Seddique Mateen no YouTube. Ele também é responsável por uma organização sem fins lucrativos sob o nome Durand Jirga, registrada em Port St. Lucie, na Flórida.
Em um dos vídeos postados ele finge ser o presidente do Afeganistão e ordena a prisão de uma série de figuras políticas afegãs.

Chef brasiliense Dudu Camargo é preso com dólar falso em Singapura

Reprodução/Facebook

O chef brasiliense Dudu Camargo, 41 anos, está detido no Cassino Marina Bay Sands, em Singapura, por suposto uso de dólar falso. Ele está incomunicável – a diferença de fuso é de, aproximadamente, 12 horas – e deve perder o navio que parte do local em cruzeiro para outras cidades da Ásia.
Divulgação
Amigos de Dudu se mobilizam para tentar conseguir um advogado que o represente e um contato com a Embaixada do Brasil em Kuala Lampur.
Dudu Camargo foi detido com US$ 1 mil supostamente falsos dentro do cassino. Não se sabe ainda onde o empresário teria comprado o dinheiro, no Brasil ou na Ásia. O chef está fazendo um tour gastronômico pelo continente, acompanhado de sua mulher. Ele é dono de bons restaurantes da capital federal, como o Dudu Bar, Dudu Bar Lago, Fratello Uno, Da Noi e a lanchonete Respeitável Burger. No Rio, é proprietário da pizzaria Stravaganzze.
Segundo a assessoria de comunicação do Ministério das Relações Exteriores, até o momento, a diplomacia brasileira não foi informada sobre o caso.
REPRODUÇÃO DO INSTAGRAMReprodução do Instagram
Ana Flávia Coelho, Dudu, Cacau, sua esposa, Sônia Abrantes e o marido
Além de Dudu, um grupo de brasilienses participa do cruzeiro pela Ásia. Entre os turistas candangos, estão Gláucia Benevides, filha do deputado federal Mauro Benevides, com o marido Esteves Pedro Conagno. A advogada Ana Flávia Coelho e os amigos Sônia Abrantes e seu marido acompanham Dudu e sua esposa, Cacau.

SEM FUNDAMENTOS Defesa de Lula, 'estarrecida', responde a novo pedido de Janot Advogados emitem nota sobre tentativa de Procurador Geral de remeter investigação de denúncia para o juiz Sergio Moro: "parece vigora o vale tudo nos tempos atuais"

RICARDO STUCKERT/ INSTITUTO LULA
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Ex-presidente Lula invoca a Justiça contra nova investida sem fundamentação jurídica feita pela PGR
São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou hoje (11), por meio de nota de seus advogados, o pedido feito ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que a denúncia sobre suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, seja encaminhada para o juiz federal Sérgio Moro. O inquérito tem como base a delação do ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). A defesa de Lula afirma ele ficou "estarrecido" com a medida de Janot que, segundo o comunicado, "age sem ter conseguido apresentar à Justiça qualquer gravação ou qualquer outro elemento que pudesse sugerir a participação do ex-presidente nessa suposta tentativa de obstrução às investigações".
"Mas, como parece vigorar o vale tudo nos tempos atuais, presenciamos, estarrecidos, o atual pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, para que o Inquérito 4.170, que envolve Lula, seja remetido ao juiz Sérgio Moro", diz a nota.
Os advogados Cristiano Zanin e Roberto Teixeira pontuam que "trata-se de mais um vazamento ilegal de documentos" e informam que a manifestação de Janot é de 23 de maio e já foi contestada por eles em 27 de maio, "mostrando, por meio de relevantes fundamentos técnico-processuais, que a Justiça Federal de Curitiba não detém competência para conduzir a investigação".
No início de maio, a Procuradoria-Geral da República denunciou Lula com base na delação de Delcídio do Amaral. De acordo com a PGR, Lula atuou "na compra do silêncio" de Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, a fim de evitar que ele assinasse acordo de delação premiada com a força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato.
"Lula jamais teve motivo para cogitar impedir a delação premiada de Nestor Cerveró, que efetivamente ocorreu, como é público e notório, e que não atribui ao ex-Presidente, em momento algum, a prática de atos ilícitos", reforçam Zanin e Teixeira.
Leia abaixo a íntegra da íntegra:
O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva esclareceu em depoimento prestado em 07.04.2016 na Procuradoria Geral da República que jamais participou de qualquer iniciativa objetivando a "compra do silêncio" de Nestor Cerveró. Mas, como parece vigorar o vale tudo nos tempos atuais, presenciamos, estarrecidos, o atual pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, para que o Inquérito 4.170, que envolve Lula, seja remetido ao juiz Sérgio Moro. Janot age sem ter conseguido apresentar à Justiça qualquer gravação ou qualquer outro elemento que pudesse sugerir a participação do ex-Presidente nessa suposta tentativa de obstrução às investigações.
Trata-se de mais um vazamento ilegal de documentos que estão sob a análise e o que chama mais a atenção é que tal manifestação de Janot é datada de 23.05.2016 e já foi contestada pelos advogados do ex-Presidente em 27.05.2016, mostrando, por meio de relevantes fundamentos técnico-processuais, que a Justiça Federal de Curitiba não detém competência para conduzir a investigação. Essa peça de defesa foi, contudo, propositadamente omitida pelo autor do vazamento, evidenciando o seu objetivo de interferir, indevidamente, em uma questão que está sob análise do STF.
Vemos, portanto, uma notícia velha ser requentada apenas para tentar transferir o tema do jurídico, palco natural da discussão, para o âmbito da imprensa, com o claro intuito de usar a opinião pública como elemento de pressão.
Atos dessa natureza são reprováveis porque, além de fragilizar garantias constitucionais asseguradas a todo e qualquer cidadão, também violam regras básicas de procedimentos que o Brasil se comprometeu a seguir ao subscrever tratados internacionais, para que haja um julgamento justo.
Lula jamais teve motivo para cogitar impedir a delação premiada de Nestor Cerveró, que efetivamente ocorreu, como é público e notório, e que não atribui ao ex-Presidente, em momento algum, a prática de atos ilícitos.
Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira