domingo, 12 de junho de 2016

Afastados: Dilma tem restrições, Cunha mantém privilégios





As limitações impostas a Dilma foram originadas em consulta realizada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República ao departamento jurídico da Casa Civil

POLÍTICA DIREITOSHÁ 9 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
Duas das principais figuras políticas do país, a presidente da República Dilma Rousseff e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, passam por situações diferentes a respeito de seus privilégios e restrições neste período em que, ambos, estão afastados dos seus cargos.
Segundo informações do UOL, tanto Dilma quando Cunha têm o salário, direito a residência oficial, segurança pessoal, assistência à saúde, transporte aéreo e terrestre, subsídio integral e equipe a serviço do gabinete parlamentar. Afastados, tiveram esses direitos mantidos por decisão do Senado e da Câmara, respectivamente.
No entanto, a situação é um pouco diferente: enquanto Cunha não teve restrições dos direitos, Dilma enfrenta limitações: suas viagens de avião foram limitadas à ponte-aérea Brasília-Porto Alegre. A verba do cartão para gastos no palácio do Alvorada que inclui alimentação foi suspensa por dias por ordem do governo interino do presidente Michel Temer, que não descarta limitar outras despesas da presidente.
As limitações impostas a Dilma foram originadas em consulta realizada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República ao departamento jurídico da Casa Civil. Já a atual posição de Cunha não foi questionada pela presidência da Câmara, apenas o PSOL entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal pedindo a suspensão dos direitos referentes ao cargo do peemedebista. O pedido ainda não foi analisado.

Temer quer idade mínima de 65 anos para aposentadoria, inclusive para servidores

QUEM FAZ O BLOG

Vicente Nunes
Repórter há 29 anos. Não dispensa a boa informação. Está no Correio Braziliense desde 2000. Tem passagens pelo Jornal do Commércio, O Globo, Jornal do Brasil, Estado de S. Paulo e Gazeta Mercantil.
Antonio Temóteo
Trabalha no Correio Braziliense desde 2010. Passou pelas editorias de Cidades e Política. O faro está sempre apurado para boas reportagens. Na economia, transita onde está a notícia.

POR CÉLIA PERRONE

Apesar da gritaria contrária das centrais sindicais, o presidente interino, Michel Temer, manterá na proposta de reforma da Previdência Social, que será encaminhada ao Congresso Nacional, idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e mulheres. Esse limite também valerá para os servidores públicos, cujo sistema poderá ser unificado ao dos trabalhadores da iniciativa privada. O governo admite, porém, recuar na proposta da equipe econômica de desvincular os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do salário mínimo. Para auxiliares de Temer, a desvinculação barraria o andamento da reforma, por ser um tema que provoca muita discórdia. Eles garantiram que haverá regras de transição para quem já está no mercado de trabalho.

Representantes das centrais almoçaram ontem com o presidente interino Michel para discutir a reforma da Previdência e ações de combate ao desemprego. Participaram do encontro, no Palácio do Jaburu, 85 representantes de sindicatos ligados a quatro centrais: Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Esse grupo representa cerca de 60% dos sindicatos e tem aproximadamente 5 milhões de filiados. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) não tem participado de reuniões com Temer por não reconhecer a legitimidade do governo interino.

O governo criou no mês passado um grupo de trabalho para debater alterações nas regras previdenciárias. Na época, afirmou que as propostas seriam encaminhadas ao Congresso em um mês — prazo que se encerra amanhã, mas agora foi estendido para o final de junho. O presidente afirmou que não fará nada contra os trabalhadores e apelou por compreensão e diálogo, “em nome do país”, que assumiu em grande dificuldade. “Elas são maiores do que vocês podem imaginar”, declarou. “Temos que fazer mudanças por meio do diálogo. Vamos nos entendendo. Não podemos ir da cordialidade para a falta de cordialidade”, afirmou Temer.

As declarações foram publicadas pela assessoria de imprensa no Twitter do presidente interino ainda enquanto transcorria o encontro. Ele lembrou que completou 27 dias no governo, período em que aprovou medidas importantes no Congresso, como a ampliação da meta fiscal, para um deficit de R$ 170,5 bilhões e a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU).

Discórdia

Na saída do almoço, que durou cerca de duas horas, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), disse que o principal ponto de discórdia entre as centrais e a proposta do governo é a insistência em estipular idade mínima para a aposentadoria. “Estamos apresentando propostas para o governo resolver de imediato o caixa de Previdência, como vender prédios abandonados, e destinar a ela metade do dinheiro arrecadado com jogos de loteria, medida que deverá ser aprovada pela Câmara. Qualquer reforma é de médio e longo prazos. Precisamos resolver o problema do deficit que a Previdência tem”, afirmou.

Está marcada para a próxima segunda-feira uma reunião das centrais sindicais com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha e o da Fazenda, Henrique Meirelles, no Palácio do Planalto. O presidente da Força Sindical acrescentou que uma das sugestões levadas ao presidente interino para estimular a geração de empregos é a edição de uma medida provisória para tratar dos acordo de leniência de empresas que têm diretores presos pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. “Não queremos interferir na Lava-Jato, mas as empresas não podem pagar pelos malfeitos dos diretores; isso (os acordos) pode alavancar o setor da construção civil, da construção pesada”, declarou.

Antônio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), ressaltou que a reunião tentou avançar na discussão de soluções para a crise econômica. “Queremos apresentar sugestões para reduzir o desemprego e colocar a economia para girar de forma que beneficie o povo”, afirmou.

Brasília, 08h01min

De olho no impeachment de Dilma, Governo Temer completa um mês


Michel Temer em Brasília.  AFP

Presidente interino conseguiu animar o mercado com 'boas intenções' na economia, passou no teste da base no Congresso, mas colecionou polêmicas e recuos

Um Governo que ofereceu sinais de boas intenções na economia e passou no teste da base no Congresso, mas colecionou polêmicas e recuos. Neste domingo, a gestão interina de Michel Temer completa um mês, ainda se movendo com os olhos nos passos do impeachment de Dilma Rousseff e sob a sombra daOperação Lava Jato, que a qualquer momento pode provocar um novo terremoto.
Neste um mês de Governo, o maior trunfo de Temer foi a formação de uma equipe econômica considerada pelo mercado como um verdadeiro dream team. O novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o novo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, foram celebrados. Mas, apesar de se posicionar pela necessidade de um ajuste fiscal urgente, o presidente interino implementou até aqui poucas medidas que trouxeram impacto nas contas públicas e na economia.
Seu primeiro ato, o de diminuir a quantidade de ministérios de 32 para 23, trouxe mais efeitos simbólicos do que práticos, assim como o corte de pouco mais de 4.000 cargos, anunciados na última sexta, cuja estimativa de economia gira em torno de 230 milhões de reais. "Na presença de um déficit orçamentário de 170,5 bilhões, o efeito de cortar ministérios e funções gratificadas é insignificante", afirma Gil Castello Branco, fundador e secretário-geral da organização Contas Abertas. Ele explica que antigos ministérios viraram secretarias, com estruturas similares, que encolheram pouco. Uma economia, portanto, pequena, pois o efeito foi a eliminação de alguns cargos comissionados repetidos.
Na contramão disso, entretanto, o Congresso, com a base de Temer, autorizou a criação de 14.000 cargos federais, além de ter permitido o aumento de salários de funcionários federais e do Ministério Público, com impacto de ao menos 58 bilhões até 2019, o que colocou seu plano de austeridade em xeque. Depois da polêmica, o presidente interino decidiu não apoiar a criação dos cargos e o aumento dos funcionários públicos.
Na prática, duas medidas de impacto foram tomadas até o momento -ambas já planejadas, ainda que com conteúdos diferentes, por sua antecessora. Com asuperbase que formou no Congresso, ao contemplar 11 partidos em seus ministérios, Temer garantiu, primeiro, a aprovação da nova meta fiscal, que autoriza o rombo de 170,5 bilhões. Também conseguiu aprovar em segundo turno na Câmara a Desvinculação de Receitas da União (DRU), que permite que o Governo federal use sua arrecadação de forma mais livre, ampliando de 20% para 30% o percentual da receita que pode ser remanejado no Orçamento. As duas aprovações foram os testes que comprovaram que ele tem maioria suficiente para, a princípio, aprovar medidas mais polêmicas, como a reforma da previdência, por exemplo.
Outro anúncio celebrado pelo mercado foi o congelamento do aumento dos gastos públicos, que ficariam limitados à inflação do ano anterior, a partir da aprovação de uma lei que ainda deve ser enviada para o Congresso na próxima semana. Novamente, ganhou o aval dos investidores, ainda que tenha gerado mal estar com grupos da sociedade civil, já que a medida implicaria em cortar gastos com saúde, educação e previdência.
“O governo interino fez, em um mês, o que a Dilma não conseguiu nos últimos doze”, afirma Márcio Holland, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-secretário do Ministério da Fazenda na gestão Guido Mantega. Para ele, entretanto, se nada do que foi prometido sair do papel em breve, a “lua de mel” com o Governo Temer deve acabar já em agosto. “Acredito que ele esteja esperando as eleições municipais para dar início às medidas impopulares, como a reforma da previdência, mas muita coisa poderia ser feita nas beiradas”, conta. Um exemplo é criar a idade mínima para aposentadoria, acabar com subsídios seletivos ao setor produtivo e aumentar algumas alíquotas, como as do microempreendedor individual (MEI).
Já o economista Antonio Corrêa de Lacerda, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), acredita que o otimismo que tomou conta do mercado em torno do Governo interino não passa de “falsas expectativas pós-impeachment”. “Há um autoengano muito disseminado no mercado de que o problema da economia era a presidenta Dilma”, afirma. Para ele, os problemas que a economia enfrenta hoje são fruto de um conjunto mais complexo de fatores, como a excessiva dependência do país em relação ao capital externo, os efeitos da corrupção da Petrobras sobre as cadeias de óleo e gás e de construção, que representam boa parte dos investimentos produtivos do país, e a elevada taxa de juros, que incentiva a transferência de capital produtivo para fontes de capital especulativo, como títulos públicos. “Quem vai correr risco investindo em aumento de produção se pode ganhar muito mais dinheiro financiando a dívida pública?”, ironiza.

Polêmicas

Do ponto de vista social, sobraram polêmicas em um mês de Governo. Mas as respostas de protesto esperadas nas ruas foram fracas até o momento. Arevogação de portarias que expandiriam moradias do Minha Casa, Minha Vida, feita logo na primeira semana de Governo, foi criticada pelos movimentos sociais, mas não houve nenhuma mobilização impactante. O último protesto contra Temer, feito nesta sexta-feira, foi menor que os anteriores.
Evitando tomar medidas polêmicas neste período delicado para o impeachment de Rousseff, Temer deu pouco combustível, até o momento, para que os movimentos sociais conseguissem lotar as ruas. Com o pouco apoio que a presidenta afastada tinha por conta da condução de seu segundo mandato, não tem sido fácil conseguir mobilizar as pessoas pela defesa dela, avaliou ao EL PAÍS um dos organizadores das recentes marchas. O presidente interino também conseguiu acalmar os ânimos do setor cultural, que havia conseguido organizar os maiores protestos no início do novo mandato, ao recuar de decisão inicial e transformar a pasta de Cultura novamente em ministério -subindo para 24 o número de ministérios no Governo.
O peso maior contra Temer tem sido mesmo a Lava Jato, que já vitimou dois de seus ministros e colocou um terceiro na berlinda. Com isso, ele tem visto o apoio ao impeachment diminuir no Senado, enquanto aumentam os acordos para arealização de um plebiscito por novas eleições. Conseguir passar do status de um presidente tampão, portanto, ainda é seu maior desafio pelos próximos meses.

Atirador abre fogo em boate gay em Orlando e deixa mortos e feridos

12/06/2016 04h45 - Atualizado em 12/06/2016 09h22

Incidente ocorreu em Orlando às 3h (horário de Brasília) deste domingo.
Segundo a polícia, cerca de 20 morreram e 42 ficaram feridos.

Do G1, em São Paulo
Um atirador abriu fogo dentro de uma boate voltada ao público LGBT em Orlando, na Flórida, nosEstados Unidos na madrugada deste domingo (12). A polícia diz que há cerca de 20 mortos no interior da casa chamada Pulse. Pelo menos outras 42 pessoas foram levadas a hospitais da região.
O agressor morreu durante uma troca de tiros com a polícia, no caso que está sendo investigado pelo FBI como um possível ataque terrorista doméstico.
A policia de Orlando informou que foi chamada por volta das 2h (3h de Brasília) e, quando agentes chegaram à boate, houve troca de tiros do lado de fora e o atirador voltou para dentro e fez reféns.
Segundo a polícia, o ele tinha duas armas - um rifle e um revólver - e estava muito bem preparado para a situação. Pouco antes de anunciar a morte do atirador, a polícia informou que havia realizado uma "explosão controlada" em frente à boate, sem dar detalhes.
O Corpo de Bombeiros também deslocou uma equipe de desativação de artefatos explosivos, indicou o jornal local "Orlando Sentinel". O atirador tinha um dispositivo suspeito, informou a polícia.
Segundo caso em Orlando
O caso ocorre um dia depois da morte da cantora Christina Grimmie, assassinada após fazer um show também em Orlando. Kevin James Loibl, de 27 anos, foi identificado como autor dos disparos. A polícia acredita que os dois casos de violência não estão relacionados.
Policial orienta família a ficar longe da boate alvo do atirador em Orlando, nos Estados Unidos (Foto: Phelan M. Ebenhack/AP Photo)Policial orienta família a ficar longe da boate alvo do atirador em Orlando, nos Estados Unidos (Foto: Phelan M. Ebenhack/AP Photo)
Relatos da Pulse
Por volta das 2h, alguém começou a atirar. As pessoas se jogaram no chão", contou um dos clientes, Ricardo Negron, à Sky News. A testemunha disse ter ouvido disparos contínuos por quase um minuto, embora tenha parecido muito mais. "Havia sangue por toda a parte", disse outra testemunha.
A boate Pulse, que se apresenta em seu site como "o bar gay mais quente de Orlando", publicou no Facebook uma última mensagem urgente: "Todos saiam da Pulse e continuem correndo".
"Assim que tivermos informações, os atualizaremos. Por favor, tenham todos em suas orações enquanto afrontamos este trágico evento. Obrigada por seus pensamentos e amor", acrescentou o clube em outra mensagem nessa rede social.
No Facebook, boate pede para todos saírem e correrem (Foto: Reprodução/Facebook)No Facebook, boate pede para todos saírem e correrem (Foto: Reprodução/Facebook)
Equipes de polícia chegam ao local do incidente em Orlando (Foto: Departamento de Polícia de Orlando)Equipes de polícia chegam ao local do incidente em Orlando (Foto: Departamento de Polícia de Orlando)

Puma Concolor é oficialmente declarado extinto

Puma Concolor é oficialmente declarado extinto



Respeito. Palavra que para algumas pessoas nem existe no
dicionário, respeito é um aprendizado que deveria começar no berço, saber ser
ético, respeitar o próximo isso é uma qualidade que todo ser humano precisa
ter! É uma atitude tão simples saber respeitar isso é pensar no próximo! A
ausência desta qualidade faz do homem um ser desprezível! Lembram-se desta
frase Respeite a si mesmo como respeita o próximo! É deste jeito que tinha que
ser! No meu vê quem não sabe se der ao respeito no meu ponto de vista o qualifico
de desonesto! Independente das diferenças o respeito é fundamental para se
tiver respeito como disse Maycon Oliver "Respeitar o Próximo é a sabedoria
da Evolução" É admirável o ato de respeitar o próximo vamos nos
comprometer com o respeito, não tem como sermos felizes não respeitando o
próximo, para conservarmos os valores, mantermos os amigos, precisamos aprender
a respeitar a dor dos outros o mundo esta precisando de pessoas mais humanas!
Vamos lembrar que o mundo gira em torno de todos nós, mais para algumas pessoas
parece girar em torno do próprio umbigo achando este que pode tudo Pessoas
assim só vão aprender no sofrimento... Quando o homem aprender a respeitar até
o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar
seu semelhante. Albert Schweitzer.

sábado, 11 de junho de 2016

Wikileaks vaza documentos mostrando que Temer era informante da embaixada americana Postado em 13 de maio de 2016 às 8:34 am



 
Em documentos divulgados na noite desta quinta-feira (12/5) no Twitter, o perfil oficial do Wikileaks afirma que o presidente interino do Brasil, Michel Temer (PMDB), foi informante da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.
Segundo os documentos divulgados pela organização sueca, Michel Temer teria falado com a embaixada via telegrama e o conteúdo seria classificado como “sensível” e “para apenas uso oficial”. As transmissões dos arquivos teriam sido feitas no dia 11 de janeiro 2006 (quarta-feira), às 14h02 e no dia21 de junho 2006 (quarta-feira), às 16h05. Não há informações sobre o fuso horário da entrega.
Nos documentos divulgados, Temer passaria sua visão de como estava a situação política no Brasil na época. São opiniões sobre as eleições que ocorreriam em 2006, quando Lula foi reeleito.
Temer teria analisado cenários em que o partido dele (PMDB) poderia ganhar as eleições. Nos documentos, ele também teria falado sobre as diferenças entre Lula e Fernando Henrique Cardoso. Em uma das frases citadas no texto, Temer teria dito que “as classes C, D e E acreditam que Fernando Henrique roubou dos pobres e deu para os ricos. Já Lula roubou dos ricos para dar aos pobres”.
Os telegramas falam ainda sobre uma possível disputa entre um candidato do PMDB com Lula, caso não houvesse acordo entre os partidos. O nome de Anthony Garotinho teria sido cogitado neste momento, mas haveria uma resistência no PMDB. Germano Rigotto, na época governador do Rio Grande do Sul, e Nelson Jobim, ex-ministro da Defesa, também foram cogitados.
Em outro trecho do documento, Temer se negou a prever como ficaria a corrida eleitoral, mas afirmou que haveria segundo turno. Disse apenas que “qualquer coisa poderia acontecer”. Na ocasião, ele teria confirmado que o seu partido não apresentava candidatos à presidência e que o PMDB não seria aliado do PT e nem do PSDB, pelo menos até o segundo turno.
Temer teria dito que o PMDB elegeria, naquele ano, entre 10 e 15 governadores pelo país. O partido teria também as maiores bancadas no Senado e na Câmara dos Deputados. Sendo assim, o presidente que fosse eleito teria que se reportar ao PMDB para governar. “Quem quer que vença a eleição presidencial terá que vir até nós para fazer qualquer coisa”, teria dito o político.


Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”

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"O Grito do Bicho": Lei em Blumenau cria regras para adoção de animais...: Isto é bom.... municípios podem arrochar com multas e regras..... ------------ Grupo RIC Santa Catarina Publicado em 8 de ju...