segunda-feira, 2 de maio de 2016

Justiça autoriza transferência de João Santana, Gim Argello e mais dois Todos foram presos em fases da Operação Lava Jato, em 2016. Eles serão levados para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais.

PF pediu transferência de presos como Gim Argello e João Santana (Foto: Giuliano Gomes/PR Press e Rodolfo Buhrer/Reuters)PF pediu transferência de presos como Gim Argello e João Santana (Foto: Giuliano Gomes/PR Press e Rodolfo Buhrer/Reuters)
A Justiça Federal do Paraná autorizou na tarde desta segunda-feira (2) a transferência de quatro presos da Operação Lava Jato: o publicitário João Santana e a mulher Mônica Moura, o ex-senador Gim Argello e o empresário de Santo André (SP) Ronan Maria Pinto. Todos estão detidos na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, e serão levados para o Complexo Médico-Penal, que fica em Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense.
O pedido da transferência foi protocolado pela PF no processo eletrônico da Justiça Federal nesta segunda. No pedido, o delegado Igor Romário de Paula explicou que a carceragem da PF é destinada apenas a presos provisórios ou para os detentos em eventual risco.
Além disso, conforme o delegado, a limitação do espaço dificulta a movimentação dos presos em flagrante e de operações policiais.
Réus
Na sexta-feira (29), Sérgio Moro aceitou duas denúncias contra o publicitário João Santana e a mulher dele, Mônica Moura.
Eles viraram réus e passam a responder por crimes como corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro em mais dois processos da Operação Lava Jato.
O casal foi preso da 23º fase da operação, deflagrada em fevereiro.
Ronan Maria Pinto em Santo André, dono do jornal "Diário do Grande ABC", preso na 27ª etapa da Lava Jato, em abril, não é réu, assim como o ex-senador Gin Argello. Ainda não há denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra eles. Gin Argello foi preso na 28ª fase da operação, também em abril deste ano.
23/02 - Monica Moura, mulher de João Santana, marqueteiro de campanhas eleitorais do PT , é preso durante sua chegada à São Paulo (Foto: STR/AFP)Mônica Moura foi presa em fevereiro (Foto: STR/AFP)
Suspeitas
O nome de Gim Argello apareceu nas delações do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e do dono da UTC, Ricardo Pessoa.
O MPF diz que há evidências de que o ex-senador pediu R$ 5 milhões em propina para a empreiteira UTC Engenharia e R$ 350 mil para a OAS. As duas empresas são investigadas na Lava Jato.
Os recursos foram enviados a partidos indicados por Gim – DEM, PR, PMN e PRTB – na forma de doações de campanha. O procurador Carlos Lima afirmou que o esquema de travestir propinas em forma de doações aparentemente legais "já existe e há muito tempo".
Os investigadores dizem ainda que não há indícios de que os partidos beneficiados sabiam das negociações e da origem ilícita dos recursos. As siglas, juntamente com o PTB, formaram em 2014 a coligação "União e Força", pela qual Gim Argello era candidato a novo mandato de senador pelo DF.
Já Ronan Maria Pinto é investigados pela Lava Jato por participação no esquema de corrupção através de um empréstimo fraudulento de R$ 12 milhões obtido por José Carlos Bumlai no banco Schahin, em 2004.
De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, um dos beneficiários finais destes recursos foi Ronan Maria Pinto, que recebeu R$ 6 milhões. A razão do pagamento ainda não foi apurada
Brasília, DF, 17/11/2005. Ronan Maria Pinto, empresário do setor de transporte de Santo André (SP), presta depoimento na CPI dos Bingos, no Congresso Nacional, em Brasília. Ele é suspeito de desviar recursos da administração da cidade (Foto: Joedson Alves/Estadão Conteúdo)Ronan Maria Pinto é dono do jornal 'Diário do Grande ABC' (Foto: Joedson Alves/Estadão Conteúdo)

Prazo vence e governo de Alagoas não promulga lei 'Escola Livre'

02/05/2016 09h45 - Atualizado em 02/05/2016 11h58

Com isso, texto volta para a Assembleia, que deve tornar Lei o projeto.


Assunto gera polêmica ao propor regras de conduta ao professor em sala.

Do G1 AL

Manifestantes falam que projeto censura os educadores (Foto: Derek Gustavo/G1)Professores dizem que projeto serve para
censurá-los (Foto: Derek Gustavo/G1)
O Projeto de Lei "Escola Livre", que impede professores da rede estadual de dar opinião na sala de aula, mantendo a "neutralidade" política, ideológica e religiosa no ensino, deveria ter sido promulgado pelo governador Renan Filho (PMDB) até sexta-feira (29), mas isso não aconteceu. O Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda (2) saiu sem a publicação da Lei.
O governo de Alagoas é contra a nova proposta de ensino. Professores e pais se dividem sobre o tema.
Agora, o projeto, já aprovado na Assembleia Legislativa (ALE), volta para o Parlamento, que tem 48h para torná-lo lei no estado. O prazo começa a contar a partir desta segunda. A publicação deve ser feita no DOE.
A assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) reafirmou que irá recorrer da aprovação do projeto. Representantes devem se reunir com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) e a Ordem dos Advogados Seccional Alagoas (OAB-AL) para avaliar o que mais pode ser feito sobre o assunto.
O texto foi elaborado pelo deputado Ricardo Nezinho (PMDB). A reportagem tenta contato com o parlamentar há uma semana para comentar pontos polêmicos do projeto, mas ele não atende às ligações. A OAB também foi procurada para falar sobre a questão, mas não deu retorno. Clique aqui para conhecer melhor o projeto.

Enquanto isso, professores e pais de alunos se dividem favoráveis e contrários ao "Escola Livre". O G1 ouviu quem vai ser afetado diretamente pela nova legislação para saber o que eles acham do assunto. Veja abaixo o posicionamento de cada um:
O que diz quem é contra a nova lei
Professora e mãe de aluno da rede estadual é contrária ao projeto (Foto: Jonathan Lins/G1)
- Jeane Soares de Morais, 40 anos, professora e mãe de aluno da rede estadual
“Esse projeto é absurdo, sei que o tema que está na moda é liberdade de gênero, mas vai além e aborda também os temas de política. Com essas denúncias de corrupção, e como isso está muito em foco, os políticos resolveram tomar uma medida para desinstruir os alunos. Professor não opina, professor orienta. Isso [o projeto] é uma forma de fazer com que os professores não orientem e não formem o aluno com um pensamento crítico”.
- Eliane Sanches Dias Pinto De Campos, 61 anos, professora da rede estadual
"Acho o projeto de lei um retrocesso. O professor tem que ter uma opinião sobre as coisas para que possa educar o aluno. A família educa o aluno e recebe o auxílio da escola. Caso os familiares não gostem da posição dos professores, podem procurar outras escolas”.
- Danilo Guinela Santos, pai e professor de línguas da rede estadual
“Ensino adolescentes e jovens e adultos, como eu não vou ajudá-los a formar opinião? Acho que o professor tem que ter a liberdade e até mesmo o dever de formar opinião. Acho que vivemos num país democrático, onde visa a liberdade de expressão. Estamos em pleno século XXI e isso [a Lei Escola Livre] é um retrocesso porque aliena nossos alunos”.

- Josefa Domingos de Araújo, 56 anos, professora da rede estadual
“O que está acontecendo é uma ditadura mascarada. Ficamos triste, porque Alagoas faz tanta coisa boa e, de repente, aparece um projeto inconsequente desse. É uma contradição muito grande”.

- Eraldo Souza Cortez, pedagogo e coordenador do curso de pedagogia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal)
Isso vai acabar sendo utilizado como instrumento de perseguição, de "caça às bruxas", já que os pais poderão prejudicar os professores, já que eles poderão ir à escola e formalizar denúncia. Sem falar que o professor vai ficar de mãos amarradas para resolver determinados conflitos em sala de aula, como os ligados a gênero e religião. Esse é um caso de gente que não entende de educação legislando sobre educação.

O que diz quem é a favor da nova lei
Professor é favorável à aprovação da lei (Foto: Jonathan Lins/G1)
- Henrique de Oliveira Costa, 47 anos, professor de medicina na Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal)
“Temos problemas sérios de professores que, ao invés de ensinar, querem doutrinar política e religiosamente os alunos. Já vi muitos alunos em início do curso que tinham medo de confrontar a opinão dos professores. Estávamos precisando de uma lei dessa".
"Existem maus professores, e com o tempo isso vai aumentando. Acredito que, com o projeto, as coisas vão melhorar, pois não há nada de inconstitucional nele, muito pelo contrário. Eu apoio o projeto e não me sinto amordaçado por ele”.

- Henriette Lins, 48 anos, professora de rede municipal e ex-professora da rede estadual
“Sou a favor do projeto pois acredito na democracia garantida em sala de aula. O professor deve respeitar o direito do aluno de aprender e não ser julgado por suas opiniões políticas, religiosas ou outras. O professor vai ter que falar sobre esses assuntos em sala de aula, pois muitos deles contêm um conteúdo histórico que o aluno precisa aprender, mas o professor precisa ter uma maneira de falar que não induza os alunos. Principalmente, sou a favor do estudante receber conhecimento geral, mas que ele deve formar suas opiniões independente dos professores ou de outros alunos e essas opiniões devem ser respeitadas por todos”.
Dom Antônio Muniz, arcebispo de Maceió
“Estamos lutando favoravelmente aqui em Maceió desde quando o plano diretor entrou em discussão. O Escola Livre vem ajudar na formatação do que a igreja pensa de como deve ser a educação nas escolas de Alagoas"
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WhatsApp bloqueado: veja 10 alternativas para o aplicativo 02/05/2016 13h25 - Atualizado em 02/05/2016 14h25

Facebook Messenger, Skype, Telegram, Viber e Hangouts são opções.
Bloqueio a partir das 14h deve durar 72 horas, decide Justiça de Sergipe.

Do G1, em São Paulo

Aplicativo de mensagens Telegram. (Foto: Divulgação/Telegram)Aplicativo de mensagens Telegram. (Foto: Divulgação)

anúncio do bloqueio do Whatsapp no Brasil por ordem da Justiça fez com que usuários de aplicativos de mensagens buscassem alternativas.
Veja, abaixo, algumas opções para substituir o Whatsapp:

Facebook Messenger (site:https://www.messenger.com)
Embora ligado diretamente à rede social, o Messenger pode ser usado como um app à parte. Funciona como bate-papo para mensagens de texto, voz e emoticons. O Facebook, no entanto, não deseja fazer do Messenger um substituto do WhatsApp – a ideia é que seja antes de tudo plataforma de relacionamento. Prova disso são os esforços da rede social para transformar o bate-papo em um serviço de transação (compra e venda de produtos, relacionamento entre clientes e empresas etc). Vale lembrar ainda que o Facebook comprou o WhatsApp em 2014 por US$ 22 bilhões.
Hangouts (site:https://hangouts.google.com/)
Inicialmente vinculado ao Google+, o Hangouts hoje em dia pode ser usado por quem não tem perfil na rede social. Mas é preciso, sim, ter conta no Google. Criado como bate-papo, agora permite envio de SMS. Dá para conversar em grupos de até cem pessoas, trocar fotos, emoticons e GIFs, por exemplo.
Além disso, o Hangouts faz chamadas em vídeo, tanto entre duas pessoas como entre grupos de até dez pessoas. Permite ainda sincronizar dispositivos e está disponível nas versões Android, iOS e Web.
KaKao Talk (site: http://www.kakao.com/talk)
O KaKao Talk permite mensagem de texto e voz, chamadas telefônicas e em vídeo, envio de fotos e compartilhamento de eventos. Também dá para sincronizar o aplicativo no telefone e no computador, com versões para Windows, MAC OS X 10.7.
Além disso, o Kakao permite enviar documentos, vídeos, imagens, áudio ou arquivos compactados no computador (até 100 MB por arquivo) e depois visualizá-los tanto em um computador quanto no telefone.

Kik Messenger (site: http://www.kik.com/)
O app permite a troca de mensagens de texto, voz e imagens. Ele usa o nome do usuário para gristro, e não o número do telefone. Mas o Kik faz uma ressalva: não existe "apenas para que as pessoas conversem entre si". 
"Nossas ferramentas de marketing permitem que as marcas conversem e compartilhem conteúdo interessante com os usuários e acompanhem os resultados", destaca o texto de apresentação do Kik. "Nossas ferramentas de desenvolvimento ajudam programadores a otimizar e distribuir seu conteúdo no Kik."

Line (site: http://line.me/pt-BR/)
Além de troca de mensagens, o Line permite chamadas de voz e vídeo e compartilhamento de fotos e mensagens de vídeo e de voz. O app está disponível para iPhone, Android, Windows Phone, BlackBerry (chamadas de voz) e PC (Windows eMac OS).

Nas mensagens de texto, o Line informa que oferece mais de 10 mil stickers (pequenas imagens animadas) e emojis.
Skype (Foto: Divulgação)Skype (Foto: Divulgação)
Skype (site: www.skype/pt-br)
O forte do Skype são conversas em vídeo, mas serve para trocar mensagens de texto também. Pertencente à Microsoft, o Skype pode ser usado no telefone, no computador ou em uma TV com o programa instalado.

Dentre os recursos que oferece, e que não estão disponíveis no WhatsApp, está a tradução simultâneas do português para outros seis idiomas e a possibilidade de se fazer videoconferência.
Telegram (site: https://telegram.org/)
Com funções semelhantes às do WhatsApp, o Telegram serve para troca de mensagens de texto, foto e vídeo. A vantagem é que permite ainda o envio de arquivos de qualquer tipo (doc, zip e mp3, por exemplo).

Outra diferença com relação ao WhatsApp, segundo o próprio Telegram, é que o usuário pode "acessar suas menagens de vários dispositivos ao mesmo tempo, incluindo tablets e computadores, além de compartilhar um número ilimitado de fotos, vídeos e arquivos de até 1,5 GB cada".
Viber (Foto: Divulgação/ Viber)Viber (Foto: Divulgação/ Viber)
Viber (site: www.viber.com/pt/)
O Viber serve tanto para mensagens de texto quanto para ligações telefônicas para outros usuários do aplicativo. É via internet, ou seja: funciona pelo WiFi ou 3G e 4G (e, neste caso, o usuuário está sujeito à cobrança da operadora).
"Ah, mas e se eu, que tenho Viber, quiser ligar para alguém que não tem o aplicativo?". Dá para fazer isso usando Viber Out, mas precisa comprar créditos. Além de Android, iPhone, BlackBerry, Windows Phone, Nokia e Bada, o Viber está disponível para Mac, Windows e Linux. O Viber gosta ainda de lembrar que não contém propagandas.
WeChat (site: www.wechat.com/pt/)
Serve para trocar mensagens de texto e imagens e faz chamadas de voz e vídeo. Além disso, oferece jogos e acessos a outros serviços. Na China, por exemplo, é possível pedir táxi, comida e transferência de dinheiro.
ZapZap (site: http://www.zapzapbr.mobi/)
Faz tudo que o WhatsApp faz e com um diferencial: permite enviar e receber qualquer tipo de arquivo (de Office e PDFs a áudio e vídeo) e tamanho grande (até 1,5 GB). Com o slogan "brasileiros falando com brasileiros", o ZapZap oferece grupos temáticos e a possibilidade de conversar com pessoas próximas (a localização ocorre por GPS).
Também dá para publicar no mural de outros usuários. O ZapZap tem versão para smartphone e tablet Android e a versão web para computador.

Justiça manda operadoras bloquearem WhatsApp no Brasil por 72 horas Empresas afirmam que vão cumprir ordem de bloqueio do WhatsApp a partir das 14h desta segunda-feira (2) Por Paulo Higa 02/05/2016 às 12h05

A história se repete: a Justiça determinou que as empresas de internet fixa e móvel bloqueiem o WhatsApp em território nacional por 72 horas, contando a partir das 14h desta segunda-feira (2). É a segunda vez que o aplicativo de mensagens será impedido de funcionar no país: em dezembro de 2015, o serviço saiu do ar devido a uma investigação policial.
As operadoras Claro, Nextel, Oi, TIM e Vivo afirmaram ao jornal Folha de S.Paulo que receberam a ordem judicial e cumprirão o bloqueio. A multa para as empresas de internet que descumprirem a determinação é de R$ 500 mil por dia.

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A decisão foi tomada pelo juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE). Em março, o mesmo juiz havia determinado a prisão preventiva do vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, após a rede social descumprir ordens judiciais em investigações que envolviam o crime organizado e o tráfico de drogas. O Facebook é dono do WhatsApp desde 2014, quando comprou o aplicativo de mensagens pelo equivalente a mais de R$ 50 bilhões.
Quando a Justiça determinou a suspensão do funcionamento do WhatsApp em dezembro de 2015, o bloqueio foi cumprido pelas operadoras, mas não durou as 48 horas previstas. Na época, o desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar, do Tribunal de Justiça do Piauí, derrubou a decisão alegando falta de razoabilidade, uma vez que não era adequado que uma investigação local afetasse milhões de usuários.
O bloqueio de aplicações por ordem judicial é um dos temas em discussão na CPI de Crimes Cibernéticos. Se um dos projetos de lei for aprovado, a Justiça só poderá obrigar o provedor de conexão a bloquear conteúdo de aplicativos que não tenham representação no Brasil e de sites hospedados em servidor no exterior. Embora seja dono do aplicativo de mensagens, o Facebook argumenta que possui operações independentes, portanto, o WhatsApp não teria representação no país.
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O mecanismo de funcionamento do WhatsApp dificulta a colaboração com a Justiça. De acordo com o serviço, as mensagens enviadas pelos usuários são armazenadas apenas temporariamente nos servidores, sendo apagadas assim que o destinatário recebe o conteúdo. Além disso, em abril, o WhatsApp adotou criptografia de ponta a ponta em seus aplicativos, portanto, nem a própria empresa tem acesso às mensagens enviadas pelos usuários.
Atualização às 14h04. As operadoras já começaram a bloquear o WhatsApp, cumprindo a determinação judicial. Por volta das 14h, não era mais possível enviar ou receber mensagens nas redes móveis da Claro, Vivo, Oi e TIM. O bloqueio também havia sido feito nas conexões de banda larga fixa da NET, TIM e Vivo.
Atualização às 14h44. O WhatsApp se posicionou sobre o assunto. Em nota à Época, a empresa diz que não tem as informações pedidas pela Justiça: “Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil. Esta decisão pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar, administrar os seus negócios e muito mais, para nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos”, diz a nota.

Temer deve procurar Lula após o impeachment de Dilma

Na avaliação do PMDB, o petista é fundamental para segurar a pressão das ruas que está dividida e com grande parcela contra o impedimento da presidente

POLÍTICA EM BUSCA DE APOIOHÁ 12 MINSPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
O vice-presidente Michel Temer deve procurar o ex-presidente Lula tão logo o Senado admita o processo de impeachment de Dilma Rousseff. De acordo com a coluna Painel da Folha de S. Paulo, em conversas reservadas, Temer tem dito que a contribuição do PT “seria de extrema importância” para garantir estabilidade a um novo governo. 
Na avaliação do PMDB, o petista é fundamental para segurar a pressão das ruas que está dividida e com grande parcela contra o impedimento da presidente. Lula sabe que terá dificuldade para se posicionar contra a agenda econômica do vice. Afinal, Henrique Meirelles era seu nome para a Fazenda há tempos. 
É consenso no PT que o partido será cobrado se, no Congresso, votar contra medidas que resgatem a economia brasileira da UTI. “Não se pode mais dividir a sociedade entre nós e eles”, diz um interlocutor do vice. 
Em contraponto, petistas afirmam que não há sentido em apoiar o possível novo presidente. “Michel Temer não precisará do PT para garantir sua governabilidade no Congresso. Nós e eles sabemos disso. A aproximação não faria qualquer sentido”, diz um dirigente petista.

Dado e Bonfá falam sobre a importância de voltar a tocar em Brasília Eles reaparecem juntos no show que celebra os 30 anos do primeiro disco da Legião Urbana


Fernando Schlaepfer/Divulgação

Não se pode falar em um retorno da Legião Urbana a Brasília. Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá deixaram bem claro, inúmeras vezes, que “não há Legião sem Renato Russo”. Ainda assim, a turnê em comemoração aos 30 anos do primeiro disco da banda, que traz Dado e Bonfá no palco, tem clima de regresso. Principalmente, se lembrarmos que a última vez que o grupo se apresentou na capital federal foi em 1988, naquele infausto show que subverteu a cidade.

Desde então, os dois ex-integrantes passaram várias vezes pelo Distrito Federal, em projetos solos e juntos, mas jamais nesse formato. Daí a expectativa em torno da apresentação do próximo dia 7, quando o show Legião Urbana XXX Anos finalmente desembarca em Brasília, cidade berço da maior banda de rock do país.

“Aquela noite no Mané Garrincha, em 1988, foi realmente traumática e perturbadora. Mas, tocar em Brasília é sempre um retorno, uma volta ao lugar onde tudo começou. Eu revejo os espectros da adolescência, todas aquelas bandas começando, minha vida se transformado. Não me bate uma nostalgia, mas rola uma força emotiva, algo muito bom”, conta o guitarrista Dado Villa-Lobos, em entrevista ao Correio.

O baterista Marcelo Bonfá também prefere focar nas melhores recordações: “Tenho memória seletiva. As lembranças ruins eu jogo fora. Aquela noite escapou do nosso controle porque tinha muita coisa jogando contra, desde a produção do evento até o clima da cidade. Nem meus pais, que estavam lá na arquibancada, entenderam aquele show”.

Que país é esse? 

Apesar da distância entre a Legião dos anos 1980 e a formação atual, Dado reconhece algumas similaridades, principalmente no contexto político. “Quando saímos de Brasília, ali por volta 1985, estavam rolando as Diretas Já, Tancredo Neves morria e Sarney assumia a Presidência. Hoje, temos a provável saída de Dilma, a chegada de Temer. Os momentos se parecem em termos de conturbação e conflito”, afirma.

Nem por isso o show em Brasília terá ares de manifesto. Pelo contrário. “Não sei o que vai acontecer. Estamos em um período político louco e bizarro, mas vamos subir no palco para celebrar nossas vidas. A gente quer só fazer um puta show de rock e levantar alguma reflexão por meio das músicas”, ratifica o guitarrista.

Bonfá confirma o discurso do eterno parceiro de banda. “A Legião nunca levantou bandeira de partido e isso permanece. Espero que as pessoas não busquem algum lado naquilo que a gente canta. Não é uma manifestação política, até porque nosso repertório fala, primordialmente, de amor”.

Eles querem mesmo é encontrar a juventude brasiliense e fazer coro com o público, evocando as canções imortalizadas como hinos do rock nacional, a exemplo de Tempo perdidoSerá e da contundente e inquisitiva Que país é esse?, certamente uma das faixas mais aguardas da apresentação. E a resposta já sabemos qual será. 
 
 
Legião Urbana XXX Anos 
No Net Live (SHTN, Trecho 2). Sábado, 7 de maio, a partir das 21h30. Ingressos entre R$80 e R$460, à venda na Central de Ingressos do Brasília Shopping. Não recomendado para menores de 16 anos. 

LULA RECLAMA DE MAGUITO VILELA E DANIEL VILELA E JURA VINGANÇA CONTRA CAIADO

Lula reclama de Maguito Vilela e Daniel Vilela e jura vingança contra Caiado

Lula reclama de Maguito Vilela e Daniel Vilela e jura vingança contra Caiado

Lula da Silva reclamou para um político que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e o deputado Daniel Vilela, do PMDB, não deram apoio a Dilma Rousseff no momento em que a presidente mais precisou. Na verdade, se Daniel votou pelo impeachment, Maguito sempre defendeu a petista e seu governo. Lula reclamou de Ronaldo Caiado, sugerindo que move uma perseguição implacável e ideológica aos integrantes do PT e jurou vingança eterna.
Fonte: Jornal Opção

Por Aguiasemrumo: Romulo Sanches de Oliveira

Todo esse mar de lama de corrupção, enriquecimentos ilícitos, nos dar a certeza da putrefação da política já que não existe ideologia. Um mandato parlamentar concede ao mau político a fazer negociatas com o erário público de interesses pessoais, sem o mínimo interesse com os sérios problemas e dificuldades enfrentadas pela nação, se esquecendo de que a pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade. O voto no Brasil precisa deixar de ser obrigatório, pois a democracia séria e justa contempla esses benefícios a todos que não se identifiquem com as propostas de candidatos.
“Provérbios 12,34. A Justiça faz a grande a Nação, o pecado é a vergonha dos povos.”