quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

'Overwatch', 'Street Fighter V'... Veja os 10 games mais esperados de 2016 Exclusivos 'Uncharted 4', 'Gears 4' e 'The Legend of Zelda' saem este ano. Anunciados há anos, 'Final Fantasy XV' e 'The Division' também chegam.

2015 foi um ano de conclusões no mundo dos videogames. Afinal, finalmente jogamos algumas das produções mais faladas nos últimos tempos, como "Metal Gear Solid V: The Phantom Pain""The Witcher 3: Wild Hunt" e, é claro, "Fallout 4", que em tempo recorde se transformou de eterno boato em um disco de verdade nas prateleiras.
Mas e este ano, tá favorável? Para te situar nessa complicada equação em que o tempo livre sempre é inversamente proporcional à quantidade de bons jogos, o G1 elegeu seus 10 games mais esperados de 2016.
Vale lembrar que todos os games dessa lista tem PREVISÃO DE LANÇAMENTO para 2016. Ou seja, podem (e vão) rolar imprevistos. Vem com a gente.

'OVERWATCH'
Desenvolvedora: Blizzard
Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, PC
Data: Outono (entre março e junho)
Vamos falar a verdade? A Blizzard só vai na boa. E apesar de ser a estreia da empresa no concorrido universo dos games de tiro, "Overwatch" não é por acaso. Acredite: ele tem tudo para ser um dos jogos mais influentes e populares do ano.
Além de carregar na veia a filosofia de "fácil de aprender, difícil de dominar", que a cada dia se prova mais divertida e convidativa, "Overwatch" tem um elenco de personagens carismático e representativo – uma decisão sábia em meio a exigências cada vez maiores em relação ao papel das mulheres e de minorias na cultura pop.
E com tantos jogos multiplayer ainda sendo lançados lotados de problemas de conexão, toma aí toda a experiência da Blizzard em trabalhar universos online gigantes ("World of Warcraft", lembra?) e fomentar uma comunidade vibrante de jogadores.
'Overwatch' é a estreia da Blizzard em games de tiro (Foto: Divulgação/Blizzard)'Overwatch' é a estreia da Blizzard em games de tiro (Foto: Divulgação/Blizzard)
Some a isso uma releitura turbinada das classes de "Team Fortress 2", um dos games mais jogados no PC mesmo após quase 10 anos, e você tem uma boa estrutura para o sucesso. Não estranhe se a fórmula de "Overwatch", que também inclui a venda de roupas bônus para os personagens, dê o empurrão final que os jogos de tiro precisam para figurar no alto escalão dos eSports, atualmente dominado por "League of Legends" e outros MOBAs.

'STREET FIGHTER V'
Desenvolvedora: Capcom
Plataformas: PlayStation 4, PC
Data: 16 de fevereiro
Se "Overwatch" é a esperança dos "shooters" de virar gente grande nos esportes eletrônicos, "Street Fighter V" quer fazer o mesmo pelos games de luta. A nova edição do jogo que começou com tudo isso lá na década de 1990 é a pedra fundamental da Capcom para um cenário forte, altamente competitivo e sim, mais popular.
Tá, existem games de luta bem mais difíceis de jogar do que "Street Fighter". Mas em uma jogada que lembra à própria Blizzard (olha aí o "fácil de aprender, difícil de dominar"), a Capcom meio que zerou o passaporte da diversão para esse quinto episódio, deixando-o mais acessível aos novatos.
Isso acontece principalmente com a inclusão das V-Triggers e a simplificação de alguns movimentos. Leia mais sobre aqui. A mudança deve ajudar muita gente (jogadores, "streamers" e "youtubers" inclusos) a dar uma chance a "SF V", ao invés de tratá-lo como um jogo distante, que eles não sabem jogar.
Laura Matsuda, a nova brasileira de 'Street Fighter V', encara o veterano Ryu (Foto: Divulgação/Capcom)Laura Matsuda, a nova brasileira de 'Street Fighter V', encara o veterano Ryu (Foto: Divulgação/Capcom)
Por outro lado, o cenário competitivo gira em torno de desempenhos em alto nível. E se a Capcom ajuda a começar a jogar, ela também sabe tornar mais complexo de dominar – vide a inclusão de V-Triggers únicas para cada um dos 16 lutadores, por exemplo.
A oportunidade de renovação tá aí. Agora cabe à empresa japonesa entregar e sustentar as ferramentas online que engrossam esse caldo, como o ranking mundial de jogadores, a ferramenta de replays e as partidas sem lag entre PS4 e PC. E então "Street Fighter V" pode garantir mais um nocaute para a série.

'THE LEGEND OF ZELDA'
Desenvolvedora: Nintendo
Plataforma: Wii U
Data: 2016
"The Legend of Zelda" é um patrimônio dos videogames. Uma daquelas séries que não têm só uma legião de fãs ou milhões de dólares em vendas. Mas que influenciou praticamente tudo que conhecemos hoje como um game de aventura, dos calabouços temáticos aos chefes enormes e até à forma como usamos a mira nesse tipo de jogo.
Não é à toa que o próximo capítulo da jornada do herói Link, o primeiro em um mundo aberto, é um dos games mais cobiçados da Nintendo desde seu anúncio em 2013.
'The Legend of Zelda' para Wii U será o primeiro da série em um mundo aberto (Foto: Divulgação/Nintendo)'The Legend of Zelda' para Wii U será o primeiro da série em um mundo aberto (Foto: Divulgação/Nintendo)
Pouco se sabe sobre a natureza desse novo "Zelda", na verdade. Ele foi adiado algumas vezes, não apareceu na E3 2015 e tem em 2016 uma vaga data de lançamento.
Mas como os jogos da série sempre foram lineares, ou seja, com uma ordem correta para serem completados, ver essa lógica sendo subvertida por um mundo aberto já é motivo suficiente para ficar ansioso. Isso e o visual absolutamente estonteante de Link e das criaturas que habitam esse novo mundo.

'UNCHARTED 4: A THIEF'S END'
Desenvolvedora: Naughty Dog
Plataforma: PlayStation 4
Data: 26 de abril
Todo carnaval tem seu fim. Mas o caçador de tesouros Nathan Drake ainda tem gás para botar seu bloco na rua, uma última vez, em "Uncharted 4: A Thief's End", nesse que promete ser um desfile de despedida em grande estilo do maior ícone recente do PlayStation.
Se o Xbox 360 tinha "Gears of War", o PS3 tinha "Uncharted". E se a série da Naughty Dog não conseguiu repetir o sucesso do multiplayer de seu rival, ela passou a ditar as regras de como desenrolar um game de ação cinematográfico, mas original; excitante, mas sem perder o bom humor. E essa fórmula volta com força total em "A Thief's End".
Não tenha dúvidas: a provável aventura final do carismático Nathan Drake será o maior lançamento dos consoles da Sony até agora. O game conta com a melhor tecnologia que o PlayStation 4 já viu para criar animações faciais detalhadíssimas e ainda mais dramáticas, mapas maiores e com múltiplas rotas e até opções de falas para os diálogos.
'Uncharted 4: A Thief's End' promete contar o fim da história do ladrão Nathan Drake, herói da série (Foto: Divulgação/Sony)'Uncharted 4: A Thief's End' deve contar o fim da história do caçador de tesouros Nathan Drake, herói da série (Foto: Divulgação/Sony)
Na trama, após o retorno do seu irmão Sam, Drake deixa a aposentadoria e embarca numa jornada mundial atrás de um tesouro de piratas. O que será que ele irá encontrar no X riscado no mapa? É o que todos os fãs querem saber e irão descobrir, finalmente, em abril.

'GEARS OF WAR 4'
Desenvolvedora: The Coalition
Plataforma: Xbox One
Data: 3º trimestre
"Gears of War" é a segunda franquia mais importante do Xbox. E se "Halo" tá tranquilo e estreou com sucesso uma nova aventura no ano passado (leia aqui nossas impressões de "Halo 5"), não há mais tempo para mais nada. Este é o ano de voltar a serrar monstros que saem debaixo da terra como se não houvesse amanhã.
Para um jogo dessa importância, e com data de lançamento para o final de 2016, "Gears of War 4" foi mostrado há pouquíssimo tempo, na E3 2015. A metralhadora "lancer" estava lá, as escondidinhas atrás de paredes e muretas também. Mas o primeiro trailer do game mostrou uma nova dupla de protagonistas, mais jovem, e não deu pistas do brutamonte Marcus Fenix e de seu Delta Squad – ou do que restou dele (sdds, Dom).
E por enquanto foi isso. Preocupação? Óbvio. Mas se "Gears 4" perde sua previsão de chegada inicial, o Xbox One pode ficar em maus lençóis sem um título fortíssimo para o final do ano.
Trailer de 'Gears of War 4' mostrou nova dupla de protagonistas, mas não há confirmação se personagens antigos retornam (Foto: Divulgação/Microsoft)Trailer de 'Gears of War 4' mostrou nova dupla de protagonistas, mas não há confirmação se personagens antigos retornam (Foto: Divulgação/Microsoft)
A expectativa é que a Microsoft ~abra o jogo~ na E3 deste ano e fale do que pretende fazer em termos de modos multiplayer – o aspecto mais forte da série – e de novas mecânicas para o próximo combate contra a ameaça dos "locusts".

'TOM CLANCY'S THE DIVISION'
Desenvolvedora: Massive Entertainment
Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, PC
Data: 8 de março
"Destiny" é um dos maiores mistérios do videogame moderno. Ok, a expansão "O rei dos possuídos" corrigiu problemas, fato, mas mesmo assim: como as pessoas conseguem jogar tanto um game em que aparentemente há tão pouco a ser feito? É a variedade de armas? O desafio das "raids"? Puts, deve ser a dança do Carlton.
Ninguém sabe direito, nem mesmo "The Division", novo jogo com a assinatura do finado escritor Tom Clancy. O que ele sabe é que ele quer uma fatia dessa disposição dos jogadores, ah, isso sim.
"The Division" segue à risca os dogmas de "Destiny". Você também entra em um mundo permanentemente online, se organiza em equipes e parte junto com os colegas para cumprir missões contra a máquina, coletar equipamentos e enfrentar outras pessoas.
A fantasia espacial do jogo da Bungie, porém, sai de cena e dá lugar a uma Nova York devastada por uma praga – um cenário que, se peca em originalidade, pode ser capaz de oferecer uma experiência mais integrada do que sua musa inspiradora. Isso sem contar a facilidade de expandir o mapa de Manhattan para os outros distritos da cidade
'The Division' tenta imitar sucesso de 'Destiny', mas com roupagem moderna e em Nova York (Foto: Divulgação/Ubisoft)'The Division' tenta imitar sucesso de 'Destiny', mas com roupagem moderna e em Nova York (Foto: Divulgação/Ubisoft)
Já faz tempo que acompanhamos o game produzido pela Ubisoft. Ele foi anunciado na E3 2013 e, mesmo depois desses anos todos, ainda impressiona com efeitos climáticos dinâmicos, tiroteios empolgantes e a possibilidade de desbravar com os parças as ruelas abandonadas de Nova York. Agora que o dia finalmente está perto, é torcer para que "The Division" seja um divisor de águas e não afunde na linha de chegada.

'DOOM'
Desenvolvedora: Id Software
Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, PC
Data: 13 de maio
Nós já vimos a série "Doom" ressurgir uma vez e não foi aquilo que podemos chamar de consenso. Muita gente gostou do clima de terror e dos sustos de "Doom 3", mas muita gente ODIOU ter de equipar uma lanterna SEPARADA do resto das armas para poder enxergar UM PALMO na sua frente. Num game em que você precisa MIRAR E ATIRAR.
Bom, acho que você entendeu em que categoria eu me encaixo. Mas a boa notícia é que "Doom" está de volta e, desta vez, com um enfoque no mínimo correto naquela brutalidade moleque, naquela brutalidade marota. Aquele banho de sangue virtual que arrepiava os pelos da nuca de mamãe e de vovó, é verdade, mas que ajudava a botar no mundo a arte de ver videogames em 1ª pessoa.
Chamada apenas de "Doom", essa sequência é literalmente uma visão do inferno. Monstros vêm de todos os cantos da tela e você não tem muito tempo ou espaço para tirar o dedo do gatilho. É atire primeiro e pense depois, no melhor sentido da expressão, com a adição de alguns recursos que não ofendem a tradição da série e a ajudam a se integrar ao cenário moderno de jogos.
Um deles é o pulo duplo, com sua bem-vinda verticalidade. E o outro é a inclusão de golpes de misericórdia. Ou seja, não basta poder esmirilhar demônios com um tiro bem dado de BFG, a arma mais famosa de "Doom". Você pode derrubar o inimigo, chegar perto, arrancar sua pata e bater com ela no rosto da criatura. Acho que precisamos falar sobre humilhação.
Clássico 'Doom' ressurge em versão alucinada e ultraviolenta (Foto: Divulgação/Bethesda)Clássico 'Doom' ressurge em versão alucinada e ultraviolenta (Foto: Divulgação/Bethesda)
A Id Software também promete um modo multiplayer "old school", com batalhas em arenas, e um impressionante criador de fases chamado Snapmap. Ôôô, o Doomzinho voltooou.

'FINAL FANTASY XV'
Desenvolvedora: Square Enix
Plataformas: PlayStation 4, Xbox One
Data: 2016
Se você gosta de RPGs, de "Final Fantasy" mais especificamente, já deve estar acostumado a grandes números. Seja na hora das batalhas, nos milhares de dano do seu Bahamut, ou no próprio nome de cada jogo.
Mas "Final Fantasy XV" quis radicalizar essa lógica. É praticamente um RPG gonzo. Porque o game um dia conhecido como "Final Fantasy Versus 13" deve ver a luz do dia após quase DEZ ANOS desde seu anúncio.
Assim como o "The Legend of Zelda" do Wii U, "FF XV" é o primeiro game da série em um mundo aberto. E não é só isso. O jogo também abre mão do tradicional combate em turnos por batalhas em tempo real, como em "Kingdom Hearts".
Neste novo episódio você é Noctis, herdeiro do reino de Lucis, e precisa recuperar sua terra das garras do império de Niflheim. E para isso você reúne a galera, sobe em cima de um carrão preto e sai atrás de uns tais de cristais (sempre eles).
Cena dos combates em tempo real de 'Final Fantasy XV' (Foto: Divulgação/Square Enix)Cena dos combates em tempo real de 'Final Fantasy XV' (Foto: Divulgação/Square Enix)
Apesar de não ter o mesmo prestígio que tinha em seu ciclo de vida do PlayStation 2, com os capítulos X e XII, "Final Fantasy" é outra série que seria imortal na academia de letras dos videogames. Vale ficar ligado no barulho que esse episódio irá causar quando finalmente chegar.

'QUANTUM BREAK'
Desenvolvedora: Remedy
Plataforma: Xbox One, PC
Data: 5 de abril
Tempo é um assunto que interessa os finlandeses da Remedy. Primeiro, em "Max Payne", você encarnava o Neo que existe dentro de você para colocar tudo em câmera lenta e desviar de balas. Depois, em "Alan Wake", você via a realidade colidindo com a ficção em uma história de terror surrealista. E agora, em "Quantum Break", você consegue manipular tudo isso, soltar poderes cronológicos sobre seus inimigos e ainda fazer um intervalo para assistir a uma sériezinha... dentro do próprio jogo!
Tá na cara: se a mão da Remedy estiver afiada, nós faremos várias expressões de "WTF" durante "Quantum Break". E essa sensação deve ser reforçada pela união do que parece ser esse competente game de tiro em 3ª pessoa com cenas gravadas por atores de verdade, tipo Aidan Gillen ("Game of thrones") e Shawn Ashmore ("X-Men: Dias de um futuro esquecido"), que aparecem em formato de episódios entre um trecho e outro do jogo.
'Quantum Break' conta sua história de manipulação do tempo em um game de ação com cenas em formato de série (Foto: Divulgação/Microsoft)'Quantum Break' conta sua história de manipulação do tempo em um game de ação com cenas em formato de série (Foto: Divulgação/Microsoft)
Confesso que fiquei chateado por "Quantum Break" não levar o nome do seu protagonista. Essa era uma tradição interessante da Remedy, que deixava os jogadores próximos dos rapazes ralando ali na tela. Mas é muito difícil não ficar empolgado com uma aventura no tempo, ainda mais quando ela parece oferecer algo mais.

'THE LAST GUARDIAN'
Desenvolvedora: Team Ico
Plataforma: PlayStation 4
Data: 2016
Não é porque 2015 foi capaz de parir títulos como "Metal Gear Solid V" e "Fallout 4" que a indústria de videogames conseguiu se ver livre de todos os seus dramas. Ainda vamos precisar de algumas sessões ao divã neste ano, já que a chama da esperança ressurgiu na E3 do ano passado e o projeto "The Last Guardian" ganhou nova data de lançamento: um belíssimo (e infelizmente vago) 2016.
Falar do terceiro game do estúdio japonês Team Ico, criador de "Ico" e do absoluto "Shadow of the Colossus", daqui a pouco vai lembrar a sensação do seu pai te contando da seleção brasileira da Copa de 1982: você não viu jogar, mas sabe que foi um time belíssimo e uma oportunidade perdida. Como é preciso manter a positividade, cá estamos.
Você assume o papel de um garoto que conta com a ajuda de uma fera alada para resolver quebra-cabeças em um mundo cheio de armadilhas. E é meio isso que se sabe já faz alguns anos.
'The Last Guardian' ressurgiu das cinzas na E3 2015 e agora tem lançamento previsto para 2016 (Foto: Divulgação/Sony)'The Last Guardian' ressurgiu das cinzas na E3 2015 e agora tem lançamento previsto para 2016 (Foto: Divulgação/Sony)
Toda a expectativa sobre o game reside no selo de qualidade Fumito Ueda, cabeça da Team Ico. É um peso e tanto, ainda mais se considerarmos que o game designer japonês não tem tantos títulos no portfólio. Mas quem mandou criar duas das experiências mais autorais e tocantes em termos de jogos eletrônicos?
Então faça suas preces para que os astros se alinhem e "The Last Guardian" finalmente veja a luz do dia em 2016. Para que todos possam regojizar mais essa obra-prima de Ueda, ou para que simplesmente toquemos a vida.

Hospital de Base do DF está sem marcapasso e pacientes sofrem à espera de cirurgia

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Sindicato dos Médicos do Distrito Federal enviará denúncia ao Ministério Público. De acordo com a entidade, na terça-feira (16), uma pessoa morreu devido à falta do equipamento

O presidente do SindMédico, Gutemberg Fialho relatou ao Metrópoles que, na terça-feira (16), um paciente morreu por falta do marcapasso. “Na falta do equipamento, os médicos que estavam no HBDF precisaram tirar o aparelho de uma outra pessoa que também estava internada, colocando a vida dela em risco. Mesmo assim, não foi possível salvar a vida desse cidadão. O médico está em uma situação em que precisa escolher quem terá que salvar.”
Na semana passada, o sindicato já havia enviado denúncia ao MPDFT sobre a falta de equipamentos, como tomógrafos, e de reagentes para exames de enzimas cardíacas no HBDF. “A primeira denúncia foi entregue ao promotor Maurício Miranda. Essa nova notificação será anexada à anterior”, explica Nicolas Bonvakiades, assessor de comunicação do SindMédico.
De acordo com Fialho, o número de aparelhos de marcapasso provisório é limitado, e muitos pacientes permanecem internados por semanas — em alguns casos até mesmo meses — à espera do implante definitivo. Segundo o dirigente, pelo menos 20 pessoas estão internadas à espera do procedimento.
Desde janeiroA autônoma Jéssica Alves Santos Lobo, 24 anos, conta que a mãe espera pelo equipamento no HBDF desde 29 de janeiro. A mãe dela tem 41 anos, é portadora da doença de chagas e tem arritmia cardíaca. “Os médicos falam que os equipamentos vão chegar na próxima semana. Só que a próxima semana nunca chega”, lamenta.
A mãe de Jéssica conseguiu transferência para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF), que funciona no Hospital das Forças Armadas (HFA). Mas ainda não há previsão de quando a cirurgia será feita.
O hospital não tinha os remédios para dar para a minha mãe. Não tinha nem um simples Luftal ou Buscopan."
Jéssica
A monitora escolar Eden Lúcia de Fátima, 43 anos, disse à reportagem que, nesta quarta-feira (17), completaram 22 dias desde que o tio dela, de 87 anos, espera pela cirurgia de implante no HBDF. “A única justificativa dada pelo hospital é que não há material e por isso o procedimento não pode ser feito.”
Em nota publicada no site do grupo, o SindMédico diz que o aumento do número de casos de pacientes com infecção hospitalar, complicações neurológicas e internações prolongadas tem deixado a equipe da cardiologia do hospital em uma situação complicada diante das famílias.
O que diz o governo
A Secretaria de Saúde explicou que comprou cerca de 200 aparelhos de marcapasso, que já chegaram ao Distrito Federal e estão aguardando a liberação da Receita Federal. A pasta informou ainda que a empresa fornecedora de enzimas cardíacas retirou a nota de empenho na segunda-feira (15/2). Por este motivo, o GDF prevê que o estoque do insumo seja reabastecido até o fim da próxima semana.
A direção do HBDF esclareceu que a unidade hospitalar conta com seis marcapassos provisórios. Eles são utilizados de acordo com a demanda e a necessidade de cada paciente para auxiliar na estabilidade do quadro clínico, até que o implante definitivo seja realizado.

Agnelo é condenado por improbidade administrativa no contrato da Fórmula Indy

Beto Oliveira/ Câmara dos Deputados




Pena prevê, entre outras medidas, a suspensão dos direitos políticos por cinco anos e o pagamento de multa correspondente a 100 vezes o valor do último salário recebido como governador. Petista diz que vai recorrer




O ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) foi condenado pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Álvaro Ciarlini, por improbidade administrativa decorrente da contratação de empresa para transmissão de etapas da Fómula Indy no Autódromo Internacional de Brasília. Os eventos, que aconteceriam a partir do ano passado, nunca se realizaram.

A ação de improbidade foi ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que identificou uma série de problemas nos contratos e nos termos de compromissos firmados entre a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a Rádio e TV Bandeirantes, que seria responsável pela transmissão das corridas.
A condenação prevê a perda da função pública que eventualmente esteja a exercer, a suspensão dos direitos políticos por cinco anos e o pagamento de multa civil correspondente a duas vezes o valor do dano, que ainda será apurado.
Além disso, Agnelo fica proibido de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos, obrigado ao ressarcimento integral do dano. Ele ainda fica obrigado ao pagamento de multa civil no montante de 100 vezes o valor do último subsídio como recebido como governador do Distrito Federal. Ainda cabe recurso da decisão.
Em 20 de fevereiro de 2015, o juiz já havia determinado o bloqueio dos bens do ex-governador e de outros envolvidos na ação cautelar impetrada para garantir a efetividade de uma possível condenação por improbidade administrativa.
“Estranho”Ao Metrópoles, Agnelo disse que vai entrar com recurso. “Nós vamos recorrer. Essa condenação é absolutamente estranha. Aliás, seria uma surpresa se não fosse assim, pela tradição deste juiz, de condenar sistematicamente qualquer coisa que o MPDFT mande para lá.” O ex-governador disse ainda que não houve irregularidade.
Não houve nenhum procedimento ilegal. O evento não gastaria R$ 1 do Tesouro, e se reverteria em lucro durante cinco anos para a cidade"
Agnelo Queiroz
Agnelo ressaltou que o próprio MPDFT pediu prazo extra para apresentar novos documentos, embora não tenham sido anexados novos papéis ao processo. “Mesmo assim, o juiz resolveu condenar. Tudo muito estranho.”
Outros réusEm 20 de fevereiro de 2015, o juiz Álvaro Ciarlini havia determinado o imediato bloqueio dos bens e direitos do ex-governador; da ex-presidente da Terracap Maruska Lima de Souza Holanda; do ex-secretário de Publicidade Institucional Carlos André Duda; do ex-chefe da Assessoria de Comunicação da Terracap Sandoval de Jesus Santos; e do ex-diretor financeiro da Terracap Jorge Antônio Ferreira Braga. O bloqueio incide sobre o patrimônio da pessoa física, bem como o das pessoas jurídicas nas quais os réus figurem como sócios, direta ou indiretamente, até o limite de R$ 37.233.980,20.
Segundo o MPDFT, vários contratos e compromissos foram firmados sem o devido lastro orçamentário e ao arrepio da Lei de Licitações. Na ocasião, Agnelo teria se comprometido a pagar, à Rádio e TV Bandeirantes, o montante de U$ 15,9 milhões (R$ 37.233.980,20 na época) para promoção, divulgação e transmissão do evento, que acabou sendo cancelado pela Justiça por falta de dotação orçamentária.
Além do compromisso com o veículo de imprensa, vários outros foram assumidos pelo governo, como a reforma do Autódromo, a contratação de empresas de consultoria e engenharia, a realização do Moto GP, entre outros.
De acordo com o MPDFT, os prejuízos ainda são incalculáveis. Como exemplo, citou o parecer do Tribunal de Contas do DF (TCD)F, que apontou sobrepreço de cerca de R$ 30 milhões na reforma do autódromo. “Em que pese o ocorrido, o intento do então governador em prosseguir com o evento não foi abalado, mesmo diante da declaração da Corte de Contas a apontar o caráter antieconômico da realização desse evento”, afirmou.
Ao deferir a liminar, o juiz destacou que “a situação jurídica em análise mostra-se estarrecedora neste primeiro olhar. Não é fácil a tarefa de entender como, mesmo diante da situação de descalabro financeiro e orçamentário do DF, notadamente a partir do exercício de 2014, tenha sido iniciada a negociação da reforma do autódromo de Brasília com a previsão de gasto do valor estimado de R$ 312.292.030,82, isso sem falar nas outras contratações subjacentes, todas em cifras milionárias”. Com informações do TJDFT

No primeiro embate do ano, Governo consegue impor derrota a Cunha Vitória de Picciani para liderança do PMDB mostra que presidente da Câmara perdeu força no partido

Fantasiados de mosquitos, manifestantes criticam ministro Marcelo Castro.Fantasiados de mosquitos, manifestantes criticam ministro Marcelo Castro.  REUTERS
Na véspera da eleição para a liderança do PMDB na Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, disse em tom confiante que escreveria o resultado do pleito em um papel e o colocaria dentro de um envelope lacrado. Assim que terminasse a votação, o peemedebista apresentaria o papel para os jornalistas com o número de votos que dariam a vitória ao seu candidato, Hugo Motta. Assim que a urna foi aberta com 37 votos para Leonardo Picciani, candidato do Governo de sua grande rival, Dilma Rousseff, e 30 para Motta, Cunha voltou atrás. Disse que não tinha motivos para revelar o seu palpite. Com a voz aguda que lhe é peculiar em momentos de maior tensão, afirmou que não se sentia derrotado, afinal, não era ele o candidato, mas sim um aliado seu.
Cabe ao líder da bancada sinalizar o rumo que a legenda deve seguir em votações de projetos de lei e a escolher membros de comissões permanentes e temporárias, como a do impeachment de Rousseff, que será formada nas próximas semanas.
As movimentações de Cunha no recesso parlamentar para pedir votos para Motta (“Votar nele é votar em mim”, dizia) mostram que a reeleição de Picciani foi um duro golpe para o homem que já teve o seu partido na palma da mão e que, por isso, conseguiu impor importantes derrotas à Rousseff no ano passado. Ele foi eleito duas vezes para a liderança, uma delas por aclamação, e acabou festejado pelo PMDB como um candidato alternativo à presidência da Casa no ano passado. Até que chegou a operação Lava Jato, a revelação da existência de contas bancárias no exterior e a suspeita de receber milhões de reais em propinas.
Agora, internamente, Cunha não é mais unanimidade. Costumava ser mal visto por uma minúscula (quase inexistente) ala independente da sigla, mas agora passa a perder a sustentação de parte de quem um dia lhe foi fiel. Por isso, a reeleição de Picciani nesta quarta-feira representa mais do que uma vitória do Governo Dilma Rousseff. É uma sonora derrota de Cunha, no primeiro embate que ele trava com sua rival. Ele, entretanto, nega. “Nunca estive isolado na bancada. Nem estou isolado. Votar no Picciani não significa estar contra mim”.
Nesta quarta-feira, não foi bem isso o que os peemedebistas entenderam. Cinco deputados decidiram retornar ao Legislativo para dar suporte ao candidato do Governo à reeleição e inflaram a bancada do PMDB, que atingiu 71 parlamentares – dois votaram em branco e dois não compareceram à votação. “Não há a menor dúvida de que o Governo sai fortalecido com essa vitória do Picciani. As posições contra o Governo, de maneira geral, ficam enfraquecidas”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, um dos peemedebistas que voltou à Câmara apenas para votar. O Governo tinha tanto interesse na escolha do líder do PMDB, do qual é completamente dependente nas votações da Casa, que liberou o ministro da Saúde para o pleito em meio a uma grave crise de saúde pública, o aumento de casos de microcefalia no país, e não se opôs à visita de Celso Pansera, outro ministro peemedebista, que acompanhou a votação in loco durante um dia de trabalho regular. Os dois ministros entraram no Governo em outubro passado, em uma polêmica reforma ministerial feita por Rousseff para dar mais espaço aos peemedebistas e conseguir mais apoio a seus projetos na Câmara.
Se não bastasse a movimentação dos ministros, outro momento em que demonstrou um racha entre os peemedebistas, e mais uma vez a derrota de Cunha, foi quando cinco mulheres entraram no plenário, ao fim da apuração, e começaram a chamar os aliados de Picciani de “traidores, petistas”.
Enquanto na reunião do PMDB todo protesto contra Picciani era aceito, do lado de fora da Câmara um grupo de 30 pessoas que pediam a destituição de Cunha da presidência da Casa foi impedido de entrar no local. A Polícia Legislativa fez um cordão de isolamento no acesso do anexo 2 e barrou os manifestantes, vinculados a um grupo de sem-teto do Distrito Federal. Eles bradavam: “Fora, Cunha ladrão”.
No mesmo momento em que era derrotado na sua bancada, Cunha via, pela 15ª sessão consecutiva, o seu processo ficar estancado no Conselho de Ética, onde responde por quebra de decoro parlamentar. O novo relatório foi lido, pedindo a admissibilidade do processo contra ele. Mas um aliado seu, Wellington Roberto (PR-PB) pediu vistas de dois dias úteis e prorrogou a votação do documento.
Picciani e Motta se cumprimentam antes da votação.  EFEPicciani e Motta se cumprimentam antes da votação.

Ducati Scrambler: primeiras impressões Encarnação da moda 'hipster' nas motos, modelo parte de R$ 38.900. Visual e desempenho agradam, mas motor esquenta bastante. Rafael Miotto Do G1, em Indaiatuba (SP)

Conseguir novos clientes é um dos maiores desafios das marcas de motos, que observam os seus clientes envelhecendo. Conquistar um jovem é a garantia de, talvez, ter um cliente fiel ao seu logotipo por sua vida toda.

Com a linha Scrambler, a Ducati busca exatamente isso, começando pela 800, que custa a partir de R$ 38.900. Esse é o preço da Icon, que foi avaliada na estrada, cidade e terra.

Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Para o futuro, está prevista a chegada também da Scrambler Sixty2 de 400 cc, essa ainda com maior potencial para os mais jovens.

Mas no momento, o foco atual da fabricante italiana está na Scrambler 800 Icon, que é a mais barata. No futuro, a mais barata será a Sixty2. Antes disso, em março, também chegam mais 3 modelos da Scrambler 800, com acabamentos e estilos diferentes.

Veja preços da linha Scrambler 800:
Icon: R$ 38.900
Classic:R$ 41.900
Urban Enduro: R$ 41.900
Full Trottle: R$ 42.200
Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)


Inspiração no passado
Apesar de pensar no futuro, a Ducati foi buscar referências no passado, afinal, nostalgia anda muito na moda. O nome Scrambler já fez parte do histórico da empresa e veio ao mundo justamente em 62, daí o nome da Scrambler de entrada. Aliás, a Triumph também usa esse nome e mais recentemente até a BMW lançou a NineT Scrambler.

Além de buscar inspiração no passado, a Ducati fez todo um trabalho para deixar a Scrambler “descolada”, inclusive, a empresa trata a linha como “uma marca dentro da marca”. Vídeos promocionais com jovens em praias, mesa de pingue-pongue e bigodes, muitos bigodes foram feitos para divulgar a novidade. Sim, a Scrambler é a encarnação "hipster" no mundo das motos.
Mas por enquanto, a Scrambler segue sem uma concorrente direta no Brasil. No momento, o modelo mais próximo é a Triumph Scrambler, mas essa não é vendida no Brasil e talvez receba atualizações em breve, seguindo o que aconteceu com a linha Bonneville.
Desse jeito, a principal concorrente será a Triumph Street Twin, uma naked clássica sem as características scrambler, mas com a mesma faixa de cilindrada.
Concorrente Ducati Scrambler (Foto: Divulgação)


Motor ficou fácil de dosar
Scrambler é um termo usado para motos feitas para rodar no asfalto, mas com pequenas modificações para a terra, como um pneu de uso misto. No caso dessa nova Scrambler, a origem está na antiga Monster 796, moto da qual herdou a base.

Mas o bicilíndrico refrigerado a ar recebeu alterações para ser menos agressivo, com uma entrega linear. O resultado é um motor mais fácil de dosar, o que ajuda muito na cidade. Ficou mais fácil de manter uma velocidade de, por exemplo, 50 km/h sem que a moto fique dando aquelas “cabeçadas” – dando trancos em aceleração e desaceleração com freio motor
Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)
Mas não pense que a esportividade não está lá. Se o motor for exigido, vai entregar o que se espera de uma Ducati. O torque proporciona boas arrancadas. Quando o giro sobe, a potência também aparece e garante diversão em trechos sinuosos.

E isso é ajudado pelas suspensões, que garantem boa firmeza para curvas mais rápidas. A rigidez foi priorizada em relação ao conforto, assim, em asfalto esburacado, os braços e coluna do motociclista podem sofrer um pouco com os reflexos.
Seguindo o estilo presente em muitas motos clássicas, a Scrambler não tem indicador do nível de combustível no painel, somente uma luz indicadora para quando o combustível entra na reserva. Isso acaba sendo um pouco chato, apesar de o resultado visual do painel ser interessante, em estilo redondo clássico, mas digital.
Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)


Alma Scrambler
Não há dúvidas: a Scrambler é uma moto feita para o asfalto, mas será que respeita a tradição do nome e consegue enfrentar um pouco de terra?
A resposta é sim, a "alma Scrambler" está lá. Os pneus de uso misto ajudam a tornar a moto estável na terra, mais do que uma moto convencional. Mas ainda deslizam um pouco, o que, moderadamente, aumenta a diversão.

O guidão alto também ajuda. Além de ser bem confortável para cidade e estrada, favorece a pilotagem off-road “em pé”. E a moto até surpreende para superar obstáculos um pouco mais difíceis.

Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)


Mas não é permitido exagerar, porque ela não é moto leve, apesar de a Scrambler ter um bom peso para a categoria, ainda são 170 kg e um conjunto prioritário para o asfalto. 

O escapamento baixo também indica que a moto não é exatamente apropriada para enfrentar trechos alagados. No final das contas, a Scrambler está bem abaixo de um modelo adventure no quesito rodar na terra, mas supera em muito uma naked normal.
Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)


Amarelo, a cor mais quente
Para a versão Icon,  a moto tem só a roupagem mais básica e nas cores amarelo e vermelho. Para esse ano está programada a chegada de mais versões em março, como a Urban Enduro, que é verde e tem um para-lama dianteiro alto.

Mas a imagem da Scrambler está totalmente ligada ao amarelo, inclusive, nos logos usados em divulgação. E essa é uma maneira de criar essa “marca dentro da marca”, se afastando um pouco do vermelho da Ducati.

A receita de buscar no passado referências para conquistar a “geração hipster” deu certo e a Scrambler é uma moto com visual atrativo – que diga o frentista do posto, adorou a moto. Mas isso não seria nada se a moto não andasse bem, mas ela é, por sinal, bem divertida também.
Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)

Por sua facilidade de condução é uma boa opção para iniciantes e sem deixar de ser prazerosa para os mais experientes.
Talvez a maior bola fora da Scrambler é o calor que emana do motor. Em um clima mais ameno, isso pode passar despercebido, mas em nosso clima tropical é bastante incômodo, ainda mais no trânsito da cidade. Na estrada, isso não atrapalha.
Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)Ducati Scrambler (Foto: Caio Kenji / G1)
VEJA MAIS VERSÕES DA LINHA SCRAMBLER:
Ducati Scrambler Urban Enduro (Foto: Divulgação)Ducati Scrambler Urban Enduro (Foto: Divulgação)
Ducati Scrambler Full Trottle (Foto: Divulgação)Ducati Scrambler Full Trottle (Foto: Divulgação)
Ducati Scrambler Classic (Foto: Divulgação)Ducati Scrambler Classic (Foto: Divulgação)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Minha admiração por este grande piloto

RUBENS BARRICHELLO TEM MEU RESPEITO.
Ele já foi 2 vezes o 2º melhor piloto do mundo
Ele já foi 2 vezes o 3º melhor piloto do mundo
Ele já foi 2 vezes o 4º melhor piloto do mundo
A diferença de tempo média dele para o Schumacher em 2012, por exemplo, foi de 4,525 segundos em cada corrida.
Isso é 0,075 segundos por volta. Se vc acha muito, saiba que quando você pisca, o seu olho fica de 4 a 5 vezes mais tempo que isso fechado (0,3 a 0,4s), e nesse tempo vc não consegue perceber sequer que a sua vista escureceu... Imagine acompanhar o que os pilotos de Fórmula 1 estão fazendo...
Conseguiu isso espremido dentro de um carro extremamente desconfortável, que vai de 0-100 em menos de 2s, e em corridas aonde se chega a fazer mais de 2.000 trocas de marcha, e o piloto tem menos de 3 segundos entre cada troca. Em um carro que a 200 km por hora precisa de apenas 2s para frear completamente.
É fácil fazer piadas dele, quando você está atrás do computador "se achando", ou vc é um humorista atrás das câmeras querendo fama, fazendo piada do que muitos brasileiros acreditam ser uma chacota.
E aí eu te pergunto... Qual foi a última vez que você foi um dos melhores do mundo em alguma coisa? Ou um dos melhores do seu país, estado, cidade... do bairro, quem sabe? Talvez da vizinhança? Hehehehe...
Nunca né?

Só um livro brasileiro entra no top 100 de universidades de língua inglesa Lista contabilizou emendas de universidades de língua inglesa. Paulo Freire aparece em 99° lugar com o livro 'Pedagogia do Oprimido'.

Paulo Freire (Foto: Arquivo/Instituto Paulo Freire)Paulo Freire (Foto: Arquivo/Instituto Paulo Freire)


"Pedagogia do Oprimido", de Paulo Freire, é o único livro brasileiro a aparecer na lista dos 100 títulos mais pedidos pelas universidades de língua inglesa consideradas pelo projeto Open Syllabus.

O livro de Freire, lançado em 1968, aparece em 99º lugar no ranking geral, com 1.021 citações em programas. No campo de educação, a obra figura em segundo lugar como a mais pedida nas universidades desses países, perdendo para "Teaching for Quality Learning in University: What the Student Does", de John Biggs.
A iniciativa coletou mais de um milhão de programas de estudos de universidades dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia para identificar quais são os livros mais solicitados por elas em suas ementas.
Pelo ranking, é possível observar que o livro de Freire é mais citado nas universidades selecionadas do que clássicos como "Moby Dick", de Herman Melville, que aparece três posições abaixo, e "Dracula", de Bram Stoker, em 111º lugar.
Cerca de 20 outras obras do escritor aparecem na lista, embora menos citadas, como "Política e Educação", com 47 citações.
Outros brasileiros também estão no ranking, como Machado de Assis, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa.
Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire (Foto: Reprodução)Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire (Foto: Reprodução)