segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Exportações da China em janeiro caem 11,2% sobre ano anterior, importações recuam 18,8% segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

PEQUIM (Reuters) - As exportações da China em janeiro tiveram um resultado bem pior do que o esperado ao recuarem 11,2 por cento na comparação com o ano anterior, enquanto as importações caíram 18,8 por cento, mostraram nesta segunda-feira dados da Administração Geral de Alfândegas.
Isso deixou o país com um superávit comercial de 63,3 bilhões de dólares no mês, segundo a alfândega.
Analistas consultados pela Reuters esperavam que as exportações caíssem 1,9 por cento, e que as importações recuassem 0,8 por cento.
 

Kim Jong-un pede lançamento de mais satélites Coreia do Norte diz que último foguete serve como 'trampolim para uma maior vitória'. Comunidade internacional busca novas sanções ao país.

O líder norte-coreano Kim Jong-Un em foto de arquivo sem data divulgada pela Agência de Notícias da Coreia do Norte (Foto: KCNA/via Reuters/Arquivo)O líder norte-coreano, Kim Jong-Un, em foto de arquivo da Agência de Notícias do país (Foto: KCNA/Reuters)
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu nesta segunda-feira (15) para se enviar mais satélites ao espaço, em um momento em que a comunidade internacional busca sanções contra o último lançamento de um foguete norte-coreano, por considerá-lo um teste de mísseis.
O jovem líder "pediu para se alcançar objetivos mais altos na pesquisa científica, levando em conta o atual sucesso [em referência ao recente lançamento] como um trampolim para uma maior vitória e, portanto, enviar mais satélites ao espaço", segundo um comunicado da agência estatal de notícias "KCNA".
Kim ressaltou que o satélite Kwangmyongsong-4 (Estrela Brilhante-4) entrou em órbita no último dia 7, apesar do "cada vez maior frenesi para sufocar" a Coreia do Norte por parte da comunidade internacional, segundo o comunicado do meio governista.
As declarações de Kim foram feitas no momento em que o Conselho de Segurança da ONU se prepara para aplicar novas sanções ao país comunista, tanto pelo lançamento do satélite como por seu quarto teste nuclear, realizado no dia 6 de janeiro.

Investigador da Polícia Civil de SP agride comerciante, covardemente.



Investigador da Corregedoria suspeito de perder a cabeça por conta de uma vagina…( Além de também perder o cargo vai ter que se explicar com a patroa ) 65

Imagens mostram investigador de polícia agredindo comerciante em SP

Snap 2016-02-14 at 23.21.15Comerciante é dono de uma loja de tapetes nos Jardins, área nobre de SP.
Motivo seria a reclamação de uma cliente na devolução de mercadoria.

Imagens de câmeras de segurança mostram um investigador de polícia agredindo um comerciante com socos e empurrões. O investigador trabalha na Corregedoria da Polícia de São Paulo e pode responder por abuso de autoridade. O comerciante é dono de uma loja de tapetes, nos Jardins, área nobre da capital paulista. O motivo da discussão foi a devolução de um dos tapetes da loja.

Está ruim? Pode ficar pior. Mudanças no Código de Obras e Edificações são polêmicas e mexem com a vida do brasiliense

Foto: Michael Melo/Metrópoles


Representantes da sociedade civil ficam sem direito a voto na análise dos projetos e proposta desestimula a construção de garagens


Dezoito anos depois de ser aprovado, o Código de Obras e Edificações (COE) do DF será modificado. A nova versão do documento deve ser encaminhada à Câmara Legislativa no mês que vem. O longo tempo de discussão do projeto, que estabelece regras para as construções em território brasiliense, entretanto, parece que não foi suficiente para que as alterações representem melhorias na vida dos brasilienses. O que era ruim pode ficar pior ainda, segundo especialistas.
Entre os principais pontos de discórdia do projeto, obtido pelo Metrópoles, estão a inclusão das garagens no cálculo da área construída, o que pode desestimular a construção de novas vagas. Um dano irreversível à cidade, pois depois de construído um prédio será impossível aumentar o número de subsolos. Outro problema é a pouca representatividade da sociedade na comissão que vai analisar os projetos. Nenhum dos integrantes terá poder de voto.

No início do planejamento do novo código, em meados de 2015, uma das promessas do governo era a maior participação da sociedade civil na elaboração do texto. Para isso, a Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth) convocou 41 reuniões, além de audiências públicas. Mas, ao que tudo indica, os encontros não foram suficientes. “Participei de uma reunião realizada na Universidade de Brasília, mas depois não fui convidado para as outras”, disse o urbanista Frederico Flosculo.
De acordo com a proposta, no caso de um projeto não ser autorizado pela Central de Aprovação de Projetos (CAP), apenas o Secretário de Habitação poderá admitir um eventual recurso. Além disso, a comissão permanente de monitoramento, que votará os recursos que passarem pelo crivo do titular da pasta, é formada por 10 servidores públicos, todos com direito a voto, e sete da sociedade civil, sem voto.
Superpoderes
A iniciativa feita sob medida pelo governo dá superpoderes ao secretário e é vista por representantes de entidades do setor da construção como um movimento antidemocrático. Ainda mais porque o poder de escolher os integrantes da comissão será do próprio titular da pasta.
“O ideal é que houvesse voto da sociedade, para que o processo fosse mais democrático e mesmo mais rápido e construtivo”, afirma Luiz Carlos Botelho, presidente do Sindicato da Construção Civil do DF (Sinduscon).
Para o secretário de Habitação, Thiago Teixeira de Andrade, a falta de votos na comissão não interfere na participação da população: “Todas as reuniões para estabelecer o projeto contaram com a contribuição de membros da sociedade civil. Foram mais de 160 horas de debate, gravados e disponíveis em nosso site. As decisões foram consensuais e mudanças sugeridas foram acatadas”.
Dênio Simões/Agência Brasília
Audiência pública realizada em outubro do ano passado para discutir a propostaDênio Simões/Agência Brasília

Garagens
Outra questão que gera bastante debate é a possível diminuição de vagas nos prédios do Distrito Federal. Segundo a proposta do novo código, as normas relativas a estacionamentos serão conduzidas pela Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e pelo Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), que devem entrar na pauta da Câmara Legislativa ainda em 2016.
Com a mudança, em vez de prever o número mínimo de garagens, como é feito atualmente, o documento vai sugerir a quantidade máxima. A decisão deve levar em conta a localização, o uso e a destinação do espaço, o potencial construtivo, o porte e os meios de transporte disponíveis nas proximidades. Assim, construtoras que quiserem aumentar o estacionamento, ou terão de abrir mão de espaços, ou pagarão mais para a outorga de uso da área.
A intenção, segundo a Segeth, é que haja maior integração entre o COE e o planejamento urbano da cidade para desestimular o uso excessivo de carros. “Queremos trazer o código para o século XXI, conjugando ideias para o transporte, habitação e meio ambiente. Até hoje, as normas agiam como tuteladoras dos automóveis, impedindo soluções tecnológicas e obrigando moradores que não têm carro a comprarem imóveis com vagas”, explica Thiago de Andrade.
Mas, para especialistas, a medida não ajudará na mobilidade urbana. “De nada adianta diminuir os estacionamentos se não houver uma condição prévia de excelência no transporte público. Enquanto o cidadão não puder chegar com conforto a todos os locais do DF, não há como reduzir as vagas. Isso só piorará o trânsito”, acredita o urbanista Frederico Flosculo.
Taxas e burocracia
Os pontos de divergências vão além. A proposta estabelece o pagamento de cinco taxas até que a obra seja finalmente liberada (aprovação de projetos, alvará, habite-se, demarcação e cota de soleira).
Quem quiser construir um edíficio com 12 mil metros quadrados de área construída, com 48 apartamentos de quatro quartos, por exemplo, terá que desembolsar cerca de R$ 19,4 mil. Em vez de simplificar os procedimentos, a nova versão cria várias etapas no licenciamento, burocratizando o processo.
Além disso, permite a concessão do habite-se a imóveis sem a pintura externa, o que coloca em risco a estética de Brasília, cidade tombada Patrimônio Histórico da Humanidade.

Anac desativa centro de treinamento no RJ após reforma de R$ 1 milhão Obra de 3 meses em edifício foi para obter certificação internacional da Icao. Novo centro será no DF; contra mudança, servidores apontam desperdício. Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo

Centro de treinamento da Anac passou por reforma de R$ 1 milhão e será desativado, para mudança para Brasília (Foto: Arquivo pessoal/G1)Centro de treinamento da Anac passou por reforma de R$ 1 milhão e será desativado, para mudança para Brasília (Foto: Arquivo pessoal/G1)
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu desativar um prédio da União que utiliza em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, após realizar uma reforma completa de quase R$ 1 milhão em 2015.
No local funciona o centro de treinamento para pilotos e profissionais da aviação, e a reforma foi necessária para que a Anac recebesse uma certificação internacional da Organização Internacional de Aviação Civil (Icao) – entidade da ONU responsável por regular o setor, para atuar como ponto de referência em instrução na América Latina.
A ideia da agência é construir um novo centro de treinamento em Brasília, em um prédio de propriedade pública dentro do aeroporto da capital federal e que terá também que passar por reformas. A previsão é começar a funcionar até 2018 e o custo da transferência, segundo a agência, será de R$ 180 mil.
Funcionários reclamam
A decisão de levar o centro de treinamento de Jacarepaguá para Brasília não agradou aos funcionários da agência, que afirmam ver desperdício de dinheiro público e perda de profissionais preparados. A Associação dos Servidores da Anac (ASA) chegou a realizar reuniões entre diretores e funcionários para debater a mudança, mas não houve consenso.
A Anac nega desperdício e diz que, pelo contrário, a desativação do prédio de Jacarepaguá, utilizado desde 2006, vai reduzir custos e resultará numa economia de R$ 1 milhão anual – mas não especificou como.
A Anac diz que o prédio de Jacarepaguá não foi reformado, mas que passou por "intervenções de manutenção nas instalações", já que pastilhas da fachada ameaçava cair e havia infiltrações no edificío. A agência diz ainda que acionou judicialmente a construtora do edifício, buscando o ressarcimento do gasto.
"Por fora, estava tudo caindo", disse um funcionário da Anac. "Chegamos a perder documentos e processos. Mesas ficavam cheias de água. Quando chovia, ensopava tudo dentro. Se isso não é reforma, não sei o que é", afirmou outro servidor.
Antes da obra da anac  predio jacarepagua (Foto: Arquivo pessoal/G1)Antes da obra para receber inspetores da Icao,
chovia dentro de prédio da Anac em Jacarepaguá
(Foto: Arquivo pessoal/G1)
Gasto
Conforme o extrato do contrato, publicado no "Diário Oficial da União", a obra custou R$ 944.784,00 e durou três meses, tendo sido concluída às vésperas da inspeção da Icao, realizada entre 22 e 25 de setembro do ano passado.
Na ocasião, a Anac obteve a nova certificação como membro "Trainair Plus" – que torna o Brasil referência para o treinamento de pilotos na América Latina e países de língua portuguesa.
Cerca de dois meses após a avaliação da Icao, na noite de 30 de novembro, os funcionários do centro de treinamento de Jacarepaguá receberam um email da diretoria comunicando que deveriam deixar as instalações entre feveiro e março de 2016. Foi a primeira vez que souberam das intenções da agência de transferir o centro de treinamento para Brasília.
Prédio alugado
Segundo a Anac, os 60 funcionários da unidade vão trabalhar em um edifício de 18 andares, alugado desde 2008 pela agência, na Avenida Presidente Vargas – a Torre Boa Vista, no centro da capital fluminense.
O local já abriga outros 600 servidores, estagiários e funcionários tercerizados e possui dezenas de estações de trabalho vagas. Segundo a Anac, o aluguel da Torre Boa Vista é de R$ 891 mil mensais.
Antes da obra da anac  predio jacarepagua (Foto: Arquivo pessoal/G1)Prédio de Jacarepaguá tinha goteiras e buracos no
forro antes de inspeção de avaliação internacional
(Foto: Arquivo pessoal/G1)
"Diante de um cenário econômico adverso, esta transferência faz parte de um conjunto de ações que estão sendo tomadas visando à racionalização dos gastos, conforme estabelecido pelo Decreto nº 8.450, de 9 de outubro de 2015. Nesse contexto, diversas iniciativas já foram adotadas pela agência, como restrição no uso dos veículos oficiais e de aparelhos de telefonia móvel, renegociação dos contratos de aluguel, dentre outras", afirmou a Anac sobre a decisão.

"As contas da Anac não fecham. A quem interessa devolver à União um prédio público reformado e transferir os servidores para um prédio alugado e o centro de treinamento para Brasília?", afirma o presidente da ASA, Carlos Montino.
Para ele, haveria economia se a Anac desocupasse o prédio alugado e ocupasse "racionalmente dois prédios próprios que a Anac possui no Rio". Além do prédio de Jacarepaguá, a agência possui outro edifício no centro do Rio que serve como depósito. A agência diz que os dois lugares não possuem condições de abrigar o total de servidores.
Referência
Os funcionários argumentam que a agência investiu cerca de US$ 100 mil na adequação de espaços, validação de cursos e preparação de profissionais para a inspeção da Icao em Jacarepaguá, que já virou ponto de referência para os profissionais da aviação brasileira.
A Anac, porém, rebate o número e afirma que o investimento foi de US$ 20 mil. Segundo a agência, independente da mudança de sede, a nova certificação ficará com o país. Ao G1, a Icao afirmou que "a localização do centro de treinamento no Brasil não impacta no status como membro internacional no programa Trainair Plus".

No dia 22 de janeiro de 2016, a Icao postou no Facebook uma foto e um texto afirmamdo que seus representantes estiveram no Brasil para dar o aval à mudança de sede do centro de treinamento.
ICAO postou no Facebook que esteve no Brasil em janeiro de 201 e apoia a mudança de sede do centro de treinamento da Anac para Brasília (Foto: Facebook/reprodução)Icao postou no Facebook que esteve no Brasil em janeiro de 201 e apoia a mudança de sede do centro de treinamento da Anac para Brasília (Foto: Facebook/reprodução)
Antes da obra da anac  predio jacarepagua (Foto: Arquivo pessoal/G1)Situação do teto do prédio da Anac antes da inspeção da Icao para obter certificação internacional e antes da reforma (Foto: Arquivo pessoal/G1)
Telhado do centro de treinamento de Jacarepaguá passou por reforma para conter infiltrações provocadas pela chuva antes de receber auditoria internacional (Foto: Arquivo pessoal/G1)Telhado do centro de treinamento de Jacarepaguá passou por reforma para conter infiltrações provocadas pela chuva antes de receber auditoria internacional (Foto: Arquivo pessoal/G1)

domingo, 14 de fevereiro de 2016

MVI_6916

Você partiu, mas as memórias de uma pessoa fantástica que
nos ensinou a sermos melhores na condição humana sempre ficarão.

Descansa em paz Humberto Salla Lima!

Descanse em paz Humberto Salla

Descanse em paz Humberto Salla Não podemos nos entregar ao sofrimento. É preciso seguir adiante com a vida, o nosso caminho ainda está por fazer. Levemos viva conosco a lembrança de quem perdemos, lembremos com amor e carinho sempre, mas honremos a sua memória vivendo a nossa vida em paz e com alegria. Os meus mais sinceros pêsames pela sua perda. Que Deus ilumine você!