quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

No Rio de Janeiro, a vida vale 30 reais

No Rio de Janeiro, a vida vale 30 reais

Especialistas culpam o tráfico enquanto o Estado lidera em mortes cometidas por policiais

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PM do Rio simula resgate em preparação para as Olimpíadas. / A. L.  (EFE)
Seria necessária uma legião de repórteres para realizar uma cobertura completa e diária sobre a insegurança no Rio de Janeiro. O insólito é recorrente, como em janeiro, quando em apenas dez dias as balas perdidas podem fazer 20 vítimas – como o menino Asafe William Costa, de 9 anos, que numa tarde ensolarada saía da piscina do SESI de Honório Gurgel para beber água quando foi atingido na cabeça diante da sua mãe, sofrendo morte cerebral. Também pode acontecer de um policial militar matar uma moça inocente e desarmada, de 22 anos, porque seu carro é um modelo “que tem sido muito roubado” e o motorista do veículo não parou imediatamente ao ouvir a sirene do carro de patrulha. Ou que bandidos armados da poderosa facção de traficantes Comando Vermelho, em plena luz do dia, expulsem com total impunidade sete policiais das suas casas, em Duque de Caxias, ameaçando-os de morte.
Viver em determinadas áreas do Rio é uma atividade de risco. Trata-se do Estado com mais mortes cometidas por policiais (416 em 2013), no país que é campeão mundial de homicídios (56.337 nesse mesmo ano). A Secretaria de Segurança Pública do Rio garante que nenhuma dessas vinte balas perdidas que saudaram o início de 2015 (com 17 feridos e 3 mortos, incluindo 2 crianças) provinha de confrontos entre quadrilhas de narcotraficantes e a própria Polícia Militar, amplamente desprezada e odiada por sua violência e corrupção nas últimas décadas. E há motivos para que esse dado seja destacado, já que esse tipo de confronto é rotineiro em várias áreas – especialmente em subúrbios que os turistas não costumam conhecer, mas onde vive aproximadamente metade dos 16 milhões de habitantes da Grande Rio. “Hoje, mata-se por 30 reais”, diz o secretário fluminense de Segurança, José Mariano Beltrame.
A segurança na Copa de 2014 foi um sucesso, e atualmente poucos duvidam de que será assim também durante a Olimpíada do ano que vem. A cidade se acostumou à presença policial maciça nas ruas, especialmente na Zona Sul e nas áreas que começaram a serpacificadas em 2008. Mas será que a violência carioca tem um perfil próprio, como pensa o prefeito Eduardo Paes? O político (que não tem atribuições em matéria de segurança) disse ao EL PAÍS que “o argumento politicamente correto de atribuir a culpa à pobreza é equivocado e muito fácil. A violência não existe pela pobreza. É um problema policial e do sistema judicial. O desemprego no Rio é de 3%... Essa é uma desculpa politicamente correta. A pior doença é a que não é adequadamente diagnosticada”.
O principal problema, portanto, parece continuar sendo o narcotráfico. Paes ataca “a cultura de que o tráfico precisa de um território dominado”. “Cocaína e maconha existem em todos os lugares, em qualquer capital ocidental. Mas esta loucura do território dominado é nossa particularidade, que tem a ver com essa desculpa politicamente correta da pobreza.” O possível candidato do PMDB na eleição presidencial de 2018 não duvida que “o Rio apresenta um padrão próprio de violência, específico, que tem a ver com esse permanente diagnóstico equivocado”.
Não há nenhuma atividade ilegal no Rio, de nenhum tipo, que não tenha alguma participação da polícia.”
Julita Lemgruber
“É muito difícil isolar uma só variável”, afirma a professora Julita Lemgruber, que foi a primeira mulher a dirigir o explosivo sistema carcerário do Rio (entre 1991 e 1994). “Em primeiro lugar, a polícia do Rio de Janeiro é marcadamente violenta e corrupta, mais do que no resto do país. Não quero generalizar, é evidente que há uma parte que cumpre a lei e trabalha com dignidade, mas a corrupção é muito generalizada no Rio. Não há nenhuma atividade ilegal no Rio, de nenhum tipo, que não tenha alguma participação da polícia.” Lemgruber esclarece que não se refere às milícias clandestinas, compostas por ex-policiais, bombeiros e agentes corruptos que se propõem a expulsar traficantes de favelas e oferecer proteção à comunidade em troca de um preço elevado, “e sim aos poderes constituídos do Estado”. “Sempre estão presentes em algum momento da cadeia do delito, mesmo que seja para dar proteção. É lamentável, mas se explica por raízes históricas.”
O secretário Beltrame admite o problema e recorda que, desde sua chegada ao cargo, seus subordinados prenderam 2.000 integrantes de milícias. Mas ele se revolta contra o discurso “reducionista” dos especialistas e chama a atenção permanentemente para outros fatores que propiciam a insegurança na Cidade Maravilhosa, em especial o contrabando de armas [ver entrevista à parte]. O novo comandante da Polícia Militar, o coronel Alberto Pinheiro Neto, no cargo desde janeiro, reconheceu que recebeu “uma instituição com problemas graves, éticos, morais e operacionais […]”, mas prometeu “reconstruir a nossa instituição”.
O ponto de vista dos estudiosos costuma ser diferente. Ana Paula Miranda, professora universitária e antropóloga vinculada ao Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INEAC), insiste no “elemento político” da violência, ou seja, a “ausência de cidadania no Brasil”. Até hoje, explica a pesquisadora, “o Brasil não conseguiu garantir direitos básicos a seus cidadãos, e certas formas de expressão da violência estão associadas a isso: é uma maneira de apresentar publicamente que as pessoas vivem isso cotidianamente”. “É preciso contextualizar”, prossegue. “Nas favelas, por exemplo: onde estão seus direitos básicos, como são tratados pela polícia? Há uma notável incompreensão dessa relação: a violência se manifesta pelas desqualificações que recebem continuamente. Confunde-se a pobreza com a violência. [Os moradores de favelas] são os mais violentados, não têm direitos básicos.” Segundo o Índice de Confiança na Justiça, realizado pela Fundação Getúlio Vargas em 2012, 70% dos brasileiros não acreditam em seus tribunais, e 63% estão insatisfeitos com a polícia (que entre 2009 e 2013 acabou com a vida de 11.000 pessoas, uma média de seis por dia).
A Secretaria de Segurança Pública diz manter um diálogo com os especialistas no assunto, mas suas análises divergem notavelmente. Tanto Lemgruber como Miranda criticam, em especial, a ausência de uma política global de segurança. “Os moradores nunca foram contrários à retirada do narcotráfico, pois são suas principais vítimas”, diz Miranda. “O que eles exigem é continuidade: porque, após alguns meses, tudo volta à rotina anterior. A polícia não oferece segurança pública, e o Estado não tem políticas de segurança. Temos ações policiais repressivas, o que não é o mesmo.” Para Lemgruber, “o que temos são movimentos pendulares desde 1983: momentos nos quais se respaldava a violência policial, e outros em que os direitos eram lembrados. Isso acontece inclusive nas áreas com polícia de pacificação: em algumas se pretende que haja proximidade, e em outras se atira primeiro e se pergunta depois”.

Levy admite que economia brasileira pode ter encolhido em 2014

Levy admite que economia brasileira pode ter encolhido em 2014

Em NY, ministro mencionou possível 'crescimento negativo' no ano passado.
Levy atribuiu provável retração a queda em grandes investimentos.

Do G1, em São Paulo
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta quarta-feira (18) que a economia brasileira pode ter encolhido no ano passado, durante evento dirigido a cerca de 200 investidores e analistas de mercado, em Nova York.
"Estamos em um ritmo mais lento nos últimos tempos, e todos ressentimos que o crescimento desacelerou e talvez no ano passado tenha sido negativo, devido à queda em grandes investimentos", afirmou o ministro, referindo-se à possível contração do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014.
Na noite desta quarta-feira, o ministério da Fazenda enviou uma nota à imprensa afirmando que a declaração do ministro referia-se a uma possível retração no ano passado ("last year", em inglês), negando interpretações de que Levy falava sobre 2015 ("this year").
"Os investimentos em geral desaceleraram e na verdade atingiram até um crescimento negativo em certos aspectos, devido a grandes projetos, mas acho que vale mencionar que continuamos a obter muitos investimentos de pequeno e médio porte", completou o ministro no evento.
O chefe da Fazenda afirmou também que o país está deixando para trás as medidas anticíclicas (que visam estimular o crescimento em um momento de baixa atividade) adotadas pela equipe econômica anterior.
Ajuste fiscal
Sobre as novas medidas de ajuste do governo, Levy reafirmou o compromisso com o rigor fiscal e com a meta de superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2015 – o equivalente a R$ 66,3 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais).
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante coletiva em Brasília (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino )O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante
coletiva em Brasília, nesta quarta-feira (11)
(Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino )
Em janeiro, Levy anunciou o aumento de tributos sobre combustíveis, sobre produtos importados e, também, sobre operações de crédito. A equipe econômica espera arrecadar R$ 20,6 bilhões em 2015 com as mudanças.
Segundo o chefe da Fazenda, os empréstimos do Tesouro para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) não são mais instrumento de política econômica. O banco empresta dinheiro ao setor privado a juros abaixo do mercado. "O BNDES vai buscar outras formas de captar dinheiro", afirmou.
Cortes de benefícios
O ministro disse ainda estar confiante de que o governo terá o apoio do Congresso para aprovar as medidas de ajuste fiscal. Recentemente, o governo limitou alguns benefícios sociais por Medidas Provisórias, como seguro-desemprego, abono salarial e pensão por morte.
Levy justificou as medidas afirmando que os gastos com seguro-desemprego passaram de 0,5% do PIB para 1,1% recentemente. Os reajustes do salário mínimo acima da inflação e os benefícios sociais ajudaram a inflar os gastos do governo, afirmou o ministro.
Estamos em um ritmo mais lento nos últimos tempos, e todos ressentimos que o crescimento desacelerou e talvez no ano passado tenha sido negativo"
Joaquim Levy
Sobre a restrição do acesso à pensão por morte – que deixa de ser integral e passa a ter carência –, Levy observou que a beneficiária poderia retornar ao mercado de trabalho. "Se o marido deixa a esposa jovem com filhos, o benefício ajuda a criar as crianças mas, no futuro, ela teria condições de voltar a contribuir.
"São questões apartidárias, estou confiante de que vamos conseguir no Congresso [a aprovação da MP]. Precisamos mudar o cenário fiscal. A política fiscal expansionista levou a um aumento na relação dívida/PIB. Mas não têm sido incomuns aumentos assim no mundo nos últimos anos", afirmou.
Levy citou a Rússia, observando que o corte de impostos foi um dos responsáveis pela queda na arrecadação. "Há uma tendência no mundo de evitar políticas anticíclicas como essa. O que o governo está realizando agora é desfazer algumas dessas medidas anticíclicas [voltar com a Cide, por exemplo] e não criar novos impostos".
Política monetária
O ministro disse ainda que a política monetária – de definição dos juros para conter a inflação – vai se tornar mais restritiva (por meio de juros mais altos) mais cedo ou mais tarde, acrescentando que os juros reais sofreram uma queda histórica nos últimos anos. "As expectativas de inflação vêm convergindo de novo para [o centro] da meta [de 4,5% ao ano]".
Levy, também ressaltou que a relação entre a dívida bruta e Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil subiu recentemente, mas salientou que parte disso se refere ao acúmulo de ativos e que esse aumento não foi incomum quando comparado a outros países.
Como compromissos e metas de sua gestão, o chefe da Fazenda citou o foco na dívida pública e a aceleração das concessões e PPPs (Parcerias Público Privadas). O ministro mencionou, ainda, a melhora na capacitação da mão-de-obra em nível técnico e superior e da oferta de mão-de-obra, além de mudanças no sistema tributário, tanto em nível federal como estadual.
Petrobras
No evento, Levy afirmou que a Petrobras vai superar os problemas que enfrenta com a divulgação de seu balanço do terceiro trimestre de 2014 e disse acreditar que a estatal não terá dificuldades com o demonstrativo do ano fechado. A declaração foi feita nesta quarta-feira (18) durante evento a investidores e analistas, em Nova York.
Levy comentou ainda que a petroleira vai "virar a página", referindo-se às investigações de desvios e irregularidades da operação Lava Jato. "As curvas de exploração e refino da Petrobras mostram crescimento ao longo dos anos. Os gastos da Petrobras sempre foram transparentes", defendeu.
No fim de janeiro, a estatal divulgou com atraso o balanço do terceiro trimestre, após adiá-lo mpor duas vezes, sem incluir as perdas financeiras com corrupção. Isso levou as ações da companhia a perderem cerca de 10% de seu valor na bolsa brasileira. Na semana passada, a empresa anunciou que irá apresentar seu balanço auditado de 2014 no final de maio, e advertiu que deve reduzir investimentos no futuro.
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Vale fecha 2014 com recorde anual de produção de minério de ferro

Vale fecha 2014 com recorde anual de produção de minério de ferro

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 09:54 BRST
 
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale encerrou 2014 com produção anual recorde de 319,2 milhões de toneladas de minério de ferro, contribuindo para o excedente de oferta global que derrubou os preços da matéria-prima do aço nos últimos meses.
O volume de minério de ferro produzido pela Vale, que exclui a produção atribuível à Samarco, foi 6,5 por cento superior ao registrado em 2013, informou a mineradora nesta quinta-feira.
A produção no quarto trimestre do ano passado somou 82,97 milhões de toneladas de minério, alta de 2,1 por cento ante o mesmo período do ano anterior e queda de 3,2 por cento em relação ao terceiro trimestre de 2014, quando a companhia registrou a melhor performance de sua história.
A empresa também bateu recorde de oferta anual de minério de ferro, a 331,6 milhões de toneladas, incluindo 12,3 milhões de toneladas adquiridas de terceiros.
(Por Marta Nogueira)

Mergulhadores descobrem duas mil moedas de ouro com mais de mil anos

Mergulhadores descobrem duas mil moedas de ouro com mais de mil anos

As moedas foram encontradas no fundo do mar junto ao antigo porto de Caesarea, em Israel. A descoberta representa, até agora, o tesouro mais valioso alguma vez encontrado na região.

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Mergulhadores descobrem duas mil moedas de ouro com mais de mil anos
Foto: Reuters
Foi por mero acaso que um grupo de mergulhadores descobriu, na passada terça-feira, mais de duas mil moedas de ouro em perfeito estado de conservação. Depois de uma tempestade ter revirado o mar a noroeste de Israel, a equipa de mergulho deparou-se com o tesouro escondido no fundo do mar junto ao antigo porto de Caesarea, em Israel.
O que inicialmente pensavam tratar-se de fichas de jogo, a equipa de mergulhadores da unidade de arqueologia da Marinha rapidamente concluiu que estavam perante o mais importante tesouro alguma vez encontrado naquela região. Embora as moedas de ouro ainda não tenham uma origem definida, já foram colocadas em cima da mesa algumas hipóteses. "Provavelmente ficaram aqui depois do naufrágio de um barco que transportava dinheiro para o Egito - como era habitual naquela época - ou então era o dinheiro que pagava os salários daqueles que defendiam a cidade de Caesarea", concluiu o diretor da unidade de arqueologia da Marinha, Kobi Sharvit.
Robert Cole, especialista na ciência que estuda as moedas e medalhas (numismática), avançou à AFP que apesar do tempo que as duas mil moedas estiveram no fundo do mar, as mesmas encontram-se em excelente estado de conservação e, portanto, não vai ser necessário perder tempo a limpá-las.
Os responsáveis pela descoberta avançaram à mesma fonte que vão continuar a investigar o caso, na esperança de descobrir mais sobre a verdadeira origem do tesouro perdido. Sabe-se, numa primeira instância, que a maioria das peças é do Califado Fatímida - império muçulmano xiita reinou a África do Norte, entre 909 e 1048, e o Egito, entre 969 e 1171. 


Ler mais: http://visao.sapo.pt/mergulhadores-descobrem-duas-mil-moedas-de-ouro-com-mais-de-mil-anos=f810678#ixzz3SC3bdWpc

Passagem aérea e leite ficam mais baratos e IPC-S desacelera

19/02/2015 08h21 - Atualizado em 19/02/2015 08h28

Passagem aérea e leite ficam mais baratos e IPC-S desacelera

Indicador recuou de 1,63% para 1,27% na segunda semana de fevereiro.
Preço da passagem aérea caiu 21,62%, e do leite longa vida, 3,26%.

Do G1, em São Paulo
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) ficou menor na segunda semana de fevereiro. Na segunda queda seguida da taxa de variação, o indicador caiu de 1,63% para 1,27%, puxado pela quedas nos preços das passagens aéreas e do leite longa vida, que ficaram 21,62% e 3,26% mais baratos, respectivamente.
Também contribuíram para reduzir a taxa do IPC-S as quedas nos preços de show musical (-2,44%), perfume (-1,28%) e blusa feminina (-1,36%).
Por outro lado, contribuíram para impedir uma desaceleração maior as altas nos preços da passagem de ônibus urbano (5,9%), conta de luz (4,85%), refeições em bares e restaurantes (1,32%), gasolina (2,87%) e automóvel novo (1,93%).
Entre os oito grupos pesquisados, seis tiveram redução em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação (de 3,51% para 1,46%). Também ficaram menores as taxas de alimentação (de 1,44% para 1,10%), habitação (de 1,69% para 1,38%), transportes (de 2,82% para 2,56%), despesas diversas (de 1,92% para 1,58%) e comunicação (de 0,43% para 0,36%).
Em sentido contrário, ficaram maiores as taxas de vestuário (de -0,31% para 0,00%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,30% para 0,33%).
Capitais
A FGV informou ainda que o IPC-S recuou em todas as sete capitais pesquisadas. A menor taxa foi registrada em Salvador, de 0,82%, seguida por Porto Alegre, com 0,86%. Já a maior foi registrada em São Paulo, de 1,86%, seguida por Belo Horizonte, com 1,39%.
Em Brasília, o índice ficou em 1,04%. Em Recife, em 1,16%; e no Rio de Janeiro, em 1,12%.
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EXCLUSIVO-Grécia promete honrar dívidas e a não abalar metas fiscais

EXCLUSIVO-Grécia promete honrar dívidas e a não abalar metas fiscais

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 09:37 BRST
 
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BRUXELAS (Reuters) - A Grécia pediu nesta quinta-feira uma extensão de seis meses de seu programa de resgate a países da zona do euro, prometendo honrar todas as suas dívidas e a não tomar medidas unilaterais que afetem metas fiscais, segundo um documento visto pela Reuters.
O documento aparentemente vai de forma substancial na direção da posição adotada por ministros das Finanças da zona do euro em negociações anteriores.
O pedido formal de Atenas será discutido por autoridades de bancos centrais numa teleconferência ainda nesta quinta-feira e por ministros das Finanças da zona do euro em Bruxelas na sexta-feira.
"As autoridades gregas honram as obrigações financeiras da Grécia para com todos os seus credores e também expressam nossa intenção de cooperar com nossos parceiros para evitar impedimentos técnicos no contexto do Acordo Master sobre o Instrumento de Assistência Financeira que reconhecemos como obrigatório em relação ao seu conteúdo financeiro e processual", disse o documento.
O documento diz que o objetivo da extensão de seis meses do programa de resgate é, entre outras coisas, "assegurar, trabalhando de perto com nossos parceiros europeus e internacionais que quaisquer novas medidas sejam totalmente financiadas ao mesmo tempo evitando ações unilaterais que afetariam as metas fiscais, a recuperação econômica e a estabilidade fiscal".
Isso aparentemente compromete o novo governo de esquerda a conter boa parte de novas legislações e à "supervisão" por três instituições que inspecionam o resgate --a União Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional. Conhecido como "troika", o grupo passou a ser muito odiado na Grécia.
O documento, no entanto, não usou os termos informais "troika" ou "resgate".
(Por Jan Strupczewski)

Líder de Hong Kong aconselha os habitantes a comportarem-se como ovelhas

Líder de Hong Kong aconselha os habitantes a comportarem-se como ovelhas

No início do Ano do Carneiro, o chefe executivo de Hong Kong, C.Y. Leung, aconselhou os habitantes a olharem para as ovelhas como exemplos a seguir

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Líder de Hong Kong aconselha os habitantes a comportarem-se como ovelhas
Reuters
Durante a mensagem oficial do Ano Novo chinês, o chefe executivo de Hong Kong aproveitou para aconselhar a população: "No ano que se avizinha, espero que toda a população de Hong Kong se inspire no caráter das ovelhas e encontre forma de trabalhar em conjunto pelo futuro de Hong Kong".
O líder caracterizou as ovelhas como "animais calmos e carinhosos que sabem viver pacificamente em grupo", devendo a população de Hong Kong olhar para o comportamento do animal como exemplo a seguir. Os conselhos surgem depois de um ano marcado por conflitos, que não deixou de recordar ao longo do discurso:"O último ano não foi uma caminhada fácil", onde a "diferença e os conflitos estiveram presentes na nossa sociedade".
Apesar da conotação negativa de "ovelha" no Ocidente, onde o termo é usado para caracterizar uma pessoa facilmente influenciável e que segue o "rebanho" sem pensar, o zodíaco chinês caracteriza os que nasceram no Ano do Carneiro como sendo pessoas leais, carinhosas e compassivas


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