sábado, 14 de fevereiro de 2015

ANP interdita plataforma a serviço da Petrobras após explosão

ANP interdita plataforma a serviço da Petrobras após explosão

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 17:31 BRST
 
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Por Marta Nogueira
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) interditou a plataforma a serviço da Petrobras, que sofreu uma explosão nesta semana, deixando cinco mortos, quatro desaparecidos e 26 feridos no litoral capixaba.
Além disso, pediu que a petroleira apresente documentos que serão utilizados nas investigações sobre as causas do acidente ocorrido na plataforma FPSO Cidade de São Mateus, operada pela norueguesa BW Offshore a serviço da Petrobras.
Adicionalmente, a Petrobras foi notificada pela ANP a não alterar nem realizar modificações ou obras na área do incidente, a não ser que haja necessidade crítica de estabilização estrutural. A agência destacou, no entanto, que a plataforma encontrava-se estabilizada nesta sexta-feira pela manhã.
FORNECEDORA SEM REGISTRO
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Espírito Santo (Crea-ES) afirmou nesta sexta-feira, por meio de sua assessoria de imprensa, que a BW Offshore e os seus funcionários não tinham registro junto ao conselho estadual e, por isso, trabalhavam de forma irregular.
Segundo o conselho, as empresas serão notificadas por ausência de registro e exercício ilegal da profissão e deverão ser multadas com objetivos educacionais. Em relação às receitas da BW e Petrobras, as multas serão simbólicas.
Para o Crea-ES, a Petrobras é responsável por garantir que a BW Offshore cumpra a lei.

Novo promotor assume investigação que envolve Cristina Kirchner no caso Amia

Novo promotor assume investigação que envolve Cristina Kirchner no caso Amia

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 21:50 BRST
 
Por Hugh Bronstein e Richard Lough
BUENOS AIRES (Reuters) - Um novo promotor argentino disse nesta sexta-feira que está assumindo uma investigação que acusa a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, de tentar encobrir o suposto papel do Irã num trágico atentado antissemita de 1994, depois que o promotor que cuidava do caso morreu misteriosamente no mês passado.
A nomeação de Gerardo Pollicita para cuidar do assunto garante que a investigação continuará, depois que o promotor Alberto Nisman foi encontrado morto em seu apartamento em 18 de janeiro.
Nisman morreu um dia antes de apresentar ao Congresso Nacional suas alegações de que Cristina teria tentado acobertar os envolvidos no ataque contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em Buenos Aires.
Pollicita disse num documento judicial de 61 páginas apresentado nesta sexta-feira que tinha visto provas suficientes para prosseguir com as acusações de acobertamento.
"Uma investigação será iniciada com o objetivo de substanciar... as acusações e se os responsáveis poderão ser responsabilizados criminalmente", afirmou Pollicita no documento.
"Em princípio, estão envolvidos na denúncia que deu início ao processo a senhora Cristina Fernández de Kirchner - presidente da nação -, os senhores Héctor Marcos Timerman –ministro das Relações Exteriores da nação", entre outros.
O chefe de gabinete de Cristina, Aníbal Fernández, disse que as acusações eram uma "manobra de desestabilização" com motivação política e "sem validade legal".
Cristina diz acreditar que Nisman foi assassinado por agentes da inteligência demitidos em dezembro. Ela alega que eles usaram Nisman para difamá-la com acusações "absurdas" de conspiração e depois mataram o promotor quando ele já não tinha mais utilidade.  

EXCLUSIVO-EUA flexibilizam restrições a importações de empresas privadas de Cuba

EXCLUSIVO-EUA flexibilizam restrições a importações de empresas privadas de Cuba

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 21:12 BRST
 
Por David Adams e Arshad Mohammed e Lesley Wroughton
HAVANA/WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos flexibilizaram consideravelmente as restrições às importações de bens e serviços de empresas privadas cubanas como parte da reaproximação bilateral depois de mais de meio século de inimizade.
O Departamento de Estado norte-americano disse que as importações deste tipo de bens e serviços serão agora permitidas, exceto em determinadas categorias que incluem armas, animais vivos, fumo, veículos, produtos minerais, máquinas e alguns produtos têxteis e de metais básicos.
"O governo deixou muito claro que mudará o sentido da política norte-americana para permitir o florescimento do setor privado em Cuba", disse o presidente do escritório de advocacia Akerman LLP, Pedro Freyre. "Claro que há duas partes nisso. Ainda estamos esperando para ver o que Cuba fará", acrescentou.
De acordo com a lei cubana, os empresários privados não podem importar independentemente produtos, nem exportar mercadorias, nem serviços, sem uma licença do governo.
Contudo, os artistas têm permissão para vender suas obras a estrangeiros e também existe uma cooperativa de aves exóticas que obteve licença em 2013.
Estados Unidos e Cuba anunciaram em 17 de dezembro seus planos para restabelecer as relações diplomáticas rompidas há mais de meio século, e o presidente norte-americano, Barack Obama, defendeu o fim do embargo econômico de 54 anos imposto ao seu antigo inimigo da Guerra Fria.
Depois de 18 meses de negociações secretas, Obama e o presidente cubano, Raúl Castro, conversaram por telefone e acertaram uma troca de prisioneiros, a reabertura das embaixadas nas capitais dos dois países e uma flexibilização maior de algumas restrições comerciais norte-americanas.
O especialista em temas cubanos do Instituto Lexington, Phil Peters, em Virginia, disse à Reuters por telefone que essas mudanças são outro exemplo de como deixar a bola com Cuba para ver como as autoridades cubanas reagem à abertura no setor privado.

Sete funcionários ucranianos foram mortos nas últimas 24 horas

Sete funcionários ucranianos foram mortos nas últimas 24 horas

sábado, 14 de fevereiro de 2015 09:30 BRST
 
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KIEV (Reuters) - Sete funcionários foram mortos e 23 foram feridos em combate contra separatistas no leste da Ucrânia nas últimas 24 horas, disse neste sábado um porta-voz militar, apesar do acordo de paz negociado na Bielorrússia entre quatro potências.
"Pouco antes da meia-noite (horário combinado para o cessar-fogo) rebeldes estão tentando completar planos sadicamente importantes para ampliar o território sob seu controle", disse o porta-voz André Lysenko em um briefing pela televisão.
(Reportagem de Papel Polityuk)

25 sinais que a sua relação chegou à "zona de conforto". Ou serão alertas?

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25 sinais que a sua relação chegou à "zona de conforto". Ou serão alertas?

Já sabe qual é a perspetiva do seu companheiro/a acerca do casamento, não se preocupa em chorar à sua frente ou já preenchem o cliché de terminarem as frases um do outro? Chegou à zona de conforto da sua relação ou... já é demais?

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25 sinais que a sua relação chegou à "zona de conforto". Ou serão alertas?
Reuters
Um estudo realizado pela Measure Bowel Health a 2 mil casais concluiu que por volta de um ano de relação, os casais começam a ficar mais libertos junto um do outro e ganham uma maior confiança, demonstrando que estão confortáveis na relação.

Mais precisamente aos 11 meses e 24 dias, é quando se chega à zona de conforto - altura em que já se sente à vontade o suficiente com o seu parceiro para mudar alguns comportamentos, como ir à casa de banho e não fechar a porta ou falar sobre ex-parceiros abertamente.

Mas afinal, quais são os sinais de que está realmente confortável na sua relação?

1. Não usar maquilhagem
2. Não trancar a porta da casa de banho
3. Usar pijamas / roupa de casa
4. "Descuidar-se" à sua frente
5. Não fazer a depilação ou a barba
6. Usar as suas roupas menos atrativas / roupa interior que não combina
7. Lavar a roupa do seu parceiro/a
8. Ir à casa de banho com a porta aberta
9. Confiar-lhe preocupações de saúde pessoais
10. Deixar que cuide de si quando está doente
11. Não se importar ao chorar à sua frente
12. Atender chamadas e receber visitas da família dele/a
13. Rir quando ele/a goza consigo
14. Dar-lhe umas chaves de casa
15. Conversarem enquanto estão nus
16. Saber o que pensam sobre casamento e filhos
17. Dizer-lhes que precisam de uma pastilha/desodorizante
18. Pedir que lhe esprema uma borbulha ou arrancar um pêlo
19. Tomar banho juntos
20. Comprarem roupa juntos
21. Preparar o lanche para ele/a levar para o trabalho
22. Atender o telefone dele/a
23. Acabarem as frases um do outro
24. Chamarem-se nomes "fofinhos"
25. Falar sobre os seus ex-parceiros/as

No entanto, um terço dos casais revelou que já esteve numa relação em que o parceiro ficou demasiado confortável demasiado cedo. Um porta-voz do grupo de pesquisa afirmou que no início as pessoas só querem ser vistas no seu melhor, mas "gradualmente com o passar do tempo, deixamos as pessoas entrar mais e mais enquanto a nossa confiança é construída."

Apesar de muitos profissionais defenderem que isto poderá significar o fim da relação, o porta-voz esclareceu que "é um bom sinal que esteja confortável na presença do seu companheiro e possa partilhar qualquer tópico com eles sem medo de ser julgado."


Ler mais: http://visao.sapo.pt/25-sinais-que-a-sua-relacao-chegou-a-zona-de-conforto-ou-serao-alertas=f810087#ixzz3RicZxktO

Daniel Ricardo (1941-2015): Adeus mestre

Daniel Ricardo (1941-2015): Adeus mestre

Fundador da VISÃO, o jornalista Daniel Ricardo, 73 anos, morreu esta manhã no Hospital de Santa Maria. O velório realiza-se a partir das 17h na Igreja St. António do Estoril. O funeral é este sábado, às 11h, para o Cemitério da Guia em Cascais

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Daniel Ricardo (1941-2015): Adeus mestre
Fundador da VISÃO onde desempenhava actualmente as funções de editor executivo do Gabinete Editorial, o jornalista Daniel Ricardo, 73 anos, morreu esta manhã no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde se encontrava internado há alguns dias. Veterano de muitas redações, mas sempre com uma resistência que parecia inesgotável, ajudou a formar várias gerações de jornalistas, com o espírito crítico e rigoroso com que lia e corrigia todos os textos que lhe passavam pelas mãos, sempre focado no rigor e elegância da escrita, a coerência das informações e a vigilância no cumprimento dos princípios deontológicos da profissão. Deixa, por isso, uma profunda saudade na redação da VISÃO.
Nascido em 1941, Daniel Ricardo entrou para o jornalismo em fevereiro de 1968, quando interrompeu o curso de Direito da Universidade de Lisboa, onde estava no 4.º ano, para ingressar no jornal "A Capital", onde, poucos anos depois, passou a desempenhar funções de chefia. Nessa época, trabalhou, como repórter, nas revistas "Flama" e "Século Ilustrado". Foi ainda chefe de redação do "Diário de Notícias", editor de "O Diário", chefe de redação e diretor adjunto do jornal "Sete", e editor-chefe de "O Jornal". Em 1993 fez parte da equipa fundadora da VISÃO, onde se manteve até ao fim, tendo sido o autor do livro de estilo da revista (como já tinha escrito o dos do "Diário" e "O Jornal").
Ao longo da sua carreira, Daniel Ricardo desenvolveu sempre uma intensa atividade como mestre e professor de jornalismo. Logo em 1978 começou a dar aulas de jornalismo no ensino secundário e, a partir de 1990, passou a dar formação no Cenjor. É autor de "Ainda Bem que Me Pergunta (editado, inicialmente, em 2003 e com uma segunda edição atualizada e ampliada, em 2010) - um verdadeiro manual de escrita jornalística, em que aborda todos os estilos e as dúvidas mais pertinentes que se podem colocar aos aspirantes à profissão. Em co-autoria com José Jorge Letria escreveu outros dois livros: "Manual do Jornalista" e "O Jornalismo Explicado aos Jovens". Nos últimos anos, Daniel Ricardo foi um dos coordenadores científicos da Pós-graduação em Jornalismo Muliplataforma, uma iniciativa conjunta do Grupo Impresa e da Faculdade de Ciências Sociais Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Daniel Ricardo foi sempre também muito ativo em diversos órgãos da classe dos jornalistas, como o Sindicato (onde pertenceu durante anos ao Conselho Geral) e o Clube de Jornalistas (de que foi presidente do conselho fiscal). Integrou sempre o júri dos prémios Gazeta de Jornalismo. Era, há cerca de uma década, membro do secretariado da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (onde tinha, aliás, o número 78, um dos mais antigos da profissão).
Nesta hora, vale ainda a pena recordar o que José Carlos Vasconcelos, coordenador do gabinete editorial da VISÃO escreveu no prefácio de um dos livros de Daniel Ricardo e que ilustra, na perfeição, o papel que ele teve ao longo de várias décadas: "Há muito desempenhando lugares de responsabilidade como editor ou em chefias de redação, e continuando a ser, hoje, editor executivo da VISÃO, Daniel Ricardo pertence ao grupo dos jornalistas 'não mediáticos', que não aparecem nas televisões, não assinam grandes reportagens, notícias de estrondo ou textos de opinião. E que, no entanto, desempenham um papel indispensável, e amiúde decisivo, para a qualidade dessas 'matérias' jornalísticas, bem como de muitas outras menos 'vistosas', mas de que igualmente todos os órgãos de comunicação social se fazem".


Ler mais: http://visao.sapo.pt/daniel-ricardo-1941-2015-adeus-mestre=f810194#ixzz3RibsgSYl

PMDB fortalecido deve usar fragilidade do governo para aumentar preço de apoio

PMDB fortalecido deve usar fragilidade do governo para aumentar preço de apoio

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 17:30 BRST
 
Por Eduardo Simões
SÃO PAULO (Reuters) - Diante de um governo que tem mostrado fragilidades, um PMDB fortalecido cobra mais diálogo e reconhecimento de sua força por parte do Palácio do Planalto para aprovar no Congresso medidas importantes para o Executivo, como as de ajuste nas contas públicas.
Até aí parece mais do mesmo, querendo mais espaço no governo, mais diálogo com a presidente Dilma Rousseff e mais influência nas decisões do Executivo. A novidade é que, diante da queda na popularidade da presidente, das dificuldades de articulação do governo, da fragilidade econômica e da necessidade de ajuste fiscal, devem intensificar as investidas para conseguirem o que buscam.
"Acho que o PMDB não participa da formulação das políticas públicas, acho que o governo da Dilma, do PT, é muito fechado, não tem muita abertura, muita comunicação, muito diálogo com o Congresso Nacional. Agora a presidente Dilma está tentando fazer essa aproximação", disse à Reuters o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), um dos dez vice-líderes do governo na Câmara.
O deputado vai mais longe ao dizer que avalia que a grande maioria da bancada do PMDB acha que o partido tem um "tratamento menor do que o seu merecimento".
Em reuniões internas, os peemedebistas têm manifestado o descontentamento nas relações com o setor de articulação do governo, com o espaço dado ao partido no novo mandato e com manobras que teriam a digital do Executivo para aumentar a força dos ministros Gilberto Kassab (Cidades) e Cid Gomes (Educação), que se movimentam para criar blocos partidários para contrapor o PMDB.
Ainda assim, uma fonte próxima ao alto comando peemedebista disse à Reuters que o PMDB está longe de adotar postura de independência em relação ao governo e aos cargos que ocupa na administração. O PMDB também diagnosticou as fragilidades vividas pelo governo na área de articulação política, segundo essa fonte.
Na avaliação do cientista político Carlos Melo, do Insper, o PMDB deve se aproveitar dessa fragilidade, aliada à queda da popularidade de Dilma, à fragilidade econômica e à necessidade de ajustes econômicos, para se cacifar.
"A gente está acostumado com um Poder Executivo muito forte, que pega o seu poder de máquina e vai lá e determina o comportamento do Legislativo. Dessa vez não vai ser assim. Com um governo com essa fragilidade toda, o poder vai ter que ser compartilhado com o Congresso", afirmou Melo.