sábado, 7 de fevereiro de 2015

Banco do Brasil tem lucro líquido de R$ 7,47 bilhões no 2º trimestre

Banco do Brasil tem lucro líquido de R$ 7,47 bilhões no 2º trimestre

Aumento foi de 148,4% em relação ao mesmo período de 2012.
No semestre, ganhos somaram R$ 10 bilhões - maior lucro da história.

Da Reuters
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Banco do Brasil anunciou ter registrado lucro líquido de R$ 7,47 bilhões no segundo trimestre de 2013 - alta de 148,4% frente ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pela venda de ações de sua área de previdência, seguros e capitalização. Nos primeiros três meses de 2013, o lucro havia sido de R$ 2,557 bilhões.
Nos primeiros seis meses do ano, os ganhos do Banco do Brasil somaram R$ 10 bilhões, de acordo com a instituição financeira.
Segundo a consultoria Economatica, esse é o maior lucro da história dos bancos brasileiros para o primeiro semestre, passando na frente do registrado pelo Itaú Unibanco nos primeiros seis meses de 2013, de R$ 7,2 bilhões.
Os índices de inadimplência do Banco do Brasil se mantiveram em queda, de acordo com a instituição. Em junho, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 1,87% da carteira de crédito, abaixo dos 2% registrados em março.
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BancoLucroAno
Banco do Brasil
R$ 10 bilhões
2013
Itaú Unibanco
R$ 7,2 bilhões
2013
Itaú Unibanco
R$ 7,1 bilhões
2011
Itaú Unibanco
R$ 6,3 bilhões
2010
Banco do Brasil
R$ 6,2 bilhões
2011
Fonte: Economatica
 Os ativos do Banco do Brasil atingiram R$ 1,21 trilhão no primeiro semestre de 2013 - crescimento de 15,5% em 12 meses, favorecido principalmente, de acordo com o banco, pela expansão da carteira de crédito.
A carteira de crédito ampliada alcançou R$ 638,6 bilhões em junho - avanço de 25,7% em 12 meses e de 7,7% em relação ao trimestre anterior.
Apesar de números fortes no crédito e baixa inadimplência, o banco teve menor margem financeira líquida no período. O indicador caiu 5,8% ante o ano anterior, para R$ 7,47 bilhões de reais. Outro dado negativo foi o resultado de tesouraria, que caiu 16,2% ante o mesmo trimestre do ano passado, para R$ 2,45 bilhões.
As despesas com provisões para calotes cresceram 14,8% na comparação com o mesmo período de 2012, para R$ 4,22 bilhões. Segundo o banco, as provisões aumentaram devido ao aumento da carteira de crédito e do maior montante de recuperação de perdas no segundo trimestre.
Mantendo tendência iniciada em meados de 2012, o banco expandiu suas operações de crédito no segundo trimestre. A carteira de crédito ampliada somou 638,63 bilhões de reais, alta de 25,7 por cento ante mesmo período do ano anterior. Na comparação com os três primeiros meses de 2013, o avanço foi de 7,7 por cento.
Previsões
Enquanto os bancos privados têm cortado suas previsões de crescimento do crédito para o ano, o Banco do Brasil elevou a estimativa para sua carteira no país de 16% a 20%, para 17% a 21% em 2013.
A mudança foi motivada por melhores previsões no crédito pessoa jurídica e para o agronegócio. Para empresas, o crescimento previsto de 16 a 20% subiu para 18 a 22%; para o agronegócio, o indicador passou de 13 a 17% para 22 a 26%.
No segmento de pessoa física, o avanço do crédito deve ser abaixo do esperado anteriormente, e a previsão passou de 18 a 22% para 16 a 20%.
A margem financeira bruta deve ficar em 4 a 7% neste ano, abaixo da estimativa anterior de 7 a 10%. As despesas com provisões para calotes sobre a carteira devem ficar entre 2,7% e 3,1%, abaixo da previsão anterior de 3 a 3,4%.
Já os gastos administrativos devem crescer 5% a 8%, abaixo da faixa inicialmente esperada, de 7 a 10%.
Acionistas 
A remuneração aos acionistas do Banco do Brasil no primeiro semestre de 2013 atingiu R$ 4,01 bilhões - valor equivalente a 40% do lucro líquido, sendo R$ 1,56 bilhão na forma de juros sobre capital próprio e R$ 2,46 bilhões em dividendos. O valor por ação alcançou R$ 1,41.
 

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Candidata com esclerose múltipla não pode concorrer como PNE, diz Justiça

Candidata com esclerose múltipla não pode concorrer como PNE, diz Justiça


Sílvia Mendonça - Do CorreioWeb

O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), no Distrito Federal e Tocantins, negou pedido de uma candidata com esclerose múltipla para concorrer dentro das vagas reservadas a deficientes no concurso da Caixa Econômica Federal. Segundo o responsável pela decisão, o juiz Rogério Neiva Pinheiro, a condição apresentada pela reclamante não se enquadra em nenhuma das modalidades de deficiência previstas no Decreto 3.298, de 1999.

Ainda de acordo com o magistrado, a esclerose múltipla se enquadra no conceito de doença grave, mas não pode ser considerada como deficiência. Neiva destaca ainda que, para que fosse considerada deficiência mental, a doença deveria ter se manifestado na candidata antes dos 18 anos de idade – informação que não consta nos autos. Desta forma, o pedido foi negado.
    
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A corda utilizada para enforcar Saddam Hussein pode ser vendida por, pelo menos, 6 milhões de euros

A corda utilizada para enforcar Saddam Hussein pode ser vendida por, pelo menos, 6 milhões de euros

Sete milhões de dólares pela corda usada para enforcar Saddam Hussein, terá sido o preço mínimo exigido pelo detentor do objeto

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A corda utilizada para enforcar Saddam Hussein pode ser vendida por, pelo menos, 6 milhões de euros
Dois empresários do Kuwait, uma família abastada de Israel, um banco e uma organização religiosa iraniana serão, neste momento, os maiores interessados na corda, que estava na posse de um antigo Ministro iraquiano que foi torturado por três ocasiões pelo regime de Saddam.
Mowaffak al-Rubaie, que foi o principal responsável pela operação da execução do antigo líder iraquiano em 2006, manteve a corda atada em volta do pescoço da estátua de Saddam na sua casa em Bagdade, segundo relata o jornal on-line árabe "Al Araby".
Al-Rubaie, que ainda não confirmou nem desmentiu a venda deste objeto, terá exigido pelo menos 7 milhões de dólares pela corda e espera entrar em negociações com os potenciais compradores.
Dr al-Rubaie  contou ao "The Independet" que "achou oportuno" colocá-la em redor do busto de bronze que os americanos removeram do palácio de Saddam. Para além disto, o antigo ministro iraquiano revelou que o dinheiro da venda desta corda, "coberta de ódio e ignorância", será encaminhado para benefício público já que a lei proíbe o uso próprio das mais-valias desta venda, segundo afirmou o ativista dos direitos humanos Ahmed Saeed.
O agora membro do Parlamento iraquiano afirmou, no dia de execução de Saddam, que "esperava ver da parte dele algum remorso pelos crimes terríveis que cometeu, pelas centenas de milhares dos seus compatriotas que ele e os seus capangas mataram."
"Mas não mostrou nada. Eu podia ver que ele não era um homem religioso. Nós tivemos que lhe lembrar para dizer 'Allahu Akbar' (Deus é grande) quando estava prestes a morrer."
Saddam foi capturado em 2003 pela coligação militar anglo-americana, depois ter sido acusado de armazenar armas de destruição maciça. 


Ler mais: http://visao.sapo.pt/a-corda-utilizada-para-enforcar-saddam-hussein-pode-ser-vendida-por-pelo-menos-6-milhoes-de-euros=f809459#ixzz3R3bKjN2D

Petrobras desaba com escolha de novo CEO e Bovespa fecha em queda de 1% sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 18:07 BRST Imprimir | Uma página [-] Texto [+] Por Priscila Jordão SÃO PAULO (Reuters) - A nomeação de Aldemir Bendine para presidência-executiva da Petrobras frustrou investidores que esperavam um nome mais independente no comando da estatal, e derrubou as ações da petroleira e arrastando a Bovespa nesta sexta-feira. As ações preferenciais da estatal perderam 6,94 por cento e as ordinárias caíram 6,52 por cento, pressionando o Ibovespa, que fechou em queda de 0,9 por cento, a 48.792 pontos. Na mínima do dia, o índice chegou a perder 2 por cento. O giro financeiro do pregão foi de 7,3 bilhões de reais. O Ibovespa acumulou alta de 4,02 por cento na semana, no melhor desempenho semanal desde novembro. O Conselho de Administração da Petrobras oficializou durante a tarde a nomeação de Bendine como presidente-executivo e Ivan Monteiro como diretor de Finanças da estatal. Monteiro também ocupava o mesmo cargo no BB. As ações da petroleira já vinham sofrendo desde o início do pregão com notícias sobre a provável nomeação de Bendine como substituto de Maria das Graças Foster, que anunciou sua renúncia ao cargo na última quarta-feira. Segundo participantes do mercado, o perfil de Bendine leva a crer em um elo político mais forte do que o desejado pelo mercado entra a estatal e o governo, que tem sofrido desgaste em meio ao escândalo de corrupção que se abateu sobre a Petrobras e que tem sido criticado por ingerência política na petroleira. "O BB foi absolutamente comandado pelo governo na primeira gestão e a Petrobras precisaria de alguém mais independente, que peitasse o governo em determinadas situações e não fizesse loteamento de cargos", disse à Reuters o sócio da Órama Investimentos Álvaro Bandeira, no Rio de Janeiro. Nomes que vinham circulando na mídia, como o de Murilo Ferreira, presidente da Vale, e o de José Carlos Grubisich, ex-presidente da Braskem, teriam sido melhor recebidos

Petrobras desaba com escolha de novo CEO e Bovespa fecha em queda de 1%

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 18:07 BRST
 
Por Priscila Jordão
SÃO PAULO (Reuters) - A nomeação de Aldemir Bendine para presidência-executiva da Petrobras frustrou investidores que esperavam um nome mais independente no comando da estatal, e derrubou as ações da petroleira e arrastando a Bovespa nesta sexta-feira.
As ações preferenciais da estatal perderam 6,94 por cento e as ordinárias caíram 6,52 por cento, pressionando o Ibovespa, que fechou em queda de 0,9 por cento, a 48.792 pontos. Na mínima do dia, o índice chegou a perder 2 por cento. O giro financeiro do pregão foi de 7,3 bilhões de reais.
O Ibovespa acumulou alta de 4,02 por cento na semana, no melhor desempenho semanal desde novembro.
O Conselho de Administração da Petrobras oficializou durante a tarde a nomeação de Bendine como presidente-executivo e Ivan Monteiro como diretor de Finanças da estatal. Monteiro também ocupava o mesmo cargo no BB.
As ações da petroleira já vinham sofrendo desde o início do pregão com notícias sobre a provável nomeação de Bendine como substituto de Maria das Graças Foster, que anunciou sua renúncia ao cargo na última quarta-feira.
Segundo participantes do mercado, o perfil de Bendine leva a crer em um elo político mais forte do que o desejado pelo mercado entra a estatal e o governo, que tem sofrido desgaste em meio ao escândalo de corrupção que se abateu sobre a Petrobras e que tem sido criticado por ingerência política na petroleira.
"O BB foi absolutamente comandado pelo governo na primeira gestão e a Petrobras precisaria de alguém mais independente, que peitasse o governo em determinadas situações e não fizesse loteamento de cargos", disse à Reuters o sócio da Órama Investimentos Álvaro Bandeira, no Rio de Janeiro.
Nomes que vinham circulando na mídia, como o de Murilo Ferreira, presidente da Vale, e o de José Carlos Grubisich, ex-presidente da Braskem, teriam sido melhor recebidos

Recurso de Sócrates pode estar condenado

Recurso de Sócrates pode estar condenado

Mesmo que consiga uma decisão favorável na Relação, o ex-primeiro-ministro arrisca continuar preso

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Recurso de Sócrates pode estar condenado
Foto: Gonçalo Rosa da Silva
Na eventualidade de os desembargadores Agostinho Torres e João Carrola, do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), revogarem a decisão do juiz de instrução Carlos Alexandre, de colocar José Sócrates em prisão preventiva, e determinarem, por exemplo, a libertação do ex-primeiro-ministro, o portão da cadeia de Évora pode não se abrir para a saída do recluso n.º 44.
O futuro imediato de Sócrates continuará nas mãos de Carlos Alexandre, violentamente atacado naquele recurso pelos advogados do ex-governante, João Araújo e Pedro Delille. Em breve, o magistrado irá rever os pressupostos da prisão preventiva que, em 25 de novembro passado, aplicou ao ex-primeiro-ministro. E pode prolongá-la por mais três meses, alicerçado em "factos novos", decisão que prevalecerá sobre o acórdão do TRL, só esperado para dentro de dois meses, e que apreciará dados já desatualizados no processo, explicam fontes judiciais.
Basta atender aos sinais que chegam das investigações, em que Sócrates é suspeito de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, e aos prazos das decisões, esclarecem as mesmas fontes. Na fase mais recente do inquérito,Carlos Alexandre acompanhou pessoalmente buscas ao Barclays, BPI e Deutsche Bank. Sabe-se, agora, que o procurador Rosário Teixeira irá apresentar ao magistrado "novas provas" - no essencial, elementos bancários. Seguir-se-á o interrogatório de Sócrates, para o confrontar com esses dados, e o juiz deverá aproveitar a ocasião para rever os pressupostos da prisão preventiva, como é de lei que o faça, de três em três meses, prazo prestes a terminar. Mas ele pode antecipar essa diligência, a pedido do Ministério Público (MP) - que, nas contra-alegações ao recurso de Sócrates, considera essencial, para a conclusão das investigações, o prolongamento da prisão preventiva.
Nos meios judiciais, só se antevê uma decisão de Carlos Alexandre, a tomar dentro de dias: a continuação de Sócrates na cadeia de Évora. Esta semana, em entrevista escrita à SIC, Sócrates diz que tem o direito de se defender na praça pública, "onde está a ser julgado e condenado". E lembra que continua por se esclarecer "onde estão as provas ou os indícios fortes " de crime e de "que crimes estamos a falar".
Já no TRL, os acórdãos estão a demorar dois meses a sair, em média. Antes ainda de um processo chegar aos desembargadores, passam 20 dias, entre o parecer do MP junto do TRL, sobre o recurso, e a pronúncia da parte contrária acerca dessas alegações. O recurso de Sócrates foi distribuído, por sorteio eletrónico, na segunda-feira, 2, e, quando tiverem o processo em mãos, Agostinho Torres e João Carrola dispõem de um prazo indicativo de um mês para tomar a sua decisão. É possível que o acórdão seja exarado em fins de março, e o que for decidido só representará uma "vitória moral" - ou para o juiz Carlos Alexandre e o procurador Rosário Teixeira, ou para o ex-primeiro-ministro.
O que acontecerá a Sócrates, anteveem as nossas fontes, sucederá também ao empresário Carlos Santos Silva, que o MP alega ser o testa de ferro do ex-primeiro-ministro, encobrindo €23 milhões que, em 2010, transitaram da Suíça para Portugal, ao abrigo do Regime Extraordinário de Regularização Tributária, e que supostamente pertencem, na verdade, ao ex-governante. Como Sócrates, Santos Silva deve já pensar num segundo recurso da prisão preventiva para o TRL.
Juízes 'à la minuta'
Breve retrato dos desembargadores ?que vão apreciar ?o recurso de Sócrates
  • Agostinho Torres ?É tido como algo "iconoclasta", com posições por vezes desconcertantes e pouco dado a amizades na judicatura, mas tecnicamente apreciado.
  • João Carrola ?Tem a tarimba criminal do antigo Tribunal da Boa-Hora, onde julgou anos a fio antes de subir à Relação. Domina a técnica e é formal no relacionamento.
  • Filomena Lima ?Desempatará na decisão, caso Agostinho Torres e João Carrola divirjam nas suas apreciações. É uma juíza muito experiente e de convívio fácil com os colegas.


Ler mais: http://visao.sapo.pt/recurso-de-socrates-pode-estar-condenado=f809358#ixzz3R3aV7Xag

Decreto eleva limite de participação estrangeira no BB de 20% para 30%

Decreto eleva limite de participação estrangeira no BB de 20% para 30%

'É do interesse do governo a participação estrangeira de até 30%', diz.
Aumento da parcela de investidor de fora no BB vale a partir desta sexta.

Do G1, em São Paulo
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Decreto presidencial publicado nesta sexta-feira (25) eleva o limite permitido de participação estrangeira no capital total do Banco do Brasil. A fatia que pode ser destinada a investidores do exterior foi elevada de 20% para 30%, de acordo com o publicado no "Diário Oficial da União".
O decreto entra em vigor a partir desta sexta-feira, o que significa que a partir de hoje a parcela de investidores de fora que podem adquirir na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) ações do BB já pode atingir 30% do total do capital do banco.
Às 14h25, os papéis do banco eram destaque entre as maiores valorizações do Ibovespa (principal índice da bolsa paulista), com elevação de 1,24%, a R$ 28,69.
A informação também foi divulgada em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

No "Diário Oficial da União", o texto diz que "é do interesse do governo brasileiro a participação estrangeira de até 30% no capital ordinário do Banco do Brasil."
Segundo o documento assinado pela presidente Dilma Rousseff, o Banco Central tomará as providências necessárias para executar essa decisão.
O vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do Banco do Brasil, Ivan Monteiro, disse nesta sexta-feira (25) ao G1 que, apesar de decreto ter aumentado de 20% para 30% o limite de participação estrangeira no BB, é impossível que esse patamar seja atingido.
Ele explicou que a parcela de ações disponíveis para compra e venda na bolsa de valores é de 30%, pois o Tesouro Nacional (mais fundos) e o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) já possuem, juntos, aproximadamente 70%.
"É impossível que ele [o investidor estrangeiro] tenha [30% de participação], por quê? Porque os investidores nacionais também são grandes acionistas do banco. São pessoas físicas e investidores institucionais, como fundos de pensão e seguradoras. Então, é impossível o estrangeiro deter mais do que 30%, que é o limite, ou deter 30%, porque você estaria dizendo, nessa hipótese, que nenhum investidor nacional comprou ações do banco, que é uma hipótese pouco razoável. Não há nenhum indicativo ou nunca houve de que o governo queira reduzir sua participação atual e de que a Previ queira reduzir sua participação também.

Composição acionária
As ações do BB listadas na bolsa são ordinárias (que proporcionam participação nos resultados da empresa e conferem ao acionista o direito de voto em assembleias gerais).
Atualmente, a Secretaria do Tesouro Nacional é detentora de 50,73% das ações do banco, de acordo com informações disponíveis no site da BM&F Bovespa.
O restante da composição acionária ocorre da seguinte forma: Caixa FI Garantia Construção Naval (3,69%), Fundo Fiscal de Inv. e Estabilização (3,86%), Fundo Garantidor para Investimentos  (0,26%), Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (10,38%), BB FGEDUC (Fundo de Investimento Multimercado), com 0,22%, BB FGO (Fundo de Investimento em Ações), com 0,33%.
O campo "outros" (ações disponíveis para o mecado) atualmente possui participação de 29,82%.
A ainda a parcela de ações da tesouraria  (0,70%).
Limite subiu em 2009
Em setembro de 2009, o banco havia informado a elevação do limite de 12,5% para 20%. Na época, a participação de investidores estrangeiros no BB estava em cerca de 11%, de acordo com dados que constavam no último balanço divulgado pela instituição financeira pública.

Na mesma ocasião, foi autorizada pelo governo a emissão de American Depositary Receipts (ADRs) da instituição financeira, que são recibos de ações negociados no mercado norte-americano.

A emissão dos recibos de ações ocorreu em dezembro de 2009, quando o banco informou que a iniciativa permitiria a diversificação da base acionária e o aumento da liquidez da ações, diz a agência Reuters.
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Diretoria da Petrobras terá outro ex-Banco do Brasil e quatro interinos

Diretoria da Petrobras terá outro ex-Banco do Brasil e quatro interinos

Ivan Monteiro deixou BB para assumir diretoria Financeira da petroleira. 
Interinos são funcionários de carreira da Petrobras.

Do G1, em São Paulo
23/09/2009 - ARQUIVO - O vice-presidente do Banco do Brasil, Ivan Monteiro, durante palestra no Rio de Janeiro (Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)Ivan Monteiro, em imagem de arquivo
(Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo)
nova diretoria da Petrobras, anunciada pela estatal nesta sexta-feira (6), terá outro ex-executivo do Banco do Brasil além do ex-presidente Aldemir Bendine.
Ivan de Souza Monteiro, que era vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB – cargo do qual também renunciou nesta sexta –, foi escolhido para assumir a diretoria Financeira e de Relacionamento com Investidores, em substituição a Almir Guilherme Barbassa.
Perfil
Ivan Monteiro estava no Banco do Brasil desde junho de 2009, onde era considerado o "braço-direito" de Aldemir Bendine.
No banco, ele já havia ocupado cargos de Diretor Comercial, Vice-Presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores, além de Presidente do Conselho de Supervisão da BB AG. É graduado em Engenharia Eletrônica e Telecomunicações pela Inatel-MG, com MBA em Finanças e Gestão.
Demais membros
Os outros quatro diretores que renunciaram na quarta-feira serão substituídos interinamente por Solange da Silva Guedes (Exploração e Produção), Jorge Celestino Ramos (abastecimento), Hugo Repsold Júnior (Gás e Energia) e Roberto Moro (Engenharia).
Montagem novos diretores Petrobras - Roberto Moro (Engenharia), Hugo Repsold Júnior(Gás e Energia) e Solange da Silva Guedes (Exploração e Produção) (Foto: Agência Petrobras)Novos diretores da Petrobras - Roberto Moro (Engenharia), Hugo Repsold Júnior(Gás e Energia) e Solange da Silva Guedes (Exploração e Produção) (Foto: Agência Petrobras)

Além deles, completam a diretoria daPetrobras João Adalberto Elek, da Diretoria de Governança (que assumiu o cargo em janeiro), e José Eduardo Dutra, da Diretoria Corporativa e de Serviços, que já fazia parte da diretoria.
Interinos
Os quatro novos diretores que assumem interinamente os cargos já eram executivos da estatal. Solange Guedes está na empresa há 30 anos, tendo ocupado diversas posições gerenciais na área de Exploração e Produção.
Jorge Celestino Ramos está há 32 anos na Petrobras, tendo ocupado diversos cargos na área de Abastecimento e na Petrobras Distribuidora.
Hugo Repsold Júnior tem 30 anos de Petrobras, nas áreas de Exploração e Produção, Estratégia e Desempenho Empresarial e Gás e Energia.
Já Roberto Moro tem 33 anos de empresa, com vários cargos gerenciais na área de Engenharia.