segunda-feira, 2 de novembro de 2026

GOLPE DE ESTADO IMPEDIDO PELO POVO POLÔNIA SOBERANA NÃO SE SUBMETE CONSTITUIÇÃO ACIMA DE TUDO RECADO DADO BRASIL

EUA, Argentina, Itália, Espanha, Polônia, Inglaterra e Japão não aceitam mais requisições oriundas da suprema-corte brasileira (STF).

Excesso de pedidos de extradição de brasileiros requisitados por Alexandre de Moraes por motivos questionáveis, fizeram estes países entenderem que o Brasil é uma ditadura promovendo perseguição política.


Aguiaemrumo Romulo Sanches 

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Pega a visão Patriotas Nacionalista Conservadores Anti-esquerda 

GOLPE
 
O comunicado emitido em Varsóvia constitui mais do que um aviso à Polônia: trata-se de um alerta dirigido também à população dos Estados Unidos, emitido a poucos dias de suas eleições legislativas.
 
O eurodeputado Dominik Tarczyński denunciou publicamente a tentativa, conduzida por Donald Tusk e setores da União Europeia, de tomar o controle do Tribunal Constitucional polonês mediante uso da força. A conduta revela um padrão de atuação: quando não obtêm sucesso nas urnas, determinados grupos recorrem ao aparelhamento de instituições judiciais ou ao uso da força policial, com o objetivo de assegurar impunidade e manter poder.
 
Na Polônia, a ação visava substituir servidores e afastar magistrados independentes, antecipando uma derrota eleitoral prevista para o próximo ano. O presidente Karol Nawrocki precisou agir com urgência, cancelando agendas internacionais e reunindo lideranças políticas para conter a situação.
 
O paralelo com os Estados Unidos é estabelecido: nos últimos anos, houve tentativas de ampliar e influenciar a composição da Suprema Corte americana no momento em que suas decisões passaram a contrariar a agenda do governo.
 
O Brasil insere-se nesse contexto como cenário em que o processo obteve êxito sem resistência externa. Aqui, não foi necessário cercar o Supremo Tribunal Federal, pois as ações já se desenvolviam internamente. Práticas como perseguição a opositores, abertura de investigações sem transparência e proteção a casos de corrupção foram implementadas e consolidadas no país, sem reação expressiva da imprensa internacional.
 
Os acontecimentos na Polônia, nos Estados Unidos e no Brasil constituem manifestações de um mesmo fenômeno. Trata-se de um modelo que rejeita a soberania popular: quando o resultado eleitoral não corresponde aos interesses dominantes, recorrem-se a mecanismos institucionais ou coercitivos para invalidar a vontade do eleitorado. Enquanto a Polônia reage à ofensiva, permanece a dúvida sobre se demais nações agirão com a mesma determinação. Afirma-se que a retórica de defesa da democracia coexiste com ações que cerceiam instituições e opositores, sendo esse procedimento repetível em diferentes países. Quem não aceita o veredito das urnas tende, invariavelmente, a recorrer à força.

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Justiça justiça federal pelo ORELHA sempre,,,os culpados cruéis desumanos covardes,,, terão que pagar, tem que ser castigados punidos severamente,,, pelo que fizeram com o nosso cãozinho inocente querido amado amigo inesquecível ORELHA,,, ORELHA ORELHA,,, onde estão às LEIS do nosso País??? Queremos mudanças urgentes, não suportamos, não aguentamos tantas violências maldades cometidas em nosso PAIS,,,com animais crianças mulheres idosos amigos,,, precisamos de segurança de paz,,,

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